Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados
Porque uma cidade cujo Guardiães são os anjos de Deus,
necessita de muro?
Porque Deus necessita de uma cidade celestial, se habita as dimensões?
Porque ela possui pedras preciosas?
Porque o muro não tem nome, mas os fundamentos do muro, que normalmente não podem ser visto, são nomeados?
Porque vemos os fundamentos de modo tão claro  se eram para estarem OCULTOS?
Porque necessita possuir uma variedade tamanha de cristais, jóias preciosíssimas, os mais belos minerais apresentados pela natureza
se é para estar OCULTO?


E porque no final de toda a história da salvação, no livro dos fechamentos de todas as profecias, imeditamente antes do início
de uma Nova Criação, tendo tanta coisas grandiosas para serem MOSTRADAS, o desfile das hostes angelicais, o fim do universo, a chegada
da Nova Criação, etc, Deus me mostra uma construção? UM MURO?
PORQUE QUE EU QUERO VER UM MURO NO CÉU? PORQUE DEUS DENTRE TANTAS COISAS INDISCRITIVEIS, ME MOSTRA UM MUROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO?
E qual o significado de eu homenagear alguém dando seus nomes para um fundamento de uma muralha? Note que não é o muro que recebe os nomes.
Veja que não são os edifícios da cidade que recebem os nomes dos apóstolos. Veja que eles não nomeiam nada do INTERIOR da dita cidade.

APOCALIPSE 21.12-18

E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas.
E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.
E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.
E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo.
E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.
E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda;
O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.





 
Em primeiro lugar a eternidade não é fruto da imaginação humana. Não é criação fundamentada em arquétipos ancestrais da alma. Todas as imagens de coisas celestiais não são fruto de porres monumentais de profetas suburbanos misturadas a lembranças vívidas de imagens religiosas de seus tempos de infância.  Profetas bêbados não tem carteira. A profecia não é de origem humana. Não é psicologicamente induzível por drogas alucinógicas ou fruto de alterações na fábrica química das percepções do tecido cerebral.  Deus propôs coisas espirituais com autoria, feitas do jeito que imaginou com razões especiais. Não há uma eternidade na qual não haja uma cidade celestial, não há como se aproximar da fonte do universo e da origem de todas as coisas sem ser impactado pela beleza de muros que parecem ser feitos de jaspe.  Porque do mesmo modo que imaginou o bentevi e o uirapuru, assim Deus imaginou as coisas invisíveis. Do mesmo modo que doou a cor aos olhos de aishwarya, 










assim no lugar das coisas essenciais, no mundo de significados plenos, na terra sonhada por sonhos maiores que os sonhos dos anjos, Ele encheu o lugar de Sua Habitação de coisas que são plenas de evocações, lembranças, alegorias, representações e substancia. Essencialmente plenas de significados e de mistérios que abrangem aquilo que DEUS mais preza, mais ama, mais considera. No lugar mais sublime, ele sublimou os significados, no lugar mais divino, tudo resplandece o que em Deus é mais importante.  Ele está refletido nas obras da Criação, mas no céu, são os segredos mais íntimos e as coisas mais profundas que estão manifestas. O céu mostra Deus desnudando sua alma, revelando seu interior.
E o muro de jaspe é uma das peças desta revelação.
Ele é a chave para os mistérios dos propósitos anteriores a criação.  Ele é guardado por anjos, ele envolve o bem mais precioso do universo, ele envolve, circunda o amanhã de um lugar onde só habitará a alegria e onde filhos e filhas festejarão a vitória contra a morte, a dor e a perda. Onde o pecado não possui espaço ou memorial, onde os demônios não entram e nem podem entrar, onde a essência dos homens é plena de luz.
O muro é feito de jaspe, uma pedra semipreciosa vermelha como o sangue, de matizes e sombras, de texturas que jamais se repetem. Nele ficam portas por onde se acessará a cidade. Ele não possui um nome. Mas aquilo que lhe sustenta possui o nome dos que um dia testemunharam o ministério de Cristo na terra e foram por eles separados para serem suas testemunhas.
O muro se assemelha a um tecido que lembra um coração real, e o sangue que corre neles, de um vermelho vivo.  O muro representa a vida de milhares que viveram e creram, que morreram e perseveraram.  O muro fala da fé no coração humano, cuja base é o testemunho de doze enviados, que representam a todos os que foram enviados por Deus para pregar sua Palavra, para falar de seu Evangelho.
Ele circunda a cidade, porque não há como acessar tal lugar, tal dimensão, tal patamar de vida, tal esfera de coisas, tal esperança sublime, sem passar por aqueles que fazem parte deste muro. Moisés, Davi, Isaias, João, Jesus, Maria, Paulo. Barnabé. Gláucia. Amanda. Felipe. José. Manuela. Ivan. Caio. 
Nenhum ser humano entrará pelas portas sem ser impactado pela vida de outro, que derramou um dia seu coração diante de tamanha esperança. Que sofreu por amar ao próximo, que lutou pelo direito de ser digno diante daquele que vive para todo sempre.  
Esse muro é um memorial eterno, diante de Deus, nada é mais vistoso, nada se vê mais longe, nada é tão impactante quanto avistá-lo. Porque nada é maior dentro de Deus. Não existe coisa mais cheia de significados, do que a vida exercida por aqueles que crêem em sua Palavra.  Diante de DEUS para todo sempre ele coroou a expressão de sua Adoração, de sua Vida, de sua Existência.
O muro é a soma de todos os medos, de todas as dores, de todas as intercessões, de todas as orações, de cada gemido, de cada suspiro. De cada ai.
E a dimensão da oração do coração que crê é tão extrema, é de tamanho valor a intercessão dos que oram, que o muro possui a mesma medida da cidade, cidade esta que SIMBOLIZA a grandeza das coisas que hão de vir.
O muro tem a mesma extensão da cidade. 
Assim Deus imaginou aquilo que representa o choro de Ana, o choro de Maria, o choro de Jesus.  Assim Deus imaginou o que significa a morte de Cristo, a morte de João Batista, a morte de Estevão.  Assim Deus representou na visão dada a João aquilo que lhe arrebata a alma. Aquilo que lhe arrebata os sonhos. Porque o Apocalipse não fala dos sonhos dos homens. Mas dos sonhos de Deus. Fala de suas intenções e de suas finalidades. A história da salvação nele está representada. Por isso é coberto de pedras de valor incalculável aos olhos do apóstolo João.  Porque NADA é mais precioso para DEUS que a vida de seus filhos e filhas, nada é capaz de estremecer a Deidade como a manifestação da vida dos que nele estabeleceram sua confiança.  Que foram conectados a ele pelo vinculo da esperança e que amaram amar mais que odiar. Que amaram o bem e rejeitaram o mal.
Assim se estabelece a visão final de Apocalipse.
Esse muro. A cidade. Representa o amor humano expressado em amor a Deus e o amor divino revelado na pessoa daquele que se fez homem e sangrou entre nós.  
Um muro de jaspe.



Quebrada de Jaspe

<input ... >
frente de la quebrada de jaspe
La cascada de la quebrada de Jaspe
Cerca de Santa Elena de Uairén, en el kilómetro 273, se encuentra la quebrada de Jaspe. La quebrada de Jaspe es uno de los lugares más visitados en la Gran Sabana. De fácil acceso, bien organizado y señalizado, es una parada obligada. Desde el estacionamiento, se debe hacer un pequeño y fácil recorrido por la selva y se llega a la quebrada.
La quebrada de Jaspe
La quebrada de Jaspe, río abajo
Allí se observa una gran laja de unos 300 metros de longitud, en donde el agua apenas tiene unos centímetros de profundidad. A la derecha, se encuentra una pequeña cascada que es un lugar excelente para recibir unos agradables masajes de agua, o sencillamente para disfrutar del agua con una temperatura muy agradable.
quebrada de jaspe
Detalle de la cascada
El nombre de la quebrada de Jaspe, se debe a que el fondo es de una piedra semi-preciosa llamada Jaspe, que es en realidad un compuesto de cuarzo y sílice, con un color rojo muy fuerte.
El piso de la quebrada
El piso de la quebrada
La quebrada de Jaspe es uno de los "monumentos naturales" de Venezuela.
publicado por wellcorp às 14:01 | link do post
Porque uma cidade cujo Guardiães são os anjos de Deus,
necessita de muro?
Porque Deus necessita de uma cidade celestial, se habita as dimensões?
Porque ela possui pedras preciosas?
Porque o muro não tem nome, mas os fundamentos do muro, que normalmente não podem ser visto, são nomeados?
Porque vemos os fundamentos de modo tão claro  se eram para estarem OCULTOS?
Porque necessita possuir uma variedade tamanha de cristais, jóias preciosíssimas, os mais belos minerais apresentados pela natureza
se é para estar OCULTO?


E porque no final de toda a história da salvação, no livro dos fechamentos de todas as profecias, imeditamente antes do início
de uma Nova Criação, tendo tanta coisas grandiosas para serem MOSTRADAS, o desfile das hostes angelicais, o fim do universo, a chegada
da Nova Criação, etc, Deus me mostra uma construção? UM MURO?
PORQUE QUE EU QUERO VER UM MURO NO CÉU? PORQUE DEUS DENTRE TANTAS COISAS INDISCRITIVEIS, ME MOSTRA UM MUROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO?
E qual o significado de eu homenagear alguém dando seus nomes para um fundamento de uma muralha? Note que não é o muro que recebe os nomes.
Veja que não são os edifícios da cidade que recebem os nomes dos apóstolos. Veja que eles não nomeiam nada do INTERIOR da dita cidade.

APOCALIPSE 21.12-18

E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas.
E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.
E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.
E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo.
E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.
E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda;
O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.





 
Em primeiro lugar a eternidade não é fruto da imaginação humana. Não é criação fundamentada em arquétipos ancestrais da alma. Todas as imagens de coisas celestiais não são fruto de porres monumentais de profetas suburbanos misturadas a lembranças vívidas de imagens religiosas de seus tempos de infância.  Profetas bêbados não tem carteira. A profecia não é de origem humana. Não é psicologicamente induzível por drogas alucinógicas ou fruto de alterações na fábrica química das percepções do tecido cerebral.  Deus propôs coisas espirituais com autoria, feitas do jeito que imaginou com razões especiais. Não há uma eternidade na qual não haja uma cidade celestial, não há como se aproximar da fonte do universo e da origem de todas as coisas sem ser impactado pela beleza de muros que parecem ser feitos de jaspe.  Porque do mesmo modo que imaginou o bentevi e o uirapuru, assim Deus imaginou as coisas invisíveis. Do mesmo modo que doou a cor aos olhos de aishwarya, 










assim no lugar das coisas essenciais, no mundo de significados plenos, na terra sonhada por sonhos maiores que os sonhos dos anjos, Ele encheu o lugar de Sua Habitação de coisas que são plenas de evocações, lembranças, alegorias, representações e substancia. Essencialmente plenas de significados e de mistérios que abrangem aquilo que DEUS mais preza, mais ama, mais considera. No lugar mais sublime, ele sublimou os significados, no lugar mais divino, tudo resplandece o que em Deus é mais importante.  Ele está refletido nas obras da Criação, mas no céu, são os segredos mais íntimos e as coisas mais profundas que estão manifestas. O céu mostra Deus desnudando sua alma, revelando seu interior.
E o muro de jaspe é uma das peças desta revelação.
Ele é a chave para os mistérios dos propósitos anteriores a criação.  Ele é guardado por anjos, ele envolve o bem mais precioso do universo, ele envolve, circunda o amanhã de um lugar onde só habitará a alegria e onde filhos e filhas festejarão a vitória contra a morte, a dor e a perda. Onde o pecado não possui espaço ou memorial, onde os demônios não entram e nem podem entrar, onde a essência dos homens é plena de luz.
O muro é feito de jaspe, uma pedra semipreciosa vermelha como o sangue, de matizes e sombras, de texturas que jamais se repetem. Nele ficam portas por onde se acessará a cidade. Ele não possui um nome. Mas aquilo que lhe sustenta possui o nome dos que um dia testemunharam o ministério de Cristo na terra e foram por eles separados para serem suas testemunhas.
O muro se assemelha a um tecido que lembra um coração real, e o sangue que corre neles, de um vermelho vivo.  O muro representa a vida de milhares que viveram e creram, que morreram e perseveraram.  O muro fala da fé no coração humano, cuja base é o testemunho de doze enviados, que representam a todos os que foram enviados por Deus para pregar sua Palavra, para falar de seu Evangelho.
Ele circunda a cidade, porque não há como acessar tal lugar, tal dimensão, tal patamar de vida, tal esfera de coisas, tal esperança sublime, sem passar por aqueles que fazem parte deste muro. Moisés, Davi, Isaias, João, Jesus, Maria, Paulo. Barnabé. Gláucia. Amanda. Felipe. José. Manuela. Ivan. Caio. 
Nenhum ser humano entrará pelas portas sem ser impactado pela vida de outro, que derramou um dia seu coração diante de tamanha esperança. Que sofreu por amar ao próximo, que lutou pelo direito de ser digno diante daquele que vive para todo sempre.  
Esse muro é um memorial eterno, diante de Deus, nada é mais vistoso, nada se vê mais longe, nada é tão impactante quanto avistá-lo. Porque nada é maior dentro de Deus. Não existe coisa mais cheia de significados, do que a vida exercida por aqueles que crêem em sua Palavra.  Diante de DEUS para todo sempre ele coroou a expressão de sua Adoração, de sua Vida, de sua Existência.
O muro é a soma de todos os medos, de todas as dores, de todas as intercessões, de todas as orações, de cada gemido, de cada suspiro. De cada ai.
E a dimensão da oração do coração que crê é tão extrema, é de tamanho valor a intercessão dos que oram, que o muro possui a mesma medida da cidade, cidade esta que SIMBOLIZA a grandeza das coisas que hão de vir.
O muro tem a mesma extensão da cidade. 
Assim Deus imaginou aquilo que representa o choro de Ana, o choro de Maria, o choro de Jesus.  Assim Deus imaginou o que significa a morte de Cristo, a morte de João Batista, a morte de Estevão.  Assim Deus representou na visão dada a João aquilo que lhe arrebata a alma. Aquilo que lhe arrebata os sonhos. Porque o Apocalipse não fala dos sonhos dos homens. Mas dos sonhos de Deus. Fala de suas intenções e de suas finalidades. A história da salvação nele está representada. Por isso é coberto de pedras de valor incalculável aos olhos do apóstolo João.  Porque NADA é mais precioso para DEUS que a vida de seus filhos e filhas, nada é capaz de estremecer a Deidade como a manifestação da vida dos que nele estabeleceram sua confiança.  Que foram conectados a ele pelo vinculo da esperança e que amaram amar mais que odiar. Que amaram o bem e rejeitaram o mal.
Assim se estabelece a visão final de Apocalipse.
Esse muro. A cidade. Representa o amor humano expressado em amor a Deus e o amor divino revelado na pessoa daquele que se fez homem e sangrou entre nós.  
Um muro de jaspe.



Quebrada de Jaspe

<input ... >
frente de la quebrada de jaspe
La cascada de la quebrada de Jaspe
Cerca de Santa Elena de Uairén, en el kilómetro 273, se encuentra la quebrada de Jaspe. La quebrada de Jaspe es uno de los lugares más visitados en la Gran Sabana. De fácil acceso, bien organizado y señalizado, es una parada obligada. Desde el estacionamiento, se debe hacer un pequeño y fácil recorrido por la selva y se llega a la quebrada.
La quebrada de Jaspe
La quebrada de Jaspe, río abajo
Allí se observa una gran laja de unos 300 metros de longitud, en donde el agua apenas tiene unos centímetros de profundidad. A la derecha, se encuentra una pequeña cascada que es un lugar excelente para recibir unos agradables masajes de agua, o sencillamente para disfrutar del agua con una temperatura muy agradable.
quebrada de jaspe
Detalle de la cascada
El nombre de la quebrada de Jaspe, se debe a que el fondo es de una piedra semi-preciosa llamada Jaspe, que es en realidad un compuesto de cuarzo y sílice, con un color rojo muy fuerte.
El piso de la quebrada
El piso de la quebrada
La quebrada de Jaspe es uno de los "monumentos naturales" de Venezuela.
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Jesus é tão senhor de todas as coisas que um dia um anjo bradou a toda uma miríade de seres tão poderosos quanto a imaginação:
- Quem há aqui tão digno a ponto de tomar as Escrituras das coisas que foram, das que são e das que virão a ser, das mãos daquele que está governando tudo que há?


E lá no meio de anjos que mergulham no sol, ninguém se reconheceu como quem merecesse tamanha honraria, nem pudesse receber tamanha herança.

E lá pelas tantas alguém quebrou o gelo, e resgatou a dignidade de tudo que foi.
havia um homem no meio dos anjos,
com marcas de tortura em um corpo ressurreto,
havia um homem feito de carne, sujeito ao tempo,
sujeito as dores, vestido de fragilidade,
vestido de humildade
que caminhou majestosamente até a luz inacessivel;
E sem temor de nada, estendeu suas mãos de homem
e tomou das mãos daquele que nunca nasceu e que vive para sempre,
o titulo de propriedade
selado por dentro e por fora,
que pertencia somente a um único
e nela, nas escrituras entregues
somente tudo
Um pouco antes da descida do poder
em pentecostes
Um pouco antes de ter suas pernas
semelhantes a colunas incandescentes
e seu corpo
brilhar como o amanhecer
O que morreu
subiu dos abismos da morte
até as alturas do céu
Respirando
para todo o sempre.
Pra ser doador de tudo
Porque de tudo
Ele é senhor;
publicado por wellcorp às 17:25 | link do post
Jesus é tão senhor de todas as coisas que um dia um anjo bradou a toda uma miríade de seres tão poderosos quanto a imaginação:
- Quem há aqui tão digno a ponto de tomar as Escrituras das coisas que foram, das que são e das que virão a ser, das mãos daquele que está governando tudo que há?


E lá no meio de anjos que mergulham no sol, ninguém se reconheceu como quem merecesse tamanha honraria, nem pudesse receber tamanha herança.

E lá pelas tantas alguém quebrou o gelo, e resgatou a dignidade de tudo que foi.
havia um homem no meio dos anjos,
com marcas de tortura em um corpo ressurreto,
havia um homem feito de carne, sujeito ao tempo,
sujeito as dores, vestido de fragilidade,
vestido de humildade
que caminhou majestosamente até a luz inacessivel;
E sem temor de nada, estendeu suas mãos de homem
e tomou das mãos daquele que nunca nasceu e que vive para sempre,
o titulo de propriedade
selado por dentro e por fora,
que pertencia somente a um único
e nela, nas escrituras entregues
somente tudo
Um pouco antes da descida do poder
em pentecostes
Um pouco antes de ter suas pernas
semelhantes a colunas incandescentes
e seu corpo
brilhar como o amanhecer
O que morreu
subiu dos abismos da morte
até as alturas do céu
Respirando
para todo o sempre.
Pra ser doador de tudo
Porque de tudo
Ele é senhor;
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Estudo de Apocalipse

Introdução

E se pudéssemos conhecer o amanhã? O que muda nas nossas vidas em divisar o futuro da história, o futuro das coisas?
O propósito de uma revelação é a de iluminar nossos caminhos, envolvidos normalmente em trevas, uma ilustração sobre não saber sobre o que nos envolve, o desconhecido, que é a soma de tudo aquilo que ignoramos a respeito do universo, das regiões espirituais, dos propósitos por detrás das coisas. As Escrituras afirmam que nós nascemos e vivemos envoltos nessas trevas, mais que um símbolo para representar o maligno, representa aquilo que está oculto, aquilo que nós não sabemos. Mais de uma vez nas Escrituras é dito que Deus habita na escuridão, resplandece na escuridão, que a escuridão para ele é como a manhã. Porque não existem mistérios para Deus. Esse resplandecer significa que ele está revelando aquilo que está oculto e escondido. As trevas representam também o maligno, porque toda a esfera de atuação do mal ocorre de modo dissimulado, oculto. Não sabemos como o inferno faz aquilo que faz. O pai da mentira esconde seus propósitos, suas intenções, e os seus emissários se disfarçam, fugindo da luz do dia, que na verdade é a revelação divina. A verdade age como uma lanterna, iluminando as atividades do reino camuflado nas trevas.
Temos muitas perguntas a fazer sobre a viagem da existência humana. Sobre nós mesmos. O livro de apocalipse é em primeiro lugar, uma revelação. Apocalipse é a tradução da palavra revelação na língua grega. Significa “tirar o véu, descobrir, desvendar” O Livro de Apocalipse poderia ser chamado:
O livro da descoberta.
O livro do desvendamento.
O livro da revelação.
Ou Revelando mistérios.
Visão geral sobre o plano de Deus.
Sobre a eternidade, um panorama.
Segredos guardados no coração de Deus, contados para aqueles que o amam, com a finalidade de alertá-los sobre o universo espiritual que os envolve e sobre o desdobrar das coisas realizadas naquela tarde no calvário, até o final.

No centro da realidade do universo se levantou uma árvore morta com o salvador pregado nela. O cosmos mudou fruto do calvário. Mas quem estava morto, morto não continuou. O cosmos foi impactado pela ressurreição.
O universo que nos envolve se divide em três épocas: aquilo que já passou, aquilo que acontece agora e aquilo que um dia haverá de acontecer. A revelação dada por Jesus desvendará parte daquilo que estava oculto no passado, parte do que está oculto no presente e parte do que está por vir. Um manual da história da eternidade. Jesus irá abordar dois focos principais “as coisas que são” o presente e a realidade espiritual por detrás desse presente, o seu impacto na humanidade “as coisas que hão de vir” o futuro e a realidade espiritual futura, e seu impacto numa humanidade que ainda haveria de nascer.
O livro do desvendamento narra fatos sobre realidades que sequer sonhamos que pudessem existir. Conduz-nos a uma viagem até as coisas mais antigas, mais solenes, mais extraordinárias existentes na criação. Duas grandes características de Apocalipse: Ele é uma grande visão, fruto de imagens vistas pelo apóstolo João; e junto dessas imagens um texto, declarações proféticas. Imagem e ação (havia uma jogo com este nome), imagem e profecia.
Entender e discernir aquilo que outra pessoa viu é um exercício de imaginação. Parte do processo didático do Espírito de Deus é revelar mistérios através de imagens, essas que João teve o privilégio de ver. O que nós lemos é aquilo que ele conseguiu descrever. Os detalhes mais importantes, os que mais impressionaram o coração de João, são também as mais carregadas de significados. Para compreender parte do que via, João teve apoio de universitários (havia um jogo na televisão no programa Silvio Santos em que as pessoas sabatinadas podiam recorrer a ajuda de um grupo de universitários). Um anjo acompanhará João nessa viagem extraordinária esclarecendo parte das visões, inclusive deixando BEM CLARO sobre o que poderia ou não ser escrito sobre o que via. Há uma velha brincadeira que os professores, fazem com os alunos de Apocalipse que é perguntar: O que foi que os sete trovões, ou as sete vozes semelhantes a trovões disseram a João...;
Apocalipse é também uma escola DESPREZADA. Ele mostra a grandeza da operação dos dons espirituais, daquilo que o Espírito Santo pode traduzir sobre coisas que a igreja hoje desconhece. João é um profeta do Novo Testamento. Significa que estava debaixo da mesma esfera de atuação que NÓS ESTAMOS. Essa declaração do que nós SOMOS é uma das primeiras coisas ditas no livro. Não só uma única vez. Aquilo que aconteceu em Patmos pode ocorrer em qualquer igreja local. Se não temos revelações tão grandiosas, tão espetaculares, tão profundas, não é por questões de “fechamento do Canon” ou coisas relativa, é fruto da superficialidade da nossa fé, é fruto de nossa incapacidade em crer, em permitir uma operação mais ampla, mais perene, mais profunda dos aspectos proféticos inerentes ao corpo de Cristo.
O desejo do Espírito era encher o coração de sua Igreja de esperança e fé, de certeza sobre o cumprimento de promessas, diante de um tempo de grande tribulação que ainda estava para vir.
João era possivelmente o último apóstolo vivo de sua geração, estava ocultado em Patmos por alguma perseguição, ou preso pelo regime romano, tendo visto de perto o horror da morte de milhares de crentes. Diante de uma época de tanta incerteza Jesus irá cumprir uma antiga profecia particular dada a João. Ainda era um jovem, cercado pelos companheiros na escola apostólica um pouco após a ressurreição de Jesus, quando Jesus vira para Pedro e o chama em particular

14  E já era a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dentre os mortos.
15  E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
16  Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
17  Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
18  Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.
19  E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.
20  E Pedro, voltando-se, viu que o seguia aquele discípulo a quem Jesus amava, e que na ceia se recostara também sobre o seu peito, e que dissera: Senhor, quem é que te há de trair?
21  Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será?
22  Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. 23  Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não lhe disse que não morreria, mas: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti?

João estava vivo ainda, porém Pedro havia morrido. Paulo, Apolo, Lucas. Tiago, Judas, Filipe, Mateus. Maria, mãe de Jesus, todos haviam partido. Então acontece. João orava quando Jesus se manifesta de um modo muito espetacular. Nós dizemos que é uma visão. Mas veja que a visão realmente só irá ter início após ele terminar de ouvir o que Jesus tem a declarar-lhe.
Sempre pensamos sobre a possibilidade de Jesus vir ao mundo novamente na sua segunda vinda. Somente na segunda vinda. Porém, essa visita espetacular é para mim uma teofania. Teofania é um nome de origem teológica para designar a manifestação divina de modo físico, dentro da esfera no nosso universo físico. Diz-se da aparição do Deus a Abraaão, quando este vai até sua tenda com dois anjos e conversa inclusive com Sara, diz-se da aparição de Cristo a Josué antes da batalha contra Jericó, diz-se do momento em que o profeta Elias sai da caverna onde recebia uma revelação e vai ao encontro do Senhor que o aguarda do lado de fora no monte Horebe, diz-se do momento em que Deus passa na frente de Moisés, que é impedido de olhar diretamente na sua face, para não perecer pela grandeza de poder de sua presença. Moisés é protegido pelo poder de Deus para ter condições de se aproximar dele com um corpo mortal, coisa fabulosa já que é dito que Deus habita na luz inacessível mesmo para os Querubins. Jesus não é mais limitado ao espaço ou ao tempo após determinado instante em que ele ascendeu aos céus e RETOMOU sua glória.
Dez dias após a ressurreição de Jesus, algo de grande monta aconteceu nas dimensões celestiais. Na terra a igreja foi cheia do Espírito de Santo, recebendo Poder e Autoridade para testemunhar de sua fé, comunicando esse Espírito Santo aqueles que se aproximavam e criam no evangelho. Esse cumprimento de uma profecia antiga do livro de Joel apontava para alguma coisa estupenda, ocorrida na eternidade. Agora João via a Jesus Glorificado. E já fazia tempo, a ultima vez que João ficara assim tão perto de Jesus fora há 65 anos antes deste instante. Assim eu entendo, que semelhante ao velho sacerdote Ananias, que fora dito pelo Espírito Santo que não morreria até ver ao Cristo (Ananias toma ao bebe em suas mãos para apresentá-lo a Deus), agora Jesus cumpria o que disse a João, aparecendo-lhe fisicamente.

A esperança que Deus quer injetar no coração de João e a partir dele em todas as gerações futuras daqueles que cressem no evangelho é a razão dessa tremenda revelação.

Uma visão maravilhosíssima sobre fatos que ainda estavam por vir e uma resposta ao sofrimento humano, que desvendará o monstro, o leviatã mostrado a Jó no livro do testemunho de seus sofrimentos.
No livro de Jó vemos um homem santo, perdendo filhas e filhos, seus bens, sua saúde e honra, e quase sua sanidade. Deus RESPONDE pessoalmente os questionamentos de Jó e em meio à revelação de parte dos mistérios que envolvem a vida; Deus ordena-lhe olhar para um monstro que não existe. Ordena que ele contemple um Leviatã, e se admire de sua majestade. Deus lhe mostrou um ser que não conhecemos. O que também nos leva a perguntar... ora bolas...onde estava Jó... quando Deus lhe respondia...
O Leviatã é descrito como um dragão, exatamente esse que você vê nos filmes de fantasia:

Jó 40.11

Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
12 Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura.
13 Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada?
14 Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror.
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
22 No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.
23 Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
24 O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo. 25 Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
31 As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.


Jó não entende o que vê, nem eu, pra falar a verdade entenderia. Mas sabe que esse bicho medonho é só uma parte da história, criação divina que encanta ao próprio Deus, como demonstração de que existem coisas muito além da capacidade de sua compreensão que ainda estão por ser reveladas. Que Deus, que parecia tê-lo desprezado, era um Deus presente, partícipe, justo, de grandiosos mistérios e que ele não tinha idéia da grandeza de seu poder. “Eu faço coisas maravilhosas, eu estou no controle. O mundo não está entregue ao caos; vida, justiça, buscar a minha face, tudo isso não acontece em vão. Eu vejo o coração do homem. Eu vejo tudo. Eu vi tuas filhas morrerem, eu estava lá. Eu não te larguei as larvas. Eu não te criei pra morte.

Deus mostrava uma profecia para Jó. Uma parábola. Eu tenho um plano tão fantástico... tão maravilhoso quanto este animal.
Jó é profeta... consagrado aos nossos olhos ali naquela hora... Sua visão vem logo após uma teofania... semelhante ao Apocalipse, uma visão após uma teofania.

Quando Jó termina de ouvir as declarações de Deus e as visões, ele se ajoelha extasiado, compungido, quebrantado. Consolado.

Quando João chega ao final da visão estonteante, faz a mesma coisa. Ou tenta ao menos. Cai na gafe de confundir o anjo que lhe ministra a visão com Jesus, ou com o Espírito Santo e tenta lhe adorar, sendo impedido, logicamente.

Porém o efeito é o mesmo. Consolação, fortalecimento. Vai valer a pena, não desistam de viver. Não se cansem. Suas orações foram consideradas e estou realizando coisas maravilhosas a partir de minha igreja e dos corações que crêem em mim. Um novo universo está sendo gerado e vocês são participantes desta história de glória, desse triunfo magnífico, dessa mudança que está sendo operada pelas intercessões.
Apocalipse é a declaração de posse da terra antiga, do fim da guerra, da expulsão do mal e da derrota final do inimigo de nossas almas. Apocalipse se inicia com uma revelação e termina com uma festa. Há uma hora em que anjos se ajoelham diante da manifestação do poder de DEUS, reconhecendo que ele sabia o que estava fazendo desde o inicio.
Apocalipse ousa mostrar a própria morte, morrendo.

O tempo em Apocalipse flui de modo inconstante, ele não é considerado de um modo linear, não temos noção de quanto duram exatamente cada uma das coisas, mas uma ênfase na ordem em que as coisas acontecerão.
Como um filme, ele vai caminhando para um grande final, e ao apóstolo é dado o privilégio de contemplar o que vem depois que o universo físico deixa de existir.
O final de Apocalipse é impressionante. Em toda a magnificência dessa palavra.
O apóstolo Pedro recebera anteriormente uma revelação sobre o fim de todas as coisas; não digo o da terra, ou o da humanidade, porém muito além. Ele viu o cataclisma absoluto, o colapso do nosso universo inteiro.
O que resta depois que TUDO termina?
O que há além da dimensão visível, essa onde estão as estrelas, galáxias e nebulosas?
E quem poderia contemplar tal coisa e nos contar?
E vi um novo céu e uma nova terra vi”


João.
Apocalipse é o final da aventura iniciada em Genesis.
O que foi dito, será cumprido. O que foi perdido será reencontrado. O que foi morto, agora vivo para sempre, irá reclamar sua herança. Porque o TESTADOR reclama a herança que a priori devia compartilhar? Porque herança só é tem valor com testador morto, se o testador voltar a viver, é dele novamente, a morte não é levada em consideração. Ele distribuiu uma herança eterna, tudo o que o Pai possui.


O verbo grego kalýpto significa "cobrir", "esconder", "ocultar", "velar". Neste sentido ele é usado, por exemplo, em Lc 23,30 ou 2Cor 4,3. Aqui, Paulo diz: "Por conseguinte, se o nosso evangelho permanece velado (kekalymménon) está velado (kekalymménon) para aqueles que se perdem...".

Na LXX, kalypto é usado no mesmo sentido em Ex 24,15;27,2; Nm 9,15; 1Rs 19,13 e em muitos outros lugares. Ex 24,14 diz: "Depois, Moisés e Josué subiram à montanha. A nuvem cobriu (ekálypsen) a montanha". Nm 9,15 diz: "No dia em que foi levantada a Habitação, a Nuvem cobriu (ekálypsen) a Habitação, ou seja, a Tenda da Reunião...". O verbo hebraico assim traduzido é khâsah, "cobrir", "ocultar"[1].

A preposição grega apó indica um movimento de afastamento ou retirada de algo que está na parte externa de um objeto. Assim é usada em Mt 5,29: "Caso o teu olho direito te leve a pecar, arranca-o e lança-o para longe de ti (apó sou)".

Em hebraico, o verbo gâlâh é usado com o significado de "despir", "descobrir", "revelar", "desvelar". Ex 20,26 diz: "Nem subirás o degrau do meu altar, para que não se descubra (thigâleh) a tua nudez". E 1Sm 2,27: "Um homem de Deus veio a Eli e lhe disse: 'Assim diz Iahweh. Eis que me revelei (nighlêthî) à casa de teu pai...'".

Dn 2,29 usa o verbo gâlâh para a revelação do que deve acontecer: "Enquanto estavas sobre o teu leito, ó rei, acorriam-te os pensamentos sobre o que deveria acontecer no futuro, e aquele que revela (weghâlê') os mistérios te deu a conhecer o que deve acontecer".

LXX traduz o verbo gâlâh pelo grego apokalýptô, que significa "descobrir", "revelar", "desvelar", "retirar o véu".

O NT usa o mesmo verbo neste sentido. Mt 10,26, por exemplo: "Não tenhais medo deles, portanto. Pois nada há de encoberto que não venha a ser descoberto (apokalyfthêsetai)". Ou Lc 10,22: "Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar (apokalýpsai)".

Deste verbo deriva o substantivo feminino grego apokálypsis, "revelação", "apocalipse". Em Gl 2,2 Paulo diz a propósito de sua ida a Jerusalém: "Subi em virtude de uma revelação (apokálypsin)...". E o livro do Apocalipse começa assim: "Revelação (apokálypsis) de Jesus Cristo...".

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Estudo de Apocalipse

Introdução

E se pudéssemos conhecer o amanhã? O que muda nas nossas vidas em divisar o futuro da história, o futuro das coisas?
O propósito de uma revelação é a de iluminar nossos caminhos, envolvidos normalmente em trevas, uma ilustração sobre não saber sobre o que nos envolve, o desconhecido, que é a soma de tudo aquilo que ignoramos a respeito do universo, das regiões espirituais, dos propósitos por detrás das coisas. As Escrituras afirmam que nós nascemos e vivemos envoltos nessas trevas, mais que um símbolo para representar o maligno, representa aquilo que está oculto, aquilo que nós não sabemos. Mais de uma vez nas Escrituras é dito que Deus habita na escuridão, resplandece na escuridão, que a escuridão para ele é como a manhã. Porque não existem mistérios para Deus. Esse resplandecer significa que ele está revelando aquilo que está oculto e escondido. As trevas representam também o maligno, porque toda a esfera de atuação do mal ocorre de modo dissimulado, oculto. Não sabemos como o inferno faz aquilo que faz. O pai da mentira esconde seus propósitos, suas intenções, e os seus emissários se disfarçam, fugindo da luz do dia, que na verdade é a revelação divina. A verdade age como uma lanterna, iluminando as atividades do reino camuflado nas trevas.
Temos muitas perguntas a fazer sobre a viagem da existência humana. Sobre nós mesmos. O livro de apocalipse é em primeiro lugar, uma revelação. Apocalipse é a tradução da palavra revelação na língua grega. Significa “tirar o véu, descobrir, desvendar” O Livro de Apocalipse poderia ser chamado:
O livro da descoberta.
O livro do desvendamento.
O livro da revelação.
Ou Revelando mistérios.
Visão geral sobre o plano de Deus.
Sobre a eternidade, um panorama.
Segredos guardados no coração de Deus, contados para aqueles que o amam, com a finalidade de alertá-los sobre o universo espiritual que os envolve e sobre o desdobrar das coisas realizadas naquela tarde no calvário, até o final.

No centro da realidade do universo se levantou uma árvore morta com o salvador pregado nela. O cosmos mudou fruto do calvário. Mas quem estava morto, morto não continuou. O cosmos foi impactado pela ressurreição.
O universo que nos envolve se divide em três épocas: aquilo que já passou, aquilo que acontece agora e aquilo que um dia haverá de acontecer. A revelação dada por Jesus desvendará parte daquilo que estava oculto no passado, parte do que está oculto no presente e parte do que está por vir. Um manual da história da eternidade. Jesus irá abordar dois focos principais “as coisas que são” o presente e a realidade espiritual por detrás desse presente, o seu impacto na humanidade “as coisas que hão de vir” o futuro e a realidade espiritual futura, e seu impacto numa humanidade que ainda haveria de nascer.
O livro do desvendamento narra fatos sobre realidades que sequer sonhamos que pudessem existir. Conduz-nos a uma viagem até as coisas mais antigas, mais solenes, mais extraordinárias existentes na criação. Duas grandes características de Apocalipse: Ele é uma grande visão, fruto de imagens vistas pelo apóstolo João; e junto dessas imagens um texto, declarações proféticas. Imagem e ação (havia uma jogo com este nome), imagem e profecia.
Entender e discernir aquilo que outra pessoa viu é um exercício de imaginação. Parte do processo didático do Espírito de Deus é revelar mistérios através de imagens, essas que João teve o privilégio de ver. O que nós lemos é aquilo que ele conseguiu descrever. Os detalhes mais importantes, os que mais impressionaram o coração de João, são também as mais carregadas de significados. Para compreender parte do que via, João teve apoio de universitários (havia um jogo na televisão no programa Silvio Santos em que as pessoas sabatinadas podiam recorrer a ajuda de um grupo de universitários). Um anjo acompanhará João nessa viagem extraordinária esclarecendo parte das visões, inclusive deixando BEM CLARO sobre o que poderia ou não ser escrito sobre o que via. Há uma velha brincadeira que os professores, fazem com os alunos de Apocalipse que é perguntar: O que foi que os sete trovões, ou as sete vozes semelhantes a trovões disseram a João...;
Apocalipse é também uma escola DESPREZADA. Ele mostra a grandeza da operação dos dons espirituais, daquilo que o Espírito Santo pode traduzir sobre coisas que a igreja hoje desconhece. João é um profeta do Novo Testamento. Significa que estava debaixo da mesma esfera de atuação que NÓS ESTAMOS. Essa declaração do que nós SOMOS é uma das primeiras coisas ditas no livro. Não só uma única vez. Aquilo que aconteceu em Patmos pode ocorrer em qualquer igreja local. Se não temos revelações tão grandiosas, tão espetaculares, tão profundas, não é por questões de “fechamento do Canon” ou coisas relativa, é fruto da superficialidade da nossa fé, é fruto de nossa incapacidade em crer, em permitir uma operação mais ampla, mais perene, mais profunda dos aspectos proféticos inerentes ao corpo de Cristo.
O desejo do Espírito era encher o coração de sua Igreja de esperança e fé, de certeza sobre o cumprimento de promessas, diante de um tempo de grande tribulação que ainda estava para vir.
João era possivelmente o último apóstolo vivo de sua geração, estava ocultado em Patmos por alguma perseguição, ou preso pelo regime romano, tendo visto de perto o horror da morte de milhares de crentes. Diante de uma época de tanta incerteza Jesus irá cumprir uma antiga profecia particular dada a João. Ainda era um jovem, cercado pelos companheiros na escola apostólica um pouco após a ressurreição de Jesus, quando Jesus vira para Pedro e o chama em particular

14  E já era a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dentre os mortos.
15  E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
16  Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
17  Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
18  Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.
19  E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.
20  E Pedro, voltando-se, viu que o seguia aquele discípulo a quem Jesus amava, e que na ceia se recostara também sobre o seu peito, e que dissera: Senhor, quem é que te há de trair?
21  Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será?
22  Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. 23  Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não lhe disse que não morreria, mas: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti?

João estava vivo ainda, porém Pedro havia morrido. Paulo, Apolo, Lucas. Tiago, Judas, Filipe, Mateus. Maria, mãe de Jesus, todos haviam partido. Então acontece. João orava quando Jesus se manifesta de um modo muito espetacular. Nós dizemos que é uma visão. Mas veja que a visão realmente só irá ter início após ele terminar de ouvir o que Jesus tem a declarar-lhe.
Sempre pensamos sobre a possibilidade de Jesus vir ao mundo novamente na sua segunda vinda. Somente na segunda vinda. Porém, essa visita espetacular é para mim uma teofania. Teofania é um nome de origem teológica para designar a manifestação divina de modo físico, dentro da esfera no nosso universo físico. Diz-se da aparição do Deus a Abraaão, quando este vai até sua tenda com dois anjos e conversa inclusive com Sara, diz-se da aparição de Cristo a Josué antes da batalha contra Jericó, diz-se do momento em que o profeta Elias sai da caverna onde recebia uma revelação e vai ao encontro do Senhor que o aguarda do lado de fora no monte Horebe, diz-se do momento em que Deus passa na frente de Moisés, que é impedido de olhar diretamente na sua face, para não perecer pela grandeza de poder de sua presença. Moisés é protegido pelo poder de Deus para ter condições de se aproximar dele com um corpo mortal, coisa fabulosa já que é dito que Deus habita na luz inacessível mesmo para os Querubins. Jesus não é mais limitado ao espaço ou ao tempo após determinado instante em que ele ascendeu aos céus e RETOMOU sua glória.
Dez dias após a ressurreição de Jesus, algo de grande monta aconteceu nas dimensões celestiais. Na terra a igreja foi cheia do Espírito de Santo, recebendo Poder e Autoridade para testemunhar de sua fé, comunicando esse Espírito Santo aqueles que se aproximavam e criam no evangelho. Esse cumprimento de uma profecia antiga do livro de Joel apontava para alguma coisa estupenda, ocorrida na eternidade. Agora João via a Jesus Glorificado. E já fazia tempo, a ultima vez que João ficara assim tão perto de Jesus fora há 65 anos antes deste instante. Assim eu entendo, que semelhante ao velho sacerdote Ananias, que fora dito pelo Espírito Santo que não morreria até ver ao Cristo (Ananias toma ao bebe em suas mãos para apresentá-lo a Deus), agora Jesus cumpria o que disse a João, aparecendo-lhe fisicamente.

A esperança que Deus quer injetar no coração de João e a partir dele em todas as gerações futuras daqueles que cressem no evangelho é a razão dessa tremenda revelação.

Uma visão maravilhosíssima sobre fatos que ainda estavam por vir e uma resposta ao sofrimento humano, que desvendará o monstro, o leviatã mostrado a Jó no livro do testemunho de seus sofrimentos.
No livro de Jó vemos um homem santo, perdendo filhas e filhos, seus bens, sua saúde e honra, e quase sua sanidade. Deus RESPONDE pessoalmente os questionamentos de Jó e em meio à revelação de parte dos mistérios que envolvem a vida; Deus ordena-lhe olhar para um monstro que não existe. Ordena que ele contemple um Leviatã, e se admire de sua majestade. Deus lhe mostrou um ser que não conhecemos. O que também nos leva a perguntar... ora bolas...onde estava Jó... quando Deus lhe respondia...
O Leviatã é descrito como um dragão, exatamente esse que você vê nos filmes de fantasia:

Jó 40.11

Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
12 Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura.
13 Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada?
14 Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror.
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
22 No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.
23 Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
24 O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo. 25 Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
31 As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.


Jó não entende o que vê, nem eu, pra falar a verdade entenderia. Mas sabe que esse bicho medonho é só uma parte da história, criação divina que encanta ao próprio Deus, como demonstração de que existem coisas muito além da capacidade de sua compreensão que ainda estão por ser reveladas. Que Deus, que parecia tê-lo desprezado, era um Deus presente, partícipe, justo, de grandiosos mistérios e que ele não tinha idéia da grandeza de seu poder. “Eu faço coisas maravilhosas, eu estou no controle. O mundo não está entregue ao caos; vida, justiça, buscar a minha face, tudo isso não acontece em vão. Eu vejo o coração do homem. Eu vejo tudo. Eu vi tuas filhas morrerem, eu estava lá. Eu não te larguei as larvas. Eu não te criei pra morte.

Deus mostrava uma profecia para Jó. Uma parábola. Eu tenho um plano tão fantástico... tão maravilhoso quanto este animal.
Jó é profeta... consagrado aos nossos olhos ali naquela hora... Sua visão vem logo após uma teofania... semelhante ao Apocalipse, uma visão após uma teofania.

Quando Jó termina de ouvir as declarações de Deus e as visões, ele se ajoelha extasiado, compungido, quebrantado. Consolado.

Quando João chega ao final da visão estonteante, faz a mesma coisa. Ou tenta ao menos. Cai na gafe de confundir o anjo que lhe ministra a visão com Jesus, ou com o Espírito Santo e tenta lhe adorar, sendo impedido, logicamente.

Porém o efeito é o mesmo. Consolação, fortalecimento. Vai valer a pena, não desistam de viver. Não se cansem. Suas orações foram consideradas e estou realizando coisas maravilhosas a partir de minha igreja e dos corações que crêem em mim. Um novo universo está sendo gerado e vocês são participantes desta história de glória, desse triunfo magnífico, dessa mudança que está sendo operada pelas intercessões.
Apocalipse é a declaração de posse da terra antiga, do fim da guerra, da expulsão do mal e da derrota final do inimigo de nossas almas. Apocalipse se inicia com uma revelação e termina com uma festa. Há uma hora em que anjos se ajoelham diante da manifestação do poder de DEUS, reconhecendo que ele sabia o que estava fazendo desde o inicio.
Apocalipse ousa mostrar a própria morte, morrendo.

O tempo em Apocalipse flui de modo inconstante, ele não é considerado de um modo linear, não temos noção de quanto duram exatamente cada uma das coisas, mas uma ênfase na ordem em que as coisas acontecerão.
Como um filme, ele vai caminhando para um grande final, e ao apóstolo é dado o privilégio de contemplar o que vem depois que o universo físico deixa de existir.
O final de Apocalipse é impressionante. Em toda a magnificência dessa palavra.
O apóstolo Pedro recebera anteriormente uma revelação sobre o fim de todas as coisas; não digo o da terra, ou o da humanidade, porém muito além. Ele viu o cataclisma absoluto, o colapso do nosso universo inteiro.
O que resta depois que TUDO termina?
O que há além da dimensão visível, essa onde estão as estrelas, galáxias e nebulosas?
E quem poderia contemplar tal coisa e nos contar?
E vi um novo céu e uma nova terra vi”


João.
Apocalipse é o final da aventura iniciada em Genesis.
O que foi dito, será cumprido. O que foi perdido será reencontrado. O que foi morto, agora vivo para sempre, irá reclamar sua herança. Porque o TESTADOR reclama a herança que a priori devia compartilhar? Porque herança só é tem valor com testador morto, se o testador voltar a viver, é dele novamente, a morte não é levada em consideração. Ele distribuiu uma herança eterna, tudo o que o Pai possui.


O verbo grego kalýpto significa "cobrir", "esconder", "ocultar", "velar". Neste sentido ele é usado, por exemplo, em Lc 23,30 ou 2Cor 4,3. Aqui, Paulo diz: "Por conseguinte, se o nosso evangelho permanece velado (kekalymménon) está velado (kekalymménon) para aqueles que se perdem...".

Na LXX, kalypto é usado no mesmo sentido em Ex 24,15;27,2; Nm 9,15; 1Rs 19,13 e em muitos outros lugares. Ex 24,14 diz: "Depois, Moisés e Josué subiram à montanha. A nuvem cobriu (ekálypsen) a montanha". Nm 9,15 diz: "No dia em que foi levantada a Habitação, a Nuvem cobriu (ekálypsen) a Habitação, ou seja, a Tenda da Reunião...". O verbo hebraico assim traduzido é khâsah, "cobrir", "ocultar"[1].

A preposição grega apó indica um movimento de afastamento ou retirada de algo que está na parte externa de um objeto. Assim é usada em Mt 5,29: "Caso o teu olho direito te leve a pecar, arranca-o e lança-o para longe de ti (apó sou)".

Em hebraico, o verbo gâlâh é usado com o significado de "despir", "descobrir", "revelar", "desvelar". Ex 20,26 diz: "Nem subirás o degrau do meu altar, para que não se descubra (thigâleh) a tua nudez". E 1Sm 2,27: "Um homem de Deus veio a Eli e lhe disse: 'Assim diz Iahweh. Eis que me revelei (nighlêthî) à casa de teu pai...'".

Dn 2,29 usa o verbo gâlâh para a revelação do que deve acontecer: "Enquanto estavas sobre o teu leito, ó rei, acorriam-te os pensamentos sobre o que deveria acontecer no futuro, e aquele que revela (weghâlê') os mistérios te deu a conhecer o que deve acontecer".

LXX traduz o verbo gâlâh pelo grego apokalýptô, que significa "descobrir", "revelar", "desvelar", "retirar o véu".

O NT usa o mesmo verbo neste sentido. Mt 10,26, por exemplo: "Não tenhais medo deles, portanto. Pois nada há de encoberto que não venha a ser descoberto (apokalyfthêsetai)". Ou Lc 10,22: "Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar (apokalýpsai)".

Deste verbo deriva o substantivo feminino grego apokálypsis, "revelação", "apocalipse". Em Gl 2,2 Paulo diz a propósito de sua ida a Jerusalém: "Subi em virtude de uma revelação (apokálypsin)...". E o livro do Apocalipse começa assim: "Revelação (apokálypsis) de Jesus Cristo...".

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