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Os princípios, segundo as ESCRITURAS, que regem o casamento são:

a) pertencerem um ao outro

b) se tornarem um só corpo, com a união da alma e do coração

As Escrituras são revelações de Deus para o homem sobre leis que regem os cosmos, sobre eventos pré-estabelecidos que ocorrerão no tempo, sobre os princípios que unificam a vida, princípios estes soberanos sobre a espiritualidade humana. Por isso sua leitura não é como fazemos de um livro sobre orientações espirituais, ou sobre uma história religiosa. O modo de compreendermos sua mensagem não é semelhante a de nenhum outro tipo de literatura humana. Ela transcende a cultura, asiim como os limites impostos pela razão e possui o caráter de propiciar ao homem um tipo de vida que nem mesmo a experiência humana é capaz de lhe ensinar.

Até a ordem com que Deus irá revelar sua visão sobre a vida nas Escrituras é importante para entendermos o que quer nos dizer. No processo de manifestar ao homem tais princípios espirituais, uma das primeiras coisas a serem ditas a humanidade é sobre o casamento. Conforme o seguinte texto:

“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” Gênesis 2:18

Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24

Dentre os princípios expostos, conservando a ordem apresentada, iremos analisar o significado dessa “fusão” nomeada no livro de Gênesis - Em tempo, Genesis, em hebraico significa “No princípio”.

Eu volto no tempo, aos primeiros textos dados a humanidade, textos mais antigos que todas as obras humanas escritas (anteriores as tradições chinesas, hindus, caldéias, semitas, nórdicas, egípcias, etc.)

E no princípio estabelecido no livro dos princípios é que o casamento realiza-se:

Pela vontade humana. “portanto deixará o homem seu pai e sua mãe”

É realidade humana, não animal “portanto deixará o homem” – O homem em Gênesis designa: HUMANIDADE. O texto em gênesis pode ser escrito assim: Portanto deixará a mulher o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à seu homem, e serão ambos uma carne ‘’

É a base da formação da futura família “deixará o homem seu pai e sua mãe

Será ocasionado pelo amor e pela paixão, mistura de sentimentos, desejos, gerando desejo de estarem juntos, de viverem juntos, de até mesmo, dormirem juntos! “ e apegar-se-á” significa um amor que deseja EXCLUSIVIDADE, mais do que isso, que o casal se escolhe, que uma vez feita essa escolha, os dois no meio de tantos outros milhões, irão correr em direção um do outro. Esse é o princípio que é bem verificado na paixão adolescente. A prostituição ou a orgia quando todo mundo é de todo mundo e ninguém é de ninguém é gerado pela quebra desse princípio. O que gera uma sexualidade que não se satisfaz com um só, num dado instante de tempo – é uma distorção do desejo sexual humano causado pelo pecado. Porém, mesmo quem já viveu sua orgia particular, descobriu que não existe prazer libertino sem angústias animais. Passada a crise sexual que gerou a situação, o que resta é o imenso e intenso vazio em virtude de não sermos criados para isso. Nossas almas anseiam o casamento, que é sempre tríplice. Na verdade são os princípios espirituais DIVINOS que norteiam o mais profundo de nossos interiores. Mesmo que nossos corpos almejem, não há concessão espiritual ou psicológica interna que nos torne FELIZES vivendo contra a vontade de DEUS para nossa sexualidade. Tente. Serão de 60 a 120 anos de revolta burra, e no final o que sobrará é só um pedaço destruído de sua humanidade.

O casamento é DOM para a humanidade e que só ocorre entre o HOMEM e a MULHER. Não existirá algo semelhante entre iguais, entre pessoas do mesmo gênero. O casamento não é um RITO, ele não é uma CELEBRAÇÃO. Ele é uma REALIDADE espiritual, psicológica e física que se define pelo homem se unir a sua mulher, ou a mulher se unir a seu homem e tornarem-se um só corpo. Quando um casal homossexual se junta, mesmo que celebrem bodas, mesmo que seja celebrado um rito, mesmo que haja um oficial da igreja celebrando o ritual, mesmo que hajam votos, não acontece um casamento. Porque mesmo que se unam psicologicamente, e mesmo que tenham prazer sexual um com o outro, não podem se tornar “uma só carne” ou um só corpo. Não foram criados com este propósito. E por estarem vivendo em PLENA desobediência ao estabelecidos em princípios espirituais maiores que eles mesmos, se autodestinam a eterna infelicidade.

O casamento só ocorre entre CONSCIENTES. Não ocorre entre quem dorme e quem está acordado, entre o consciente e a pessoa inconsciente. “E deixará o homem seu pai e sua mãe”. Não adianta carregar o filho desacordado em virtude do trauma e colocar ele na cama de sua noiva. Não funciona assim.

O casamento só ocorre entre gente viva. “E deixará o homem seu pai e sua mãe”. O verbo mostra ação, produzida por quem a pode produzir. Mortos não deixam seu pai e sua mãe. Esse “deixar” não é nosso eufemismo para “morrer”. É ato voluntário de sair da casa e da esfera do poder pátrio, transformando-se da condição de filho para condição de conjugue. Por isso não podemos casar com gente morta. Por isso sexo com cadáveres é tão abominável diante de Deus. Porque ele é uma zombaria com o dom do casamento.


A sexualidade humana nos concede o desejo e a vontade de nos unirmos em casamento. Esse desejo ou intensa vontade é tríplice, se manifesta em três dimensões ou áreas complementares. A sexualidade é a vontade do corpo, química, biológica... A paixão que é a vontade da alma, no domínio psicológico, nos pensamentos e o amor humano, que significa a vontade do espírito humano na direção desse bom propósito, da união do homem e da mulher, o que denominamos casamento. O casamento não é o rito, não é a promulgação, não são os votos. Significa a união que torna dois seres como se fossem um só. Escrito em verso e prosa no DNA de nossos corpos, na paixão de nossas almas e no amor em nossos corações.
O pecado interferiu nesse processo, confundindo ou exagerando as nossas paixões, nossos impulsos e desejos sexuais e influenciando DRAMATICAMENTE na questão da FIDELIDADE que é o amor em traje de gala, cuidando para que haja felicidade da pessoa que amamos, forjando laços PERENES, duradouros. O amor deseja permanecer, ele é como segurar fortemente a mão de alguém e estar disposto a soltá-la somente depois da decapitação. No plano de Deus, o homem abraça sua esposa e caminha ajudando-a e amando até sua velhice. Estando DEUS consciente dessa necessidade em virtude da nossa condição humana PASSAGEIRA. Como nós somos efêmeros, mortais, com prazo de validade, em seu coração, propôs Deus um tipo de amor que almejasse intensamente PERMANECER.


O casamento é proposto por Deus no Éden, antes do início da mortalidade humana. Se Adão e Eva jamais tivessem pecado, hoje (se não tivessem sua natureza modificada pelo pecado, que na verdade é um poder que nos reduz a escravos hormonais) teriam milhares de anos de união.


A separação de um casal é um processo maior do que imaginamos. Ele corta três laços DEFINIDOS, o físico, o psicológico e o espiritual, que são as três cordas que criam a UNIDADE denominada: “se tornarão os dois uma só carne”



Essa realidade da existência de pelo menos três dimensões humanas envolvidas no casamento é vista em provérbios: “... O cordão de TRÊS dobras não se quebra com facilidade...”



Uma parábola sobre a força que liga dois corações, duas almas e dois corpos. Essa "fusão" é fruto do ato sexual consciente e voluntário.

A união entre duas pessoas através do CASAMENTO é algo mágico. Magia de Deus. É santo, porque está segundo planos estabelecidos. É PURO, porque a sexualidade humana é DIVINA, é celestial dom de DEUS para seus filhos. E todo DOM de Deus exercido conforme sua VONTADE é PURO.



O que define a realidade da união humana, nós denominamos casamento. Casamento não ocorre no cartório ou na igreja. NA PRIMEIRA VEZ QUE DOIS ENAMORADOS E APAIXONADOS SE ENTREGAM UM AO OUTRO INTEGRALMENTE, MENTAL, ESPIRITUAL E SEXUALMENTE, DIANTE DE DEUS ESTÃO CONSIDERADOS CASADOS.


Seja um indígena da Nova Guiné com sua escolhida, ou uma Patricinha com seu jovem namorado adolescente. Biblicamente, de modo puro, duas pessoas que decidem viver uma com a outra, num voto mútuo de fidelidade, estão CASADAS diante das Escrituras. Poderiam tomar CEIA e tudo mais... Irão ser CURADAS, seus filhos serão ABENÇOADOS e etc.


DEUS não abdica de princípios em nome de doutrinas. O casamento pertence a HUMANIDADE, é instituição para o SER HUMANO, não é ato religioso, não está circunscrito a autoridade SACERDOTAL, CLÉRIGA, APOSTÓLICA ou ECLESIÁSTICA de qualquer modo.


Não é necessário a presença de RABINO, PASTOR, OFICIALIZANTE, PADRE ou qualquer ordenação humana para que a união entre um homem e uma mulher seja reconhecido como LEGAL diante da ETERNIDADE.


Todo o resto são rudimentos e ornamentação cultural, ou cerimonial formal para oficializar diante de parentes, diante das leis, diante do clero, diante da sociedade, o ato que define o casamento SEGUNDO DEUS:



Deixar papai e mamãe e se unir a seu par. Visto isto, doa a quem doer e com as conseqüências que tal pronunciamento gera:


Quando uma pessoa se separa de outra, após ter amado a esta, após ter tido o gozo da sexualidade, estará rompendo de vez ou gradativamente as três cordas.


A psicológica, a da paixão, a física da unidade sexual e a espiritual do amor.


Seja isso com três dias após a festa em que DOIS JOVENS se amaram loucamente, seja isso após TRÊS anos de casamento, após vinte.



Gênesis nomeia tal atitude leviana com relação a união de um homem com uma mulher da seguinte modo:


“casavam-se e DAVAM-SE em casamento” Um pouco antes do dilúvio.

Seja por motivos fúteis, por escolhas ou pelo que mais vier acontecer. O adultério é rompimento dessa união. Ele rompe a unidade física que ocorreu quando o homem se tornou carne com sua primeira esposa. Mas ele mostra antes o rompimento das outras conexões:


Paixão
Amor.

Porque a pessoa apaixonada não se imagina senão nos braços de seu amor. E a pessoa que ama luta contra as paixões para permanecer segurando a mão de quem abraçou.




JESUS deixa claro que A NÂO SER POR CAUSA DO ADULTÉRIO, um casamento não deve ser desfeito. Porque o adultério JÁ DESFEZ o casamento. O que define o casamento é tornar-se uma só carne, e que m adultera deixou de ser uma só carne. Separou-se de seu conjugue e JUNTOU-SE a outro, tornando-se ‘uma só carne’ com quem cometeu o ato sexual. O casamento é TORNADO NULO, porque o primeiro princípio que o estabeleceu foi QUEBRADO.
Por isso CRISTO não impõe julgo ao marido ou esposo da pessoa da pessoa que adulterou, porque seu conjugue QUEBROU a aliança feita com seu CORPO, e já não tem PARTE com o antigo casamento.

Neste caso, por já não existe o vínculo. Porque o casamento foi rompido pelo adultério. O adultério não é um termo jurídico. Ele significa a união do corpo do esposo ou esposa com outro. Ele significa que alguém com vínculo, em ESTADO DE UNIDADE com certa pessoa, voluntariamente UNIR-SE sexualmente a outra pessoa.

O estupro quebra o casamento, QUE É A UNIDADE DO CASAL, CONTRA A VONTADE DESTE ÚLTIMO. Ele age como um adultério forçado Por isso é tão REPUGNANTE, porque violou a integridade, CONTRA a vontade, de um casamento estabelecido. Por isso o retorno a uma vida sexual sadia entre o casal é tão importante, para RESTABELECER as condições espiritual, psicológica e biológica da relação, tão aviltada.

O adultério liberou a primeira pessoa do princípio que estabelece o casamento. Livre está. Para fazer o que quiser. RECONCILIAR-SE ou tornar a constituir família, permanecendo CASADA. A decisão então, continuará na esfera HUMANA, porque a lei que institui o casamento é “deixar seu pai e sua mãe e se unir a seu conjugue”

Quando por outro motivo qualquer um casal se separa, os dois CONTINUAM INTERLIGADOS PELAS TRÊS LEIS ou por alguma delas, QUE LHES CONSTITUEM NUMA SÓ PESSOA, NUM SÓ CORPO. Seja pela paixão, muitos choram por anos, seja pelo amor, a vontade de jamais soltar a mão de quem ama, seja pelo intenso desejo sexual, que queima no corpo de casais separados que ainda querem sentir o toque do corpo de seu conjugue, mas pelo orgulho ou pelas amarguras de crises imensas, não conseguem co-habitar juntos. Em alguns casos a paixão permanece inalterada, mas a dor das decepções e humilhações inviabiliza o desejo sexual.

O que Jesus afirmou é que se ainda não houve o adultério, que se diante do céu o casal SEPARADO ainda continua CASADO, quando o homem vai de encontro a outra, ou ela para os braços do outro, estarão neste instante ADULTERANDO.

O papel de divórcio, a cerimônia, a separação de corpos, a separação judicial, a oficialização de ritos, declarar algo no diário oficial, nada na verdade INVALIDA um casamento, somente o ADULTÉRIO, porque não é um RITO que o VALIDA, sim a UNIÃO de coração, de alma e sexual que o realiza.
Então, se noivos tem relação, casados estão. Então se adolescentes tem relação, casados estão. Quando os adolescentes se separam, e vivem uma vida sexual com outros, praticam a fornicação – que significa em última instancia – DAR-SE em casamento.

A PROSTITUTA a cada vez que se UNE com um homem, CASA-SE com ele. E ele com ela. A prostituição ROMPE um laço de casamento.

Não existe UNIÂO HUMANA sexual entre um homem e uma mulher que FUJA do primeiro princípio.



Fornicação, prostituição, adultério, divórcio, seja o que for passa pela peneira do princípio “deixará o homem seu pai e sua mãe e torna-se-ão uma só carne”



Toda vez que um homem e uma mulher se unirem estarão VIVENDO a realidade estabelecida em ‘tornar-se uma só carne”

Quando o sujeito volta para sua ESPOSA, estava LIGADO a PROSTITUTA. Ele adulterou com a PROSTITUTA. Ele casou com a prostituta.

PAULO enxergou essa realidade:


I Co 6:13-20 - " ... O corpo, porém, não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Vocês sabem que os seus corpos são membros de Cristo ? Então, tomarei eu os membros de Cristo e os unirei a uma prostituta ? De modo algum !
Vocês Não sabem que aquele que se une a uma prostituta é um corpo só com ela ?... Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas, quem peca sexualmente, peca contra o próprio corpo.



UM homem casado que deita-se com uma adolescente, DESFEZ seu casamento no ato sexual. E casou-se com a adolescente.
O polígamo está não está casado com várias mulheres. Ele a cada vez que faz sexo com uma de suas “esposas” na verdade TORNA-SE uma só carne com esta última. E se torna adúltero com relação a última com quem teve relação.


Uma orgia é uma sucessão de adultérios em massa, em que todos se traem mutuamente em um curto espaço de tempo.
O homossexualismo feminino ou masculino não invoca CASAMENTO.
Não há casamento homossexual porque a LEI QUE DEFINE O CASAMENTO É A QUE DIZ ‘DEIXARÁ O HOMEM SEU PAI E SUA MÃE E UNIR-SE-Á A SUA MULHER’. Poderia ser lida: ‘deixará a mulher seu pai e sua mãe e unir-se-á a seu homem’ Só há casamento entre gêneros sexuais distintos, somente é reconhecida como LEGÍTIMA a união entre um homem e uma mulher.

Uma mulher que trocou de sexo e se tornou homem que se casou com um homem que trocou de sexo e virou mulher ao terem relações não estão casados. Porque não há VERDADE nessa história podre. Porque um homem que não é homem não pode se casar com uma mulher que não é mulher. Porque corpos modificados não mudam a sexualidade com a qual fomos CRIADOS. Porque não pertencemos a nós mesmos e não possuímos o direito de escolha sobre nosso passado.


Um homem não se casa com uma ovelha. Não pode substituir um relacionamento real por uma amante virtual. Ou por uma construção de inteligência artificial. Seres humanos não podem se casar com andróides. Faz parte do estabelecido em Gênesis.


Sabendo então essas coisas você pode entender um pouco mais sobre o que TIAGO quis dizer...


Tiago 4:4 Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?



O conceito de adultério vai inclusive, além da união física:

Mateus 5:28


Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Por esse critério, poucos seres humanos poderiam deixar de ser chamados de adúlteros. Incluindo todos os casais, todos os noivos, todos os separados, todos os divorciados e TODOS OS CASADOS.

Porque TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÂO DA GLÓRIA DE DEUS. Ro 3:23



Então respondendo:


Pode uma pessoa divorciada tornar a se casar?


Sim.

Em primeiro lugar, divorcio separação, celebração e ritos, como já foi mostrado, não definem o que é estar casado diante de Deus.

Quem viveu sobre o mesmo teto, quem compartilhou de experiências sexuais com outrem, diante das Escrituras é considerado casado.

Tudo se resume a união entre duas pessoas, ou sua desunião, que segundo CRISTO pode acontecer de DOIS MODOS:

a) através do relacionamento sexual com outra pessoa.

b) através do desejo impuro com relação a outra pessoa

Jesus levou a discussão sobre a união entre o homem e a mulher para um nível acima. Ou para uma esfera além da SEXUALIDADE.

Não tenho conhecimento para tratar desse nível tão profundo. Então, HUMANAMENTE FALANDO:

Sim.

DESDE QUE:

Sabendo que se deixar seu conjugue por questão outra que se não o adultério deste último, estará ADULTERANDO contra ele.


Sabendo que se ele cometeu adultério contra você, você possui a ESCOLHA de voltar a se UNIR a ele e quando você o fizer, estará LEGITIMAMENTE casada a ele novamente, ou, tendo em vista que QUEBRADO foi seu primeiro casamento, o direito de iniciar uma nova relação, unindo-se a outro por sua ESCOLHA e com este CONTINUAR CASADA.


Se quiser NO ENTANTO, voltar a seu primeiro esposo, ADULTERARÁ contra seu SEGUNDO par.


Quando você se separou por motivo fútil, ao unir-se ao outro, cometeu o seu PRIMEIRO adultério. Ao retornar para seu próprio marido CASA-SE NOVAMENTE com ele, mas ADULTERA contra o segundo “esposo”.



CASAMENTOS NÂO PODEM SER REFEITOS. ELES SE EXTINGUEM COM O ADULTÉRIO. A unidade dos corpos, alma e coração que o define, iniciada com um ato sexual termina quando você se une a outra pessoa. Tal casamento deixou de existir. Quando um esposo se arrepende e volta para sua esposa, está começando um NOVO CASAMENTO.

Ao dar início a este NOVO, faça direito. É como nascer de novo.


Por isso o perdão é algo tão extraordinário. Por isso a possibilidade de viver um novo patamar de união é tão edificante.

Romper um casamento por culpa de seus próprios atos, produzirá conseqüência espirituais, psicológicas e biológicas. Tanto em você quanto na pessoa da qual você se separou.

O perdão restabelece dentro da alma e do coração as estruturas destruídas. E constrói algumas novas.


Tiago 4:4 Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?



Entende agora o significado do texto?



Nós vivemos numa cultura e num mundo que por causa do pecado e das paixões humanas, vive em constante patamar de adultério.

Então não existe INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO, PORÉM existe PROPÓSITO DIVINO DE UMA UNIÃO PERMANENTE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER.


É diante desses fatos que a vida humana deve ser pesada.
Nenhuma denominação, grupo, igreja, interpretação das Escrituras ou apologia é maior do que as verdades expostas nesta carta. Nenhum homem possui o direito de arbitrar sobre a união de um casal. Não possuo como profeta tal autoridade, nenhum apóstolo possui autoridade sobre essa questão além dos princípios expostos pelas Escrituras.


Ninguém possui autoridade para separar ou unir um casal, além deles mesmos, se não estiverem sobre a autoridade paterna. Ninguém pode decretar uma união como inexistente ou impedir que duas pessoas que vivem a realidade de gênesis na revelação dada a Adão, de terem direito ao corpo um do outro.
Não existe casamento manifesto por cerimônias, não existe ato humano que celebre ou de início ou fim a algo que uma LEI espiritual já definiu.


Toda cerimônia ou ato legal somente TESTIFICA algo que IRÁ ocorrer, o casamento que se realizará DE VERDADE quando o casal estiver se amando, ou TESTEMUNHAR o COMPROMISSO de fidelidade já ASSUMIDO diante de muitos, da PROMESSA de serem um do outro, enquanto durarem as estações.
O namoro é uma DECLARAÇÃO de intenções. Ele dá início ao processo. O NOIVADO é a FORMALIZAÇÂO da intenção.
O CASAMENTO é a REALIZAÇÂO.



“Ficar” o termo cunhado para os amassos na parede em noite sem lua regado a funk nos bailes da vida, é a realização instantânea de um casamento de curtíssima duração, que começa no beijo de língua e termina quando se sai da parede.



Esse é o significado espiritual dos textos. É assim que um profeta aprendiz, enxerga tal realidade.



Então, constitua uma família, deixando para trás as coisas que foram destruídas, ou lutando para reconstruir o que você ocasionou a bancarrota. Lembrando dos compromissos assumidos. No caso de um homem que abandonou sua esposa por causa da paixão insana pela outra. Ninguém pode reconstruir sua vida deixando para trás um rastro de divisões, laços quebrados.


Família é plano que deve permanecer para sempre
E vivendo sua união com os olhos fitos na eternidade. Evitando o adultério, lutando contra as paixões, levando a sério sua sexualidade. Seu corpo, e as três cordas.


Embora você possua a liberdade para ser casar com outro por causa da infidelidade de teu esposo, o perdão é uma arma tão poderosa quanto a vida.


Quando um casamento se rompe, as cordas que se partem, a espiritual, a sexual e a psicológica se partem com estardalhaço, deixando feridas graves em todas essas áreas. Tristeza, irritação, cansaço, desanimo, angústia, desconfiança, dor. Problemas nervosos, de coração, hormonais. Depressão, e mesmo opressão maligna causada pela ira, pela raiva, pelo desejo de vingança.
A sexualidade humana é TAMBÉM algo ESPIRITUAL, por ser assim, não há ato que envolva o sexo que não possa ser contaminado por poderes espirituais. Viver uma sexualidade CONTRA O PROPÓSITO de DEUS não é boa coisa. Prazer pelo prazer, adultério sem culpa, orgia, prostituição, qualquer outra atividade não muito fácil de traduzir em palavras, movido por qualquer coisa que não pelo amor, pela pureza, pela paixão, de modo correto, com intenções corretas, no tempo devido, com um propósito que envolva amor que permaneça, certamente farão mal. Arrebentarão sua alma.



Pensando nisso tudo. Deixando de lado toda FALSA interpretação.
Case-se com um propósito de continuidade, com compromisso, amando e preservando esse bem, seguindo os conselhos do coração de Deus.


publicado por wellcorp às 13:35 | link do post









Os princípios, segundo as ESCRITURAS, que regem o casamento são:

a) pertencerem um ao outro

b) se tornarem um só corpo, com a união da alma e do coração

As Escrituras são revelações de Deus para o homem sobre leis que regem os cosmos, sobre eventos pré-estabelecidos que ocorrerão no tempo, sobre os princípios que unificam a vida, princípios estes soberanos sobre a espiritualidade humana. Por isso sua leitura não é como fazemos de um livro sobre orientações espirituais, ou sobre uma história religiosa. O modo de compreendermos sua mensagem não é semelhante a de nenhum outro tipo de literatura humana. Ela transcende a cultura, asiim como os limites impostos pela razão e possui o caráter de propiciar ao homem um tipo de vida que nem mesmo a experiência humana é capaz de lhe ensinar.

Até a ordem com que Deus irá revelar sua visão sobre a vida nas Escrituras é importante para entendermos o que quer nos dizer. No processo de manifestar ao homem tais princípios espirituais, uma das primeiras coisas a serem ditas a humanidade é sobre o casamento. Conforme o seguinte texto:

“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” Gênesis 2:18

Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24

Dentre os princípios expostos, conservando a ordem apresentada, iremos analisar o significado dessa “fusão” nomeada no livro de Gênesis - Em tempo, Genesis, em hebraico significa “No princípio”.

Eu volto no tempo, aos primeiros textos dados a humanidade, textos mais antigos que todas as obras humanas escritas (anteriores as tradições chinesas, hindus, caldéias, semitas, nórdicas, egípcias, etc.)

E no princípio estabelecido no livro dos princípios é que o casamento realiza-se:

Pela vontade humana. “portanto deixará o homem seu pai e sua mãe”

É realidade humana, não animal “portanto deixará o homem” – O homem em Gênesis designa: HUMANIDADE. O texto em gênesis pode ser escrito assim: Portanto deixará a mulher o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à seu homem, e serão ambos uma carne ‘’

É a base da formação da futura família “deixará o homem seu pai e sua mãe

Será ocasionado pelo amor e pela paixão, mistura de sentimentos, desejos, gerando desejo de estarem juntos, de viverem juntos, de até mesmo, dormirem juntos! “ e apegar-se-á” significa um amor que deseja EXCLUSIVIDADE, mais do que isso, que o casal se escolhe, que uma vez feita essa escolha, os dois no meio de tantos outros milhões, irão correr em direção um do outro. Esse é o princípio que é bem verificado na paixão adolescente. A prostituição ou a orgia quando todo mundo é de todo mundo e ninguém é de ninguém é gerado pela quebra desse princípio. O que gera uma sexualidade que não se satisfaz com um só, num dado instante de tempo – é uma distorção do desejo sexual humano causado pelo pecado. Porém, mesmo quem já viveu sua orgia particular, descobriu que não existe prazer libertino sem angústias animais. Passada a crise sexual que gerou a situação, o que resta é o imenso e intenso vazio em virtude de não sermos criados para isso. Nossas almas anseiam o casamento, que é sempre tríplice. Na verdade são os princípios espirituais DIVINOS que norteiam o mais profundo de nossos interiores. Mesmo que nossos corpos almejem, não há concessão espiritual ou psicológica interna que nos torne FELIZES vivendo contra a vontade de DEUS para nossa sexualidade. Tente. Serão de 60 a 120 anos de revolta burra, e no final o que sobrará é só um pedaço destruído de sua humanidade.

O casamento é DOM para a humanidade e que só ocorre entre o HOMEM e a MULHER. Não existirá algo semelhante entre iguais, entre pessoas do mesmo gênero. O casamento não é um RITO, ele não é uma CELEBRAÇÃO. Ele é uma REALIDADE espiritual, psicológica e física que se define pelo homem se unir a sua mulher, ou a mulher se unir a seu homem e tornarem-se um só corpo. Quando um casal homossexual se junta, mesmo que celebrem bodas, mesmo que seja celebrado um rito, mesmo que haja um oficial da igreja celebrando o ritual, mesmo que hajam votos, não acontece um casamento. Porque mesmo que se unam psicologicamente, e mesmo que tenham prazer sexual um com o outro, não podem se tornar “uma só carne” ou um só corpo. Não foram criados com este propósito. E por estarem vivendo em PLENA desobediência ao estabelecidos em princípios espirituais maiores que eles mesmos, se autodestinam a eterna infelicidade.

O casamento só ocorre entre CONSCIENTES. Não ocorre entre quem dorme e quem está acordado, entre o consciente e a pessoa inconsciente. “E deixará o homem seu pai e sua mãe”. Não adianta carregar o filho desacordado em virtude do trauma e colocar ele na cama de sua noiva. Não funciona assim.

O casamento só ocorre entre gente viva. “E deixará o homem seu pai e sua mãe”. O verbo mostra ação, produzida por quem a pode produzir. Mortos não deixam seu pai e sua mãe. Esse “deixar” não é nosso eufemismo para “morrer”. É ato voluntário de sair da casa e da esfera do poder pátrio, transformando-se da condição de filho para condição de conjugue. Por isso não podemos casar com gente morta. Por isso sexo com cadáveres é tão abominável diante de Deus. Porque ele é uma zombaria com o dom do casamento.


A sexualidade humana nos concede o desejo e a vontade de nos unirmos em casamento. Esse desejo ou intensa vontade é tríplice, se manifesta em três dimensões ou áreas complementares. A sexualidade é a vontade do corpo, química, biológica... A paixão que é a vontade da alma, no domínio psicológico, nos pensamentos e o amor humano, que significa a vontade do espírito humano na direção desse bom propósito, da união do homem e da mulher, o que denominamos casamento. O casamento não é o rito, não é a promulgação, não são os votos. Significa a união que torna dois seres como se fossem um só. Escrito em verso e prosa no DNA de nossos corpos, na paixão de nossas almas e no amor em nossos corações.
O pecado interferiu nesse processo, confundindo ou exagerando as nossas paixões, nossos impulsos e desejos sexuais e influenciando DRAMATICAMENTE na questão da FIDELIDADE que é o amor em traje de gala, cuidando para que haja felicidade da pessoa que amamos, forjando laços PERENES, duradouros. O amor deseja permanecer, ele é como segurar fortemente a mão de alguém e estar disposto a soltá-la somente depois da decapitação. No plano de Deus, o homem abraça sua esposa e caminha ajudando-a e amando até sua velhice. Estando DEUS consciente dessa necessidade em virtude da nossa condição humana PASSAGEIRA. Como nós somos efêmeros, mortais, com prazo de validade, em seu coração, propôs Deus um tipo de amor que almejasse intensamente PERMANECER.


O casamento é proposto por Deus no Éden, antes do início da mortalidade humana. Se Adão e Eva jamais tivessem pecado, hoje (se não tivessem sua natureza modificada pelo pecado, que na verdade é um poder que nos reduz a escravos hormonais) teriam milhares de anos de união.


A separação de um casal é um processo maior do que imaginamos. Ele corta três laços DEFINIDOS, o físico, o psicológico e o espiritual, que são as três cordas que criam a UNIDADE denominada: “se tornarão os dois uma só carne”



Essa realidade da existência de pelo menos três dimensões humanas envolvidas no casamento é vista em provérbios: “... O cordão de TRÊS dobras não se quebra com facilidade...”



Uma parábola sobre a força que liga dois corações, duas almas e dois corpos. Essa "fusão" é fruto do ato sexual consciente e voluntário.

A união entre duas pessoas através do CASAMENTO é algo mágico. Magia de Deus. É santo, porque está segundo planos estabelecidos. É PURO, porque a sexualidade humana é DIVINA, é celestial dom de DEUS para seus filhos. E todo DOM de Deus exercido conforme sua VONTADE é PURO.



O que define a realidade da união humana, nós denominamos casamento. Casamento não ocorre no cartório ou na igreja. NA PRIMEIRA VEZ QUE DOIS ENAMORADOS E APAIXONADOS SE ENTREGAM UM AO OUTRO INTEGRALMENTE, MENTAL, ESPIRITUAL E SEXUALMENTE, DIANTE DE DEUS ESTÃO CONSIDERADOS CASADOS.


Seja um indígena da Nova Guiné com sua escolhida, ou uma Patricinha com seu jovem namorado adolescente. Biblicamente, de modo puro, duas pessoas que decidem viver uma com a outra, num voto mútuo de fidelidade, estão CASADAS diante das Escrituras. Poderiam tomar CEIA e tudo mais... Irão ser CURADAS, seus filhos serão ABENÇOADOS e etc.


DEUS não abdica de princípios em nome de doutrinas. O casamento pertence a HUMANIDADE, é instituição para o SER HUMANO, não é ato religioso, não está circunscrito a autoridade SACERDOTAL, CLÉRIGA, APOSTÓLICA ou ECLESIÁSTICA de qualquer modo.


Não é necessário a presença de RABINO, PASTOR, OFICIALIZANTE, PADRE ou qualquer ordenação humana para que a união entre um homem e uma mulher seja reconhecido como LEGAL diante da ETERNIDADE.


Todo o resto são rudimentos e ornamentação cultural, ou cerimonial formal para oficializar diante de parentes, diante das leis, diante do clero, diante da sociedade, o ato que define o casamento SEGUNDO DEUS:



Deixar papai e mamãe e se unir a seu par. Visto isto, doa a quem doer e com as conseqüências que tal pronunciamento gera:


Quando uma pessoa se separa de outra, após ter amado a esta, após ter tido o gozo da sexualidade, estará rompendo de vez ou gradativamente as três cordas.


A psicológica, a da paixão, a física da unidade sexual e a espiritual do amor.


Seja isso com três dias após a festa em que DOIS JOVENS se amaram loucamente, seja isso após TRÊS anos de casamento, após vinte.



Gênesis nomeia tal atitude leviana com relação a união de um homem com uma mulher da seguinte modo:


“casavam-se e DAVAM-SE em casamento” Um pouco antes do dilúvio.

Seja por motivos fúteis, por escolhas ou pelo que mais vier acontecer. O adultério é rompimento dessa união. Ele rompe a unidade física que ocorreu quando o homem se tornou carne com sua primeira esposa. Mas ele mostra antes o rompimento das outras conexões:


Paixão
Amor.

Porque a pessoa apaixonada não se imagina senão nos braços de seu amor. E a pessoa que ama luta contra as paixões para permanecer segurando a mão de quem abraçou.




JESUS deixa claro que A NÂO SER POR CAUSA DO ADULTÉRIO, um casamento não deve ser desfeito. Porque o adultério JÁ DESFEZ o casamento. O que define o casamento é tornar-se uma só carne, e que m adultera deixou de ser uma só carne. Separou-se de seu conjugue e JUNTOU-SE a outro, tornando-se ‘uma só carne’ com quem cometeu o ato sexual. O casamento é TORNADO NULO, porque o primeiro princípio que o estabeleceu foi QUEBRADO.
Por isso CRISTO não impõe julgo ao marido ou esposo da pessoa da pessoa que adulterou, porque seu conjugue QUEBROU a aliança feita com seu CORPO, e já não tem PARTE com o antigo casamento.

Neste caso, por já não existe o vínculo. Porque o casamento foi rompido pelo adultério. O adultério não é um termo jurídico. Ele significa a união do corpo do esposo ou esposa com outro. Ele significa que alguém com vínculo, em ESTADO DE UNIDADE com certa pessoa, voluntariamente UNIR-SE sexualmente a outra pessoa.

O estupro quebra o casamento, QUE É A UNIDADE DO CASAL, CONTRA A VONTADE DESTE ÚLTIMO. Ele age como um adultério forçado Por isso é tão REPUGNANTE, porque violou a integridade, CONTRA a vontade, de um casamento estabelecido. Por isso o retorno a uma vida sexual sadia entre o casal é tão importante, para RESTABELECER as condições espiritual, psicológica e biológica da relação, tão aviltada.

O adultério liberou a primeira pessoa do princípio que estabelece o casamento. Livre está. Para fazer o que quiser. RECONCILIAR-SE ou tornar a constituir família, permanecendo CASADA. A decisão então, continuará na esfera HUMANA, porque a lei que institui o casamento é “deixar seu pai e sua mãe e se unir a seu conjugue”

Quando por outro motivo qualquer um casal se separa, os dois CONTINUAM INTERLIGADOS PELAS TRÊS LEIS ou por alguma delas, QUE LHES CONSTITUEM NUMA SÓ PESSOA, NUM SÓ CORPO. Seja pela paixão, muitos choram por anos, seja pelo amor, a vontade de jamais soltar a mão de quem ama, seja pelo intenso desejo sexual, que queima no corpo de casais separados que ainda querem sentir o toque do corpo de seu conjugue, mas pelo orgulho ou pelas amarguras de crises imensas, não conseguem co-habitar juntos. Em alguns casos a paixão permanece inalterada, mas a dor das decepções e humilhações inviabiliza o desejo sexual.

O que Jesus afirmou é que se ainda não houve o adultério, que se diante do céu o casal SEPARADO ainda continua CASADO, quando o homem vai de encontro a outra, ou ela para os braços do outro, estarão neste instante ADULTERANDO.

O papel de divórcio, a cerimônia, a separação de corpos, a separação judicial, a oficialização de ritos, declarar algo no diário oficial, nada na verdade INVALIDA um casamento, somente o ADULTÉRIO, porque não é um RITO que o VALIDA, sim a UNIÃO de coração, de alma e sexual que o realiza.
Então, se noivos tem relação, casados estão. Então se adolescentes tem relação, casados estão. Quando os adolescentes se separam, e vivem uma vida sexual com outros, praticam a fornicação – que significa em última instancia – DAR-SE em casamento.

A PROSTITUTA a cada vez que se UNE com um homem, CASA-SE com ele. E ele com ela. A prostituição ROMPE um laço de casamento.

Não existe UNIÂO HUMANA sexual entre um homem e uma mulher que FUJA do primeiro princípio.



Fornicação, prostituição, adultério, divórcio, seja o que for passa pela peneira do princípio “deixará o homem seu pai e sua mãe e torna-se-ão uma só carne”



Toda vez que um homem e uma mulher se unirem estarão VIVENDO a realidade estabelecida em ‘tornar-se uma só carne”

Quando o sujeito volta para sua ESPOSA, estava LIGADO a PROSTITUTA. Ele adulterou com a PROSTITUTA. Ele casou com a prostituta.

PAULO enxergou essa realidade:


I Co 6:13-20 - " ... O corpo, porém, não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Vocês sabem que os seus corpos são membros de Cristo ? Então, tomarei eu os membros de Cristo e os unirei a uma prostituta ? De modo algum !
Vocês Não sabem que aquele que se une a uma prostituta é um corpo só com ela ?... Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas, quem peca sexualmente, peca contra o próprio corpo.



UM homem casado que deita-se com uma adolescente, DESFEZ seu casamento no ato sexual. E casou-se com a adolescente.
O polígamo está não está casado com várias mulheres. Ele a cada vez que faz sexo com uma de suas “esposas” na verdade TORNA-SE uma só carne com esta última. E se torna adúltero com relação a última com quem teve relação.


Uma orgia é uma sucessão de adultérios em massa, em que todos se traem mutuamente em um curto espaço de tempo.
O homossexualismo feminino ou masculino não invoca CASAMENTO.
Não há casamento homossexual porque a LEI QUE DEFINE O CASAMENTO É A QUE DIZ ‘DEIXARÁ O HOMEM SEU PAI E SUA MÃE E UNIR-SE-Á A SUA MULHER’. Poderia ser lida: ‘deixará a mulher seu pai e sua mãe e unir-se-á a seu homem’ Só há casamento entre gêneros sexuais distintos, somente é reconhecida como LEGÍTIMA a união entre um homem e uma mulher.

Uma mulher que trocou de sexo e se tornou homem que se casou com um homem que trocou de sexo e virou mulher ao terem relações não estão casados. Porque não há VERDADE nessa história podre. Porque um homem que não é homem não pode se casar com uma mulher que não é mulher. Porque corpos modificados não mudam a sexualidade com a qual fomos CRIADOS. Porque não pertencemos a nós mesmos e não possuímos o direito de escolha sobre nosso passado.


Um homem não se casa com uma ovelha. Não pode substituir um relacionamento real por uma amante virtual. Ou por uma construção de inteligência artificial. Seres humanos não podem se casar com andróides. Faz parte do estabelecido em Gênesis.


Sabendo então essas coisas você pode entender um pouco mais sobre o que TIAGO quis dizer...


Tiago 4:4 Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?



O conceito de adultério vai inclusive, além da união física:

Mateus 5:28


Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Por esse critério, poucos seres humanos poderiam deixar de ser chamados de adúlteros. Incluindo todos os casais, todos os noivos, todos os separados, todos os divorciados e TODOS OS CASADOS.

Porque TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÂO DA GLÓRIA DE DEUS. Ro 3:23



Então respondendo:


Pode uma pessoa divorciada tornar a se casar?


Sim.

Em primeiro lugar, divorcio separação, celebração e ritos, como já foi mostrado, não definem o que é estar casado diante de Deus.

Quem viveu sobre o mesmo teto, quem compartilhou de experiências sexuais com outrem, diante das Escrituras é considerado casado.

Tudo se resume a união entre duas pessoas, ou sua desunião, que segundo CRISTO pode acontecer de DOIS MODOS:

a) através do relacionamento sexual com outra pessoa.

b) através do desejo impuro com relação a outra pessoa

Jesus levou a discussão sobre a união entre o homem e a mulher para um nível acima. Ou para uma esfera além da SEXUALIDADE.

Não tenho conhecimento para tratar desse nível tão profundo. Então, HUMANAMENTE FALANDO:

Sim.

DESDE QUE:

Sabendo que se deixar seu conjugue por questão outra que se não o adultério deste último, estará ADULTERANDO contra ele.


Sabendo que se ele cometeu adultério contra você, você possui a ESCOLHA de voltar a se UNIR a ele e quando você o fizer, estará LEGITIMAMENTE casada a ele novamente, ou, tendo em vista que QUEBRADO foi seu primeiro casamento, o direito de iniciar uma nova relação, unindo-se a outro por sua ESCOLHA e com este CONTINUAR CASADA.


Se quiser NO ENTANTO, voltar a seu primeiro esposo, ADULTERARÁ contra seu SEGUNDO par.


Quando você se separou por motivo fútil, ao unir-se ao outro, cometeu o seu PRIMEIRO adultério. Ao retornar para seu próprio marido CASA-SE NOVAMENTE com ele, mas ADULTERA contra o segundo “esposo”.



CASAMENTOS NÂO PODEM SER REFEITOS. ELES SE EXTINGUEM COM O ADULTÉRIO. A unidade dos corpos, alma e coração que o define, iniciada com um ato sexual termina quando você se une a outra pessoa. Tal casamento deixou de existir. Quando um esposo se arrepende e volta para sua esposa, está começando um NOVO CASAMENTO.

Ao dar início a este NOVO, faça direito. É como nascer de novo.


Por isso o perdão é algo tão extraordinário. Por isso a possibilidade de viver um novo patamar de união é tão edificante.

Romper um casamento por culpa de seus próprios atos, produzirá conseqüência espirituais, psicológicas e biológicas. Tanto em você quanto na pessoa da qual você se separou.

O perdão restabelece dentro da alma e do coração as estruturas destruídas. E constrói algumas novas.


Tiago 4:4 Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?



Entende agora o significado do texto?



Nós vivemos numa cultura e num mundo que por causa do pecado e das paixões humanas, vive em constante patamar de adultério.

Então não existe INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO, PORÉM existe PROPÓSITO DIVINO DE UMA UNIÃO PERMANENTE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER.


É diante desses fatos que a vida humana deve ser pesada.
Nenhuma denominação, grupo, igreja, interpretação das Escrituras ou apologia é maior do que as verdades expostas nesta carta. Nenhum homem possui o direito de arbitrar sobre a união de um casal. Não possuo como profeta tal autoridade, nenhum apóstolo possui autoridade sobre essa questão além dos princípios expostos pelas Escrituras.


Ninguém possui autoridade para separar ou unir um casal, além deles mesmos, se não estiverem sobre a autoridade paterna. Ninguém pode decretar uma união como inexistente ou impedir que duas pessoas que vivem a realidade de gênesis na revelação dada a Adão, de terem direito ao corpo um do outro.
Não existe casamento manifesto por cerimônias, não existe ato humano que celebre ou de início ou fim a algo que uma LEI espiritual já definiu.


Toda cerimônia ou ato legal somente TESTIFICA algo que IRÁ ocorrer, o casamento que se realizará DE VERDADE quando o casal estiver se amando, ou TESTEMUNHAR o COMPROMISSO de fidelidade já ASSUMIDO diante de muitos, da PROMESSA de serem um do outro, enquanto durarem as estações.
O namoro é uma DECLARAÇÃO de intenções. Ele dá início ao processo. O NOIVADO é a FORMALIZAÇÂO da intenção.
O CASAMENTO é a REALIZAÇÂO.



“Ficar” o termo cunhado para os amassos na parede em noite sem lua regado a funk nos bailes da vida, é a realização instantânea de um casamento de curtíssima duração, que começa no beijo de língua e termina quando se sai da parede.



Esse é o significado espiritual dos textos. É assim que um profeta aprendiz, enxerga tal realidade.



Então, constitua uma família, deixando para trás as coisas que foram destruídas, ou lutando para reconstruir o que você ocasionou a bancarrota. Lembrando dos compromissos assumidos. No caso de um homem que abandonou sua esposa por causa da paixão insana pela outra. Ninguém pode reconstruir sua vida deixando para trás um rastro de divisões, laços quebrados.


Família é plano que deve permanecer para sempre
E vivendo sua união com os olhos fitos na eternidade. Evitando o adultério, lutando contra as paixões, levando a sério sua sexualidade. Seu corpo, e as três cordas.


Embora você possua a liberdade para ser casar com outro por causa da infidelidade de teu esposo, o perdão é uma arma tão poderosa quanto a vida.


Quando um casamento se rompe, as cordas que se partem, a espiritual, a sexual e a psicológica se partem com estardalhaço, deixando feridas graves em todas essas áreas. Tristeza, irritação, cansaço, desanimo, angústia, desconfiança, dor. Problemas nervosos, de coração, hormonais. Depressão, e mesmo opressão maligna causada pela ira, pela raiva, pelo desejo de vingança.
A sexualidade humana é TAMBÉM algo ESPIRITUAL, por ser assim, não há ato que envolva o sexo que não possa ser contaminado por poderes espirituais. Viver uma sexualidade CONTRA O PROPÓSITO de DEUS não é boa coisa. Prazer pelo prazer, adultério sem culpa, orgia, prostituição, qualquer outra atividade não muito fácil de traduzir em palavras, movido por qualquer coisa que não pelo amor, pela pureza, pela paixão, de modo correto, com intenções corretas, no tempo devido, com um propósito que envolva amor que permaneça, certamente farão mal. Arrebentarão sua alma.



Pensando nisso tudo. Deixando de lado toda FALSA interpretação.
Case-se com um propósito de continuidade, com compromisso, amando e preservando esse bem, seguindo os conselhos do coração de Deus.


publicado por wellcorp às 13:35 | link do post
publicado por wellcorp às 10:44 | link do post
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Propositalmente a mídia não mostrou nehuma cena nos trailers
a respeito do filme Transformers. A televisão desdenhou um
único comercial a altura do filme. Por algum motivo obscuro
a propaganda original que aparece hoje em alguns DVD´s do
mercado, não foram divulgadas em nehum meio.
Os posters e cartazes que divulgaram o filme também
se empenharam em não representar uma única e decente
cena da criação. Espantoso em cenas de computação
do ício ao fim, um enredo que fêz questão de aproveitar
todos os núcleos de ação e sua heroína, de beleza ímpar.

Um dos piores papelões da promulgação cinéfila
da história dos brockbusters.
Ou uma lição poética de como enterrar um filme,
de modo políticamente correto...
publicado por wellcorp às 11:50 | link do post
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Propositalmente a mídia não mostrou nehuma cena nos trailers
a respeito do filme Transformers. A televisão desdenhou um
único comercial a altura do filme. Por algum motivo obscuro
a propaganda original que aparece hoje em alguns DVD´s do
mercado, não foram divulgadas em nehum meio.
Os posters e cartazes que divulgaram o filme também
se empenharam em não representar uma única e decente
cena da criação. Espantoso em cenas de computação
do ício ao fim, um enredo que fêz questão de aproveitar
todos os núcleos de ação e sua heroína, de beleza ímpar.

Um dos piores papelões da promulgação cinéfila
da história dos brockbusters.
Ou uma lição poética de como enterrar um filme,
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Num olha assim pra esse pudim,
Que é meu.
Só meu.
O teu tem tempo que acabou
Findou.
Esse teu olho num comove
Esse meu duro coração
Esse pudim que agora vês
Que é meu
Só meu.
Em breve será só lembrança
Visual
Pra ti.
Gustativa
Pra mim.
Só mim.
publicado por wellcorp às 11:40 | link do post

Num olha assim pra esse pudim,
Que é meu.
Só meu.
O teu tem tempo que acabou
Findou.
Esse teu olho num comove
Esse meu duro coração
Esse pudim que agora vês
Que é meu
Só meu.
Em breve será só lembrança
Visual
Pra ti.
Gustativa
Pra mim.
Só mim.
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2-4Nessa ocasião Jeremias estava encarcerado no calabouço da cave do palácio; e durante esse tempo o exército de Babilónia cercava Jerusalém. O rei Zedequias tinha-o posto lá por ter continuado a profetizar que a cidade haveria de ser conquistada pelo rei de Babilónia, e que o rei Zedequias seria preso e levado, como prisioneiro, até à presença do rei de Babilónia, para ser julgado e sentenciado.


5Ele te levará para Babilónia, e te meterá lá na prisão, por muitos anos, até que morras. Porquê combater factos? Não poderás vencer! É melhor renderes-te já! Estas foram as palavras que Jeremias lhe disse repetidamente.


6Então veio esta mensagem do Senhor a Jeremias:


7Teu primo Hanameel, filho de Salum, virá em breve ter contigo para te pedir que lhe compres a propriedade que tem em Anatote, porque, pela lei, tens direito a adquiri-la antes que outros se proponham transaccioná-la.


8E com efeito Hanameel apareceu, como o Senhor tinha predito, e veio ver-me à prisão. Queres comprar a minha propriedade de Anatote, na terra de Benjamim, perguntou-me; porque a lei dá-te a ti o direito de a adquirires. Foi assim que me dei conta de que efectivamente a mensagem que tinha recebido vinha do Senhor.


9-10E comprei-lhe o terreno, pagando-lhe duzentos gramas de prata. Assinei e selei o contrato de compra perante testemunhas, tendo pesado a prata, que lhe entreguei logo.
















Terra de ninguém










No Man's Land.
No man's land (significando terra de ninguém) é um termo da língua inglesa empregado para designar um território não ocupado ou, mais especificamente, um território sob disputa entre partes que não o ocuparão por medo ou incerteza.




Na Primeira Guerra Mundial e em outras guerras que envolveram combates de trincheiras, o termo no man's land indicava o espaço entre as trincheiras das duas forças beligerantes. Esse território não pertencia a nenhum dos lados, era um lugar neutro no campo de batalha. No man's land era uma área muito perigosa porque não fornecia nenhuma cobertura que as trincheiras proporcionavam. No entanto, soldados eram forçados a se aventurar nela quando avançavam, e os responsáveis pela evacuação de feridos precisavam atravessar a zona para transportar os soldados para tratamento. No man's land era freqüentemente um experiência difícil para os soldados, variando de algumas centenas de metros a, em alguns casos, apenas 15 metros. Defendidas por metralhadoras e atiradores de ambos os lados, essas zonas eram freqüentemente repletas de minas e arame farpado. Bombardeamento intenso e artilharia cobriam a no man's land em um mar de explosões e fogo, devastando a área


Das três forças armadas que dispomos nos exércitos modernos, duas reportam a antiguidade:
Exército e Marinha. Infantaria e Navios de guerra. A aeronáutica surge no front somente no início do século XX, iniciando com as velhas máquinas voadoras e seus audazes pilotos. As batalhas aéreas se iniciam justamente na primeira guerra mundial. Um avião caindo na terra de ninguém era algo impensado. Dificilmente um piloto sairia de lá vivo. As guerras do passado, no entanto também possuíam seus artefatos de engenharia. E suas estratégias que até hoje são utilizadas. O CERCO, por exemplo, era quando um exército sitiava uma cidade, deixando a míngua seus moradores, até que por falta de haveres ou provisões o exército instalado na dita cidade se rendia e a cidade era tomada. A cidade antiga era fortificada, geralmente defendida com altos muros, torres com armas e imensos vasilhames com óleo que poderiam ser rápidamente incendiados, possuindo também pedras pesadas para serem jogadas dos muros, estacas e uma artilharia composta de flecheiros. O CERCO, entretanto, minava a força de defesa da cidade até que seus habitantes exauridos pela fome fossem forçados a abrir os portões e se render. Na Segunda Guerra mundial os alemães cercam mais de trezentos mil judeus, enclausurando-os num bairro de ruas estreitas, na região pobre de Varsóvia, controlando a entrada e saída de alimentos, fazendo com isoo que milhares perecessem sobre as duras condições do campo de concentração improvisado. 2600 anos antes do gueto de Varsóvia ocorreu um terrível CERCO, na cidade de Jerusalém O protagonista desta antiga guerra não foi o TERCEIRO HEICH inexistente ainda. Foram os caldeus. Estes na época de Jeremias fizeram o mesmo com a cidade de Jerusalém. A cidade enfrentou então o cerco do mais poderoso exército da época, que fizera frente ao egito, que conquistara grande parte do mediterraneo, da india, do casaquistão, paquistão, parte da asia, assim como a arábia e que estendia seu império até o norte da africa. Já havia meses que fora sitiada. Parte da cidade baixa de Jerusalém já se encontrava destruída. Os incendios frequentes eram visto em toda parte. A fome era tremenda. As instituições de nobreza; sacerdócio; as escolas; a economia; nenhum setor restara intacto. Máquinas de guerra, ora lançavam imensas pedras, outras vezes blocos incendiados. Choviam flechas em vários setores dentro dos muros, assim como lanças, que eram lançadas cotidianamente. Jerusalém se tornara verdadeiramente numa terra de ninguém. Encarcerado no pátio da guarda, o nosso conhecido profeta Jeremias. Contra toda a opinião vigente, Jeremias sempre parecia ser do contra. Enquanto os falsos profetas repetiam falsas promessas de livramento, Jeremias repetia o que já vinha afirmando a quase 30 anos. A destruição era inevitável. O rei enfurecido mandou encarcerár o profeta que pregava rebelião. Que ordenava que o povo se RENDESSE. Zedequias, o rei, disse que ISRAEL era nação DIVINA. Que eles eram o povo escolhido. Não pereceriam. Jeremias disse que os exércitos tomariam tudo. Zedequias disse ser o descendente de DAVI e sobre profecias dizendo: "Jamais faltará um homem da casa de Davi que se assente sobre o trono real". Jeremias disse que ele seria arrastado em cadeias e que ele, o rei, olharia nos olhos de seu conquistador.
Jeremias sabia o que haviam feito. Ouvira o grito das adolescentes quando eram queimadas vivas em oferenda a uma divindade maligna chamada Moloque, em rituais malditos no vale do lixão, o vale de Hinon. Jeremias sabia sob parte dos sacerdotes se acostumando com noites de orgias nos cultos dos templos de Baal e da deusa da fertilidade. De dia preparavam oferendas no templo do Senhor. Mas a noite queimavam bolos de farinha com o azeite que roubavam do templo, a rainha dos céus. Os profetas pagos falavam somente aquilo agradável ao rei e seus asseclas. Por toda parte latifundiários escravizavam seus irmãos e irmãs israelitas em suas fazendas ilegítimas. As terras das famílias israelitas eram hereditárias. De 49 em 49 anos teriam que voltar as famílias asncestrais. Os fazendeiros jamais praticaram tal coisa. Nas disputas judiciais da cidade, os pobres que não podiam comprar as decisões dos juízes perdiam até a roupa do corpo, quando não a própria liberdade. Zedequias reclamava promessas que não tinha direito de reclamar. E lógico, por isso, Jeremias agora estava preso... No meio da noite, no entanto, uma revelação louca acordou o profeta indignado:
Amanhã teu sobrinho virá te vender uma fazenda, que pertenceu a teus avós. Compre-a.
Ela fica na terra de teu nascimento, lá em Benjamim.
Pela manhã Hanamel sobrinho de Jeremias apareceu afoito com uma oferta absurda. Uma imensa fazenda de valor de pelo menos 40 kilos de prata, vendendo por uma pechincha. 200 gramas de prata. Jeremias tomou testemunhas e redigiu de seu próprio punho o contrato. Pediu aos guardas que liberassem suas economias. Abriu sua velha bolsa e tirou de lá cerca de 30 moedas. E comprou o campo. O ex-proprietário tinha um anel com um selo, que por falta de tinta, usa com seu próprio sangue, para marcar o rolo de pergaminho. Descalça um dos seus sapatos e entrega a escritura nas mãos de Jeremias. As testemunhas admirando aquele estranho ato gritam: Está FEITO! Está consumado. Jeremias chama seu amigo escriba, biógrafo e que trabalhava como intérprete e cronista no palácio. Por entre as grades entrega o rolo nas mãos de Baruc e solicita que seja guardado num lugar apropriado. A comitiva parte, enquanto a chuva de flechas se levanta no horizonte. Então Jeremias entende. Haverá um amanhã. Ele sobreviverá para vê-lo. Haverá esperança, haverá um futuro. Mesmo que os exércitos entrem, mesmo que a cidade seja destruída, Deus mostrava que ainda haveriam vinhas e olivais, que ainda haveria vida, que um dia a guerra cessaria. A terra de ninguém tinha dono. Deus julgava a nação pela morte dos inocentes, mas cessado o juto juízo, haveria paz. As conseqüencias de atos terríveis não seriam suficientes para impedir que a graça e a misericórdia suplantassem sobre o juízo. O pecado humano seria julgado. Mas no fim, haveria esperança. Quando Jeremias entendeu o que Deus estava lhe mandando fazer, exclamou:
24Vejam só estes baluartes com que o inimigo sitia a cidade, e que se aproxima ofensivamente das muralhas; os babilónios acabarão por conquistar a cidade pela espada, pela fome e pela peste. Desta forma tudo aconteceu como tinhas dito, e como estava determinado que fosse!
25Pois mesmo assim, apesar disso tudo, tu disseste-me que comprasse o campo - que pagasse o dinheiro pedido por ele, perante testemunhas, num acto legal - embora a cidade esteja já praticamente dada nas mãos dos nossos inimigos.
Então Deus respondeu a Jeremias algo que todos os governantes da terra deveriam conhecer de cor. A razão oculta para que tanta tragédia se manifeste entre os seres humanos.


26Então veio esta mensagem a Jeremias:
27-31Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Haverá por acaso alguma coisa demasiado difícil de realizar, para mim? Sim, com certeza que darei esta cidade aos babilónios, a Nabucodonozor, o rei deles; ele há-de conquistá-la. Os soldados que lá estão de fora entrarão, porão fogo à cidade e queimarão todas esta habitações, cujos telhados serviram para oferecer incenso a Baal, e para derramar libações a outros deuses, provocando assim a minha ira! Porque Israel e Judá só souberam praticar o mal, desde os primeiros tempos; enfureceram-me com todos os seus actos pecaminosos. Desde o tempo em que esta cidade foi construída até agora, não têm feito senão suscitar-me a cólera; por isso estou decidido a lançá-los fora da minha presença.
32-35Os pecados de Israel e de Judá - os pecados do povo, dos reis, dos responsáveis pela administração pública, dos sacerdotes e dos profetas - exasperam-me. Voltaram-me as costas, e recusam converter-se; dia após dia, ano após ano, lhes ensinei a distinguir o bem do mal, mas não querem ouvir-me e obedecer. Conspurcaram o meu próprio templo, fazendo adorações, aqui mesmo, aos seus abomináveis ídolos. Construíram enormes altares a Baal no vale de Hinom. Lá queimaram os filhos em sacrifício ao deus Moloque - coisa que lhes recomendei que nunca fizessem, e nada nas minhas leis poderia ter-lhes sugerido tal coisa. Que tremenda e incrível maldade, ter feito Judá pecar dessa maneira!
36-39Por isso agora o Senhor Deus de Israel diz respeitante a esta cidade, que cairá nas mãos do rei de Babilónia através da guerra, da fome e da pestilência, mas que tornará a trazer o povo de volta, de todos os países para onde a sua cólera os dispersou. Tornarei a trazê-los para esta mesma cidade, e farei com que vivam em paz e em segurança. Serão o meu povo e serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e uma só mente para que me adorem para sempre, para seu próprio bem e para a felicidade dos seus descendentes.
40-42Farei com eles uma aliança eterna, em como nunca mais os abandonarei, e só lhes farei bem. Porei um só desejo no seu coração: o de me adorar; e nunca mais me deixarão. Terei alegria em lhes fazer bem; tornarei a plantá-los nesta terra, com grande alegria. Assim como lhes enviei todos estes terrores e males, assim também depois lhes farei todo o bem que prometi.
43-44As terras tornarão a ser compradas e vendidas, terras essas agora desvastadas pelos babilónios, e donde os homens e animais desapareceram. Sim, os campos serão novamente transaccionados - e os contratos respectivos selados perante testemunhas - tanto na terra de Benjamim como aqui na zona de Jerusalém, nas cidades de Judá, como na reigão das colinas; na planície da Filisteia, como no Negueve. Há-de vir o tempo em que restaurarei a sua prosperidade.

Jeremias não comprava um campo para si. Comprava para nós. Ele executava um ato profético, uma alegoria, um símbolo. Seu ato louco traduzia outra perspectiva. Desdobrava-se numa outra dimensão. A dimensão dos atos de fé, dos atos de homens que obedeceram a Deus, quando tudo o mais dizia que Deus já não existia mais. O ato profético de Jeremias reverberava Cristo. Narrava Cristo. Gritava fatos sobre um homem a quem representava que verdadeiramente compraria o MUNDO num tempo de guerra.

Jesus um dia viria a terra e a compraria para Deus. Derramaria seu espírito como sinal dessa aliança. Na ceia ele fala desse contrato:

Lucas 22:20 fala "Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado por vós" Jeremias ergue nas mãos numa "terra de ninguém" um pergaminho que lhe dá direito a uma herança impensada. Jesus ergueu o cálice e comemorou a redenção humana iniciada. As testemunhas gritariam para Jeremias: Está feito! Jesus gritaria na cruz: Está Consumado! Ainda havia guerra quando Jeremias comprou um terreno da herdade de seus pais. Ainda existe uma insana guerra espiritual desde que a cruz se ergueu na terra. Mas, a herança e a esperança de dias maiores revigoraram o coração do profeta. O clamor da guerra não sufoca a realidade da palavra de Deus. Profecias verdadeiras são como espadas cravadas na terra depois de vencida a batalha. Elas testemunham o que já aconteceu, depois de ser o instrumento que na verdade, moldou o amanhã. Os tambores batiam pavorosamente naquela manhã, as trombetas altissonantes entoavam notas de dispor para a batalha. As prisões ainda detinham o sofrido e rejeitado profeta e a destruição que ele mesmo profetizou não tardaria a ceifar a cidade. Quando caminhava em direção a semana derradeira de seu ministério, Jesus chorou sobre a visão da mesma cidade, perto do mesmo lugar onde Jeremias foi preso, dizendo:

"Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedreja os mensageiros que Deus lhe manda! Quantas vezes eu quis abraçar todo o seu povo, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas, mas vocês não quiseram!" O mundo ainda vive dias de cerco. As nações ainda respiram a guerra. Por todo lado ainda domina a fome, a ignorância, a mentira, a corrupção. Da venda de medicamentos falsos, a criação e disseminação de doenças fabricadas em laboratório, de atos insanos de auto-terrorismo para justificar a necessidade do petróleo alheio. Recursos essenciais começam a faltar. O homem vive dias de cerco espiritual, do mesmo tipo que envolveu o ministério de Jesus onde por cada esquina uma pessoa endemoninhada gritava à sua passagem. Vive cercos numa busca incessante de velhas religiões, envolto no clamor crescente da crença num universo sem Deus. Cerco burro, zombando dos demônios como inexistentes, como só fossem abstrações da mente, ao mesmo tempo em que invoca a magia e poderes que POR ELES É REALIZADA. Milhares de denominações que se dizem cristãs, AINDA NO CERCO, vivem como os falsos profetas da época de Jeremias dizendo: - Está tudo bem. O inferno já foi vencido. Opressão maligna é coisa do passado. O apocalipse é só uma reinterpretação teológica da história pregressa. As profecias, todas elas, já se cumpriram. O mal não virá sobre a terra. Não haverá juízo sobre a maldade humana. E será delas, dessas instituições proféticas falidas (falo dos falsos mestres e profetas que nelas habitam, não da instituição em si), que cobrar-se-á o altíssimo preço da omissão da verdade.

No livro de Apocalipse, João envolto de grandiosa tristeza, aguardava a chegada de um ser, um único, qual em todo o universo fosse digno o suficiente para abrir um estranho pergaminho selado por dentro e por fora entregue pelo próprio Deus. Na visão percebe que havia, entre os bilhões de anjos, quem fosse digno de tal coisa. Até que Jesus vem caminhando, triunfantemente, ao meio de todos os seres viventes e pessoalmente TOMA em suas mãos o CONTRATO que está nas mãos de Deus o Criador de tudo. É esse dia que aconteceu no invisível, é sobre esse fato eterno, sobre a legitimidade de CRISTO ser possuidor de TUDO, retomando para si o que lhe pertence por DIREITO eterno, é sobre tal fato que Jeremias prefigurava. Isto é o que ele representava.

Hananel ia rindo tendo nas mãos suas duzentas gramas de prata, e Jeremias quase sem nada possuir, apropriou-se de uma herança que jamais pensou que pudesse ter. Jeremias presenciou tudo de pior que sua nação foi capaz de protagonizar. Cansou de ver os corpos ainda carbonizados das crianças queimadas em honra de deuses que não eram nada. E possuía pouca ou nenhuma esperança nos seres humanos. Não viu mudanças nos corações de pedra de seus compatriotas, não conheceu a transformação de gente pela sua pregação, caminhou em meio a monólitos, gente incapaz de amar. Ele entendia a razão da indignação de Deus. Ele entendia que a justiça deveria acontecer. Mas naquela manhã, Jeremias recebeu de volta algo que o abraçaria até o fim de sua vida. Zedequias morreria preso no exílio. Jeremias SABIA. Sim ele sabia. Ainda lançaria sementes na antiga fazenda de seus pais. Atualmente essa fazenda é um Kibutz, uma fazenda administrada por uma sociedade agrícola. Mas, mesmo depois de séculos, na verdade está só arrendada. Ainda pertence ao profeta que ousou enfrentar um rei. Ainda é símbolo de um contrato, que transformará essa "terra de ninguém" chamada mundo, numa propriedade de Cristo, que como absoluto Senhor, realizará a paz.

Mas até que este retorne, selou corações que crêem com alegria e certeza. E nos sinalizou com sua presença, como sinal, que a guerra não é forte o bastante, para enfrentar o "está consumado" emitido na cruz.

Porque a terra de ninguém, tem dono.

Welington J Ferreira


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2-4Nessa ocasião Jeremias estava encarcerado no calabouço da cave do palácio; e durante esse tempo o exército de Babilónia cercava Jerusalém. O rei Zedequias tinha-o posto lá por ter continuado a profetizar que a cidade haveria de ser conquistada pelo rei de Babilónia, e que o rei Zedequias seria preso e levado, como prisioneiro, até à presença do rei de Babilónia, para ser julgado e sentenciado.


5Ele te levará para Babilónia, e te meterá lá na prisão, por muitos anos, até que morras. Porquê combater factos? Não poderás vencer! É melhor renderes-te já! Estas foram as palavras que Jeremias lhe disse repetidamente.


6Então veio esta mensagem do Senhor a Jeremias:


7Teu primo Hanameel, filho de Salum, virá em breve ter contigo para te pedir que lhe compres a propriedade que tem em Anatote, porque, pela lei, tens direito a adquiri-la antes que outros se proponham transaccioná-la.


8E com efeito Hanameel apareceu, como o Senhor tinha predito, e veio ver-me à prisão. Queres comprar a minha propriedade de Anatote, na terra de Benjamim, perguntou-me; porque a lei dá-te a ti o direito de a adquirires. Foi assim que me dei conta de que efectivamente a mensagem que tinha recebido vinha do Senhor.


9-10E comprei-lhe o terreno, pagando-lhe duzentos gramas de prata. Assinei e selei o contrato de compra perante testemunhas, tendo pesado a prata, que lhe entreguei logo.
















Terra de ninguém










No Man's Land.
No man's land (significando terra de ninguém) é um termo da língua inglesa empregado para designar um território não ocupado ou, mais especificamente, um território sob disputa entre partes que não o ocuparão por medo ou incerteza.




Na Primeira Guerra Mundial e em outras guerras que envolveram combates de trincheiras, o termo no man's land indicava o espaço entre as trincheiras das duas forças beligerantes. Esse território não pertencia a nenhum dos lados, era um lugar neutro no campo de batalha. No man's land era uma área muito perigosa porque não fornecia nenhuma cobertura que as trincheiras proporcionavam. No entanto, soldados eram forçados a se aventurar nela quando avançavam, e os responsáveis pela evacuação de feridos precisavam atravessar a zona para transportar os soldados para tratamento. No man's land era freqüentemente um experiência difícil para os soldados, variando de algumas centenas de metros a, em alguns casos, apenas 15 metros. Defendidas por metralhadoras e atiradores de ambos os lados, essas zonas eram freqüentemente repletas de minas e arame farpado. Bombardeamento intenso e artilharia cobriam a no man's land em um mar de explosões e fogo, devastando a área


Das três forças armadas que dispomos nos exércitos modernos, duas reportam a antiguidade:
Exército e Marinha. Infantaria e Navios de guerra. A aeronáutica surge no front somente no início do século XX, iniciando com as velhas máquinas voadoras e seus audazes pilotos. As batalhas aéreas se iniciam justamente na primeira guerra mundial. Um avião caindo na terra de ninguém era algo impensado. Dificilmente um piloto sairia de lá vivo. As guerras do passado, no entanto também possuíam seus artefatos de engenharia. E suas estratégias que até hoje são utilizadas. O CERCO, por exemplo, era quando um exército sitiava uma cidade, deixando a míngua seus moradores, até que por falta de haveres ou provisões o exército instalado na dita cidade se rendia e a cidade era tomada. A cidade antiga era fortificada, geralmente defendida com altos muros, torres com armas e imensos vasilhames com óleo que poderiam ser rápidamente incendiados, possuindo também pedras pesadas para serem jogadas dos muros, estacas e uma artilharia composta de flecheiros. O CERCO, entretanto, minava a força de defesa da cidade até que seus habitantes exauridos pela fome fossem forçados a abrir os portões e se render. Na Segunda Guerra mundial os alemães cercam mais de trezentos mil judeus, enclausurando-os num bairro de ruas estreitas, na região pobre de Varsóvia, controlando a entrada e saída de alimentos, fazendo com isoo que milhares perecessem sobre as duras condições do campo de concentração improvisado. 2600 anos antes do gueto de Varsóvia ocorreu um terrível CERCO, na cidade de Jerusalém O protagonista desta antiga guerra não foi o TERCEIRO HEICH inexistente ainda. Foram os caldeus. Estes na época de Jeremias fizeram o mesmo com a cidade de Jerusalém. A cidade enfrentou então o cerco do mais poderoso exército da época, que fizera frente ao egito, que conquistara grande parte do mediterraneo, da india, do casaquistão, paquistão, parte da asia, assim como a arábia e que estendia seu império até o norte da africa. Já havia meses que fora sitiada. Parte da cidade baixa de Jerusalém já se encontrava destruída. Os incendios frequentes eram visto em toda parte. A fome era tremenda. As instituições de nobreza; sacerdócio; as escolas; a economia; nenhum setor restara intacto. Máquinas de guerra, ora lançavam imensas pedras, outras vezes blocos incendiados. Choviam flechas em vários setores dentro dos muros, assim como lanças, que eram lançadas cotidianamente. Jerusalém se tornara verdadeiramente numa terra de ninguém. Encarcerado no pátio da guarda, o nosso conhecido profeta Jeremias. Contra toda a opinião vigente, Jeremias sempre parecia ser do contra. Enquanto os falsos profetas repetiam falsas promessas de livramento, Jeremias repetia o que já vinha afirmando a quase 30 anos. A destruição era inevitável. O rei enfurecido mandou encarcerár o profeta que pregava rebelião. Que ordenava que o povo se RENDESSE. Zedequias, o rei, disse que ISRAEL era nação DIVINA. Que eles eram o povo escolhido. Não pereceriam. Jeremias disse que os exércitos tomariam tudo. Zedequias disse ser o descendente de DAVI e sobre profecias dizendo: "Jamais faltará um homem da casa de Davi que se assente sobre o trono real". Jeremias disse que ele seria arrastado em cadeias e que ele, o rei, olharia nos olhos de seu conquistador.
Jeremias sabia o que haviam feito. Ouvira o grito das adolescentes quando eram queimadas vivas em oferenda a uma divindade maligna chamada Moloque, em rituais malditos no vale do lixão, o vale de Hinon. Jeremias sabia sob parte dos sacerdotes se acostumando com noites de orgias nos cultos dos templos de Baal e da deusa da fertilidade. De dia preparavam oferendas no templo do Senhor. Mas a noite queimavam bolos de farinha com o azeite que roubavam do templo, a rainha dos céus. Os profetas pagos falavam somente aquilo agradável ao rei e seus asseclas. Por toda parte latifundiários escravizavam seus irmãos e irmãs israelitas em suas fazendas ilegítimas. As terras das famílias israelitas eram hereditárias. De 49 em 49 anos teriam que voltar as famílias asncestrais. Os fazendeiros jamais praticaram tal coisa. Nas disputas judiciais da cidade, os pobres que não podiam comprar as decisões dos juízes perdiam até a roupa do corpo, quando não a própria liberdade. Zedequias reclamava promessas que não tinha direito de reclamar. E lógico, por isso, Jeremias agora estava preso... No meio da noite, no entanto, uma revelação louca acordou o profeta indignado:
Amanhã teu sobrinho virá te vender uma fazenda, que pertenceu a teus avós. Compre-a.
Ela fica na terra de teu nascimento, lá em Benjamim.
Pela manhã Hanamel sobrinho de Jeremias apareceu afoito com uma oferta absurda. Uma imensa fazenda de valor de pelo menos 40 kilos de prata, vendendo por uma pechincha. 200 gramas de prata. Jeremias tomou testemunhas e redigiu de seu próprio punho o contrato. Pediu aos guardas que liberassem suas economias. Abriu sua velha bolsa e tirou de lá cerca de 30 moedas. E comprou o campo. O ex-proprietário tinha um anel com um selo, que por falta de tinta, usa com seu próprio sangue, para marcar o rolo de pergaminho. Descalça um dos seus sapatos e entrega a escritura nas mãos de Jeremias. As testemunhas admirando aquele estranho ato gritam: Está FEITO! Está consumado. Jeremias chama seu amigo escriba, biógrafo e que trabalhava como intérprete e cronista no palácio. Por entre as grades entrega o rolo nas mãos de Baruc e solicita que seja guardado num lugar apropriado. A comitiva parte, enquanto a chuva de flechas se levanta no horizonte. Então Jeremias entende. Haverá um amanhã. Ele sobreviverá para vê-lo. Haverá esperança, haverá um futuro. Mesmo que os exércitos entrem, mesmo que a cidade seja destruída, Deus mostrava que ainda haveriam vinhas e olivais, que ainda haveria vida, que um dia a guerra cessaria. A terra de ninguém tinha dono. Deus julgava a nação pela morte dos inocentes, mas cessado o juto juízo, haveria paz. As conseqüencias de atos terríveis não seriam suficientes para impedir que a graça e a misericórdia suplantassem sobre o juízo. O pecado humano seria julgado. Mas no fim, haveria esperança. Quando Jeremias entendeu o que Deus estava lhe mandando fazer, exclamou:
24Vejam só estes baluartes com que o inimigo sitia a cidade, e que se aproxima ofensivamente das muralhas; os babilónios acabarão por conquistar a cidade pela espada, pela fome e pela peste. Desta forma tudo aconteceu como tinhas dito, e como estava determinado que fosse!
25Pois mesmo assim, apesar disso tudo, tu disseste-me que comprasse o campo - que pagasse o dinheiro pedido por ele, perante testemunhas, num acto legal - embora a cidade esteja já praticamente dada nas mãos dos nossos inimigos.
Então Deus respondeu a Jeremias algo que todos os governantes da terra deveriam conhecer de cor. A razão oculta para que tanta tragédia se manifeste entre os seres humanos.


26Então veio esta mensagem a Jeremias:
27-31Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Haverá por acaso alguma coisa demasiado difícil de realizar, para mim? Sim, com certeza que darei esta cidade aos babilónios, a Nabucodonozor, o rei deles; ele há-de conquistá-la. Os soldados que lá estão de fora entrarão, porão fogo à cidade e queimarão todas esta habitações, cujos telhados serviram para oferecer incenso a Baal, e para derramar libações a outros deuses, provocando assim a minha ira! Porque Israel e Judá só souberam praticar o mal, desde os primeiros tempos; enfureceram-me com todos os seus actos pecaminosos. Desde o tempo em que esta cidade foi construída até agora, não têm feito senão suscitar-me a cólera; por isso estou decidido a lançá-los fora da minha presença.
32-35Os pecados de Israel e de Judá - os pecados do povo, dos reis, dos responsáveis pela administração pública, dos sacerdotes e dos profetas - exasperam-me. Voltaram-me as costas, e recusam converter-se; dia após dia, ano após ano, lhes ensinei a distinguir o bem do mal, mas não querem ouvir-me e obedecer. Conspurcaram o meu próprio templo, fazendo adorações, aqui mesmo, aos seus abomináveis ídolos. Construíram enormes altares a Baal no vale de Hinom. Lá queimaram os filhos em sacrifício ao deus Moloque - coisa que lhes recomendei que nunca fizessem, e nada nas minhas leis poderia ter-lhes sugerido tal coisa. Que tremenda e incrível maldade, ter feito Judá pecar dessa maneira!
36-39Por isso agora o Senhor Deus de Israel diz respeitante a esta cidade, que cairá nas mãos do rei de Babilónia através da guerra, da fome e da pestilência, mas que tornará a trazer o povo de volta, de todos os países para onde a sua cólera os dispersou. Tornarei a trazê-los para esta mesma cidade, e farei com que vivam em paz e em segurança. Serão o meu povo e serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e uma só mente para que me adorem para sempre, para seu próprio bem e para a felicidade dos seus descendentes.
40-42Farei com eles uma aliança eterna, em como nunca mais os abandonarei, e só lhes farei bem. Porei um só desejo no seu coração: o de me adorar; e nunca mais me deixarão. Terei alegria em lhes fazer bem; tornarei a plantá-los nesta terra, com grande alegria. Assim como lhes enviei todos estes terrores e males, assim também depois lhes farei todo o bem que prometi.
43-44As terras tornarão a ser compradas e vendidas, terras essas agora desvastadas pelos babilónios, e donde os homens e animais desapareceram. Sim, os campos serão novamente transaccionados - e os contratos respectivos selados perante testemunhas - tanto na terra de Benjamim como aqui na zona de Jerusalém, nas cidades de Judá, como na reigão das colinas; na planície da Filisteia, como no Negueve. Há-de vir o tempo em que restaurarei a sua prosperidade.

Jeremias não comprava um campo para si. Comprava para nós. Ele executava um ato profético, uma alegoria, um símbolo. Seu ato louco traduzia outra perspectiva. Desdobrava-se numa outra dimensão. A dimensão dos atos de fé, dos atos de homens que obedeceram a Deus, quando tudo o mais dizia que Deus já não existia mais. O ato profético de Jeremias reverberava Cristo. Narrava Cristo. Gritava fatos sobre um homem a quem representava que verdadeiramente compraria o MUNDO num tempo de guerra.

Jesus um dia viria a terra e a compraria para Deus. Derramaria seu espírito como sinal dessa aliança. Na ceia ele fala desse contrato:

Lucas 22:20 fala "Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado por vós" Jeremias ergue nas mãos numa "terra de ninguém" um pergaminho que lhe dá direito a uma herança impensada. Jesus ergueu o cálice e comemorou a redenção humana iniciada. As testemunhas gritariam para Jeremias: Está feito! Jesus gritaria na cruz: Está Consumado! Ainda havia guerra quando Jeremias comprou um terreno da herdade de seus pais. Ainda existe uma insana guerra espiritual desde que a cruz se ergueu na terra. Mas, a herança e a esperança de dias maiores revigoraram o coração do profeta. O clamor da guerra não sufoca a realidade da palavra de Deus. Profecias verdadeiras são como espadas cravadas na terra depois de vencida a batalha. Elas testemunham o que já aconteceu, depois de ser o instrumento que na verdade, moldou o amanhã. Os tambores batiam pavorosamente naquela manhã, as trombetas altissonantes entoavam notas de dispor para a batalha. As prisões ainda detinham o sofrido e rejeitado profeta e a destruição que ele mesmo profetizou não tardaria a ceifar a cidade. Quando caminhava em direção a semana derradeira de seu ministério, Jesus chorou sobre a visão da mesma cidade, perto do mesmo lugar onde Jeremias foi preso, dizendo:

"Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedreja os mensageiros que Deus lhe manda! Quantas vezes eu quis abraçar todo o seu povo, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas, mas vocês não quiseram!" O mundo ainda vive dias de cerco. As nações ainda respiram a guerra. Por todo lado ainda domina a fome, a ignorância, a mentira, a corrupção. Da venda de medicamentos falsos, a criação e disseminação de doenças fabricadas em laboratório, de atos insanos de auto-terrorismo para justificar a necessidade do petróleo alheio. Recursos essenciais começam a faltar. O homem vive dias de cerco espiritual, do mesmo tipo que envolveu o ministério de Jesus onde por cada esquina uma pessoa endemoninhada gritava à sua passagem. Vive cercos numa busca incessante de velhas religiões, envolto no clamor crescente da crença num universo sem Deus. Cerco burro, zombando dos demônios como inexistentes, como só fossem abstrações da mente, ao mesmo tempo em que invoca a magia e poderes que POR ELES É REALIZADA. Milhares de denominações que se dizem cristãs, AINDA NO CERCO, vivem como os falsos profetas da época de Jeremias dizendo: - Está tudo bem. O inferno já foi vencido. Opressão maligna é coisa do passado. O apocalipse é só uma reinterpretação teológica da história pregressa. As profecias, todas elas, já se cumpriram. O mal não virá sobre a terra. Não haverá juízo sobre a maldade humana. E será delas, dessas instituições proféticas falidas (falo dos falsos mestres e profetas que nelas habitam, não da instituição em si), que cobrar-se-á o altíssimo preço da omissão da verdade.

No livro de Apocalipse, João envolto de grandiosa tristeza, aguardava a chegada de um ser, um único, qual em todo o universo fosse digno o suficiente para abrir um estranho pergaminho selado por dentro e por fora entregue pelo próprio Deus. Na visão percebe que havia, entre os bilhões de anjos, quem fosse digno de tal coisa. Até que Jesus vem caminhando, triunfantemente, ao meio de todos os seres viventes e pessoalmente TOMA em suas mãos o CONTRATO que está nas mãos de Deus o Criador de tudo. É esse dia que aconteceu no invisível, é sobre esse fato eterno, sobre a legitimidade de CRISTO ser possuidor de TUDO, retomando para si o que lhe pertence por DIREITO eterno, é sobre tal fato que Jeremias prefigurava. Isto é o que ele representava.

Hananel ia rindo tendo nas mãos suas duzentas gramas de prata, e Jeremias quase sem nada possuir, apropriou-se de uma herança que jamais pensou que pudesse ter. Jeremias presenciou tudo de pior que sua nação foi capaz de protagonizar. Cansou de ver os corpos ainda carbonizados das crianças queimadas em honra de deuses que não eram nada. E possuía pouca ou nenhuma esperança nos seres humanos. Não viu mudanças nos corações de pedra de seus compatriotas, não conheceu a transformação de gente pela sua pregação, caminhou em meio a monólitos, gente incapaz de amar. Ele entendia a razão da indignação de Deus. Ele entendia que a justiça deveria acontecer. Mas naquela manhã, Jeremias recebeu de volta algo que o abraçaria até o fim de sua vida. Zedequias morreria preso no exílio. Jeremias SABIA. Sim ele sabia. Ainda lançaria sementes na antiga fazenda de seus pais. Atualmente essa fazenda é um Kibutz, uma fazenda administrada por uma sociedade agrícola. Mas, mesmo depois de séculos, na verdade está só arrendada. Ainda pertence ao profeta que ousou enfrentar um rei. Ainda é símbolo de um contrato, que transformará essa "terra de ninguém" chamada mundo, numa propriedade de Cristo, que como absoluto Senhor, realizará a paz.

Mas até que este retorne, selou corações que crêem com alegria e certeza. E nos sinalizou com sua presença, como sinal, que a guerra não é forte o bastante, para enfrentar o "está consumado" emitido na cruz.

Porque a terra de ninguém, tem dono.

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