Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados

Há um futuro maior que o nosso presente
Há algo espetacular, ainda não avistado,
Ainda não captado pelos sensores de nosso coração
E os tesouros que hoje possuimos
Serão multiplicados
E o fruto de nossa oração
Será confirmado
E voaremos, sim senhor.
Nem que seja
Nas costas de anjos.


There is a future bigger than our present
There is something spectacular, not yet sighted,
Although not captured by the sensors of our hearts
And the treasures that have now
Be multiplied
And the fruit of our prayer
Confirmed
And we'll fly, yes sir.
Even if it
On the back of angels.

Welington
publicado por wellcorp às 10:17 | link do post

Há um futuro maior que o nosso presente
Há algo espetacular, ainda não avistado,
Ainda não captado pelos sensores de nosso coração
E os tesouros que hoje possuimos
Serão multiplicados
E o fruto de nossa oração
Será confirmado
E voaremos, sim senhor.
Nem que seja
Nas costas de anjos.


There is a future bigger than our present
There is something spectacular, not yet sighted,
Although not captured by the sensors of our hearts
And the treasures that have now
Be multiplied
And the fruit of our prayer
Confirmed
And we'll fly, yes sir.
Even if it
On the back of angels.

Welington
publicado por wellcorp às 10:17 | link do post
O de sempre,
aprendiz de profeta, aluno aplicado das Escrituras e violeiro por vocação divina inalienável.

Em algum momento entre três apelos.
Essência
envolta em acréscimos lingüísticos pessoais.
Assim diz o Espírito de Deus:
De que adianta chamares para o batismo tantos,
Se pela manhã tu edificas,
Mas ao entardecer tu destróis?
Você anseia em ver um povo que seja mudado pelo meu Espírito,
Proclamas que sejam tomados pelo meu Espírito,
Incentiva para que obedeçam ao chamado de meu coração,
E ao entardecer dirás que minha igreja
Se assemelha á fezes,
Pregarás sobre o vomito,
E dirás que é numa enfermaria
Onde se vê do que é feito o homem,
Imagem e semelhança minha.
Teu chamado á humildade
não está de acordo
Com meu chamado na minha Palavra.
E compararás com as obras da Igreja.
Dirás que todo homem é torto,
Tu pregas dois evangelhos.
Em nome do equilíbrio,
Você aconselha coisas
Que jamais quis que você aconselhasse.
Eu te chamei para seres gentil.
Eu te chamei para que a tua língua fosse a pena
De um destro escritor.
Eu aceito tuas lágrimas e a tua sinceridade
mas tens desanimado minha amada,
espancado minha igreja,
para depois tentares fazer
que ela tenha força de caminhar?
Tens falado sobre prostituição e sobre adultério
na frente de crianças.
Tratado de assuntos que não deveriam ser tratados,
em tais horas e tais lugares.
Por anos você tem pregado sobre injustiças cometidas, falsos crentes,
falsas igrejas, falsos ministérios.
Por anos tens misturado tristeza e alegria, indignação e lamento
com pregações sobre uma fé poderosa.
Numa mesma mensagem tu gritas indignado sobre a barbárie humana,
e na mesma mensagem tu convida minha filha, entristecida com tuas lamentações
Para dar os braços a mim e a voar.
Tu cantas alegremente e depois fala de coisas lamentáveis.
Tu grita para que a igreja tenha uma fé verdadeira.
Mas não antes que a chame pra se arrastar.
Eu te chamei e vocacionei com uma mensagem de alegria.
Eu te chamei para firmardes a fé da minha igreja.
Tu hoje a convidas para ser batizada com Espírito Santo.
Amanhã tu falarás mal dos dons.
Tu não fala sobre visões. Tu nunca as guardaste no coração.
Tu não lembras de revelações. Tu lembra das mentiras sobre revelações.
Tu não sabes sobe os sonhos dos teus adolescentes.
Tu não sabes sobre as visões que tenho dado aos jovens.
Eu falo em sonhos. Eu dou visões. E nenhuma delas fazem parte
dos exemplos de tuas pregações.
Pra que chamas as pessoas ao batismo com espírito se não incentivarás
ao meu povo a crer nas minhas revelações?
Quando tu e um grupo, ouvistes minha orientação e fizestes, tu e este grupo,
segundo minha revelação?
Eu tenho falado. Embora a carne tenha se manifestado, inclusive hoje pela manhã, com palavras que
não vieram de mim, tu sabes,
Eu quero falar.
E te falo agora.
Enche de fé o coração de minha amada.
Enche de esperança o coração dos pequeninos.
Toma cuidado com tuas brincadeiras.
Eu me alegro na tua alegria, que vem de mim,
mas te ordeno que te portes com pureza.
Que tua palavra, gestos e postura diante de mim
sejam sem nenhuma indignidade.
Não me importo em andares descalço
mas retiro de ti a unção,
no culto em que tu falares
inapropriadamente diante de mim.
Tu és um evangelista,
mas quando tiveres diante da minha igreja
te porta como um mestre
aumenta teu ensino
Pela doçura das tuas palavras.
Acresce mel, meu filho
A tua pregação.
Chama minha igreja
A autoridade e a unção,
Cuida para Consolar,Edificar, Proteger, Abençoar.
Olha para minha filha como eu a vejo.
Olha para os pendentes e para as jóias,
olha para os milagres diante dos teus olhos
Ama minha filha,
Como tua filha.
Ama meu povo,
E afaga como uma criança.

Não permita tua próxima pregação
destrua a semente de fé e certeza
Que ontem tua mão
debaixo de minha mão
Semeou.

14/09/2008 Welington José Ferreira, segundo o que já deveria ter dito. Com certo atraso.
publicado por wellcorp às 10:06 | link do post
O de sempre,
aprendiz de profeta, aluno aplicado das Escrituras e violeiro por vocação divina inalienável.

Em algum momento entre três apelos.
Essência
envolta em acréscimos lingüísticos pessoais.
Assim diz o Espírito de Deus:
De que adianta chamares para o batismo tantos,
Se pela manhã tu edificas,
Mas ao entardecer tu destróis?
Você anseia em ver um povo que seja mudado pelo meu Espírito,
Proclamas que sejam tomados pelo meu Espírito,
Incentiva para que obedeçam ao chamado de meu coração,
E ao entardecer dirás que minha igreja
Se assemelha á fezes,
Pregarás sobre o vomito,
E dirás que é numa enfermaria
Onde se vê do que é feito o homem,
Imagem e semelhança minha.
Teu chamado á humildade
não está de acordo
Com meu chamado na minha Palavra.
E compararás com as obras da Igreja.
Dirás que todo homem é torto,
Tu pregas dois evangelhos.
Em nome do equilíbrio,
Você aconselha coisas
Que jamais quis que você aconselhasse.
Eu te chamei para seres gentil.
Eu te chamei para que a tua língua fosse a pena
De um destro escritor.
Eu aceito tuas lágrimas e a tua sinceridade
mas tens desanimado minha amada,
espancado minha igreja,
para depois tentares fazer
que ela tenha força de caminhar?
Tens falado sobre prostituição e sobre adultério
na frente de crianças.
Tratado de assuntos que não deveriam ser tratados,
em tais horas e tais lugares.
Por anos você tem pregado sobre injustiças cometidas, falsos crentes,
falsas igrejas, falsos ministérios.
Por anos tens misturado tristeza e alegria, indignação e lamento
com pregações sobre uma fé poderosa.
Numa mesma mensagem tu gritas indignado sobre a barbárie humana,
e na mesma mensagem tu convida minha filha, entristecida com tuas lamentações
Para dar os braços a mim e a voar.
Tu cantas alegremente e depois fala de coisas lamentáveis.
Tu grita para que a igreja tenha uma fé verdadeira.
Mas não antes que a chame pra se arrastar.
Eu te chamei e vocacionei com uma mensagem de alegria.
Eu te chamei para firmardes a fé da minha igreja.
Tu hoje a convidas para ser batizada com Espírito Santo.
Amanhã tu falarás mal dos dons.
Tu não fala sobre visões. Tu nunca as guardaste no coração.
Tu não lembras de revelações. Tu lembra das mentiras sobre revelações.
Tu não sabes sobe os sonhos dos teus adolescentes.
Tu não sabes sobre as visões que tenho dado aos jovens.
Eu falo em sonhos. Eu dou visões. E nenhuma delas fazem parte
dos exemplos de tuas pregações.
Pra que chamas as pessoas ao batismo com espírito se não incentivarás
ao meu povo a crer nas minhas revelações?
Quando tu e um grupo, ouvistes minha orientação e fizestes, tu e este grupo,
segundo minha revelação?
Eu tenho falado. Embora a carne tenha se manifestado, inclusive hoje pela manhã, com palavras que
não vieram de mim, tu sabes,
Eu quero falar.
E te falo agora.
Enche de fé o coração de minha amada.
Enche de esperança o coração dos pequeninos.
Toma cuidado com tuas brincadeiras.
Eu me alegro na tua alegria, que vem de mim,
mas te ordeno que te portes com pureza.
Que tua palavra, gestos e postura diante de mim
sejam sem nenhuma indignidade.
Não me importo em andares descalço
mas retiro de ti a unção,
no culto em que tu falares
inapropriadamente diante de mim.
Tu és um evangelista,
mas quando tiveres diante da minha igreja
te porta como um mestre
aumenta teu ensino
Pela doçura das tuas palavras.
Acresce mel, meu filho
A tua pregação.
Chama minha igreja
A autoridade e a unção,
Cuida para Consolar,Edificar, Proteger, Abençoar.
Olha para minha filha como eu a vejo.
Olha para os pendentes e para as jóias,
olha para os milagres diante dos teus olhos
Ama minha filha,
Como tua filha.
Ama meu povo,
E afaga como uma criança.

Não permita tua próxima pregação
destrua a semente de fé e certeza
Que ontem tua mão
debaixo de minha mão
Semeou.

14/09/2008 Welington José Ferreira, segundo o que já deveria ter dito. Com certo atraso.
publicado por wellcorp às 10:06 | link do post


11/08/2000 - Sobre Caingangues e Jineteras

Contou-me um fazendeiro da região de Dourados, Mato Grosso do Sul. Índios bêbados encontraram duas prostitutas num bar e acabaram por estuprá-las. Na delegacia, o delegado perguntou a uma delas, ou ao que dela restava:

- Quantos foram?
- Não sei, Doutor
- respondeu a menina - Contei até 25.

O delegado, sem poder prender uma tribo toda, tratou de conseguir um ônibus e mandar os índios de volta à reserva. O relato parece retirado de uma página de García Márquez, aquele compadre de Fidel Castro. Mas meu interlocutor não era chegado à literatura fantástica.

Lembrei do episódio, ao ler uma série de reportagens em edições da Zero Hora desta semana. Se tais fatos são concebíveis em regiões isoladas do país, habitadas por selvagens, mais difícil é imaginar tais estupros no Rio Grande do Sul. E, no entanto, lá está o relato de Carlos Wagner, sobre esta prática ritual dos caingangues, o puxirão.

A iniciação da prostituta indígena freqüentemente ocorre por meio de um ritual chamado pelos caingangues de "puxirão das macegas". A expressão, equivalente a mutirão, denomina a formação de um grupo de jovens embriagados para estuprar a jovem. (...) O grupo se reúne e escolhe uma menina para atacar, geralmente filha de um desafeto do cacique. Enquanto a família da escolhida é mantida sob vigilância armada, a jovem é estuprada em meio a arbustos. Nas semanas seguintes, de duas em duas noites, uma fila de meninos se formará na porta da casa da garota. Um a um, eles a estupram. Muitas vão para o hospital. No início de julho, uma garota de doze anos foi medicada devido aos ferimentos nos órgãos sexuais.

Uma estranha aliança traçará o destino da menina violentada. O medo da família de denunciar o estupro e a dependência econômica e política em relação aos líderes se unem, e o episódio é esquecido. Resta à garota a prostituição como forma de vida, porque nenhum homem da tribo irá casar-se com ela. (...) Um líder indígena de Cacique Doble costuma justificar o ritual:

- Antes de as nossas mulheres serem dos brancos, elas precisam ser nossas.

Estupro brutal, coletivo, continuado. Com agenda e data certa: duas vezes por semana os brutos voltam a massacrar a menina. Onde andarão as aguerridas feministas, tão preocupadas com assédio sexual? E os defensores dos direitos humanos? E o sedizente governo "popular e democrático do Rio Grande do Sul"? Que é feito do valente secretário de Justiça, o ex-juiz Paulo Bisol? Pelo jeito, continuam silentes, desde que o cacique Paulinho Paiakan - o homem que pode salvar a humanidade, segundo a imprensa americana - estuprou barbaramente uma professora, com o auxílio de sua mulher, Irekran. Julgado e absolvido, julgado novamente e desta vez condenado, o cacique caiapó continua livre como um passarinho em sua reserva. São índios, podem estuprar à vontade, com data e hora marcada.

Se no Rio Grande do Sul as meninas caingangues são constrangidas à prostituição para sobreviver, em Cuba o caso é um pouco diferente. Prostituição não é questão privada, mas de Estado. Não há turista que desconheça as virtudes das jineteras, esta versão caribenha do antigo ofício. Em um discurso para a Assembléia Nacional, em 1992, Castro dizia:

"Não existe mulher forçada a vender-se para um homem, para um estrangeiro, para um turista. Aquelas que o fazem, fazem-no de própria vontade, voluntariamente e sem necessidade disso. Podemos dizer que elas são jineteras altamente educadas e muito saudáveis, pois somos um país com o mais baixo número de casos de AIDS... Em verdade, não há turismo mais saudável que o de Cuba".

De lá para cá, estrangeiros do mundo todo acorreram com seus dólares para prestigiar o turismo saudável apregoado pelo Comandante Máximo.

E por que jineteras? Quem nos explica é a jornalista Silvana Paternostro, do New Republic. Prostituta denota vitimização. Call girl sugere alta sociedade. Jineteras soa melhor. "Enfermeiras, dentistas, nutricionistas, advogadas, professoras, universitárias, elas circulam pela cidade vestidas com Lycra amarela, púrpura ou preta, esperando encontrar estrangeiros. Economicamente, suas duplas vidas fazem sentido. Professoras e funcionárias da saúde, o orgulho da revolução, recebem salários muito miseráveis para colocar carne na mesa de jantar. Por outro lado, entretendo um estrangeiro, compram carne de porco e frango, e mesmo lagosta e vinho - isso sem falar em roupas, sapatos, perfumes, moeda forte e a possibilidade de namoro, casamento e uma vida na Itália ou Espanha".

Sem falar que o novo eufemismo dá a idéia de alguém que doma um animal. Um estudo feito pela Universidade de Havana concluiu ser impossível determinar o número de prostitutas no país. Jinetear tornou-se algo tão banal como ir à praia ou ao cinema.

As facilidades que a prostituição traz parecem estar produzindo efeitos sociais e ideológicos sobre os quais o governo perdeu o controle. Ainda segundo a repórter, as Brigadas Especiais da Polícia Revolucionária Nacional, acusando as moças de agredir al extranjero, passaram a proibir suas atividades. Não por razões éticas. O Estado quer as jineteras colhendo dólares para a revolução e não para si mesmas e seus gastos frívolos. Más novas para os turistas em busca de sexo barato. As antigas "promotoras de turismo" voltaram a ser prostitutas e como tal reprimidas. No início do século, Lênin definiu o anarquismo como a doença infantil do comunismo. O final do século encontrou sua doença senil, o proxenetismo.

Estupros coletivos aqui, Estado proxeneta lá. Algo em comum têm os dois fenômenos: humanista algum de plantão ousará condenar estas práticas dos caciques caingangues ou do cacique cubano. Estão acima de qualquer lei.

Janer Cristaldo

publicado por wellcorp às 18:30 | link do post


11/08/2000 - Sobre Caingangues e Jineteras

Contou-me um fazendeiro da região de Dourados, Mato Grosso do Sul. Índios bêbados encontraram duas prostitutas num bar e acabaram por estuprá-las. Na delegacia, o delegado perguntou a uma delas, ou ao que dela restava:

- Quantos foram?
- Não sei, Doutor
- respondeu a menina - Contei até 25.

O delegado, sem poder prender uma tribo toda, tratou de conseguir um ônibus e mandar os índios de volta à reserva. O relato parece retirado de uma página de García Márquez, aquele compadre de Fidel Castro. Mas meu interlocutor não era chegado à literatura fantástica.

Lembrei do episódio, ao ler uma série de reportagens em edições da Zero Hora desta semana. Se tais fatos são concebíveis em regiões isoladas do país, habitadas por selvagens, mais difícil é imaginar tais estupros no Rio Grande do Sul. E, no entanto, lá está o relato de Carlos Wagner, sobre esta prática ritual dos caingangues, o puxirão.

A iniciação da prostituta indígena freqüentemente ocorre por meio de um ritual chamado pelos caingangues de "puxirão das macegas". A expressão, equivalente a mutirão, denomina a formação de um grupo de jovens embriagados para estuprar a jovem. (...) O grupo se reúne e escolhe uma menina para atacar, geralmente filha de um desafeto do cacique. Enquanto a família da escolhida é mantida sob vigilância armada, a jovem é estuprada em meio a arbustos. Nas semanas seguintes, de duas em duas noites, uma fila de meninos se formará na porta da casa da garota. Um a um, eles a estupram. Muitas vão para o hospital. No início de julho, uma garota de doze anos foi medicada devido aos ferimentos nos órgãos sexuais.

Uma estranha aliança traçará o destino da menina violentada. O medo da família de denunciar o estupro e a dependência econômica e política em relação aos líderes se unem, e o episódio é esquecido. Resta à garota a prostituição como forma de vida, porque nenhum homem da tribo irá casar-se com ela. (...) Um líder indígena de Cacique Doble costuma justificar o ritual:

- Antes de as nossas mulheres serem dos brancos, elas precisam ser nossas.

Estupro brutal, coletivo, continuado. Com agenda e data certa: duas vezes por semana os brutos voltam a massacrar a menina. Onde andarão as aguerridas feministas, tão preocupadas com assédio sexual? E os defensores dos direitos humanos? E o sedizente governo "popular e democrático do Rio Grande do Sul"? Que é feito do valente secretário de Justiça, o ex-juiz Paulo Bisol? Pelo jeito, continuam silentes, desde que o cacique Paulinho Paiakan - o homem que pode salvar a humanidade, segundo a imprensa americana - estuprou barbaramente uma professora, com o auxílio de sua mulher, Irekran. Julgado e absolvido, julgado novamente e desta vez condenado, o cacique caiapó continua livre como um passarinho em sua reserva. São índios, podem estuprar à vontade, com data e hora marcada.

Se no Rio Grande do Sul as meninas caingangues são constrangidas à prostituição para sobreviver, em Cuba o caso é um pouco diferente. Prostituição não é questão privada, mas de Estado. Não há turista que desconheça as virtudes das jineteras, esta versão caribenha do antigo ofício. Em um discurso para a Assembléia Nacional, em 1992, Castro dizia:

"Não existe mulher forçada a vender-se para um homem, para um estrangeiro, para um turista. Aquelas que o fazem, fazem-no de própria vontade, voluntariamente e sem necessidade disso. Podemos dizer que elas são jineteras altamente educadas e muito saudáveis, pois somos um país com o mais baixo número de casos de AIDS... Em verdade, não há turismo mais saudável que o de Cuba".

De lá para cá, estrangeiros do mundo todo acorreram com seus dólares para prestigiar o turismo saudável apregoado pelo Comandante Máximo.

E por que jineteras? Quem nos explica é a jornalista Silvana Paternostro, do New Republic. Prostituta denota vitimização. Call girl sugere alta sociedade. Jineteras soa melhor. "Enfermeiras, dentistas, nutricionistas, advogadas, professoras, universitárias, elas circulam pela cidade vestidas com Lycra amarela, púrpura ou preta, esperando encontrar estrangeiros. Economicamente, suas duplas vidas fazem sentido. Professoras e funcionárias da saúde, o orgulho da revolução, recebem salários muito miseráveis para colocar carne na mesa de jantar. Por outro lado, entretendo um estrangeiro, compram carne de porco e frango, e mesmo lagosta e vinho - isso sem falar em roupas, sapatos, perfumes, moeda forte e a possibilidade de namoro, casamento e uma vida na Itália ou Espanha".

Sem falar que o novo eufemismo dá a idéia de alguém que doma um animal. Um estudo feito pela Universidade de Havana concluiu ser impossível determinar o número de prostitutas no país. Jinetear tornou-se algo tão banal como ir à praia ou ao cinema.

As facilidades que a prostituição traz parecem estar produzindo efeitos sociais e ideológicos sobre os quais o governo perdeu o controle. Ainda segundo a repórter, as Brigadas Especiais da Polícia Revolucionária Nacional, acusando as moças de agredir al extranjero, passaram a proibir suas atividades. Não por razões éticas. O Estado quer as jineteras colhendo dólares para a revolução e não para si mesmas e seus gastos frívolos. Más novas para os turistas em busca de sexo barato. As antigas "promotoras de turismo" voltaram a ser prostitutas e como tal reprimidas. No início do século, Lênin definiu o anarquismo como a doença infantil do comunismo. O final do século encontrou sua doença senil, o proxenetismo.

Estupros coletivos aqui, Estado proxeneta lá. Algo em comum têm os dois fenômenos: humanista algum de plantão ousará condenar estas práticas dos caciques caingangues ou do cacique cubano. Estão acima de qualquer lei.

Janer Cristaldo

publicado por wellcorp às 18:30 | link do post
Sobre certa discussão sobre textos originais da bíblia. Uma demonstração do que a soberba intelectual pode fazer com o ser humano.
A erudição era para servir como ferramenta, não como norma. A essencialidade da erudição não é solicitada em nenhum instante como base para a fé genuína, ou para a ACEITAÇÃO de determinada tradução bíblica. O estudo e a crítica das Escrituras através de metodologias linguísticas, socio-literárias, histórico-comparativas e o domínio do grego ou hebraico são colheres de madeira, quando comparados a um coração cheio de fé e com experiencias genuínas com o autor das Escrituras, como base para interpretação correta do texto bíblico. Mesmo a aceitação deste ou daquele manuscrito só tem valor quando separados através de oração, meditação e comunhão com Deus. Sem a manifestação e orientação do Espírito Santo a análise das Escrituras é destituida de qualquer tipo de valor. Um homem que substituir a orientação do Espírito de Deus pela erudição é sem sombra de dúvida, o mais miserável de todos os seres. Não me refiro a pessoa que escreveu tal texto, mas ao espirito do texto, que representa de modo magistral a alma de muitos teólogos e mestres da atualidade.
Uma obra-prima, um conto de terror moderno sobre a soberba de muitos mestres...






"Você tem diploma de doutorado de Teologia em seminário internacionalmente renomado? Ou tem mestrado? Ou tem, pelo menos, bacharelado? Você lê grego e hebraico com absoluto domínio, como nossos grandes eruditos? Você tem especialização em Manuscritologia Bíblica? Quantas centenas de manuscritos você já examinou pessoalmente, tocando neles? Você tem fotocópias de quantos milhares de páginas de manuscritos, que estudou e colatou cuidadosamente? Você tem especialização em Baixa Crítica? Você é algum tipo de Indiana Jones e tem um revolucionário achado de Arqueologia? Bem, se sua resposta é não a pelo menos uma dessas perguntas, então quem é você para ousar enfrentar a erudição modernamente estabelecida, e ousar duvidar da esmagadora maioria dos modernos críticos textuais? Pode você provar, com provas indiscutíveis (científicas, tecnológicas, de métodos, nada doutrinário e fanático!), que não é o Texto Receptus ou Majoritário que acrescentou a e adulterou o texto original, e que não é o Texto Crítico que melhor o representa? Ora, recolha-se à sua insignificância!"




About some discussion of original texts of the Bible. A demonstration of the intellectual arrogance can do with humans.

The scholarship was to serve as a tool, not as standard. The essence of scholarship is not requested at any moment as the basis for genuine faith, or the acceptance of certain Bible translation. The study and criticism of Scripture through methodologies language, socio-literary, historical, comparative and mastery of Greek and Hebrew are wooden spoons, compared with a heart full of faith and genuine experiences with the author of the Scriptures as a basis for correct interpretation of the biblical text. Even the acceptance of this or that manuscript only has value when separated through prayer, meditation and communion with God. Without the demonstration and guidance of the Holy Scriptures of the analysis is devoid of any value. A man to replace the guidance of the Spirit of God for the scholarship is without a doubt the most miserable of all beings. I do not mean the person who wrote this text, but the spirit of the text, which is so masterful soul of many theologians and teachers of today.

A masterpiece, a modern tale of terror on the pride of many masters ...




"You have a Ph.D. degree in theology in seminary internationally renowned? Or a master's degree? Or do you have at least bachelor's degree? You read Greek and Hebrew with absolute dominion, as our great scholars' Do you have expertise in Biblical Manuscritologia How many hundreds of manuscripts you have personally examined, touching them? Do you have copies of many thousands of pages of manuscripts, who has studied carefully and cholate Do you have expertise in Lower Critical? Are you some kind of Indiana Jones and has a revolutionary finding of archeology? Well, if your answer is not the least of these questions, then who are you to dare to confront the modern scholarship established, and dare to doubt the overwhelming majority of modern textual critics' Can you prove with hard evidence (science, technology, methods, nothing doctrinaire fanatic!), which is not the Textus Receptus or Majority who added to and misrepresented the original text, and that is not the Critical Text that best represent? however, retire to their insignificance! "
publicado por wellcorp às 18:48 | link do post
Sobre certa discussão sobre textos originais da bíblia. Uma demonstração do que a soberba intelectual pode fazer com o ser humano.
A erudição era para servir como ferramenta, não como norma. A essencialidade da erudição não é solicitada em nenhum instante como base para a fé genuína, ou para a ACEITAÇÃO de determinada tradução bíblica. O estudo e a crítica das Escrituras através de metodologias linguísticas, socio-literárias, histórico-comparativas e o domínio do grego ou hebraico são colheres de madeira, quando comparados a um coração cheio de fé e com experiencias genuínas com o autor das Escrituras, como base para interpretação correta do texto bíblico. Mesmo a aceitação deste ou daquele manuscrito só tem valor quando separados através de oração, meditação e comunhão com Deus. Sem a manifestação e orientação do Espírito Santo a análise das Escrituras é destituida de qualquer tipo de valor. Um homem que substituir a orientação do Espírito de Deus pela erudição é sem sombra de dúvida, o mais miserável de todos os seres. Não me refiro a pessoa que escreveu tal texto, mas ao espirito do texto, que representa de modo magistral a alma de muitos teólogos e mestres da atualidade.
Uma obra-prima, um conto de terror moderno sobre a soberba de muitos mestres...






"Você tem diploma de doutorado de Teologia em seminário internacionalmente renomado? Ou tem mestrado? Ou tem, pelo menos, bacharelado? Você lê grego e hebraico com absoluto domínio, como nossos grandes eruditos? Você tem especialização em Manuscritologia Bíblica? Quantas centenas de manuscritos você já examinou pessoalmente, tocando neles? Você tem fotocópias de quantos milhares de páginas de manuscritos, que estudou e colatou cuidadosamente? Você tem especialização em Baixa Crítica? Você é algum tipo de Indiana Jones e tem um revolucionário achado de Arqueologia? Bem, se sua resposta é não a pelo menos uma dessas perguntas, então quem é você para ousar enfrentar a erudição modernamente estabelecida, e ousar duvidar da esmagadora maioria dos modernos críticos textuais? Pode você provar, com provas indiscutíveis (científicas, tecnológicas, de métodos, nada doutrinário e fanático!), que não é o Texto Receptus ou Majoritário que acrescentou a e adulterou o texto original, e que não é o Texto Crítico que melhor o representa? Ora, recolha-se à sua insignificância!"




About some discussion of original texts of the Bible. A demonstration of the intellectual arrogance can do with humans.

The scholarship was to serve as a tool, not as standard. The essence of scholarship is not requested at any moment as the basis for genuine faith, or the acceptance of certain Bible translation. The study and criticism of Scripture through methodologies language, socio-literary, historical, comparative and mastery of Greek and Hebrew are wooden spoons, compared with a heart full of faith and genuine experiences with the author of the Scriptures as a basis for correct interpretation of the biblical text. Even the acceptance of this or that manuscript only has value when separated through prayer, meditation and communion with God. Without the demonstration and guidance of the Holy Scriptures of the analysis is devoid of any value. A man to replace the guidance of the Spirit of God for the scholarship is without a doubt the most miserable of all beings. I do not mean the person who wrote this text, but the spirit of the text, which is so masterful soul of many theologians and teachers of today.

A masterpiece, a modern tale of terror on the pride of many masters ...




"You have a Ph.D. degree in theology in seminary internationally renowned? Or a master's degree? Or do you have at least bachelor's degree? You read Greek and Hebrew with absolute dominion, as our great scholars' Do you have expertise in Biblical Manuscritologia How many hundreds of manuscripts you have personally examined, touching them? Do you have copies of many thousands of pages of manuscripts, who has studied carefully and cholate Do you have expertise in Lower Critical? Are you some kind of Indiana Jones and has a revolutionary finding of archeology? Well, if your answer is not the least of these questions, then who are you to dare to confront the modern scholarship established, and dare to doubt the overwhelming majority of modern textual critics' Can you prove with hard evidence (science, technology, methods, nothing doctrinaire fanatic!), which is not the Textus Receptus or Majority who added to and misrepresented the original text, and that is not the Critical Text that best represent? however, retire to their insignificance! "
publicado por wellcorp às 18:48 | link do post
Páscoa vem de Pessah (hebraico), passagem. Ela foi concedida por Deus como uma celebração, ás vésperas da saída dos israelitas do Egito. Ela indicava o futuro próximo, dois ou mais dias depois, quando segundo as Escrituras, uma nação passaria pelo meio do mar, numa passagem formada pelo inexplicável. Muralhas de água, ruído de carroças; choro de crianças e uma inquietante viagem no fundo do mar. Um cordeiro seria morto dois dias antes, seu sangue serviria de tinta para portas de casas humildes, um banquete familiar seria realizado. Passagem é uma palavra que nos lembra viagem. Lembra o bilhete do metro. Lembra-nos de transição, como da infância para a adolescência, da adolescência para a vida adulta. Várias tribos possuem ritos de passagem. Quando jovens realizam tarefas que os tornam guerreiros. Lembra casamento, ou união, quando o solteiro se torna casado. Lembra a entrega da tocha olímpica e aquela modalidade de corrida em que o bastão é passado de mão em mão. Lembra uma estrada, uma porta, uma entrada ou saída. Lembra uma ponte. Antigo filme me que os soldados ingleses capturados são obrigados a construir uma ponte pelos japoneses e se recusam a construir uma porcaria, mudando o seu projeto. Lembra a fuga da nova família da noviça rebelde da Áustria dominada pelos nazistas.
Quando João, aquele o tal do Batista, profeta- a profissão mais mal paga da terra, comedor de gafanhotos e mel, o tal profeta-do-deserto-em-algum-lugar-às-margens-do-Jordão, grita para o cabra nazareno, o tal Jesus, chamado Cristo, recém batizado: - Eis o cordeiro que tira o pecado do mundo!
Estava recomeçando a tal história da passagem. Como se dissesse que uma porta estava para ser aberta, uma ponte para ser firmada entre o mundo e o desconhecido. Sangue derramado iria haver (o Yoda de Star Wars fala assim). Que representava realidades impressionantes. O cordeiro imolado por Moisés deu início a um espetáculo de libertação, a mudança da história de uma nação. O crucificado rejeitou a sua morte injusta. O primeiro cordeiro, o da primeira páscoa, tadinho, morreu. E permaneceu morto. Porém quem dele se alimentou, testemunhou o impossível. O segundo se revoltou contra sua condição. A ressurreição é a revolta do sacrifício. Se um sacrifício tivesse voz, o que diria? Ei! Vão matar a mãe de vocês, cambada de assa...e outros impropérios quaisquer. Jesus é o cordeiro que reclamou. A ressurreição é essa voz, e o início de uma grande aventura. Anos depois um outro profeta, outro João, vê o significado da passagem. Passagem pra onde? Passagem para o quê? João vê, sente, percebe e grita o resultado da páscoa revisada:
- E vi um novo céu e uma nova terra vi...
Esse era o lugar. Jesus era a passagem, a ponte, o caminho, a estrada. Passagem para um novo universo, um novo céu e uma nova terra, que em breve haverão de chegar...

É dessa passagem, que a páscoa fala...quem deste cordeiro se alimentar...receberá condição
de ser chamado filho de Deus...e passará...


Feliz Páscoa.


Para Michele & Eduardo Gomes


Welington J Ferreira
publicado por wellcorp às 13:52 | link do post
Páscoa vem de Pessah (hebraico), passagem. Ela foi concedida por Deus como uma celebração, ás vésperas da saída dos israelitas do Egito. Ela indicava o futuro próximo, dois ou mais dias depois, quando segundo as Escrituras, uma nação passaria pelo meio do mar, numa passagem formada pelo inexplicável. Muralhas de água, ruído de carroças; choro de crianças e uma inquietante viagem no fundo do mar. Um cordeiro seria morto dois dias antes, seu sangue serviria de tinta para portas de casas humildes, um banquete familiar seria realizado. Passagem é uma palavra que nos lembra viagem. Lembra o bilhete do metro. Lembra-nos de transição, como da infância para a adolescência, da adolescência para a vida adulta. Várias tribos possuem ritos de passagem. Quando jovens realizam tarefas que os tornam guerreiros. Lembra casamento, ou união, quando o solteiro se torna casado. Lembra a entrega da tocha olímpica e aquela modalidade de corrida em que o bastão é passado de mão em mão. Lembra uma estrada, uma porta, uma entrada ou saída. Lembra uma ponte. Antigo filme me que os soldados ingleses capturados são obrigados a construir uma ponte pelos japoneses e se recusam a construir uma porcaria, mudando o seu projeto. Lembra a fuga da nova família da noviça rebelde da Áustria dominada pelos nazistas.
Quando João, aquele o tal do Batista, profeta- a profissão mais mal paga da terra, comedor de gafanhotos e mel, o tal profeta-do-deserto-em-algum-lugar-às-margens-do-Jordão, grita para o cabra nazareno, o tal Jesus, chamado Cristo, recém batizado: - Eis o cordeiro que tira o pecado do mundo!
Estava recomeçando a tal história da passagem. Como se dissesse que uma porta estava para ser aberta, uma ponte para ser firmada entre o mundo e o desconhecido. Sangue derramado iria haver (o Yoda de Star Wars fala assim). Que representava realidades impressionantes. O cordeiro imolado por Moisés deu início a um espetáculo de libertação, a mudança da história de uma nação. O crucificado rejeitou a sua morte injusta. O primeiro cordeiro, o da primeira páscoa, tadinho, morreu. E permaneceu morto. Porém quem dele se alimentou, testemunhou o impossível. O segundo se revoltou contra sua condição. A ressurreição é a revolta do sacrifício. Se um sacrifício tivesse voz, o que diria? Ei! Vão matar a mãe de vocês, cambada de assa...e outros impropérios quaisquer. Jesus é o cordeiro que reclamou. A ressurreição é essa voz, e o início de uma grande aventura. Anos depois um outro profeta, outro João, vê o significado da passagem. Passagem pra onde? Passagem para o quê? João vê, sente, percebe e grita o resultado da páscoa revisada:
- E vi um novo céu e uma nova terra vi...
Esse era o lugar. Jesus era a passagem, a ponte, o caminho, a estrada. Passagem para um novo universo, um novo céu e uma nova terra, que em breve haverão de chegar...

É dessa passagem, que a páscoa fala...quem deste cordeiro se alimentar...receberá condição
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Eu já disse que você é demais, mas, não custa nadi...
Você é um ser lindo!
tudo precisa de fundamento:oque significa raiz ori...
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You pretty much said what i could not effectively ...
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Maneiro!
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