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publicado por wellcorp às 17:33 | link do post
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Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























publicado por wellcorp às 17:09 | link do post

Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























publicado por wellcorp às 17:09 | link do post
Ele caiu umas sete vezes antes de conseguir se ajoelhar definitivamente.
E lá de longe se ouviam as lamúrias, as ofensas e a continua gritaria
Ele desceu os montes apedrejado, ele correu por vielas envergonhado.
E seu crime era entender como crime
Qualquer coisa que se assemelhasse ao destino.
Deixou de lado os escrupulos religiosos
E as leis da ciencia.
Foi tão traído por gente tão próxima,
Que não sabia mais qual era a direção
As pedras e os cortes não causavam tanto incomodo
Quanto a dor que habitava
As distancias em seu coração.
Ai ele parou. Cansado.
E se ajoelhou.
Depois da sétima vez.
Que caiu.

Então ergueu sua voz.
Tremula, mas corajosa.

E assim  falou:

Tudo que meu espírito contempla
Haverá de passar.
E tudo que minha alma imagina
Um dia, também
Haverá de passar.

Não a limite definido
Que permaneça eternamente.
As dimensões hoje separadas
Um dia se unirão.

Mas enquanto vivo,
Enquanto amo
Enquanto creio
Enquanto voz

Aquele que é a fonte
De todo espírito humano
Aquele que e o primeiro
E a razão de tudo o mais

Ouça.

Ouve tu,
Cujos caminhos são eternos
Que permanece mesmo após,
Tudo que há, tiver que passar.

Ouve tu,

Muda meu destino.
Minha sorte e meu caminho
Transforma corações
Derrama amor em gente
Que hoje vive em escuridão
Concede sentimento a quem
Não sabe sentir.
Opera milagrosamente
Subverte as leis da eternidade
Muda a equação da vida
Destrói a morte.
Destrói o caminho
Que leva a desgraça
E faz da desgraça
Uma mera lembrança

Trás pra perto de mim
Quem tanto amei
E segura com tua mão
As trevas, a sombra e a escuridão
Ressuscita os mortos

E destrói a morte
Pra sempre.
Que a lei que hoje diz
Pra todo homem morrer
Cesse

Ouve minha voz.
E subverte o tempo
O medo,
E tomar minha dor
Toda a dor
E transforma
Em alegria.


Então ele se levantou.
Sacudiu de si o pó.
Limpou o suor do rosto.
E correu.

Sorrindo...
publicado por wellcorp às 13:18 | link do post
Ele caiu umas sete vezes antes de conseguir se ajoelhar definitivamente.
E lá de longe se ouviam as lamúrias, as ofensas e a continua gritaria
Ele desceu os montes apedrejado, ele correu por vielas envergonhado.
E seu crime era entender como crime
Qualquer coisa que se assemelhasse ao destino.
Deixou de lado os escrupulos religiosos
E as leis da ciencia.
Foi tão traído por gente tão próxima,
Que não sabia mais qual era a direção
As pedras e os cortes não causavam tanto incomodo
Quanto a dor que habitava
As distancias em seu coração.
Ai ele parou. Cansado.
E se ajoelhou.
Depois da sétima vez.
Que caiu.

Então ergueu sua voz.
Tremula, mas corajosa.

E assim  falou:

Tudo que meu espírito contempla
Haverá de passar.
E tudo que minha alma imagina
Um dia, também
Haverá de passar.

Não a limite definido
Que permaneça eternamente.
As dimensões hoje separadas
Um dia se unirão.

Mas enquanto vivo,
Enquanto amo
Enquanto creio
Enquanto voz

Aquele que é a fonte
De todo espírito humano
Aquele que e o primeiro
E a razão de tudo o mais

Ouça.

Ouve tu,
Cujos caminhos são eternos
Que permanece mesmo após,
Tudo que há, tiver que passar.

Ouve tu,

Muda meu destino.
Minha sorte e meu caminho
Transforma corações
Derrama amor em gente
Que hoje vive em escuridão
Concede sentimento a quem
Não sabe sentir.
Opera milagrosamente
Subverte as leis da eternidade
Muda a equação da vida
Destrói a morte.
Destrói o caminho
Que leva a desgraça
E faz da desgraça
Uma mera lembrança

Trás pra perto de mim
Quem tanto amei
E segura com tua mão
As trevas, a sombra e a escuridão
Ressuscita os mortos

E destrói a morte
Pra sempre.
Que a lei que hoje diz
Pra todo homem morrer
Cesse

Ouve minha voz.
E subverte o tempo
O medo,
E tomar minha dor
Toda a dor
E transforma
Em alegria.


Então ele se levantou.
Sacudiu de si o pó.
Limpou o suor do rosto.
E correu.

Sorrindo...
publicado por wellcorp às 13:18 | link do post
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Eu já disse que você é demais, mas, não custa nadi...
Você é um ser lindo!
tudo precisa de fundamento:oque significa raiz ori...
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You pretty much said what i could not effectively ...
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Maneiro!
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