Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados
E havia um certo homem
Que cria em não crer
Que se vangloriava em não saber
Que religiosamente, negou toda a fé
Cuja doutrina era a perene negação
De toda sombra sobrenatural
E havia certo homem
Que sonhou que era sábio
E incontaminado
Pela magia da religião
Pelos conceitos
De mitos pagãos
Pela ignorancia
De almas pobres
de espítos fracos
Que se deixaram convencer
Por sacerdotes do nada
Por pregadores de fadas
Num mundo de fanatismo
Arvorou ele a bandeira
De um coração sem fé
Porque a fé também
jamais existira
Havia certo homem
Cuja maior certeza
Era de caminhar sobre o nada
Porque o tudo veio a existir
Sem razào e sem causa
Sem ciencia de um criador
Porque tudo que se expressa matematicamente
Seja matéria, luz e energia
O foi por conta de cálculos indiscritivelmente belos
Sem que houvesse qualquer calculista
E que a própria matemática da vida
era uma mera abstração
E havia um homem
Sozinho e moribundo
Num universo de mistérios inexplicáveis
Que não lhe importou conhecer
E ele viveu sem tocar os anjos
E ele viveu sem enxergar
O Trono.
E ele não tremeu
Na expressão dos Querubins
E ele jamais sentiu a alegria
Que anjos que não existem sentem
Quando a salvação sob uma cruz inutil
Pendia de um morto, que na verdade
Também jamais ressuscitou.
E ele jamais entendeu porque chorava
A menina de nome Maria
Aos pés de um tosco jardineiro
No jardim da falsa ressurreiçào.
E ele não amou a Ester
Que caminhou num jardim sagrado
Porque nunca fora dado
A romances de ficção.
E havia certo homem
cansado e arrogante
Soberbo e endurecido
Cujo coração de pedra
jamais se tornou de um homem
E havia um certo homem
que na verdade
jamais viveu.
Porque na verdade o pobre homem
miserável homem
Sonhou que vivia.
mas não era verdade.
Como toda sua perspectiva
Isso também
Era somente
Ilusão.


Welington josé ferreira
publicado por wellcorp às 16:27 | link do post
E havia um certo homem
Que cria em não crer
Que se vangloriava em não saber
Que religiosamente, negou toda a fé
Cuja doutrina era a perene negação
De toda sombra sobrenatural
E havia certo homem
Que sonhou que era sábio
E incontaminado
Pela magia da religião
Pelos conceitos
De mitos pagãos
Pela ignorancia
De almas pobres
de espítos fracos
Que se deixaram convencer
Por sacerdotes do nada
Por pregadores de fadas
Num mundo de fanatismo
Arvorou ele a bandeira
De um coração sem fé
Porque a fé também
jamais existira
Havia certo homem
Cuja maior certeza
Era de caminhar sobre o nada
Porque o tudo veio a existir
Sem razào e sem causa
Sem ciencia de um criador
Porque tudo que se expressa matematicamente
Seja matéria, luz e energia
O foi por conta de cálculos indiscritivelmente belos
Sem que houvesse qualquer calculista
E que a própria matemática da vida
era uma mera abstração
E havia um homem
Sozinho e moribundo
Num universo de mistérios inexplicáveis
Que não lhe importou conhecer
E ele viveu sem tocar os anjos
E ele viveu sem enxergar
O Trono.
E ele não tremeu
Na expressão dos Querubins
E ele jamais sentiu a alegria
Que anjos que não existem sentem
Quando a salvação sob uma cruz inutil
Pendia de um morto, que na verdade
Também jamais ressuscitou.
E ele jamais entendeu porque chorava
A menina de nome Maria
Aos pés de um tosco jardineiro
No jardim da falsa ressurreiçào.
E ele não amou a Ester
Que caminhou num jardim sagrado
Porque nunca fora dado
A romances de ficção.
E havia certo homem
cansado e arrogante
Soberbo e endurecido
Cujo coração de pedra
jamais se tornou de um homem
E havia um certo homem
que na verdade
jamais viveu.
Porque na verdade o pobre homem
miserável homem
Sonhou que vivia.
mas não era verdade.
Como toda sua perspectiva
Isso também
Era somente
Ilusão.


Welington josé ferreira
publicado por wellcorp às 16:27 | link do post

Desde a destruição de Jerusalém no ano 70, culminando com a dispersão do povo Judeu para todas as partes do mundo, conforme profecia Bíblica, a exemplo de Deuteronômio 28:64 – “E o Senhor vos espalhará entre todos os povos, desde uma até a outra extremidade da terra” (ler ainda Jeremias 16:15) – e, após a queda de Jerusalém no ano 70, pelo Império Romano, os Judeus espalhados em toda a terra profetizavam, declaravam em hebraico: BA-SHANÁ HÁ-BAÁH BIRUSHALÂIM = No próximo ano em Jerusalém. Passaram-se anos, séculos e a esperança profética era sempre repetida por causa das promessas que Deus fez a Abraão, a Isaque e a Jacó. A volta oficial do povo Judeu à sua terra aconteceu em 14 de maio de 1.948, cumprindo-se literalmente a profecia de Isaías 66:8. Tal convicção de esperança (Tikva) ficou em eminência no próprio Hino Nacional de Israel quando diz: Há-Tikva Bat Shenot Alpâim - “Esperança, filha de dois mil anos”. Diz Isaías 43:5-6 “Não temas, pois, porque sou contigo, trarei a tua descendência desde o oriente, e a ajuntarei desde o ocidente. Direi ao norte: Entrega; e ao sul: Não retenhas; trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra”. Quando nasceu o Estado de Israel, em 14/05/48, judeus de pelo menos 87 nações da terra regressaram a ÉRETZ ISRAEL (Terra de Israel).
01. ORIENTE: Da Índia, Afeganistão, Malásia, China, Iraque (antiga Babilônia). Só do Iraque uma comunidade inteira de 113.000 regressou a Israel em 1959, na operação aérea “Ali Babá” (Is. 60:8).

02. OCIDENTE: “Ajuntarei” - Uma seleção de judeus do ocidente regressou, enquanto outros permanecem lá apoiando Israel com suas finanças (U.S.A.).

03. NORTE: “Entrega” - Havia cerca de 3 milhões de judeus na União Soviética. Por uma ordem divina, eles saíram. Em 1990, milhares regressaram a Israel.

04. SUL: “Não retenhas” - DO IÊMEN, uma comunidade de 43.000 judeus iemenitas atravessou a Península da Arábia e chegou à Colônia Britânica de Áden, rumo à terra dos seus pais dizendo ter chegado a hora de partir.

05. UMA PROFECIA NO SÉCULO VII - um rabino profetizou na sinagoga que nos fins dos tempos, perto da vinda do Messias, eles retornariam. “Haverá um dia quando o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó nos levará de volta à terra prometida dos nossos pais”. E quando chegar o tempo, este será o sinal: “Ele nos levará de volta nas asas de um grande pássaro prateado”. Os britânicos deram instruções à Agência Judaica para fazer os arranjos para o seu regresso. Uma frota de aviões DAKOTA, de cor prateada, transportou a comunidade, na operação “TAPETE MÁGICO”, entre junho de 1949 a junho de 1950.

06. DA ETIÓPIA: Os judeus etíopes (FALASHAS), uma comunidade que data dos dias da Rainha de Sabá e que cresceu ao longo dos séculos partiu, impulsionada por uma mão invisível. Dois terços regressaram a Israel. Por serem de pele escura não foram logo aceitos pelos rabinos; porém, a disputa chegou ao fim, com a descoberta de sua verdadeira origem judaica.

07. ORIGEM DOS JUDEUS ETÍOPES - Tribo de Dã. Dan estava ao Norte, junto do Hermon e uma parte onde hoje é Tel-Aviv. Essa parte perdeu-se quando o Reino do Norte caiu. Os danitas desceram ao Egito, sul do Egito, entraram no Sudão, Sul do Sudão. No tempo dos faraós elefantinos serviram como soldados mercenários. Com a queda do reino elefantino, fugiram para a Etiópia. Na mistura com nubianos que se converteram ao judaísmo, tornaram-se mais escuros.

08. EXTREMIDADES DA TERRA - O povo voltou para Israel da Mandechuria e China, da Austrália e Nova Zelândia, da Rússia e Libéria, da Escandinávia, Grã-Bretanha, da América do Norte e do Sul, da Índia e da Ásia, da Pérsia e do Iraque.

09. A TERRA DE SINIM - “Eis que virão de longe, e eis que aqueles do norte e do ocidente, e aqueles outros da terra de Sinim” (Is. 49:12). Parecia um mistério este lugar. Em Hebraico moderno significa “A terra dos chineses”. A bela sinagoga do século XI, apresentada no museu da Diáspora, é da China. Em 1946, reuniram-se 30.000 judeus em Xangai, devido à guerra. Não sabiam para aonde ir. A maioria, em 1948, partiu para Israel.

10. O REGRESSO DO CEGO, DO ALEIJADO, DA GRÁVIDA E A DE PARTO. “Eis que os trarei da terra do Norte, e os congregarei das extremidades da terra, e entre eles também os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto; em grande congregação voltarão para aqui” (Jr. 31:7-9). Da multidão que regressou após a II Guerra Mundial, muitos foram levados em macas: cegos e aleijados e tantos em condições de fraqueza física como resultado dos sofrimentos do holocausto. Crianças nasceram na viagem. A profecia em epígrafe se cumpria ao pé da letra.

Um dia especial e maravilhoso haverá para Israel aos olhos de todas as Nações: “E as Nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre” (Ezequiel 37:28).
publicado por wellcorp às 06:33 | link do post

Desde a destruição de Jerusalém no ano 70, culminando com a dispersão do povo Judeu para todas as partes do mundo, conforme profecia Bíblica, a exemplo de Deuteronômio 28:64 – “E o Senhor vos espalhará entre todos os povos, desde uma até a outra extremidade da terra” (ler ainda Jeremias 16:15) – e, após a queda de Jerusalém no ano 70, pelo Império Romano, os Judeus espalhados em toda a terra profetizavam, declaravam em hebraico: BA-SHANÁ HÁ-BAÁH BIRUSHALÂIM = No próximo ano em Jerusalém. Passaram-se anos, séculos e a esperança profética era sempre repetida por causa das promessas que Deus fez a Abraão, a Isaque e a Jacó. A volta oficial do povo Judeu à sua terra aconteceu em 14 de maio de 1.948, cumprindo-se literalmente a profecia de Isaías 66:8. Tal convicção de esperança (Tikva) ficou em eminência no próprio Hino Nacional de Israel quando diz: Há-Tikva Bat Shenot Alpâim - “Esperança, filha de dois mil anos”. Diz Isaías 43:5-6 “Não temas, pois, porque sou contigo, trarei a tua descendência desde o oriente, e a ajuntarei desde o ocidente. Direi ao norte: Entrega; e ao sul: Não retenhas; trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra”. Quando nasceu o Estado de Israel, em 14/05/48, judeus de pelo menos 87 nações da terra regressaram a ÉRETZ ISRAEL (Terra de Israel).
01. ORIENTE: Da Índia, Afeganistão, Malásia, China, Iraque (antiga Babilônia). Só do Iraque uma comunidade inteira de 113.000 regressou a Israel em 1959, na operação aérea “Ali Babá” (Is. 60:8).

02. OCIDENTE: “Ajuntarei” - Uma seleção de judeus do ocidente regressou, enquanto outros permanecem lá apoiando Israel com suas finanças (U.S.A.).

03. NORTE: “Entrega” - Havia cerca de 3 milhões de judeus na União Soviética. Por uma ordem divina, eles saíram. Em 1990, milhares regressaram a Israel.

04. SUL: “Não retenhas” - DO IÊMEN, uma comunidade de 43.000 judeus iemenitas atravessou a Península da Arábia e chegou à Colônia Britânica de Áden, rumo à terra dos seus pais dizendo ter chegado a hora de partir.

05. UMA PROFECIA NO SÉCULO VII - um rabino profetizou na sinagoga que nos fins dos tempos, perto da vinda do Messias, eles retornariam. “Haverá um dia quando o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó nos levará de volta à terra prometida dos nossos pais”. E quando chegar o tempo, este será o sinal: “Ele nos levará de volta nas asas de um grande pássaro prateado”. Os britânicos deram instruções à Agência Judaica para fazer os arranjos para o seu regresso. Uma frota de aviões DAKOTA, de cor prateada, transportou a comunidade, na operação “TAPETE MÁGICO”, entre junho de 1949 a junho de 1950.

06. DA ETIÓPIA: Os judeus etíopes (FALASHAS), uma comunidade que data dos dias da Rainha de Sabá e que cresceu ao longo dos séculos partiu, impulsionada por uma mão invisível. Dois terços regressaram a Israel. Por serem de pele escura não foram logo aceitos pelos rabinos; porém, a disputa chegou ao fim, com a descoberta de sua verdadeira origem judaica.

07. ORIGEM DOS JUDEUS ETÍOPES - Tribo de Dã. Dan estava ao Norte, junto do Hermon e uma parte onde hoje é Tel-Aviv. Essa parte perdeu-se quando o Reino do Norte caiu. Os danitas desceram ao Egito, sul do Egito, entraram no Sudão, Sul do Sudão. No tempo dos faraós elefantinos serviram como soldados mercenários. Com a queda do reino elefantino, fugiram para a Etiópia. Na mistura com nubianos que se converteram ao judaísmo, tornaram-se mais escuros.

08. EXTREMIDADES DA TERRA - O povo voltou para Israel da Mandechuria e China, da Austrália e Nova Zelândia, da Rússia e Libéria, da Escandinávia, Grã-Bretanha, da América do Norte e do Sul, da Índia e da Ásia, da Pérsia e do Iraque.

09. A TERRA DE SINIM - “Eis que virão de longe, e eis que aqueles do norte e do ocidente, e aqueles outros da terra de Sinim” (Is. 49:12). Parecia um mistério este lugar. Em Hebraico moderno significa “A terra dos chineses”. A bela sinagoga do século XI, apresentada no museu da Diáspora, é da China. Em 1946, reuniram-se 30.000 judeus em Xangai, devido à guerra. Não sabiam para aonde ir. A maioria, em 1948, partiu para Israel.

10. O REGRESSO DO CEGO, DO ALEIJADO, DA GRÁVIDA E A DE PARTO. “Eis que os trarei da terra do Norte, e os congregarei das extremidades da terra, e entre eles também os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto; em grande congregação voltarão para aqui” (Jr. 31:7-9). Da multidão que regressou após a II Guerra Mundial, muitos foram levados em macas: cegos e aleijados e tantos em condições de fraqueza física como resultado dos sofrimentos do holocausto. Crianças nasceram na viagem. A profecia em epígrafe se cumpria ao pé da letra.

Um dia especial e maravilhoso haverá para Israel aos olhos de todas as Nações: “E as Nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre” (Ezequiel 37:28).
publicado por wellcorp às 06:33 | link do post
As Três Parcas
 
    As Fatalidades eram deusas que supervisionavam o destino na mitologia Grega. Os gregos antigos referiam-se a essas deusas coletivamente como Moirai. A mitologia romana chama-as de Parcas.   No entanto, as Fatalidades eram também descritas como individualidades por algumas fontes, e, de fato, há uma tradição onde as três deusas detinham a responsabilidade em vigiar o destino.
As Parcas são descritas por Hesíodo em sua Teogonia. Elas eram filhas de de Zeus e Themis e eram, por conseguinte, irmãs de Horae. Hesíodo também clama que elas eram filhas da Noite (Nyx) . As deusas eram:
 

1) Clotho: a roda da vida 2) Lachesis: a duração 3) Atropos: a inevitabilidade ou inflexibilidade
As deusas davam aos mortais a escolha do bem e do mal


    Na simbologia, as Fatalidades eram associadas a cada pessoa - e identificadas como um trio de mulheres, cada uma das deusas detendo uma corda de uma marionete, que era manipulada. Cloto selecionava a vida,  Lachesis media  a sua duração e Atropos cortava a corda, indicando o fim da vida.
publicado por wellcorp às 06:04 | link do post
As Três Parcas
 
    As Fatalidades eram deusas que supervisionavam o destino na mitologia Grega. Os gregos antigos referiam-se a essas deusas coletivamente como Moirai. A mitologia romana chama-as de Parcas.   No entanto, as Fatalidades eram também descritas como individualidades por algumas fontes, e, de fato, há uma tradição onde as três deusas detinham a responsabilidade em vigiar o destino.
As Parcas são descritas por Hesíodo em sua Teogonia. Elas eram filhas de de Zeus e Themis e eram, por conseguinte, irmãs de Horae. Hesíodo também clama que elas eram filhas da Noite (Nyx) . As deusas eram:
 

1) Clotho: a roda da vida 2) Lachesis: a duração 3) Atropos: a inevitabilidade ou inflexibilidade
As deusas davam aos mortais a escolha do bem e do mal


    Na simbologia, as Fatalidades eram associadas a cada pessoa - e identificadas como um trio de mulheres, cada uma das deusas detendo uma corda de uma marionete, que era manipulada. Cloto selecionava a vida,  Lachesis media  a sua duração e Atropos cortava a corda, indicando o fim da vida.
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Da Introdução "A vida em Provérbios"  
  Rev. Marcos Kopeska - Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Marília-SP
1.     O REFLEXO DE PROVÉRBIOS NO NOVO TESTAMENTO

1.     Ecoando nos ensinos de Jesus
Há evidências de que o nosso Senhor Jesus amava o livro de Provérbios, pois fez amplo uso destes ensinos na Sua doutrinação prática. Vejamos alguns exemplos:

a)     Suas palavras sobre aqueles que procuram os primeiros lugares, quando convidados para banquetes. Mt. 23:6-7; Lc. 20:46,47), estão firmemente relacionados com Pv. 25:6,7

b)     A parábola do rico insensato (Lc. 12:15-20) está bem retratada em Pv. 27:1

c)     A parábola dos dois alicerces (do sábio e do néscio – Mt. 7:24-27) tem fundamento em Provérbios 14:11

d)     Na conversa com Nicodemos (João 3:13) Jesus revela a resposta da pergunta levantada por Agur em Provérbios 30:4

e)     Em Mt. 11:19, Jesus faz uma referência ao livro de Provérbios, comparado aqueles que não O reconhecem, nem à Sua mensagem, aos “insensatos” que estão em oposição aos sábios.

2.     Influenciando os conceitos do Apóstolo Pedro:
Parece que Pedro foi escritor do Novo Testamento que mais usou o livro de Provérbios em suas cartas, ou por ser íntimo de Jesus ou por suas possíveis leituras deste valioso livro. Compare:
·        I Pedro  2:17         com             Provérbios 24:21
·        I Pedro  3:13         com             Provérbios 16:17
·        I Pedro  4:8          com             Provérbios 10:12
·        I Pedro 4:18          com             Provérbios 11:31
·        II Pedro  2:22        com             Provérbios 26:11

3.     Contagiando os escritos doutrinários de Paulo
O apóstolo Paulo também cita e reflete Provérbios em suas epístolas. Compare:
·        Romanos 12:20     com             Provérbios 25:21-22
·        I Coríntios 1:24     com             Provérbios 8 (“Cristo, poder de Deus,
sabedoria de Deus”)
publicado por wellcorp às 11:15 | link do post
Da Introdução "A vida em Provérbios"  
  Rev. Marcos Kopeska - Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Marília-SP
1.     O REFLEXO DE PROVÉRBIOS NO NOVO TESTAMENTO

1.     Ecoando nos ensinos de Jesus
Há evidências de que o nosso Senhor Jesus amava o livro de Provérbios, pois fez amplo uso destes ensinos na Sua doutrinação prática. Vejamos alguns exemplos:

a)     Suas palavras sobre aqueles que procuram os primeiros lugares, quando convidados para banquetes. Mt. 23:6-7; Lc. 20:46,47), estão firmemente relacionados com Pv. 25:6,7

b)     A parábola do rico insensato (Lc. 12:15-20) está bem retratada em Pv. 27:1

c)     A parábola dos dois alicerces (do sábio e do néscio – Mt. 7:24-27) tem fundamento em Provérbios 14:11

d)     Na conversa com Nicodemos (João 3:13) Jesus revela a resposta da pergunta levantada por Agur em Provérbios 30:4

e)     Em Mt. 11:19, Jesus faz uma referência ao livro de Provérbios, comparado aqueles que não O reconhecem, nem à Sua mensagem, aos “insensatos” que estão em oposição aos sábios.

2.     Influenciando os conceitos do Apóstolo Pedro:
Parece que Pedro foi escritor do Novo Testamento que mais usou o livro de Provérbios em suas cartas, ou por ser íntimo de Jesus ou por suas possíveis leituras deste valioso livro. Compare:
·        I Pedro  2:17         com             Provérbios 24:21
·        I Pedro  3:13         com             Provérbios 16:17
·        I Pedro  4:8          com             Provérbios 10:12
·        I Pedro 4:18          com             Provérbios 11:31
·        II Pedro  2:22        com             Provérbios 26:11

3.     Contagiando os escritos doutrinários de Paulo
O apóstolo Paulo também cita e reflete Provérbios em suas epístolas. Compare:
·        Romanos 12:20     com             Provérbios 25:21-22
·        I Coríntios 1:24     com             Provérbios 8 (“Cristo, poder de Deus,
sabedoria de Deus”)
publicado por wellcorp às 11:15 | link do post
No Livro de Provérbios um sábio de Edom, de nome Agur, amigo de Salomão, um dos co-autores do livro, talvez seu revisor, estabelece uma pergunta para as próximas gerações. Há algo que ele sabe, ou que seus pais ou avós transmitiram-lhe, há algo misterioso sobre eventos passados e também sobre coisas que aconteciam no presente, de caráter transcendente. Havia alguém ou haveria alguém que ligaria os céus à terra, que teria poder sobre todas as coisas, que transitaria entre dois mundos, entre duas realidades, que possuia um nome. Que possuia um filho.  Ou cujo filho seria a resposta. Um homem subiria da terra ao céu. Um único homem transcederia as limitações humanas, acessaria lugares celestiais. Há alguém seria permitido entrar onde anjos habitam, onde Querubins caminham, morada do próprio Deus vivo.




 Pv 30:4 Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas numa roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome? E qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?

"Se é que o sabes" é uma fórmula, um desafio. Desafio respondido mil anos depois, por um homem chamado João:

Jo 3:13 Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.



Jesus é a resposta ao enigma de Agur.

Porque Deus estava em Cristo, reconciliando consigo mesmo, o mundo.





















































publicado por wellcorp às 11:14 | link do post
No Livro de Provérbios um sábio de Edom, de nome Agur, amigo de Salomão, um dos co-autores do livro, talvez seu revisor, estabelece uma pergunta para as próximas gerações. Há algo que ele sabe, ou que seus pais ou avós transmitiram-lhe, há algo misterioso sobre eventos passados e também sobre coisas que aconteciam no presente, de caráter transcendente. Havia alguém ou haveria alguém que ligaria os céus à terra, que teria poder sobre todas as coisas, que transitaria entre dois mundos, entre duas realidades, que possuia um nome. Que possuia um filho.  Ou cujo filho seria a resposta. Um homem subiria da terra ao céu. Um único homem transcederia as limitações humanas, acessaria lugares celestiais. Há alguém seria permitido entrar onde anjos habitam, onde Querubins caminham, morada do próprio Deus vivo.




 Pv 30:4 Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas numa roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome? E qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?

"Se é que o sabes" é uma fórmula, um desafio. Desafio respondido mil anos depois, por um homem chamado João:

Jo 3:13 Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.



Jesus é a resposta ao enigma de Agur.

Porque Deus estava em Cristo, reconciliando consigo mesmo, o mundo.





















































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