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Sobre a fé.





Crer em Deus necessita duas irmãs gêmeas da alma. Uma se chama Vontade e outra se chama Desejo. Elas acendem as tochas que iluminam o coração do homem, normalmente envolto em sombras. Elas tomam esse coração pelas mãos e o conduzem em direção à luz. É admirável que um homem não possa contemplar a Deus. É incrível não crer. Chega a ser inacreditável. Mormente, a fé não é uma meiga solicitação por parte do Evangelho. É uma exigência sem a qual não há possibilidade de conhecê-lo. Nem ao Evangelho nem ao seu autor. Não existe nele um espaço intermediário, um abrigo para o intelectual se esconder. Não há outro meio ou forma de entender as Escrituras sem que haja desmedida confiança, sem que haja a aposta de uma vida, sem que haja o abandono de voluntário de toscos conceitos filosóficos.
Mesmo porque, todo aquele que se arvora de uma visão filosófica sobre a existência é na verdade, figurante de profeta. Não há meio-termo na ciência que define o que é a nossa espiritualidade, que evoque nossa vocação humana, suas dimensões metafísicas, abordando sobre a essência das coisas, afirmando coisas sobre a nossa humanidade ou sobre nosso destino. Tal ciência é a profecia. Tal ciência quer ter o status de revelação.




Afirma Proclus que "Ao Filósofo cabe ser o Hierofante do mundo inteiro", ou seja, cabe a ele dar os rumos e direções da humanidade,

Os sumos-sacerdotes dos ‘mistérios’ das religiões gregas eram conhecidos como Hierofantes. Eram os portadores oficiais das revelações mais sublimes, dos ritos mais secretos, uma variação arcaica dos iluminnati, e uma versão ocidental dos magi, os magos do Zoroatrismo persa. O filósofo era o “teólogo” da antiguidade.
E não o continua sendo hoje? Não há como meditar sobre a humanidade e sua essência, sobre o propósito da vida e da eternidade sem uma proclamação de fé. Sem um conceito sobre Deus.

O ateu é um profeta. Um falso profeta. Um astuto mentiroso, desses que te vendem terrenos no sol, lotes lunares, pinturas de Moisés, ossos de pterodátilos, pele de mamute, lágrimas de Joanna D`Arc, a bala que matou hitler, o som da voz de Alexandre o grande. Ou mesmo a lua, por cerca de mil euros o metro quadrado. A pergunta que não quer calar é sobre quantos lotes no sol você já comprou. Já parou para pensar sobre quanto de nossa vida nós gastamos e jogamos fora CRENDO em conversa fiada? Ouvindo atentos a hierofantes do absurdo. O sociólogo, o psicólogo, o antropólogo, o cientista, o filósofo, quando falam sobre a vida, sobre a eternidade, sobre a constituição humana, sobre a espiritualidade, mesmo sobre o tempo, atuam como profetas. Não há homem que ouse falar sobre Deus, ou sobre não-Deus, que não profetize. Serão seus sonhos mortos ou a repetição dos sonhos mortos de alguém aquilo que na verdade PREGA. Do depósito de sua INCREDULIDADE ou das reservas de sua FÉ é que se baseará o ensino de seus lábios. O coração falará de coisas que o dominam. Mesmo os CONCEITOS ensinados só são abraçados pelos corações que neles ACREDITAM. Ou acreditar convictamente na fidelidade de outros às suas próprias convicções. Rosseau, Hobbes, Locke, Newton, Sócrates, Descartes, Filon, Confúcio, Shakespere. Hitler, Sharon, Gamaliel, Moisés. Ghandi, Sharon, Paulo, Francisco Xavier, Jesus. Não há como o ser humano fugir de sua vocação de crer. Porque crer é confiar. Toda causa abraçada pelo homem é fruto de suas crenças. O ateu é um crente, porque não há convicção sem crença. Tal coisa, essa tal de convicção sem fé, é uma falácia. O homem fala daquilo que acredita. Quem grita a plenos pulmões sobre a inexistência divina, assim o faz porque assim o crê. Porque não poderia sabê-lo. As evidências contrárias são demasiadamente brutais. E quem assim o proclama, assim PROFETIZA. Profetizar é pregar suas verdades; profetizar é anunciar uma visão abraçada do universo, sendo guiado por aquilo que lhe é aos olhos do aprendiz de profeta, o que lhe é mais importante. Ou por aquilo que lhe é mais mágico. Se for a ciência que lhe dirige a vida, esta é que faz para esse homem o papel de sua DIVINDADE. E ele, como não poderia deixar de ser, o papel de seu PROFETA. Se é o ódio a DEUS que este abraçou, se é a revolta contra as instituições religiosas, então esse ódio é aquilo que move sua alma e sua doutrina o fruto de suas decepções. Se é contra injustiça social ou religiosa que clama, pois quando olha para alguma religião o que realmente lhe fere é o descaramento de seus dominadores, do caráter percebido de despotismo travestido de discurso religioso, imerso numa hierarquia, justificada por extremado mercenarismo pelo fato de que se apropriam da simplicidade de seu próximo para usar dele conforme seu bem-querer, essa é sua doutrina. Contra tal FARISAÍSMO é que prega, contra o falso religioso é que luta. Então é esse CLAMOR é que NORTEIA sua alma.
...E está MAIS PRÓXIMO DE DEUS do que pode imaginar... Porque DEUS ABOMINA O HIPÓCRITA. Quem odeia a hipocrisia possui a alma de um profeta.

MAS ABOMINAR a falsidade ou falsa religiosidade não dá DIREITO ou condição ao HOMEM de DESCRER de DEUS. Porque se torna tão hipócrita quanto aos falsos pastores que repugna, está tão enganado quanto os falsos mestres dos quais tem nojo; tão perdido como um louco, nu, sedento e faminto, correndo na chuva, numa noite sem lua.

PORVENTURA é na igreja ou na religião que DEUS é percebido?

É nos céus, na terra, nas estrelas, no gorgeio dos pássaros, no milagre da vida. Não enxergá-lo não é uma opção. Porque DEUS se revela a TODO aquele que dele se aproxima. Manifesta-se a TODO HOMEM que ousar invocá-lo. FALA em sonhos, manifesta-se nas circunstancias da VIDA, promove situações infinitas para DESPERTAR sua consciência. Em cada sorriso, em cada abraço, a cada vez que sua mãe virou você no colo pra te fazer arrotar.



A incredulidade é deixar que seus sentidos te enganem. É uma ilusão de ótica de uma alma entorpecida pelo sofrimento.

Cada vez que as sementes da flora germinam, as mesmas que vestem e que alimentam você, seja em cada prato de alimento, em cada mão de cozinheira, a cada vez que uma pizza é assada, a cada vez que o pão quente sai do forno do padeiro. Não é o teu portentoso intelecto que te impede de crer. É a falta deste. Isso é uma escolha pessoal. É uma burrice hereditária, certamente oriunda de gerações de gente ingrata. (porque não há resposta por não haver uma oração de gratidão por tudo o que você possui e ainda possuirá. A vida é uma dádiva digna de adoração) - perpetuada - até que ALGUÉM possa mudar a história de tua família.

As Escrituras falam de uma mulher que tinha uma filha extremamente doente. E ela foi a Jesus. E ele a maltratou.

- Não fui enviado senão as ovelhas perdidas da casa de israel. Não é bom tirar a comida da boca dos filhos e atirá-las aos cachorros.

A resposta da mulher indignada foi:
- Pois fique sabendo que também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus senhores.

Não há nenhuma possibilidade de comunhão com DEUS sem que haja fé por parte do ser humano. Sem que haja confiança no seu poder, crença na sua justiça, entendimento sobre seu poder, reconhecimento de sua grandeza, percepção de sua transcendência. Deus não se revela a quem nele não aposta. Não reparte seu coração com o homem que não está disposto a deixar TUDO de lado para abraçar a fé em sua pessoa.

Deus não barganha seus princípios. Não pode ser comprado. A Fé não é uma barganha. É um gesto gratuito, a única porta, a única possibilidade, o único caminho, a única ponte. É impossível ao ser humano amar, compreender ou ser abraçado pela realidade da presença de Deus, compreender mistérios além de sua compreensão, ou compartilhar sua vida de modo pleno, sem que haja tal voto de confiança. Não há troca nenhuma. Não há nada que nenhum recurso humano, suas obras, caráter, realizações, intelecto, grandeza, invocações, atos místicos, religiosos, cerimoniais, mágicos, ritualísticos, litúrgicos, psicológicos que o permitam entender as coisas de DEUS. Não há barganha. Não há troca. Porque FOI DADA AO HOMEM essa condição. TODA CRIANÇA NASCE COM A POSSIBILIDADE DE CRER. É como respirar. Não há barganha ou negociação entre nosso sangue e o ar que respiramos. Pare de respirar e morra. Não há barganha entre os alimentos e nosso corpo. Pare de comer, tente negociar com o pão, diga para a água que ela já não é mais necessária. NÃO seja hipócrita em transformar a fé numa troca. Não transforme algo divino numa consideração humana sem valor. Não RESUMA algo tão surpreendentemente celestial a uma condição moral, intelectual, simbólica, ritualista.
A fé é certeza de coisas que se esperam. Ela carrega nas mãos provas de coisas que não podem ser vistas.

A fé é uma porta que se não for aberta te deixará trancado com sua própria ignorância até que você por sua imbecilidade se transforme em mera lembrança.



Deus não chamou o homem pra ser comida de vermes. Não fomos gerados por Deus para sermos epitáfios e ossos em gavetas em algum cemitério de quinta categoria. É mentira quando você diz para você mesmo que não a PODER de DEUS atuando, que este mundo foi abandonado a si mesmo e a sua própria sorte desde sua concepção. É mentira quando você pensa que não existe DEUS a quem orar e por isso milagres são abstrações e fantasias de uma humanidade que busca motivos lúdicos para viver. Pare de profetizar o nada, profeta da mentira, tenha vergonha nessa tua cara e assuma o propósito para o qual foi criado. Que sua súplica pode fazer a diferença, que a fé é capaz de transformar mesmo o universo, que a oração manifesta milagres como o ar que você respira.
Tire a fantasia de incrédulo e OUSE CRER.

A mulher siro-fenícia tirou a fantasia.

- Também os cachorros comem das migalhas que caem da mesa de seus senhores.

Você imagina-se senhor de seus dias e dono de sua existência. Mas só é dono de um monte de dúvidas. Um porão fétido de indagações e perguntas não respondidas. Toda a filosofia humana não é capaz de prover VIDA suficiente para VIVER a vida. Depois de anos de magistério, a soma de tudo que um homem sabe, da ciência que acumulou para os dias frios do final de sua vida, quando nós olhamos, está tudo PODRE. Nada que a intelectualidade do homem tenha gerado sem fé se preserva para a eternidade. Nada se preserva para a velhice. Nada nos ajudará a enfrentar as crises, ou o medo, as dores, as angústias e o desespero. A filosofia humana sem Deus é um esboço de desespero, é um hino de angústia, é uma reflexão existencialista sobre o vazio da alma e sobre a vaidade das realizações humanas. A sociologia sem Deus só serve como um meio profético desesperançador, um retrato mórbido da história pregressa, nos vaticinando um futuro sem história. Um sociólogo mordaz saberia o que espera a humanidade sem Deus. Se não é capaz de enxergar o esboço do fim, se não é capaz de contemplar os sinais da degradação humana crescente, da escassez crescente de recursos naturais, da progressiva desestruturação familiar, da (múltipla) falência do sistema econômico e a quebra do modelo industrial abraçado, então não é digno de ministrar nessa área.

Jesus parou. Suspirou e gritou:

- Mulher, GRANDIOSA É A TUA FÉ. Jamais vi, mesmo em Israel, uma fé tão espetacular como essa.

Israel é uma nação de profetas. Moisés. Jeremias. Habacuque. Sofonias. Isaías. Davi. Ezequiel. Samuel.

Essa mulher creu. Não vou perder meu tempo falando da distancia da terra do sol, alguns poucos kilometros a mais ou a menos, a diferença entre a morte do sistema biológico da terra. Nem dos milhões de ecossistemas interdependentes que não possuem nenhuma possibilidade de terem acontecido em épocas diferentes, que não aceitam etapas evolutivas. Não vou falar da visão infravermelha da abelha e as flores que aos seus olhos são como aeroportos sinalizados. Não vou falar de uma matemática de criação alveolar que gera ângulos de montagem de alvéolos que armazenam maior quantidade de mel. Não vou falar sobre vespas que morrem meio grau de temperatura abaixo da temperatura máxima que abelhas podem suportar e por isso quando atacam colméias são aquecidas por um bando de operárias que batem suas asas até atingir a temperatura que é fatal para sua invasora.
Não vou citar a marcha dos pingüins imperadores que a cada quatro anos voltam para o meio do nada, e sobrevivem em temperaturas abaixo de 39 graus negativos, por meses, alternando entre si quem ficará na parte mais externa do círculo de proteção dos ovos nos quais se posicionam em revezamento para proteger a ninhada.


Perderia meu tempo afirmando que os textos que formam a tanach, o texto que deu origem ao Toráh, anterior a compilação da Septuaginta possui fatos ainda a serem desvendados pela ciência e já citava a 3000 anos coisas como o magma incandescente (Leia Jó), as correntes transoceânicas, o processo de condensação da água, a questão da esfericidade da terra, a nítida associação entre as nuvens e a formação de raios e que os céus hoje divisados não são semelhantes ao do Principio. Nenhuma literatura jamais foi tão longe em precisão e gigantismo cosmológico para afirmar que a terra se sustenta sobre o vazio, como se quem falasse estivesse contemplando o mundo do espaço. Não vou dizer que as constelações citadas em Jó possuem as maiores estrelas que o homem pode imaginar, e que é lá que é citada Arcturus

31 Serás tu capaz de fazer reter as estrelas? Ou de impedir o avanço do Oríon ou das Plêiades?

32 Poderias controlar a sequência das constelações,ou determinar, à tua responsabilidade,a deslocação da constelação da Ursa Maior,e da Ursa Menor, através dos céus?

33 Sabes tu as leis do universo,e de que maneira os céus influenciam a Terra?

ARCTURUS (Alpha Bootis). Among the very brightest of stars, shining with a soft orange light, Arcturus lights northern spring skies. It is one of three luminaries that partition the northern sky into very rough thirds, the others being summer's Vega and winter's Capella. Of the three, Arcturus, the Alpha star of the constellation Bootes, the Herdsman, is slightly the brighter, making it the brightest star of the northern hemisphere and the fourth brightest star of the entire sky, following only Sirius, Canopus, and Alpha Centauri. Arcturus, the "Bear Watcher," follows Ursa Major, the Great Bear, around the pole, "arktos" being the Greek name for "bear," from which our word "arctic" is derived by reference with the constellation of the Greater Bear. Arcturus is located at a distance of 37 light years, and became famous when its light was used to open the 1933 world's fair in Chicago, as that light had left the star at about the time of the previous Chicago fair in 1893. It is a classic orange class K (K1) giant star with a precisely defined surface temperature of 4290 degrees Kelvin. To the eye, it shines 113 times more brightly than our Sun. Its lower temperature, however, causes it to radiate considerable energy in the infrared. When this infrared radiation is taken into account, Arcturus actually shines almost twice as brightly, releasing 215 times more radiation than our Sun, from which we find a diameter 26 times solar, about a quarter the size of Mercury's orbit. Arcturus is close and large enough so that its angular diameter of 0.0210 seconds of arc can easily be measured, leading to a very similar direct determination of 25 times the solar dimension and providing nice confirmation of stellar parameters. Arcturus has a velocity relative to the Sun that is higher than other bright stars. Compared with the set of surrounding stars, which orbit the Galaxy on more or less circular orbits, it falls behind by about 100 kilometers per second (as do several others of the "Arcturus Group"). The lagging movement has long suggested that the star comes from an older population of the Galaxy. Consistently, it is somewhat deficient in metals, having only about 20 percent as much iron relative to hydrogen as found in the Sun. A more intriguing suggestion is that the star actually comes to us from a small galaxy that merged with ours some 5 to 8 billion years ago. As a giant, weighing in at around 1.5 times the mass of the Sun, it has ceased the fusion of hydrogen in its core. Though it is somewhat brighter than we would expect for a stable helium fusing star, helium fusion to carbon has probably already begun. Such stars are not expected to have magnetic activity like the Sun, but very weak X-ray emission suggests that Arcturus indeed is magnetically active and has a hard-to-observe "buried corona."


A ursa maior de Jó.

6-7Sobre o quê, que estão apoiadas as suas bases,e quem foi que assentou a sua pedra fundamental,quando as estrelas produziam harmonias juntamentee todos os anjos gritavam de alegria?


Arcturus

Arcturus é a estrela mais brilhante no hemisfério Norte. Embora emita 180 vezes mais energia do que o Sol, ela parece somente 110 vezes mais brilhante, pois grande parte da luz que emana é infravermelha e invisível ao olho humano.
Arcturus está a 37 anos-luz de distância de nós e poderia ser uma estrela binária, mas sua companheira é vinte vezes menos brilhante e muito difícil de ser vista.
Arcturus possui o mesmo nome do antigo grego Arktouros, que significa “guardião do urso”, porque é a estrela mais brilhante próxima às Ursas Maior e Menor.

Poderia perguntar como Jó entendeu qual Copérnico, que a religião quis matar, sobre a dinâmica astrofísica e as leis gravitacionais e os efeitos dos astros uns sobre os outros. Poderia questionar como entenderia a respeito de LEIS e PRINCÍPIOS que regem tais corpos, se quem os CRIOU não o houvesse ensinado sobre.


Gostaria de saber como Jó sabia sobre o fato de que as estrelas cantam? Que elas produzem sons complexos?

6-7Sobre o quê, que estão apoiadas as suas bases,e quem foi que assentou a sua pedra fundamental,quando as estrelas produziam harmonias juntamente todos os anjos gritavam de alegria?



Astrônomos descobriram na década de 70 que o Sol e outras estrelas “cantam”. Segundo o astrônomo Donald Kurtz da University of Central Lancashire em Preston, U.K., não podemos ouvir o som diretamente mas os astrônomos podem detecta-lo examinando as oscilações em suas superfícies. As freqüências, ou velocidades da vibração devem ser artificialmente aceleradas para traze-las à uma escala humana.
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O Sol, por exemplo: espectrômetros captam as linhas do espectro da luz solar. Observando as mudanças nessas linhas do espectro, os astrônomos são capazes de reconstituir o movimento da superfície solar e calcular as freqüências presentes. Assim, conhecendo-se as freqüências seria como se pudéssemos ouvir o som do Sol. Como acontece nas fontes sonoras originais, os sons obtidos não tem tons puros e é necessário extrair as notas que interessam. Os tons (ou notas) dominantes tem freqüências de aproximadamente 3 mHz, correspondentes a um período de aproximadamente 5 minutos. Para torná-los audíveis é necessário acelerá-los cerca de 100.000 vezes, o que converte o sinal de 3 mHz em um sinal de 300 Hz. Os astrônomos também chegaram a conclusão que a Via Láctea vibra como um tambor devido a influência de duas galáxias menores vizinhas a ela. O professor de astronomia Leo Blitz e sua equipe da Universidade da Califórnia, analisado um mapa da camada de hidrogênio da Via Láctea, descobriram que esta camada de gás está vibrando como um tambor e que a vibração consiste quase que inteiramente em 3 “notas”. Estas notas seriam fantasticamente baixas para os padrões humanos: alguns 3 milhões de oitavas, ou escalas, abaixo da nota chamada “middle C” no piano. Isto significa que se um piano fosse tocar esta nota, seria necessário ter um teclado do comprimento da Islândia para fazê-lo.




Poderia discorrer horas sobre uma entidade morta, uma anti-ciência, uma ciência em prol da escuridão, a nova alquimia, que insiste em negar a entropia e a impossibilidade da evolução, num universo que ATÉ ONDE PODE SER OBSERVÁVEL E MENSURADO vai de um estado de energia maior para um menor, continuamente. Formas orgânicas complexas exigem lutar contra a tal lei da entropia para se estabelecerem, a vida nega a tirania do princípio maior do universo, estabelece complexidade e relações bilhões de vezes mais inteligentes do que toda a matéria que a cerca, com a transformação de energia como uma usina de força, construindo em vez de destruir, agregando em vez de dissolver, ajuntando ao invés de dispersar.


Poderia falar das maravilhas lingüísticas das Escrituras. Das variantes egípcias, persas, aramaicas, dos gêneros literários que compõe cada trecho das Escrituras, que torna a cronologia dos textos absoluta, tornando qualquer tentativa de fazer com que os textos bíblicos que narram profecias sejam “relidos” como se escritos a posteriori. Só que se escritos depois da época em que foram, não haveria mais as expressões lingüísticas dos falantes da língua que o caracterizam. Não haveria os costumes no qual estão inseridos. Não existiria como detalhar os detalhes jurídicos, burocráticos, ou detalhes tão nítidos, por outros que não testemunhassem os fatos nos textos apresentados. Não posso recriar com completa fidedignidade a estrutura de poder do palácio persa trezentos anos depois de destruído, como no livro de Ester. Não posso falarcom tanta precisão dos instrumentos que tocaram na consagração da estátua de Nabucodonozor, no livro de Daniel, centenas de anos depois. Porque centenas de anos depois, alguns destes instrumentos já não existiam mais. Não poderia compreender porque no livro de Juízes que os efraimitas necessitavam falar Sibolete ou Chibolete para verificar a que tribo pertenciam, cinqüenta anos após do ocorrido, pois já não haveria tal diferença fonética regional do hebraico arcaico.


Sibolete – dilúvio, corrente, e também uma espiga de trigo. Era uma palavra que os gileaditas empregavam, depois de terem vencido os homens de Efraim, a fim de porem à prova os fugitivos que procuravam atravessar os vaus do Jordão, negando que eram efraimitas. Como estes tinham dificuldades em pronunciar o hebraico ‘sh’, os gileaditas lhes diziam que pronunciassem chibolete - se eles se traíam, proferindo sibolete, eram mortos (Jz 12.6).


As profecias desmontam qualquer esquema que ouse confrontar a SOBRENATURALIDADE das Escrituras. O ateísmo profetiza. Dezenas de disciplinas do conhecimento humano profetizam. As disciplinas ousam falar sobre Deus, sobre o homem, sobre o futuro da humanidade, sobre a evolução do gênero humano, sobre o começo de todas as coisas. Do Big Bang, ao início da matéria orgânica. Da formação da terra ao fim do sistema solar, pela morte do sol. As profecias das Escrituras são maiores. Não são fruto da imaginação humana. Pois as Escrituras traduzem a vida da ótica de quem a realizou. Da ótica de quem idealizou ao universo. Segundo aquele que estabeleceu parte dos eventos futuros. As Escrituras declaram sobre quem é o homem e qual o seu propósito. E declara sobre fatos que ocorrerão, muito antes que aconteçam.

O Filho do Altíssimo
Profecia: Salmo 2:7
Cumprimento: Mateus 3:17
Um Descendente da Tribo de Judah
Profecia: Gênesis 49:10-12
Cumprimento: Mateus 1:2-16; Lucas 3:23-33; Hebreus 7:14
Filho de Davi, da linhagem de Jessé
Profecias: Isaías 11:1,10; Jeremias 23:5; Jeremias 33:14-16
Cumprimentos: Mateus 1:1; Atos 13:22-23; Romanos 1:2-4; Romanos 15:12
Nasceu em Belém
Profecia: Miquéias 5:2
Cumprimento: Mateus 2:1,5,6
Nascido de uma virgem
Profecia: Isaías 7:14
Cumprimento: Mateus 1:18-25; Lucas 1:20-35
Assassinato das crianças após o Seu nascimento
Profecia: Jeremias 31:15
Cumprimento: Mateus 2:16-18
O caminho foi preparado por um mensageiro
Profecia: Malaquias 3:1; Malaquias 4:5; Isaías 40:3
Cumprimento: Mateus 3:1-3; Mateus 11:10-14; Mateus 17:10-13; Marcos 1:2-4;
Lucas 1:17,76; Lucas 3:3-6; Lucas 7:27; João 1:20-23; João 3:27-20; Atos 13:24; Atos 19:4
Cativeiro no Egito, de onde foi chamado
Profecia: Oséias 11:1
Cumprimento: Mateus 2:15
Missão do Pai para cumprí-la em Israel
Profecia: Isaías 61:1-3
Cumprimento: Lucas 4:18-21
Sua Pregação é luz para as tribos de Naftali e Zebulom
Profecia: Isaías 9:1-2
Cumprimento: Mateus 4:13-17
Exaltou e cumpriu a Lei do Altíssimo
Profecia: Isaías 42:21
Cumprimento: Mateus 5:17-19
Profeta semelhante a Moises, ensinou o verdadeiro compreenção da Lei
Profecia: Deuteronômio 18:15-19
Cumprimento: Lucas 7:16; 24:19; João 1:45; 6:14; Atos 3:22-26
Ensino através de parábolas
Profecia: Salmos 78:2
Cumprimento: Mateus 13:11-13,31-35; Marcos 4:11,33-34
Levou sobre si as doenças, as dores e os pecados da humanidade
Profecia: Isaías 53:4-6,11
Cumprimento: Mateus 8:16-17; I Pedro 2:24
Não creram em Sua Mensagem
Profecia: Isaías 53:1
Cumprimento: João 12:37-38, Romanos 10:16
Zelou pelo Templo
Profecia: Salmos 69:9
Cumprimento: Mateus 21:12-13; Marcos 11:15-18; Lucas 19:45; João 2:13-17
Não participou de tumultos
Profecia: Isaías 42:1-4
Cumprimento: Mateus 12:14-21
Odiado sem razão alguma
Profecia: Salmos 69:4
Cumprimento: Lucas 23:13-25
Furaram Suas mãos e Seus pés
Profecia: Salmos 22:16
Cumprimento: Lucas 23:33; João 20:25,27
Sortes foram lançadas sobre Suas vestes
Profecia: Salmos 22:18
Cumprimento: Mateus 27:35; Marcos 15:24; Lucas 23:34; João 19:23,24
Foi considerado transgressor da Lei
Profecia: Isaías 53:12
Cumprimento: Mateus 27:38; Marcos 15:27; Lucas 22:37, 23:32-33
Morreu pendurado em uma cruz
Profecia: Números 21:8-9
Cumprimento: João 3:14, 8:28; Gálatas 3:13
Ungido por Espírito de Deus
Profecia: Isaías 11:2
Cumprimento: Mateus 3:16-17
Realizou muitos sinais e milagres
Profecia: Isaías 35:5-6
Cumprimento: Mateus 9:35
Foi traído por um amigo
Profecia: Salmos 41:9
Cumprimento: Mateus 10:4
Vendido e traído por 30 moedas de prata
Profecia: Zacarias 11:12
Cumprimento: Mateus 26:15
O dinheiro da traição foi atirado na Casa do Eterno
Profecia: Zacarias 11:13
Cumprimento: Mateus 27:5
Foi acusado por falsas testemunhas
Profecia: Salmos 35:11
Cumprimento: Mateus 26:59-60
Não respondeu aos Seus acusadores
Profecia: Isaías 53:7
Cumprimento: Mateus 27:12
Foi ferido e moído
Profecia: Isaías 53:5
Cumprimento: Mateus 27:26
Foi cuspido
Profecia: Isaías 50:6
Cumprimento: Mateus 26:67
Foi escarnecido
Profecia: Salmos 22:7-8
Cumprimento: Mateus 27:31
Intercedeu pelos Seus perseguidores
Profecia: Isaías 53:12
Cumprimento: Lucas 23:34
O Seu próprio povo não creu nEle
Profecia: Isaías 53:3
Cumprimento: João 7:5,48
Foi abandonado por Seus amigos
Profecia: Salmos 38:11
Cumprimento: Lucas 23:49
Diante dele, meneavam a cabeça e zombavam
Profecia: Salmos 129:25
Cumprimento: Mateus 27:39
Sofreu sede
Profecia: Salmos 69:21
Cumprimento: João 19:28
Clamou em voz alta
Profecia: Salmo 22:1
Cumprimento: Mateus 27:46
Entregou o Seu espírito ao Altíssimo
Profecia: Salmos 31:5
Cumprimento: Lucas 23:46
Nenhum de seus ossos se quebrou
Profecia: Salmos 34:20
Cumprimento: João 19:33
Seu coração foi partido e furado
Profecia: Salmos 22:14
Cumprimento: João 19:34
Houve trevas sobre a Terra
Profecia: Amós 8:9
Cumprimento: Mateus 27:45
Sepultado no túmulo de um homem rico
Profecia: Isaías 53:9
Cumprimento: Mateus 27:57-60
Foi desfigurado pelo sofrimento
Profecia: Isaías 52:14, 53:2
Cumprimento: Marcos 15:17

Cristo é anunciado em toda a história humana. Ele é antevisto na vida dos seus profetas e cada fato de sua vida, a maioria do qual não possuía nenhum controle, estavam descritos em minúcias antes que nascesse. Um dos rolos do livro de Isaías em que constam centenas de profecias CUMPRIDAS na pessoa de Jesus, previstas a 600 anos de seu nascimento foi encontrado nas grutas de Quran. Este, cem anos anterior ao nascimento de Jesus. Jesus leu durante seu ministério o mesmo texto contido em um rolo semelhante. Falando sobre o que iria fazer, mostrando suas realizações com um cronograma de projeto perfeito, o que é raro, escrito com antecedência de 600 anos.







Poderia falar da matemática contida nas Escrituras:


No grande jornal "SUN" de Nova York, apareceu uma carta de um leitor com conteúdo especial.
Nesta, um céptico, chamando-se Mr. W.R. LAUGHLIN desafiava um crente da Bíblia que trouxesse uma vez fatos ao público, que provassem que a Bíblia seria de fato a Palavra de Deus.
Então o Dr. Panin publicou o artigo seguinte, que apareceu no mesmo jornal "SUN" como resposta à carta do leitor contestante:

Prezado Senhor Redator.

Na edição do seu jornal de hoje, desafia o senhor W.R. LAUGHLIN a um defensor da fé cristã, para subir ao palco e lhe trazer "fatos".Aqui estão alguns:

Os primeiros 17 versículos do Novo Testamento contém a genealogia de Jesus Cristo.

Esta genealogia separa-se em duas partes: Os versículos de 1-11 contém as gerações de Abraão, pai do povo judaico, até o exílio babilônico, quando os judeus pararam, deixando de ser uma nação autônoma.

Nos versículos 12 a 17 temos a genealogia do exílio até Cristo.

Nos primeiros 11 versículos que são usados ao todo 49 palavras diferentes, que são sete vezes sete (7X7).

Destas, 42 (6X7) são substantivos e as outras sete não são substantivos.

Dos 42 substantivos, 35 (5X7) são nomes próprios, e os sete restantes são substantivos comuns.

Destes 35 nomes próprios, 28 (4X7) são antecedentes masculinos de Jesus, e os sete restantes não.

No alfabeto grego estas 49 palavras se agrupam conforme suas primeiras letras da seguinte maneira:
De Alpha até Epsilon tem 21 (3X7)
De Beta até Kappa tem 14 (2X7)
De Mi até Chi tem 14 (2X7)

Estas 49 palavras deu todo 266 letras, ou seja (38X7). Estas se agrupam de novo no alfabeto em grupos de sete, que dizem as palavras que iniciam com:
Alpha até Gamma tem 84 (12X7) letras.
Delta tem 7 (1X7) letras.
Epsilon até Zeta tem de 21 (3x7) letras.
Tsêta até Jota tem 70 (10X7) letras.
Kappa até Mi tem 21 (3X7) letras.
Mmi tem 7 (1X7) letras.
Omikron até Phi tem 49 (7X7) letras.
Chi tem 7 (1X7) letras.

Disto resulta que toda esta genealogia foi construída no plano artístico de grupos de sete.

Voltemos para a genealogia ao todo.

Eu não quero cansar os leitores com todas curiosidades numéricas que estão aqui, isto iria ocupar várias páginas de seu jornal.

Somente uma coisa característica quero ainda destacar:

Os gregos não tinham números, mas usavam para isto suas letras. Assim Alpha era igual a 1, Beta igual a 2, desta maneira toda palavra grega tem um certo valor numérico, que resulta da adição do valor de cada letra.

Agora a genealogia completa, contém 72 palavras.

Se somarmos todos os valores destas 72 palavras temos a soma de 42.364 (6.952X7).

Estes (6.952X7) não são jogados de qualquer maneira no alfabeto, mas de novo em grupos de sete palavras, que começam com o Alpha e Beta com valor total de 9.821 (1.405X7).

Assim sendo, não são somente os onze primeiros versículos desta genealogia, mas tudo é construído sob o plano minucioso de 7.

Outro traço: As 72 palavras aparecem em 90 formas diferentes.

Se as tomarmos esses valores teremos um total de 54.075 (7.725X7), e está novamente distribuída em grupos de 70 diversas letras do alfabeto, precisamente em grupos de sete.

O Sr. Laughlin deve se sentar uma vez e tentar fazer um tratado, com mais ou menos 300 palavras, tão compreensível como essa genealogia e nisto incluir algumas características numéricas aqui descritas.

De boa vontade vamos lhe dar um mês de tempo para a experiência.

Mateus provavelmente não demorou uma semana para escrever a genealogia. Isso significa: Um anel dentro do outro.

No parágrafo seguinte do primeiro capítulo, nos versículos 18 a 25, é relatado o nascimento de Jesus, contém 161 palavras (23X7).

São usados 77 diferentes palavras (11X7) que aparecem em 105 formas diferentes (15X7).

O anjo que falou com José, utiliza 28 das 77 palavras (4X7) e deixa 49 (7X7) sem usar.

Das 105 formas o anjo só usa 35 (5X7), e 70 (10X7) ele não usa.

No alfabeto estas 77 palavras novamente se encontra em grupos de 7, como também nas suas 105 formas, como também na frequência do aparecimento das 161 palavras ao todo.

A soma dos valores numéricos das 77 palavras dá 52.605 (7.515X7), a soma das formas dá 65.429 (9.347X7), com agrupamentos de sete correspondentes de maneiras diferentes.

Outro fato é que a mensagem do anjo forma o seu próprio sistema de 7, fazendo disso um anel dentro do outro, uma roda dentro da roda.

Se o Sr. Laughlin puder escrever uma história semelhante com 160 palavras e com sistema semelhante de grupo de sete no valor numérico das letras e palavras, então ele se distingue.

De boa vontade vamos dar-lhe 2 meses de tempo para que ele experimente.

Mateus provavelmente não gastou mais do que duas semanas para isso.

Harmonia completa.

O segundo capítulo do evangelho de Mateus relata a meninice de Jesus.

São usadas 161 palavras (23X7), que são usadas em 238 formas diferentes (34X7).

Elas contêm 896 letras (128X7), com um valor numérico de 123.529 (17.647X7) enquanto os 238 formas tem um valor de 166.985 (23.855X7). Se tratássemos disto em particular iríamos cansar-lhe.

Neste capítulo temos quatro parágrafos lógicos, dos quais cada um novamente apresenta as mesmas características numéricas como o capítulo todo.

Assim temos nos primeiros 6 versículos o número de 56 palavras (8X7).

Nelas são apresentados vários discursos, o de Herodes, o dos magos e o do Anjo Gabriel.

As características numéricas destes discursos são tão manifestas, que embora, de certo modo, cada uma em si é perfeita e mesmo assim fica em harmonia com o todo.

Se o Sr. Laughlin poder escrever um capítulo dessa maneira que em mais ou menos 500 palavras apresente um tão grande número de cálculo tecidos um ao outro e assim mesmo sendo análogos, digamos então num prazo de cinco anos, esperaremos. Suponhamos que Mateus não gastou, mais do que um ano.

Um milagre Literário

Entre todas as centenas de parágrafos no evangelho de Mateus, não encontramos nenhum que não os caracterize por esta descrição numérica.

Só que em cada novo parágrafo aumenta a dificuldade de combinação e construção, e isto não em progresso aritmético, mas potencial.

Porque Mateus entende, escrevendo seus parágrafos de uma maneira que ele continuamente constrói novas combinações de numéricas, tanto naquilo que já foi escrito como daquilo com que segue.

Assim, por exemplo, ele consegue usar no seu último capítulo, precisamente sete novas palavras, que ele não usou antes em todo o seu evangelho.

Ele também usa exatamente 140 palavras, isto é (20X7), que não existem em todo o Novo Testamento.

Sendo assim, fica muito fácil para calcular, e que o Sr. Laughlin precisaria ao menos alguns 100 anos, para poder escrever um livro semelhante a Mateus.

Quanto tempo Matheus trabalhou no seu, não sabemos mas ele conseguiu terminar entre o ano 30, depois de Cristo ter sido crucificado - porque ele não poderia começar antes nem depois do anos 70 em que foi destruída Jerusalém, visto que faz referência a esta destruição e isto nos leva a crer que era um homem sensato.

Ora, o fato é certo que ele fez referências a esta destruição, e isto simplesmente também significa um milagre.

Sendo assim ele se apresenta para nós como um Gênio Lliterário-Matemático, que antes nunca houve, nem igual ou parecido, o que é totalmente inexplicável.

Este é o primeiro dos fatos que queremos dar ao Sr. Laughlin para que reflita e pense alguns minutos a respeito.

Um outro fato ainda mais curioso e importante do que já foi dito vamos mensionar, é este que Mateus usa 140 palavras (20X7) que não se acham em todo o resto do Novo Testamento.

A pergunta se impõe, como poderia este homem saber que Marcos, Lucas, João, Tiago, Pedro, Judas e Paulo não usariam estas palavras?

Se não levarmos em consideração as seguintes hipóteses é totalmente impossível ter sido escrito como o foi:

Ou Mateus tinha combinado isto antes com todos eles; ou, ele tinha todo o resto do Novo Testamento na sua frente antes de começar a escrever; ou então, do Novo Testamento todo, deve ter sido o evangelho de Mateus o livro que foi escrito por último.

Entretanto, nenhuma hipótese satisfaz.

Como pode isto ser humanamente possível?

Vejamos outrossim, acontece no evangelho de Marcos é também um milagre literário e matemático igual ao de Mateus.

E de conformidade com o mesmo princípio pelo qual descobrimos que Mateus sem falta tinha que ter escrito por último, também é certo que Marcos tem que ter feito o mesmo.

Isso quer dizer, que sem dúvida Marcos só pode ter escrito após Mateus.

Mas agora ainda temos que dizer que o evangelho de Lucas apresenta exatamente as mesmas características como de Mateus e Marcos, e do mesmo modo João, Tiago, Pedro, Paulo e Judas.

Assim não temos somente dois gênios literários-matemáticos milagrosos e nunca vistos, mas oito, e cada um deles tem escrito somente depois do outro.






- Mulher grande é a tua fé.

Não há outro caminho. Foi assim para o aleijado na porta do tanque de Betesda que por quase 30 anos esperou que alguém o levantasse e o atirasse em águas que cria ser milagrosas, até se encontrar com Jesus.

Um Centurião romano se aproximou de Jesus e se ajoelhou diante dele. Implorou pela cura de seu servo.

Pela segunda vez Jesus se espantou com a declaração de fé da boca do militar, quando se predispôs a ir para a sua casa para curar seu servo.

- Não é necessário. Eu sou homem de autoridade e digo a este vem e ele vem. Digo aquele vai, e ele vai. Sei que uma só palavra tua, um só comando teu, e meu servo ficará curado.


Uma feita, uma multidão cercava a Cristo, e uma mulher que sofria a quinze anos de uma enfermidade se atirou no meio da multidão, lutou para se aproximar, ainda enferma e finalmente após muito esforço, tocou a Jesus.

Ela só possuía um único pensamento:

- Se tão somente eu tocar a orla de suas vestes eu ficarei curada.

Não adianta buscar na tragédia alimento para sua desesperança. Argumentos para sua incredulidade. Não adianta olhar para os navios negreiros e a escravidão de milhões de negros. Para a fome e a destruição pela AIDS da áfrica. Para mortandade de 10 milhões de vítimas durante a segunda guerra, ou para o Tsunami que engolfou a 2000 pessoas nas ilhas fiji. Pompéia pereceu com suas crianças e mulheres, milhares de corpos soterrados debaixo de cinza fervente, o México perdeu dezenas de milhares de vidas debaixo de poderosos terremotos, a peste negra matou metade da Europa em cerca de cem anos, emudecendo um milhão de vítimas, Stalin mandou matar cerca de 25 milhões de pessoas na antiga União soviética. Na China o número de mortos desde a revolução é maior que cem milhões de vítimas. Duas bombas atômicas deixaram uma centena de milhares de mortos e destruiu a genética de outra centena de milhares de pessoas. Onde está Deus? Se Deus existisse, porque permitiu tanta desgraça, tanta dor, tanta destruição, se possui em mãos forças para impedir todo o mal? A vida é maior que a dor. Porque não podemos ver o invisível que envolve todas essas situações. Porque não houve jamais tragédia que não tenha sido anunciada anos antes que acontecesse. Não há desastres sem que haja sonhos premonitórios. Mas o que os homens fizeram de sua espiritualidade? “Não há DEUS” está estampado em cada tablóide, revista, teses, ciência, doutrina. Não é a oração que é ensinada pelos mestres. É o não crer. A humanidade não busca ouvir o que os céus estão dizendo. Não compreende o que significa rejeitar continuamente ao Espírito de Deus. Não compreende a situação espiritual em que vive. Não há questionamento que te possa impedir de crer em Deus. Porque a vida se estabelece além da destruição. É mais uma vez, uma rejeição pessoal. É uma escolha confiar que há um poder que preserva o homem do mal, ou entender as conseqüências do mal CONTINUAMENTE negado. É uma decisão poder aprender sobre os tempos determinados para a destruição de tudo aquilo que destrói o homem, ou se curvar diante da deusa incredulidade, virar o rosto contra os sinais claros da necessidade humana do PODER, do Milagre, do CONSOLO e da ESPERANÇA que NADA absolutamente NADA pode conceder ao homem. O que pergunta ONDE está DEUS não consegue entender CERTO túmulo vazio. Não Sabe sobre promessas divinas, nada sabe sobre a ressurreição dos mortos.
ONDE está DEUS? Está operando sinais na terra e CUMPRINDO EXATAMENTE TUDO que está DESCRITO nas ESCRITURAS que haveria de acontecer. Está CUMPRINDO profecias, está transformando o universo e está mostrando de modo claro que um NOVO universo está para chegar. Está convidando o homem para se abrigar debaixo de sua poderosa mão até que passe o inverno. Até que a morte seja vencida.
O incrédulo olha para os escombros, apesar de VIVO. Olha para os mortos, apesar de INTOCADO e ainda anuncia para os que perderam tudo, que não há esperança alguma em crer.
E não se envergonha pelo fato de muitos que perderam tudo, ainda olham para o céu e ainda possuem confiança absoluta que a história possui um dono, e que há esperança em meio à escuridão.

Por isso a incredulidade será julgada com tanta aspereza. Porque os homens amaram mais a escuridão, preferem vomitar sua renuncia a sua espiritualidade, a presença de DEUS em suas consciências, aos apelos divinos para uma MUDANÇA e se entregam mais aos sofismas, a sua lógica e aos seus delírios acadêmicos que a necessidade PRIMEIRA de suas almas.

Crer ou não crer, confiar ou não, averiguar sobre a veracidade das afirmações de DEUS nas Escrituras, sobre a veracidade de sua REVELAÇÃO nos sonhos, nas circunstancias, através do amor dos pais, pelo amor demonstrado pelo conforto da amizade, pelo milagre dos filhos, pelos gestos da mãe, pelo cuidado do lar que lhe abrigou ou pelos meios excepcionais que proporcionou para que você vivesse crer ou não crer diante do sol, da chuva, do luar, do canto e do sabiá. Não existe encontro com Deus sem resignação. Não há caminho para entender o mistério da vida sem que haja REVELAÇÃO, sem que o intelecto se ajoelhe. Não existem sociólogos diante do Deus criador de tudo. Só homens.


Além disso, o evangelho não se resume as Escrituras. Está escrito no DNA do universo. Tão pouco é um chamado a intelectualidade humana. O evangelho não tem grande consideração pela sociologia. Não fica bajulando a antropologia social. Não recorre a figuras da retórica. O Evangelho não é limitado por postulados da lógica, não prescinde de apologética, não finca suas considerações em psicologia, não respeita herméticas considerações históricas, não admite a razão como intérprete capacitada, e por graça, vez por outra, deixa a arqueologia encontrar algum subsídio que testemunhem os fatos espirituais outrora narrados para sua confirmação.
E porque o Criador do Universo daria suas mãos para a ignorância humana? Onde, que brilhante espécime é esse, representante idôneo da humanidade captou a essência do universo e das coisas, do ser humano e de realidades espirituais, como as TESTEMUNHADAS nas Escrituras?
É calunioso dizer que por sua experiência e desenvolvimento cultural o ser humano conseguiu alcançar a cifra de cerca de 6 bilhões de indivíduos vivos. Ainda vivos. TODA a história humana se alicerça nos valores DECLARADOS nas Escrituras. Retire-se a palavra de Cristo da humanidade, sua ética, sua moral, sua tremenda convicção na justiça e esta deixaria de existir. A palavra de Cristo não começa nele. Desde o primeiro profeta que se levantou sobre a face da terra, sua palavra transcendente tem sido anunciada. Leia-se isso escrito a ferro e fogo, a dor e ódio, a sangue e a sombra da tortura de inocentes, nas entrelinhas da história ou escancarada em cada folha de jornal, por cada homem-bomba dinamitando a si mesmo em nome de sua religiosidade. Vemos isso em cada passo de dominação econômica. Por detrás de cada ato "humano" de Estados soberanos 'humanos', civilizados com seu anunciado desenvolvimento intelectual. Testemunhamos a morte de milhões de inocentes, talvez bilhões. Só para manter seus sofismas econômicos. O homem não sabe viver.
É mister que o homem creia em Deus. É mister que o homem busque conhecê-lo. Não há humanidade em não crer. É antes de qualquer outro fato, renunciar a si mesmo. Renunciar ao propósito para o qual foi criado. O homem só não crê por que assim DECIDIU. Mas nem mesmo sua mente concorda com ele. Vive o absurdo diário de viver num mundo inundado da essência divina, cercado de maravilhas além da compreensão humana, e num ato de suprema impiedade, DECIDE viver como se NÃO pudesse encontrar a DEUS. Como se fosse impossível alcançá-lo. Como se fosse imaginável. Como se não fosse sustentável sua idéia. NENHUM homem nasce incapaz de crer. Nenhum ser humano nasce incapaz de orar. Quando o pseudo-sábio, diz que a si se basta, contemplando a grandiosidade da esfera da vida (das quais só por AVISTAR já devia estar pagando royalties) dizendo que não foram criadas por ninguém, apesar de ser ele mesmo uma sombra das coisas que não pode ver, não negando, óbvio, que teve uma mãe, está fazendo na melhor das hipóteses, papel de ridículo. Se ele que é sombra, teve mãe, porque não consegue ver que o orvalho - e leia-se universo no lugar de orvalho - tem pai? Onde devia estar perplexo e exultante, nada consegue perceber. Morte espiritual é a situação que explica convenientemente a incredulidade. Porque a consciência humana está inundada demais de possibilidades divinas para que sejam negadas dia após dia com tanta veemência. E talvez por isso não consiga enxergar a Deus nas coisas criadas. Como se isso possível fosse, pois na verdade não é. Não é possível ao ser humano não entender a existência de Deus ao ver as coisas criadas. É impossível ao homem deixar de percebê-lo. Não há homem sobre a terra que não seja inundado de sonhos, sentimentos, percepções e deslumbramento. O incrédulo tem que lutar para destruir sua própria espiritualidade. Ele tem que disciplinar sua mente, tem que sublimar seus sonhos, racionalizar seus medos, quem que ratificar palavras de outros mortos espirituais para VIOLENTAMENTE se segurar nas suas idéias mortas para negar sua NECESSIDADE de Deus. É brutal a luta de um ateu contra as Escrituras. É brutal seu desespero em anular dentro de si mesmo o desejo de buscá-lo, de conhecê-lo, de ouvi-lo, de viver uma vida que possa levá-lo a conhecer ao Pai. Ele grita contra essa necessidade, ele se lança numa empreitada vil em busca de qualquer tipo de literatura que esboce sua rejeição, que abrace ao seu desespero. Mas o grito que quer transformar a todo ser humano em alguém semelhante a CRISTO não pode ser estrangulado. Ninguém pode rejeitar continuamente a vocação para qual foi criado, o desejo da alma humana de se curvar, de se ajoelhar, de dizer - FAÇA EM MIM SEGUNDO TUA VONTADE - como o fez MARIA quando visitada pelo anjo Gabriel. Não há para nós tal possibilidade sem autodestruição. Porque não há sentido para a vida, se não tiver a ver com o Getsêmani, onde alguém que sabe que irá morrer debaixo de humilhação e tortura depois de ter sido rejeitado por toda sua nação, sua, literalmente, sangue para dizer:
- Que não seja feita a minha vontade, e sim a tua.

Esse grito é maior que qualquer outra voz no nosso interior. Inclusive a vida humana se define com uma posição tomada diante desse clamor do espírito humano. Isso é o resumo do Evangelho. Não há o não crer. Há o não querer crer. Há o abafar deste grito. O incrédulo reduz os anjos a fadas e as Escrituras a esboços de histórias para crianças dormirem; o natal à uma necessidade mercadológica, a adoração à um ritual de certo homem-macaco que fica urrando com medo diante da primeira fogueira, depois do temível raio. Invocará figuras de filosofia das religiões para tentar explicar as necessidades psíquicas do homem, recorrerá ao efeito dos alucinógenos para explicar as visões e revelações, se protegerá na parapsicologia para tentar tornar factíveis coisas para-científicas – nesse ponto já numa atitude do desespero da razão. Inundar-se-á de Marxismo para tentar tornar a necessidade de Deus em religião e esta como um meio de manobra das massas. Beijará nessa viagem insólita aos filósofos alemães para apoiar a necessidade do homem que não necessite de Deus, mesmo que a custa de tal filosofia 6 milhões tenham que morrer durante o holocausto (filosoficamente baseado na doutrina profetizada pelos mesmos anticristo travestidos de filósofos). Um péssimo historiador teria relacionado bem as doutrinas que levaram a intelectualidade alemã à rejeição da humanidade judaica. Que os ilustres divulgadores do arianismo tiveram um motivo esdrúxulo para a guerra nazista. O incrédulo é antes de tudo um falsário que acredita nas próprias moedas falsificadas que criou.
Não há argumento que conceda ao homem o passaporte para a incredulidade. Não há questões sobre Deus, sobre sua justiça, sobre seus planos, que não possam ser questionados. Não há da parte de DEUS o desejo de não responder.

Porque ao homem foi concedida a completa capacidade de orar. Porque Deus não se esconde daqueles que o buscam de todo coração. Porque Cristo é o que proclamou ser, realizou o que disse que realizaria e fará tudo o que diz que fará para aqueles que nele crerem. Este não é um filósofo, não é um sociólogo, não é um revolucionário proclamado Deus pelas massas. É verdadeiramente o caminho, a verdade e a vida. Não poderia ser de outra forma. Só não o conhece assim quem não possui a integridade e a honestidade de examiná-lo, de querer conhecê-lo.

Jesus é uma realidade incontornável, mas sobre tudo, experimentável. ORDENA que ponhamos a prova sua Palavra, para que alcancemos através dela aquilo que prometeu.



A fé verdadeira clama por respostas e elas estão em DEUS. Estão nas Escrituras, na sua profundidade, na sua essência, em cada gesto, em cada atitude e testemunho dos que um dia creram em Deus. Nos que decidiram conhecê-lo. A fé anseia uma decisão. Não interessa o quanto esta vida te afronte, o quanto tal escolha seja amarga para sua intelectualidade e o quanto tal decisão venha a custar na experiência humana o preço de estudar, meditar, orar e questionar. A vida não vale a pena ser vivida na incredulidade. Não há vida em rejeitar o amor de Deus.

- Também os cachorros comem das migalhas que caem da mesa de seus senhores.


Aceite o senhorio de Cristo. Coma das migalhas que caem de sua mesa. Ou continue a viver sem respostas.
Eu não vejo razão para viver sem respostas. A vida clama por respostas.
Não há em tudo que o mundo oferece algo melhor do que as migalhas que Jesus ofereceu. Toda a ciência humana, toda a filosofia, tudo é angustiante, tudo é confusão, tudo é contradição.

Viver sem crer, é semelhante a ficar revoltado com a intransigência de Jesus, com a intransigência da fé, e retornar para sua própria vida, sabendo que não há solução humana para os problemas que irão ao encontro de sua vida, já no retorno ao lugar de sua habitação. O telhado de nossa intelectualidade é de zinco. Dento de nós nossa alma é como a filha enferma daquela mulher siro-fenícia, gritando, se debatendo, lutando para permanecer lúcido no turbilhão da vida, sofrendo os reveses de enfermidades espirituais produzidas por fatores que não podemos por nós mesmos resolver.

Crer é invadir a esfera do impossível, é deixar de lado um mundo sem anjos, um universo sem Deus, deixar de lado uma filosofia morta, despida do sobrenatural, uma identidade materialista, uma causalidade vazia, uma vida despida do mágico, uma solidão espiritual in natura, uma mutilação de fé desnecessária. Há uma dimensão de vida desconhecida a ser provada pelo homem através do poder da fé.

Uma siro-fenícia já entrou na nossa frente nessa dimensão.

Welington J Ferreira
www.welingtoncorp.xpg.com.br
publicado por wellcorp às 11:00 | link do post
Que a sabedoria divina continue inundando teu ser cada dia mais, homem de Deus.
Ana Graziela a 29 de Abril de 2010 às 01:41
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