Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados
Problema de Dido é descrito no livro Eneida de Publio Virgílio Maronis (70 a.C. - 19 a.C.). Dido, filha de
um rei fenício, refugiou-se no norte da África depois que seu marido foi assassinado. Foi-lhe prometida a extensão de terra que ela pudesse cercar com o couro de um boi. Diz a lenda que ela preparou com o couro uma longa e fina correia e cercou um terreno semi-circular beirando o mar Mediterrâneo. Essa é a lendária história da fundação de Cartago. O problema de Dido consiste em encontrar dentre todas as curvas planas de um dado comprimento, a que engloba a maior área. Podemos perceber com isso que
máximos e mínimos têm despertado o interesse da humanidade já há muito tempo, uma vez que o problema de Dido data de 850 a.C..
publicado por wellcorp às 10:58 | link do post
Problema de Dido é descrito no livro Eneida de Publio Virgílio Maronis (70 a.C. - 19 a.C.). Dido, filha de
um rei fenício, refugiou-se no norte da África depois que seu marido foi assassinado. Foi-lhe prometida a extensão de terra que ela pudesse cercar com o couro de um boi. Diz a lenda que ela preparou com o couro uma longa e fina correia e cercou um terreno semi-circular beirando o mar Mediterrâneo. Essa é a lendária história da fundação de Cartago. O problema de Dido consiste em encontrar dentre todas as curvas planas de um dado comprimento, a que engloba a maior área. Podemos perceber com isso que
máximos e mínimos têm despertado o interesse da humanidade já há muito tempo, uma vez que o problema de Dido data de 850 a.C..
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Número de ouro, proporção divina ou quociente dourado é um número irracional com um grande significado igual a:     


 


O número de ouro é representado pela letra Φ (fi maiúsculo), em homenagem a Fídias (Phideas), famoso escultor grego, por ter usado a "regra de ouro"  em muitos dos seus trabalhos.

Se quisermos dividir um segmento AC em duas partes, temos uma infinidade de maneiras de o fazer. Existe uma, no entanto, que parece ser mais agradável à vista, como se traduzisse uma operação harmoniosa para os nossos sentidos. Relativamente a esta divisão, o matemático alemão Zeizing formulou, em 1855, o seguinte princípio baseado em Euclides:
 
"Para que um todo dividido em duas partes desiguais pareça belo do ponto de vista da forma, deve apresentar a parte menor e a maior a mesma relação que entre esta e o todo."    

 
Ou seja, dado um segmento de recta AC um ponto X divide este segmento de uma forma mais harmoniosa se existir a proporção de ouro  AC/AX = AX/XC (sendo AC o segmento maior). O número de ouro é exactamente o valor da razão AC/AX, a chamada razão de ouro.

Esta razão também pode ser definida através do pentágono regular a circunscrever uma "estrela de Natal" (pentagrama). Também aparece no dodecaedro e etc. Euclides construiu esse número usando a divisão de um segmento de recta em "média e extrema razão".  

Esta razão satisfaz a relação: 

Resolvendo graficamente esta equação obtém-se o número de ouro
 

   Existem algumas evidênciasde que o número de ouro era importante para os Egípcios. O papiro de Rhind refere-se a um "quociente sagrado" e o quociente, na Grande pirâmide de Gizé, da altitude de uma face  pela metade do lado da base é  aproximadamente 1,618.      
Trabalharam tão bem os topógrafos de Khufu (Quéops para os Gregos, que reinou entre2590 e 2567 a. C.) que os lados da grande pirâmide não tem diferenças superiores a 18cm nos seus 230m de base quadrada e de altura 146,60m (actualmente 137m  por estar quebrado o vértice superior).

    Pirâmides de Gizé, monumentos a Khaf-Re, a Khufu (a maisalta)  e a Men-Re
 
Os Gregos utilizaram-no na arquitectura e escultura.
Pártenon de Atenas
2112
Se desenharmos um rectângulo cuja razão entre os comprimentos dos lados maior e menor é igual ao número de ouro obtemos um rectângulo de ouro.

O rectângulo de ouro é uma figura geométrica que marca forte presença no domínio das artes, nomeadamente na arquitectura, na pintura, e até na publicidade. Este facto não é uma simples coincidência já que muitos testes psicológicos demonstraram que o rectângulo de ouro é de todos os rectângulos o mais agradável à vista. 

 
1Até hoje não se conseguiu descobrir a razão de ser dessa beleza, mas a verdade é que existem inúmeros exemplos onde aparecem  rectângulos de ouro    como os cartões de crédito, cartões das Finanças, novo modelo de carta de condução, passes dos transportes, pequenos calendários,  o novo modelo de bilhete de identidade em França e etc. Certamente todos os novos cartões que aparecerem vão obedecer a esta nova normalização, a regra de ouro.   

 
Um rectângulo de ouro [ABCD] tem a interessante propriedade de, se o dividirmos num quadrado [ABFE] e num rectângulo [EFCD], o novo rectângulo [EFCD] é também de ouro. Repetido este processo infinitamente e unido os vértices dos quadrados gerados, obtém-se uma espiral a que se dá o nome de espiral de ouro. Esta espiral é uma boa aproximação da espiral equiangular (espiral que não toca nos lados do rectângulos).
121
122
Esta figura apareceu nos elementos, de Eucliedes (c. 300 a.c.), para ilustrar a propriedade iterativa do rectângulo de ouro ou secção áurea segundo Leonardo da Vinci (1452-1519). Continuando assim temos uma sucessão infinita de rectângulos semelhantes que tendem para um ponto onde todas as diagonais de todos os rectângulos se intersectam e neste caso pode-se determinar pela intersecção das duas diagonais a azul. Este ponto limite é o ponto para onde tende, também, a espiral. Esta espiral é uma boa aproximação da espiral equiangular (espiral que não toca nos lados do rectângulos).A espiral equiangular é semelhante a ela própria, pelo que não é surpreendente que ocorra frequentemente na natureza: nas flores de girassol, nas conchas em espiral e etc.

amonite 200 milhões de anos
A espiral logarítmica estudada e descrita por Descartes em 1638  corta qualquer raio saindo da origem segundo um mesmo ângulo . Se esse ângulo for ß tem-se que K é igual a co-tangente ß. A espiral tem a  seguinte equação  onde A e K designam duas constantes não nulas. Uma espiral logarítmica possui diversas propriedades notáveis.  As circunvoluções (volta ou voltas em torno de um centro) das conchas do náutilo são espirais equiangulares. No entanto alguns padrões como as que estão presentes nas flores do girassol, só são aproximadamente espirais equiangulares; correspondem mais ao que se designa por espirais de Fermat. 
121
Representação gráfica da espiral logarítmica
2221
121
22112
Espiral de Fermat ou parabólica
Assim chamada, em homenagem a Pierre de Fermat que a estudou em 1636.As espirais de Fermat constituem um modelo mais adequado para o crescimento de certas plantas, como a margarida, do que o modelo baseado na espiral equiangular. Modelo de uma margarida construída com base nas espirais de Fermat. 

12112122122
A espiral de Fermat tem a  seguinte equação:
11
Representação gráfica da espiral de Fermat
121


212121212
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Número de ouro, proporção divina ou quociente dourado é um número irracional com um grande significado igual a:     


 


O número de ouro é representado pela letra Φ (fi maiúsculo), em homenagem a Fídias (Phideas), famoso escultor grego, por ter usado a "regra de ouro"  em muitos dos seus trabalhos.

Se quisermos dividir um segmento AC em duas partes, temos uma infinidade de maneiras de o fazer. Existe uma, no entanto, que parece ser mais agradável à vista, como se traduzisse uma operação harmoniosa para os nossos sentidos. Relativamente a esta divisão, o matemático alemão Zeizing formulou, em 1855, o seguinte princípio baseado em Euclides:
 
"Para que um todo dividido em duas partes desiguais pareça belo do ponto de vista da forma, deve apresentar a parte menor e a maior a mesma relação que entre esta e o todo."    

 
Ou seja, dado um segmento de recta AC um ponto X divide este segmento de uma forma mais harmoniosa se existir a proporção de ouro  AC/AX = AX/XC (sendo AC o segmento maior). O número de ouro é exactamente o valor da razão AC/AX, a chamada razão de ouro.

Esta razão também pode ser definida através do pentágono regular a circunscrever uma "estrela de Natal" (pentagrama). Também aparece no dodecaedro e etc. Euclides construiu esse número usando a divisão de um segmento de recta em "média e extrema razão".  

Esta razão satisfaz a relação: 

Resolvendo graficamente esta equação obtém-se o número de ouro
 

   Existem algumas evidênciasde que o número de ouro era importante para os Egípcios. O papiro de Rhind refere-se a um "quociente sagrado" e o quociente, na Grande pirâmide de Gizé, da altitude de uma face  pela metade do lado da base é  aproximadamente 1,618.      
Trabalharam tão bem os topógrafos de Khufu (Quéops para os Gregos, que reinou entre2590 e 2567 a. C.) que os lados da grande pirâmide não tem diferenças superiores a 18cm nos seus 230m de base quadrada e de altura 146,60m (actualmente 137m  por estar quebrado o vértice superior).

    Pirâmides de Gizé, monumentos a Khaf-Re, a Khufu (a maisalta)  e a Men-Re
 
Os Gregos utilizaram-no na arquitectura e escultura.
Pártenon de Atenas
2112
Se desenharmos um rectângulo cuja razão entre os comprimentos dos lados maior e menor é igual ao número de ouro obtemos um rectângulo de ouro.

O rectângulo de ouro é uma figura geométrica que marca forte presença no domínio das artes, nomeadamente na arquitectura, na pintura, e até na publicidade. Este facto não é uma simples coincidência já que muitos testes psicológicos demonstraram que o rectângulo de ouro é de todos os rectângulos o mais agradável à vista. 

 
1Até hoje não se conseguiu descobrir a razão de ser dessa beleza, mas a verdade é que existem inúmeros exemplos onde aparecem  rectângulos de ouro    como os cartões de crédito, cartões das Finanças, novo modelo de carta de condução, passes dos transportes, pequenos calendários,  o novo modelo de bilhete de identidade em França e etc. Certamente todos os novos cartões que aparecerem vão obedecer a esta nova normalização, a regra de ouro.   

 
Um rectângulo de ouro [ABCD] tem a interessante propriedade de, se o dividirmos num quadrado [ABFE] e num rectângulo [EFCD], o novo rectângulo [EFCD] é também de ouro. Repetido este processo infinitamente e unido os vértices dos quadrados gerados, obtém-se uma espiral a que se dá o nome de espiral de ouro. Esta espiral é uma boa aproximação da espiral equiangular (espiral que não toca nos lados do rectângulos).
121
122
Esta figura apareceu nos elementos, de Eucliedes (c. 300 a.c.), para ilustrar a propriedade iterativa do rectângulo de ouro ou secção áurea segundo Leonardo da Vinci (1452-1519). Continuando assim temos uma sucessão infinita de rectângulos semelhantes que tendem para um ponto onde todas as diagonais de todos os rectângulos se intersectam e neste caso pode-se determinar pela intersecção das duas diagonais a azul. Este ponto limite é o ponto para onde tende, também, a espiral. Esta espiral é uma boa aproximação da espiral equiangular (espiral que não toca nos lados do rectângulos).A espiral equiangular é semelhante a ela própria, pelo que não é surpreendente que ocorra frequentemente na natureza: nas flores de girassol, nas conchas em espiral e etc.

amonite 200 milhões de anos
A espiral logarítmica estudada e descrita por Descartes em 1638  corta qualquer raio saindo da origem segundo um mesmo ângulo . Se esse ângulo for ß tem-se que K é igual a co-tangente ß. A espiral tem a  seguinte equação  onde A e K designam duas constantes não nulas. Uma espiral logarítmica possui diversas propriedades notáveis.  As circunvoluções (volta ou voltas em torno de um centro) das conchas do náutilo são espirais equiangulares. No entanto alguns padrões como as que estão presentes nas flores do girassol, só são aproximadamente espirais equiangulares; correspondem mais ao que se designa por espirais de Fermat. 
121
Representação gráfica da espiral logarítmica
2221
121
22112
Espiral de Fermat ou parabólica
Assim chamada, em homenagem a Pierre de Fermat que a estudou em 1636.As espirais de Fermat constituem um modelo mais adequado para o crescimento de certas plantas, como a margarida, do que o modelo baseado na espiral equiangular. Modelo de uma margarida construída com base nas espirais de Fermat. 

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A espiral de Fermat tem a  seguinte equação:
11
Representação gráfica da espiral de Fermat
121


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Action Heroes
O fotógrafo alemão Jan von Holleben possui um trabalho bem parecido, com "sonhos de Milla" chamado "Action Heroes". Ele fotografa as crianças no chão fazendo poses ideais para compor cenários pra lá de criativos.


















A imaginação das crianças





No país das maravilhas
“Mamã – diz Maria de quatro anos – a Branca de Neve diz que me vai levar ao bosque para conhecer os sete anões…”
- Está bem – diz a mãe aborrecida -, mas não digas essas parvoíces e não mintas mais.
É bom observar com a criança as mentiras que ela inventa. Para os miúdos, às vezes, o real anda de mãos dadas com o imaginário. Quando inventam, não mentem intencionalmente, apenas imaginam. Neste artigo sugere-se como lidar com esse pequeno sonhador e orientar a sua imaginação.
A criança costuma misturar o real com o imaginário. Não sabe onde termina um e começa o outro. Branca de Neve, Capuchinho Vermelho, a bruxa ou o dragão podem ser companheiros de jogos.
O trabalho dos pais e educadores deve ser o de orientar devidamente a imaginação do pequeno.
Há pessoas que pensam que o menino deveria descer à realidade em todos os momentos e que contar-lhe histórias de fadas é um absurdo.
Sonhar, faz falta
Qual será a atitude correcta?
Em nossa opinião, a criança deve dar rédea solta à sua imaginação para criar e, através da criatividade, desenvolver a sua inteligência. Um miúdo sem imaginação será mais tarde um adulto intelectualmente pobre.

Educar o filho longe das fantasias próprias da sua idade é convertê-lo num pequeno-homem antes do tempo. A criança distingue-se do adulto pela capacidade e também pela necessidade de abstracção da realidade: pode falar com sereias, julgar que é um índio, vestir a bata de médico e operar o seu irmão mais pequeno e, logo a seguir, chamar a mamã para o levar à casa de banho. E tudo isto em menos de meia hora. Interpretou quatro histórias fantásticas, mas no fim converteu-se no filho da sua própria mãe…
Para se amadurecer bem, tem que se passar por algumas situações desde que se nasce até morrer, e a fantasia ocupa um lugar muito importante nos primeiros anos da vida.
Todas as crianças gostam de imaginar que são reais certas personagens, como o Super-homem ou os Reis Magos. A nós, adultos, fizeram-nos muito felizes. Nenhum menino pode ficar traumatizado por descobrir que não existem. Pelo contrário, a época do Natal, e outras, convertem-se em festas alegres para as crianças, que põem a trabalhar toda a sua imaginação.
O melhor método
Uma criança sem imaginação será no futuro um adulto intelectualmente pobre.
Não se deve cruzar os braços e esperar que o filho, naturalmente, desenvolva a sua imaginação. A mãe natureza não é suficiente. Tem que haver um empenho em dar ao pequeno todas as oportunidades possíveis para que imagine, crie e desenvolva o seu cérebro.
Como se consegue isso?
- Através de brincadeiras criativas com plasticina, construções e barro. A criança manipula directamente os materiais e faz árvores, casas, pontes, etc.
- O vídeo com um controlo e selecção de programas é um meio muito eficaz para estimular a imaginação.
- Os jogos com os objectos mais simples da casa. Procura-se fabricar brinquedos com caixas de sapatos, pedras, pedaços de madeira, miolo de pão, etc.
- Bonecos pequenos com os quais se podem inventar mil histórias.
- Tintas e muitas folhas brancas podem fazer do seu filho um pequeno Picasso.
- Os jogos de interpretação são muito divertidos; a mãe pode ser a avozinha e os pequenos o lobo e o capuchinho vermelho.
- O contacto com a natureza é muito importante para o desenvolvimento da imaginação da criança. Aproveitar os fins de semana e ir para o campo com os filhos. Contar-lhes histórias de animais. Ensinar-lhes os nomes e como crescem as árvores e as plantas, ou brincar com terra a construir cabanas…
- Os contos bem contados, ditos devagar, oferecem à criança muitos recursos para sonhar e imaginar.
- O banho também pode ser divertido: à segunda com muita espuma, à terça com sais de cor, à quarta com todos os bonecos na água, à quinta com óculos de mergulhar…
O grau de imaginação que se desperta no filho depende da maneira como ele é educado.
Não reprimir constantemente a sua imaginação e evitar:
- Que um filho se converta em sujeito passivo das suas actividades: colado à televisão ou observando como os outros jogam.
- Que se tenha que passar o dia inteiro a vesti-lo e a dar-lhe de comer…
É claro que tudo tem a sua idade e que os primeiros anos são aqueles em que é preciso acompanhar constantemente a criança, mas chegará o momento em que ele tem que vestir as calcas sozinho.
A atitude ideal é deixá-lo só, embora sob vigilância, para que aprenda a ter iniciativas.
- Não proteger demasiado o filho. Tem que cair, experimentar e conhecer. Se se meter numa redoma de vidro o seu cérebro nunca se desenvolverá. A mãe deve aprender a ser positiva quando educa o filho.
- Animá-lo a participar activamente nos jogos e a tomar as suas próprias iniciativas. Não decidir sempre por ele.
Demonstrar alegria quando mostra alguma coisa feita por ele próprio (de sonhos, bonecos coloridos, etc.).
- Tal como na educação, o exemplo é o mais importante: tratar o filho com imaginação, para que ele nos imite.
Fazer planos divertidos e variados
- Romper a monotonia diária com alguma surpresa inesperada: uma pessoa amiga que vem a casa almoçar ou o pato com que sonhava há muito e que o pai acabou por lhe comprar.
Pode haver motivos de preocupação?
Há crianças que estão convencidas de que são Robin dos Bosques, Asterix ou a Gata Borralheira. Algumas são mesmo capazes de ter conversas diárias com toda a família Disney.
Os extremos não são bons. A criança tem que perceber que a imaginação tem limites determinados e não pode levar dias inteiros a imaginar que é o Peter Pan.
Se um filho não faz mais nada do que sonhar e andar o dia inteiro nas nuvens, tal situação pode dever-se a algumas circunstâncias:
- Demasiada dureza em casa e castigos desmedidos.
- Pode ter problemas de timidez. Como lhe custa relacionar-se com crianças da sua idade, converte-se em Superman e desta forma sente-se seguro e forte.
- Muitas vezes ultrapassa os limites da imaginação para fugir a uma realidade familiar que lhe causa desgosto: discussões entre os pais, famílias separadas, ambientes de profunda tristeza…
- Notas más. Fracasso escolar. Sobretudo quando os pais reagem, maltratando psicologicamente os filhos pelas suas más notas.
Mas em qualquer altura é tempo de corrigir um filho, se ele sonha mais do que o devido. O remédio é tratá-lo com muito amor e paciência em doses elevadas.
- Nada de começar aos gritos sempre que diga que acaba de falar com o anão saltarino. Ensiná-lo a separar a realidade da fantasia: “Se quiseres, vamos conquistar o castelo da feiticeira má, mas tens de acreditar que ele não existe na realidade”.
- Corrigir qualquer situação familiar negativa que possa influenciar a criança (brigas, discussões…).
- Procurar ser sempre muito sincero quando o miúdo faz perguntas, e adaptar as respostas à sua idade.
Verdade ou mentira
Por vezes castiga-se injustamente o filho e chama-se-lhe mentiroso, porque responde a uma pergunta de forma completamente disparatada: “João, guardaste o caderno? Não, o papá levou-o…”. Isto é pura invenção, porque ele nem sequer sabe da existência do tal caderno. A reacção, infelizmente, é castigá-lo por não ter dito a verdade.
O que acontece é que ele tem um tal terror às reacções da mãe, que inventa qualquer coisa para sair da dificuldade.
Pode ainda suceder que nem pense na pergunta e, sem má intenção, diz a primeira coisa que lhe vem à cabeça.
Outra hipótese é o João gostar de inventar respostas, sobretudo quando nota que enerva os pais. De qualquer forma, a reacção dos pais não pode ser agressiva. Não gritar, nem chamar-lhe mentiroso. Isso será magoá-lo negativamente com um qualificativo que ele não merece e em que pode ficar a acreditar.
Quando se repara que o filho não disse a verdade, deve dialogar-se calmamente com ele, para que explique por que respondeu incorrectamente.
Procurar verificar se a mentira tem alguma coisa a ver com a sua imaginação ou invenção.
Quando a criança mente, oculta sempre qualquer coisa intencionalmente. Quando inventa ou imagina, não tem intenção de ocultar nada.
BLANCA DE LERÍES
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Action Heroes
O fotógrafo alemão Jan von Holleben possui um trabalho bem parecido, com "sonhos de Milla" chamado "Action Heroes". Ele fotografa as crianças no chão fazendo poses ideais para compor cenários pra lá de criativos.


















A imaginação das crianças





No país das maravilhas
“Mamã – diz Maria de quatro anos – a Branca de Neve diz que me vai levar ao bosque para conhecer os sete anões…”
- Está bem – diz a mãe aborrecida -, mas não digas essas parvoíces e não mintas mais.
É bom observar com a criança as mentiras que ela inventa. Para os miúdos, às vezes, o real anda de mãos dadas com o imaginário. Quando inventam, não mentem intencionalmente, apenas imaginam. Neste artigo sugere-se como lidar com esse pequeno sonhador e orientar a sua imaginação.
A criança costuma misturar o real com o imaginário. Não sabe onde termina um e começa o outro. Branca de Neve, Capuchinho Vermelho, a bruxa ou o dragão podem ser companheiros de jogos.
O trabalho dos pais e educadores deve ser o de orientar devidamente a imaginação do pequeno.
Há pessoas que pensam que o menino deveria descer à realidade em todos os momentos e que contar-lhe histórias de fadas é um absurdo.
Sonhar, faz falta
Qual será a atitude correcta?
Em nossa opinião, a criança deve dar rédea solta à sua imaginação para criar e, através da criatividade, desenvolver a sua inteligência. Um miúdo sem imaginação será mais tarde um adulto intelectualmente pobre.

Educar o filho longe das fantasias próprias da sua idade é convertê-lo num pequeno-homem antes do tempo. A criança distingue-se do adulto pela capacidade e também pela necessidade de abstracção da realidade: pode falar com sereias, julgar que é um índio, vestir a bata de médico e operar o seu irmão mais pequeno e, logo a seguir, chamar a mamã para o levar à casa de banho. E tudo isto em menos de meia hora. Interpretou quatro histórias fantásticas, mas no fim converteu-se no filho da sua própria mãe…
Para se amadurecer bem, tem que se passar por algumas situações desde que se nasce até morrer, e a fantasia ocupa um lugar muito importante nos primeiros anos da vida.
Todas as crianças gostam de imaginar que são reais certas personagens, como o Super-homem ou os Reis Magos. A nós, adultos, fizeram-nos muito felizes. Nenhum menino pode ficar traumatizado por descobrir que não existem. Pelo contrário, a época do Natal, e outras, convertem-se em festas alegres para as crianças, que põem a trabalhar toda a sua imaginação.
O melhor método
Uma criança sem imaginação será no futuro um adulto intelectualmente pobre.
Não se deve cruzar os braços e esperar que o filho, naturalmente, desenvolva a sua imaginação. A mãe natureza não é suficiente. Tem que haver um empenho em dar ao pequeno todas as oportunidades possíveis para que imagine, crie e desenvolva o seu cérebro.
Como se consegue isso?
- Através de brincadeiras criativas com plasticina, construções e barro. A criança manipula directamente os materiais e faz árvores, casas, pontes, etc.
- O vídeo com um controlo e selecção de programas é um meio muito eficaz para estimular a imaginação.
- Os jogos com os objectos mais simples da casa. Procura-se fabricar brinquedos com caixas de sapatos, pedras, pedaços de madeira, miolo de pão, etc.
- Bonecos pequenos com os quais se podem inventar mil histórias.
- Tintas e muitas folhas brancas podem fazer do seu filho um pequeno Picasso.
- Os jogos de interpretação são muito divertidos; a mãe pode ser a avozinha e os pequenos o lobo e o capuchinho vermelho.
- O contacto com a natureza é muito importante para o desenvolvimento da imaginação da criança. Aproveitar os fins de semana e ir para o campo com os filhos. Contar-lhes histórias de animais. Ensinar-lhes os nomes e como crescem as árvores e as plantas, ou brincar com terra a construir cabanas…
- Os contos bem contados, ditos devagar, oferecem à criança muitos recursos para sonhar e imaginar.
- O banho também pode ser divertido: à segunda com muita espuma, à terça com sais de cor, à quarta com todos os bonecos na água, à quinta com óculos de mergulhar…
O grau de imaginação que se desperta no filho depende da maneira como ele é educado.
Não reprimir constantemente a sua imaginação e evitar:
- Que um filho se converta em sujeito passivo das suas actividades: colado à televisão ou observando como os outros jogam.
- Que se tenha que passar o dia inteiro a vesti-lo e a dar-lhe de comer…
É claro que tudo tem a sua idade e que os primeiros anos são aqueles em que é preciso acompanhar constantemente a criança, mas chegará o momento em que ele tem que vestir as calcas sozinho.
A atitude ideal é deixá-lo só, embora sob vigilância, para que aprenda a ter iniciativas.
- Não proteger demasiado o filho. Tem que cair, experimentar e conhecer. Se se meter numa redoma de vidro o seu cérebro nunca se desenvolverá. A mãe deve aprender a ser positiva quando educa o filho.
- Animá-lo a participar activamente nos jogos e a tomar as suas próprias iniciativas. Não decidir sempre por ele.
Demonstrar alegria quando mostra alguma coisa feita por ele próprio (de sonhos, bonecos coloridos, etc.).
- Tal como na educação, o exemplo é o mais importante: tratar o filho com imaginação, para que ele nos imite.
Fazer planos divertidos e variados
- Romper a monotonia diária com alguma surpresa inesperada: uma pessoa amiga que vem a casa almoçar ou o pato com que sonhava há muito e que o pai acabou por lhe comprar.
Pode haver motivos de preocupação?
Há crianças que estão convencidas de que são Robin dos Bosques, Asterix ou a Gata Borralheira. Algumas são mesmo capazes de ter conversas diárias com toda a família Disney.
Os extremos não são bons. A criança tem que perceber que a imaginação tem limites determinados e não pode levar dias inteiros a imaginar que é o Peter Pan.
Se um filho não faz mais nada do que sonhar e andar o dia inteiro nas nuvens, tal situação pode dever-se a algumas circunstâncias:
- Demasiada dureza em casa e castigos desmedidos.
- Pode ter problemas de timidez. Como lhe custa relacionar-se com crianças da sua idade, converte-se em Superman e desta forma sente-se seguro e forte.
- Muitas vezes ultrapassa os limites da imaginação para fugir a uma realidade familiar que lhe causa desgosto: discussões entre os pais, famílias separadas, ambientes de profunda tristeza…
- Notas más. Fracasso escolar. Sobretudo quando os pais reagem, maltratando psicologicamente os filhos pelas suas más notas.
Mas em qualquer altura é tempo de corrigir um filho, se ele sonha mais do que o devido. O remédio é tratá-lo com muito amor e paciência em doses elevadas.
- Nada de começar aos gritos sempre que diga que acaba de falar com o anão saltarino. Ensiná-lo a separar a realidade da fantasia: “Se quiseres, vamos conquistar o castelo da feiticeira má, mas tens de acreditar que ele não existe na realidade”.
- Corrigir qualquer situação familiar negativa que possa influenciar a criança (brigas, discussões…).
- Procurar ser sempre muito sincero quando o miúdo faz perguntas, e adaptar as respostas à sua idade.
Verdade ou mentira
Por vezes castiga-se injustamente o filho e chama-se-lhe mentiroso, porque responde a uma pergunta de forma completamente disparatada: “João, guardaste o caderno? Não, o papá levou-o…”. Isto é pura invenção, porque ele nem sequer sabe da existência do tal caderno. A reacção, infelizmente, é castigá-lo por não ter dito a verdade.
O que acontece é que ele tem um tal terror às reacções da mãe, que inventa qualquer coisa para sair da dificuldade.
Pode ainda suceder que nem pense na pergunta e, sem má intenção, diz a primeira coisa que lhe vem à cabeça.
Outra hipótese é o João gostar de inventar respostas, sobretudo quando nota que enerva os pais. De qualquer forma, a reacção dos pais não pode ser agressiva. Não gritar, nem chamar-lhe mentiroso. Isso será magoá-lo negativamente com um qualificativo que ele não merece e em que pode ficar a acreditar.
Quando se repara que o filho não disse a verdade, deve dialogar-se calmamente com ele, para que explique por que respondeu incorrectamente.
Procurar verificar se a mentira tem alguma coisa a ver com a sua imaginação ou invenção.
Quando a criança mente, oculta sempre qualquer coisa intencionalmente. Quando inventa ou imagina, não tem intenção de ocultar nada.
BLANCA DE LERÍES
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Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:14
 






Ontem vi uma cena em "the Mentalist" seriado que tem como personagem principal Patrick Jane

  • Patrick Jane (Simon Baker) - O protagonista da série The Mentalist, ganhava a vida como um vidente, mas depois que Red John assassinou sua mulher e filha em retaliação por ter sido zombado por Jane em seu programa de TV, Jane admite que era uma fraude, e agora trabalha como consultor na CBI (California Bureau of Investigation). Apesar de um pouco excêntrico, ele é muito perspicaz e muito do que encontra ajuda a resolver os casos que estão sendo investigados. Ele é muito inteligente e perspicaz, no entanto, também é muito fechado e infantil. Essas características o fizeram ganhar a amizade de seus colegas, que no entanto, ficam muitas vezes irritados com ele. Ele também mostra um lado mais obscuro quando se trata de Red John, um serial killer que assassinou sua família. Ao lidar com ele, Jane se torna intenso, concentrado e disposto a sacrificar qualquer coisa, inclusive a sua vida, para pegá-lo.
  • (Wilipedia)
No episódio seu arquiinimigo consegue capturar e gerar uma psicose em uma amiga de Patrick em que ela fica em absoluto silencio e incapaz de comunicar-se com o mundo ao seu redor. Até que em determinado momento Patrick tem uma idéia e simula uma sessão 
em que age como se invocasse o espírito de uma pessoa morta.  No caso ele chama a própria moça. E só assim ela lhe responde. Ela se imagina morta.  E Patrick e nós ficamos perturbardos pelo fato de que ela se imagine assim.  O psicopata a matou, psicologicamente.  


Não sei o que Patrick fará para desfazer a morte que não ocorreu, mas algo similar foi tratado antes por um professor de nome Paulo a um grupo de estudantes das Escrituras 
em Éfeso, a cerca de 1950 anos atrás:





Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:14



Há um chamado para que os que não conseguem perceber a pessoa de Cristo, a existencia angelical e a presença do Espírito. Há uma convocação para aqueles que não conseguem crer. Que não conseguem ver ou sentir o que os profetas viram e sentiram. Há uma convocação para aqueles que não percebem ou não se importam com a essencia e a natureza real do universo que as cerca. Esse chamado a perceber o sentido mais profundo e oculto da vida, que abre as portas do coração para as coisas que não podem ser vistas é tão dramático que é como a ordem dada a um morto para despertar. 
A ordem é desperta!!!! Pois o mundo sem Deus é uma ilusão, a inexistencia de poderes espirituais um factóide e a possibilidade de viver de modo pleno sem ouvir, sem aprender, sem conhecer a obra e a pessoa de Cristo,  nenhuma. 
Desperta tu que dormes, permita-se ser tocado por um tipo de vida que é capaz de tornar você bebado mesmo sóbrio. 
Deixando que a dimensão da fé, liberte seu coração
e livre, livre da incredulidade
você pela primeira vez na vida

respire.







publicado por wellcorp às 12:28 | link do post

Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:14
 






Ontem vi uma cena em "the Mentalist" seriado que tem como personagem principal Patrick Jane

  • Patrick Jane (Simon Baker) - O protagonista da série The Mentalist, ganhava a vida como um vidente, mas depois que Red John assassinou sua mulher e filha em retaliação por ter sido zombado por Jane em seu programa de TV, Jane admite que era uma fraude, e agora trabalha como consultor na CBI (California Bureau of Investigation). Apesar de um pouco excêntrico, ele é muito perspicaz e muito do que encontra ajuda a resolver os casos que estão sendo investigados. Ele é muito inteligente e perspicaz, no entanto, também é muito fechado e infantil. Essas características o fizeram ganhar a amizade de seus colegas, que no entanto, ficam muitas vezes irritados com ele. Ele também mostra um lado mais obscuro quando se trata de Red John, um serial killer que assassinou sua família. Ao lidar com ele, Jane se torna intenso, concentrado e disposto a sacrificar qualquer coisa, inclusive a sua vida, para pegá-lo.
  • (Wilipedia)
No episódio seu arquiinimigo consegue capturar e gerar uma psicose em uma amiga de Patrick em que ela fica em absoluto silencio e incapaz de comunicar-se com o mundo ao seu redor. Até que em determinado momento Patrick tem uma idéia e simula uma sessão 
em que age como se invocasse o espírito de uma pessoa morta.  No caso ele chama a própria moça. E só assim ela lhe responde. Ela se imagina morta.  E Patrick e nós ficamos perturbardos pelo fato de que ela se imagine assim.  O psicopata a matou, psicologicamente.  


Não sei o que Patrick fará para desfazer a morte que não ocorreu, mas algo similar foi tratado antes por um professor de nome Paulo a um grupo de estudantes das Escrituras 
em Éfeso, a cerca de 1950 anos atrás:





Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:14



Há um chamado para que os que não conseguem perceber a pessoa de Cristo, a existencia angelical e a presença do Espírito. Há uma convocação para aqueles que não conseguem crer. Que não conseguem ver ou sentir o que os profetas viram e sentiram. Há uma convocação para aqueles que não percebem ou não se importam com a essencia e a natureza real do universo que as cerca. Esse chamado a perceber o sentido mais profundo e oculto da vida, que abre as portas do coração para as coisas que não podem ser vistas é tão dramático que é como a ordem dada a um morto para despertar. 
A ordem é desperta!!!! Pois o mundo sem Deus é uma ilusão, a inexistencia de poderes espirituais um factóide e a possibilidade de viver de modo pleno sem ouvir, sem aprender, sem conhecer a obra e a pessoa de Cristo,  nenhuma. 
Desperta tu que dormes, permita-se ser tocado por um tipo de vida que é capaz de tornar você bebado mesmo sóbrio. 
Deixando que a dimensão da fé, liberte seu coração
e livre, livre da incredulidade
você pela primeira vez na vida

respire.







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Então a virgem se alegrará na dança, 
como também os jovens 
e os velhos juntamente;
e tornarei o seu pranto em alegria, 
e os consolarei, 
e lhes darei alegria 
em lugar de tristeza.
 
publicado por wellcorp às 11:27 | link do post


Então a virgem se alegrará na dança, 
como também os jovens 
e os velhos juntamente;
e tornarei o seu pranto em alegria, 
e os consolarei, 
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