Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados
1 No principio estarreceu seus anjos com o principado de seu  poder
2 de tal modo que o alvoroço  da criação de todas as coisas levou anos
3 pra diminuir a algazarra da alegria manifestada
4 Então disse Deus: Haja luz
5 e ainda assim havia assombro
6 pois Ele é quem brilhava mais do que tudo
7 aqueles que se achavam poderosos demais
8 dentre os seres capazes de feitos inigualáveis
9 compreenderam que eram
10 apesar de toda sua grandeza
11 seres pequenos demais
12 E no interior da divindade
13 no oculto do pavilhão sagrado
14 no intimo de Deus
15 queimava uma fornalha de expectativas transcendentais
16 ardia a chama de uma paixão suprema
17 e esperança plena num projeto futuro
18 que somente seus olhos podiam enxergar
19 e que assim que as dimensões se estabilizassem
20 qual massa no forno do padeiro
21 ele iria manifestar
23 e lá no profundo da mente das imaginações eternas
24 havia um menino que corria num jardim de delicias
25 que em breve plantaria numa terra nova
26 e que traria no corpo seu sopro.
27 e sem que ninguém soubesse
28 susurrou numa lingua estranha
29 a palavra:
30 Adão.

Talk about creativity
at it's best. Take a look.
I dare you not to smile.











publicado por wellcorp às 19:47 | link do post
1 No principio estarreceu seus anjos com o principado de seu  poder
2 de tal modo que o alvoroço  da criação de todas as coisas levou anos
3 pra diminuir a algazarra da alegria manifestada
4 Então disse Deus: Haja luz
5 e ainda assim havia assombro
6 pois Ele é quem brilhava mais do que tudo
7 aqueles que se achavam poderosos demais
8 dentre os seres capazes de feitos inigualáveis
9 compreenderam que eram
10 apesar de toda sua grandeza
11 seres pequenos demais
12 E no interior da divindade
13 no oculto do pavilhão sagrado
14 no intimo de Deus
15 queimava uma fornalha de expectativas transcendentais
16 ardia a chama de uma paixão suprema
17 e esperança plena num projeto futuro
18 que somente seus olhos podiam enxergar
19 e que assim que as dimensões se estabilizassem
20 qual massa no forno do padeiro
21 ele iria manifestar
23 e lá no profundo da mente das imaginações eternas
24 havia um menino que corria num jardim de delicias
25 que em breve plantaria numa terra nova
26 e que traria no corpo seu sopro.
27 e sem que ninguém soubesse
28 susurrou numa lingua estranha
29 a palavra:
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publicado por wellcorp às 19:47 | link do post
Paulo certa feita  cita autores conhecidos do seu auditório em Atenas. 
O filósofo Epimenides, de Creta, tinha dito acerca do deus grego Zeus: “Os cretenses, sempre mentirosos, bestas más, ventres preguiçosos, forjaram uma tumba para ti, oh santo e elevado. Mas tu não estás morto. Tu vives e permanece para sempre. Porque em ti vivemos, nos movemos e temos nosso ser”. E também cita Arato, que em um poema sobre os "Fenômenos Naturais", afirmara: “Comecemos com Zeus. Nunca deixemos de mencioná-lo, oh mortais! Todos os caminhos e todos os locais onde os homens se reúnem estão plenos de Zeus. Em todos os nossos assuntos temos que ver Zeus, porque somos também sua geração.”



Epimênides (Epimenidēs), poeta, filósofo e místico grego, e Profeta (de acordo com apóstolo Paulo em Tito 1:12 em que faz citação de sua obra Cretica), viveu em meados dos anos 600 a.C.

Epimênides nasceu em Cnossos, na ilha de Creta (segundo Estrabão, ele era natural de Festos, Creta[1]). Diz-se que esteve em Atenas no tempo de Sólon, onde os achados históricos, conforme descrito por Diógenes Laertius, lhe atribui ter limpado a cidade de uma praga que a assolava. Diz-se também que já visitara a cidade dez anos antes das guerras com os persas, sendo que as duas visitas estão separadas por mais de cem anos. Todavia, várias autoridades relataram que ele viveu entre 154 e 299 anos.
Algumas teorias infundadas sobre Epimênides alegava que ele podia "viajar fora do seu corpo" e que vivera outras vidas anteriores. Um episódio insólito sobre ele seria o de ter adormecido no interior de uma caverna, lá permanecendo por cerca de 57 anos.
Dito como "homem estranho" pelo seu povo, Epimênides era um dos poucos da sua época e região que criam em apenas um Deus e segundo conta Diógenes Laertius quando houve a praga em Athenas muito se fizeram de holocaustos para "apaziguar a fúria dos deuses", que passavam de 30.000, ou seja, tinham mais deuses em estatuas nas ruas do que pessoas vivendo em Athenas, onde foram até chamados sacerdotes Egípcios e Babilônicos para tentarem resolver aquela praga, mas sem sucesso algum. Quando então lembraram o Deus único de Epimênides, então o chamaram. Ele mostrou-os o erro de adorarem deuses que não poderiam os ajudar em nada, e mandou que colocassem ovelhas no alto do areópago que estas iriam lhes mostrar o local onde esse Deus queria ser adorado. Então, num ato "místico" as ovelhas desceram o areópago e andaram até um local onte não havia nenhum tipo de idolatria. E ali os artífices contruíram um altar e como não sabiam o "nome" desse Deus, a mando de Epimênides talharam como "O DEUS DESCONHECIDO" (Assim como descrito em Atos 17:23), e assim conseguiram resolver o problema da praga.

 Em 1 Coríntios 15.33, Paulo cita a comédia de Menandro, Thais (as más conversações corrompem os bons costumes).


Porque os poetas gregos aproximaram-se de sobremaneira com a essencia da revelação divina.  E Paulo discernia aquilo que eles falavam que estava de acordo com a pessoa e o caráter da revelação das Escrituras. Porque eles também falaram de modo inspirado, para sua geração, dentro dos limites de sua humanidade, de sua experiencia com Deus. Porque Deus não permite que uma geração humana viva sem que haja um testemunho sobre sua pessoa.
publicado por wellcorp às 12:17 | link do post
Paulo certa feita  cita autores conhecidos do seu auditório em Atenas. 
O filósofo Epimenides, de Creta, tinha dito acerca do deus grego Zeus: “Os cretenses, sempre mentirosos, bestas más, ventres preguiçosos, forjaram uma tumba para ti, oh santo e elevado. Mas tu não estás morto. Tu vives e permanece para sempre. Porque em ti vivemos, nos movemos e temos nosso ser”. E também cita Arato, que em um poema sobre os "Fenômenos Naturais", afirmara: “Comecemos com Zeus. Nunca deixemos de mencioná-lo, oh mortais! Todos os caminhos e todos os locais onde os homens se reúnem estão plenos de Zeus. Em todos os nossos assuntos temos que ver Zeus, porque somos também sua geração.”



Epimênides (Epimenidēs), poeta, filósofo e místico grego, e Profeta (de acordo com apóstolo Paulo em Tito 1:12 em que faz citação de sua obra Cretica), viveu em meados dos anos 600 a.C.

Epimênides nasceu em Cnossos, na ilha de Creta (segundo Estrabão, ele era natural de Festos, Creta[1]). Diz-se que esteve em Atenas no tempo de Sólon, onde os achados históricos, conforme descrito por Diógenes Laertius, lhe atribui ter limpado a cidade de uma praga que a assolava. Diz-se também que já visitara a cidade dez anos antes das guerras com os persas, sendo que as duas visitas estão separadas por mais de cem anos. Todavia, várias autoridades relataram que ele viveu entre 154 e 299 anos.
Algumas teorias infundadas sobre Epimênides alegava que ele podia "viajar fora do seu corpo" e que vivera outras vidas anteriores. Um episódio insólito sobre ele seria o de ter adormecido no interior de uma caverna, lá permanecendo por cerca de 57 anos.
Dito como "homem estranho" pelo seu povo, Epimênides era um dos poucos da sua época e região que criam em apenas um Deus e segundo conta Diógenes Laertius quando houve a praga em Athenas muito se fizeram de holocaustos para "apaziguar a fúria dos deuses", que passavam de 30.000, ou seja, tinham mais deuses em estatuas nas ruas do que pessoas vivendo em Athenas, onde foram até chamados sacerdotes Egípcios e Babilônicos para tentarem resolver aquela praga, mas sem sucesso algum. Quando então lembraram o Deus único de Epimênides, então o chamaram. Ele mostrou-os o erro de adorarem deuses que não poderiam os ajudar em nada, e mandou que colocassem ovelhas no alto do areópago que estas iriam lhes mostrar o local onde esse Deus queria ser adorado. Então, num ato "místico" as ovelhas desceram o areópago e andaram até um local onte não havia nenhum tipo de idolatria. E ali os artífices contruíram um altar e como não sabiam o "nome" desse Deus, a mando de Epimênides talharam como "O DEUS DESCONHECIDO" (Assim como descrito em Atos 17:23), e assim conseguiram resolver o problema da praga.

 Em 1 Coríntios 15.33, Paulo cita a comédia de Menandro, Thais (as más conversações corrompem os bons costumes).


Porque os poetas gregos aproximaram-se de sobremaneira com a essencia da revelação divina.  E Paulo discernia aquilo que eles falavam que estava de acordo com a pessoa e o caráter da revelação das Escrituras. Porque eles também falaram de modo inspirado, para sua geração, dentro dos limites de sua humanidade, de sua experiencia com Deus. Porque Deus não permite que uma geração humana viva sem que haja um testemunho sobre sua pessoa.
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A Segunda Morte dos Dinossauros 

 

da série: Vale a pena ler de novo...

 

Essa é maior réplica a existencia dos dinossauros jamais escrita, um grande clássico da Welington Corporation.



















A Welington Corporation anuncia pela segunda vez a morte dos dinossauros, só que desta vez de modo definitivo. Eu imaginava aquele gigantesco meteoro caindo e dizimando a vasta população de lagartos gigantes, e idílicamente descobri, à semelhança de Merlin com relação a Mab, que os TAIS devem ser esquecidos. São pura e simplesmente ficção cientifica, são a o objeto do amor do Evolucionismo, são magia da ciência, são milagres do passado, entretanto não são mais reais que os dragões caçados pelos cavaleiros das lendas medievais. Uma indústria se formou, iconográfica, paleontológica, cientifico-oportunista, filosófico-materialista, mercadologica e fanática sobre uma lenda que se iniciou justamente nas terras dos índios norte-americanos. O que nos deixou além da inestimável perda, OUTRO legado de tremenda injustiça óssea contra outro grupo de animais quase extintos, dos quais nunca se interessaram. Quando Búfalo Bill corria atrás de seu milésimo búfalo morto, em esporte predatório, na mesma época em que quase um milhão de ossadas de animais deveriam ser encontradas por toda a pradaria americana (mas não o foram), um senhor de nome Richard Owen deu uma emocionante palestra sobre a existência de uma nova classe de animais que se extinguiu nas eras passadas. Com olhar amoroso sobre os postulados de Darwin, descreveu com admiração e seres que se pareciam com dragões-sem-fogo, que um dia habitaram a terra, uma terra que já não existia mais, uma terra da eternidade passada... Era 1842. Dez anos se passaram quando dois paleontólogos descobriram a primeira ossada da recém criada classe "dinossauria". Ela foi encontrada DEBAIXO DE UMA LAMINA DE ÁGUA na confluência de dois rios. Na premiere da competitividade americana, lá no rio Missouri. Entre 1870 e 1880 dois paleontólogos iniciaram uma guerra para ver quem encontrava o maior número de ossos. E guerra com sangue derramado, traição, dinheiro, vingança e desejo holiwwodiano de fama atrós. E lá, sim lá, nas pradarias onde morreram milhares de búfalos, aonde não se verifica nenhum vestígio de seus ossos, encontraram, (sim! encontraram...) os dois intrépidos caçadores de ossos, cerca de 30 toneladas de ossos de dinossauros. TRINTA TONELADAS.
E assim começou a "segunda vida" dos "mortos na aurora dos tempos". A segunda grande arremetida do dinossauro (dinossauria extupefata) ocorreu no ermo Rio vermelho em Alberta do sul. Imaginava-se a existência de ossadas na dita região desde1884.
Somente em 1910 é que esta região se tornou área de coleta ativa. E neste lugar ocorreu a segunda grande guerra dos ossos. A segunda grande rivalidade de coleta ocorreu entre Barnum Brown do museu americano da história natural dentro New York e C.H. Sternberg do estudo geológico de Canadá. E eles conseguiram toneladas de ossos, aonde, por milhares de anos nativos americanos transitaram sem nada... perceber. Sem que houvesse em suas culturas qualquer... indício. Qualquer lenda. Qualquer osso. Não somente na américa do norte ocorreu a volta dos mortos vivos. Antes de 1854, nunca se soube de nenhum tipo de cemitério de dinossauros, nem mesmo da existência de qualquer ossada, mesmo que parcial, encontrada por qualquer civilização humana. Antes dessa época, ninguém soube que dinossauros tenham um dia existido. Após essa época do encontro dos ossos, um milagre da multiplicação óssea aconteceu. Grandes depósitos de sobras do dinossauro foram descobertos em America do Norte ocidental, Europa, Ásia, e África. Depósitos dinossaurianos igualmente encontram-se na Bélgica, Mongolia, Tanzânia, Alemanha Ocidental e muitas outras partes do mundo. É como um marco da evolução humana, que nem o obelisco de "2001, uma odisséia no espaço" marco a partir do qual o homem reencontrou animais que pereceram antes que ele viesse a existir. E que também não se deu conta em toda sua história, em todas as civilizações, apesar de ter habitado as mesmas regiões aonde encontra seus milhares de ossos, há milhares de anos. E apesar de não encontrar mais nenhum outro osso, de milhares de animais que certamente deveriam ter vivido depois que estes lagartos pereceram. Por mais paradoxal que pareça, sem nenhuma gota de incredulidade, abraçaram de bom grado vestígios de épocas remotíssimas, destes seres impossíveis de existir - pelo menos com a gravidade que hoje possuímos e que CERTAMENTE (??) deve ter sido bem menor... e não se perguntaram, onde foram parar os OUTROS ossos...
Ossos são encontrados onde outros ossos não puderam sobreviver. Porque os outros não foram dignos da fossilização? Ou quem sabe, o processo de mineralização de ossos seja canônico, tipo uma eleição papal. Porque só um milagre pode explicar ossos que necessitariam centenas de condições específicas para serem fossilizados e mineralizados, encontrassem tais condições, nos locais em que são e foram encontrados. Onde havia lagos. Mas ossos não nadam. Ossos descalcificam e se esfarelam na água após anos submersos. Não temos ossadas de gigantescas baleias no fundo dos mares. Porque tais ossadas não podem vir a existir. A lava vulcânica incandescente é quente demais. Ossos torram. Poeira levantada por meteoros que caem não costumam gerar camadas sedimentares e normalmente choques de meteoros gigantescos devem gerar certa ventania. Dessas que não deixam que a poeira envolva os nossos mortos-vivos.

Mas... Os dinossauros não poderiam morrer por uma catástrofe apocalíptica... porque eles não cresceriam o suficiente para poder morrer... com até sessenta toneladas que lhes são conferidas por certos estudiosos. Na verdade, nem para os 6400 kg imaginados para o primeiro T-REX da aventura dos lagartos da eternidade. Porque o seu coração não poderia bombear o sangue até suas cabeças erguidas a doze metros de altura. Porque se eles corressem com os ossos mostrados em centenas de museus espalhados pela face da terra, se quebrariam no primeiro passo. Se é verdade que conseguiriam se erguer, em virtude de que os artistas que os imaginaram, infelizmente, o fizeram sem o aporte da mecânica clássica. Alguns jamais se levantariam do chão, pois o peso de suas cabeças não o permitiria. Eles também não poderiam se alimentar direito. Porque a montagem de suas mandíbulas não auxilia nenhuma composição muscular que lhes permitisse morder mais forte que um cachorro doente... o que não importaria muito também... já que não conseguiriam engolir o que mordessem... os seus modelos não incorporam a capacidade de ampliação de seu esôfago... O limite da massa muscular que hoje conhecemos é num sistema gravitacional como o nosso é o do elefante africano. Uma criatura com os moldes do dinossauro quebraria seus próprios ossos quando forçasse um músculo conforme as imagens que temos deles. Semelhante a uma baleia azul que se colocada em terra se esmagaria com o próprio peso. A não ser que a gravidade fosse um terço da temos hoje. Contudo, o universo também conspiraria contra os gloriosos dinossauros. A gravidade teima em ser proporcional a massa de um planeta. E não temos tido notícias, neste universo físico, sobre a taxa de crescimento da massa de planetas... Por mais que incrível que isso possa pareçer.
160 ossadas de dinossauros, - É com pesar que assim falo (como poderei viver sem esses lagartões?) possuem o mesmo pai. Vieram do mesmo lugar. Foram desenterradas do mesmo cemitério. Quando em meados de 1842, a classe dinossauria iniciou a sua caminhada na face da terra ( apesar de não existirem mais), realizaram outro milagre espetacular. Dos três tipos iniciais classificados por Richard hoje nós temos CENTENAS de dinossauros diferentes. A família, ainda que morta, cresceu!
Espantoso!
Eles, ossos dentre os ossos, mortos para nós - filhos ingratos, mas vivos para todo o sempre na imaginação humana, cresceram em GENERO, em QUANTIDADE e em TAMANHO. Sem contar com o VOLUME.
Fica então essa lamentação... Minha tremenda indignação com esse lamentável fato...
Que estamos assistindo de camarote a esse milagre científico, a mito científico de maior propagação e aceitação em todos os tempos.
E deixo de presente então, para aqueles que como eu choram a morte da INEXISTENCIA desses ícones da cultura POP-EVOLUCIONISTA, uma antiga foto de um pterodátilo capturado pelo exército americano.



Adeus, nobres e altivos animais.

Em memória de todos os ossos dos animais anonimos usados para compor milhares de ossadas espalhadas pelo mundo afora.
publicado por wellcorp às 07:57 | link do post

A Segunda Morte dos Dinossauros 

 

da série: Vale a pena ler de novo...

 

Essa é maior réplica a existencia dos dinossauros jamais escrita, um grande clássico da Welington Corporation.



















A Welington Corporation anuncia pela segunda vez a morte dos dinossauros, só que desta vez de modo definitivo. Eu imaginava aquele gigantesco meteoro caindo e dizimando a vasta população de lagartos gigantes, e idílicamente descobri, à semelhança de Merlin com relação a Mab, que os TAIS devem ser esquecidos. São pura e simplesmente ficção cientifica, são a o objeto do amor do Evolucionismo, são magia da ciência, são milagres do passado, entretanto não são mais reais que os dragões caçados pelos cavaleiros das lendas medievais. Uma indústria se formou, iconográfica, paleontológica, cientifico-oportunista, filosófico-materialista, mercadologica e fanática sobre uma lenda que se iniciou justamente nas terras dos índios norte-americanos. O que nos deixou além da inestimável perda, OUTRO legado de tremenda injustiça óssea contra outro grupo de animais quase extintos, dos quais nunca se interessaram. Quando Búfalo Bill corria atrás de seu milésimo búfalo morto, em esporte predatório, na mesma época em que quase um milhão de ossadas de animais deveriam ser encontradas por toda a pradaria americana (mas não o foram), um senhor de nome Richard Owen deu uma emocionante palestra sobre a existência de uma nova classe de animais que se extinguiu nas eras passadas. Com olhar amoroso sobre os postulados de Darwin, descreveu com admiração e seres que se pareciam com dragões-sem-fogo, que um dia habitaram a terra, uma terra que já não existia mais, uma terra da eternidade passada... Era 1842. Dez anos se passaram quando dois paleontólogos descobriram a primeira ossada da recém criada classe "dinossauria". Ela foi encontrada DEBAIXO DE UMA LAMINA DE ÁGUA na confluência de dois rios. Na premiere da competitividade americana, lá no rio Missouri. Entre 1870 e 1880 dois paleontólogos iniciaram uma guerra para ver quem encontrava o maior número de ossos. E guerra com sangue derramado, traição, dinheiro, vingança e desejo holiwwodiano de fama atrós. E lá, sim lá, nas pradarias onde morreram milhares de búfalos, aonde não se verifica nenhum vestígio de seus ossos, encontraram, (sim! encontraram...) os dois intrépidos caçadores de ossos, cerca de 30 toneladas de ossos de dinossauros. TRINTA TONELADAS.
E assim começou a "segunda vida" dos "mortos na aurora dos tempos". A segunda grande arremetida do dinossauro (dinossauria extupefata) ocorreu no ermo Rio vermelho em Alberta do sul. Imaginava-se a existência de ossadas na dita região desde1884.
Somente em 1910 é que esta região se tornou área de coleta ativa. E neste lugar ocorreu a segunda grande guerra dos ossos. A segunda grande rivalidade de coleta ocorreu entre Barnum Brown do museu americano da história natural dentro New York e C.H. Sternberg do estudo geológico de Canadá. E eles conseguiram toneladas de ossos, aonde, por milhares de anos nativos americanos transitaram sem nada... perceber. Sem que houvesse em suas culturas qualquer... indício. Qualquer lenda. Qualquer osso. Não somente na américa do norte ocorreu a volta dos mortos vivos. Antes de 1854, nunca se soube de nenhum tipo de cemitério de dinossauros, nem mesmo da existência de qualquer ossada, mesmo que parcial, encontrada por qualquer civilização humana. Antes dessa época, ninguém soube que dinossauros tenham um dia existido. Após essa época do encontro dos ossos, um milagre da multiplicação óssea aconteceu. Grandes depósitos de sobras do dinossauro foram descobertos em America do Norte ocidental, Europa, Ásia, e África. Depósitos dinossaurianos igualmente encontram-se na Bélgica, Mongolia, Tanzânia, Alemanha Ocidental e muitas outras partes do mundo. É como um marco da evolução humana, que nem o obelisco de "2001, uma odisséia no espaço" marco a partir do qual o homem reencontrou animais que pereceram antes que ele viesse a existir. E que também não se deu conta em toda sua história, em todas as civilizações, apesar de ter habitado as mesmas regiões aonde encontra seus milhares de ossos, há milhares de anos. E apesar de não encontrar mais nenhum outro osso, de milhares de animais que certamente deveriam ter vivido depois que estes lagartos pereceram. Por mais paradoxal que pareça, sem nenhuma gota de incredulidade, abraçaram de bom grado vestígios de épocas remotíssimas, destes seres impossíveis de existir - pelo menos com a gravidade que hoje possuímos e que CERTAMENTE (??) deve ter sido bem menor... e não se perguntaram, onde foram parar os OUTROS ossos...
Ossos são encontrados onde outros ossos não puderam sobreviver. Porque os outros não foram dignos da fossilização? Ou quem sabe, o processo de mineralização de ossos seja canônico, tipo uma eleição papal. Porque só um milagre pode explicar ossos que necessitariam centenas de condições específicas para serem fossilizados e mineralizados, encontrassem tais condições, nos locais em que são e foram encontrados. Onde havia lagos. Mas ossos não nadam. Ossos descalcificam e se esfarelam na água após anos submersos. Não temos ossadas de gigantescas baleias no fundo dos mares. Porque tais ossadas não podem vir a existir. A lava vulcânica incandescente é quente demais. Ossos torram. Poeira levantada por meteoros que caem não costumam gerar camadas sedimentares e normalmente choques de meteoros gigantescos devem gerar certa ventania. Dessas que não deixam que a poeira envolva os nossos mortos-vivos.

Mas... Os dinossauros não poderiam morrer por uma catástrofe apocalíptica... porque eles não cresceriam o suficiente para poder morrer... com até sessenta toneladas que lhes são conferidas por certos estudiosos. Na verdade, nem para os 6400 kg imaginados para o primeiro T-REX da aventura dos lagartos da eternidade. Porque o seu coração não poderia bombear o sangue até suas cabeças erguidas a doze metros de altura. Porque se eles corressem com os ossos mostrados em centenas de museus espalhados pela face da terra, se quebrariam no primeiro passo. Se é verdade que conseguiriam se erguer, em virtude de que os artistas que os imaginaram, infelizmente, o fizeram sem o aporte da mecânica clássica. Alguns jamais se levantariam do chão, pois o peso de suas cabeças não o permitiria. Eles também não poderiam se alimentar direito. Porque a montagem de suas mandíbulas não auxilia nenhuma composição muscular que lhes permitisse morder mais forte que um cachorro doente... o que não importaria muito também... já que não conseguiriam engolir o que mordessem... os seus modelos não incorporam a capacidade de ampliação de seu esôfago... O limite da massa muscular que hoje conhecemos é num sistema gravitacional como o nosso é o do elefante africano. Uma criatura com os moldes do dinossauro quebraria seus próprios ossos quando forçasse um músculo conforme as imagens que temos deles. Semelhante a uma baleia azul que se colocada em terra se esmagaria com o próprio peso. A não ser que a gravidade fosse um terço da temos hoje. Contudo, o universo também conspiraria contra os gloriosos dinossauros. A gravidade teima em ser proporcional a massa de um planeta. E não temos tido notícias, neste universo físico, sobre a taxa de crescimento da massa de planetas... Por mais que incrível que isso possa pareçer.
160 ossadas de dinossauros, - É com pesar que assim falo (como poderei viver sem esses lagartões?) possuem o mesmo pai. Vieram do mesmo lugar. Foram desenterradas do mesmo cemitério. Quando em meados de 1842, a classe dinossauria iniciou a sua caminhada na face da terra ( apesar de não existirem mais), realizaram outro milagre espetacular. Dos três tipos iniciais classificados por Richard hoje nós temos CENTENAS de dinossauros diferentes. A família, ainda que morta, cresceu!
Espantoso!
Eles, ossos dentre os ossos, mortos para nós - filhos ingratos, mas vivos para todo o sempre na imaginação humana, cresceram em GENERO, em QUANTIDADE e em TAMANHO. Sem contar com o VOLUME.
Fica então essa lamentação... Minha tremenda indignação com esse lamentável fato...
Que estamos assistindo de camarote a esse milagre científico, a mito científico de maior propagação e aceitação em todos os tempos.
E deixo de presente então, para aqueles que como eu choram a morte da INEXISTENCIA desses ícones da cultura POP-EVOLUCIONISTA, uma antiga foto de um pterodátilo capturado pelo exército americano.



Adeus, nobres e altivos animais.

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