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Era uma vez um sapo feito de alguma coisa
Que se assemelhava a pelucia
E era muito, muito chato
E impertinente
E isolente,
Era uma vez um sapo mafioso

Irritadiço e desaforado
Encrequeiro e mal-humorado
Que implicava como os cachorrinhos
E que atrapalhava as conversas
Das meninas

Era uma vez um sapo aviltoso
Que foi brinde de uma franquia
Mas que ganhou a voz e a fama
De uma criatura impertinente
A quem chamaram
Sapoverso

Porque cabia-lhe reclamar de tudo
Como se o próprio universo
Lhe fosse eterno devedor.

E era muito, muito chato

Era jornalista de casos fortuitos
Era investigador de cenas cotidianas
Era comentarista do absurdo

E era muito, muito chato


E de todos escondia um segredo
O sapo feito de alguma coisa
Que parecia pelucia.


É que debaixo da impertinencia
Do desaforo e da petulancia
Sapoverso possuía
um enorme coração.
publicado por wellcorp às 10:44 | link do post




Era uma vez um sapo feito de alguma coisa
Que se assemelhava a pelucia
E era muito, muito chato
E impertinente
E isolente,
Era uma vez um sapo mafioso

Irritadiço e desaforado
Encrequeiro e mal-humorado
Que implicava como os cachorrinhos
E que atrapalhava as conversas
Das meninas

Era uma vez um sapo aviltoso
Que foi brinde de uma franquia
Mas que ganhou a voz e a fama
De uma criatura impertinente
A quem chamaram
Sapoverso

Porque cabia-lhe reclamar de tudo
Como se o próprio universo
Lhe fosse eterno devedor.

E era muito, muito chato

Era jornalista de casos fortuitos
Era investigador de cenas cotidianas
Era comentarista do absurdo

E era muito, muito chato


E de todos escondia um segredo
O sapo feito de alguma coisa
Que parecia pelucia.


É que debaixo da impertinencia
Do desaforo e da petulancia
Sapoverso possuía
um enorme coração.
publicado por wellcorp às 10:44 | link do post
A menina de olhos azuis
Tinha o céu nos olhos
E as nuvens habitavam
Os céus de sua imaginação
A menina de olhos azuis
tinha a cabeça nas nuvens
E tinha seus olhos de céu
Quase sempre contemplando
A imensidão que lhe era par
A menina de olhos azuis
Que tinha o céu no olhar
Tinha por certo a tempestade
Dentro de seu coração
E quendo perdia a calma
Trovejava como quando os céus
Se despiam de luz
Para se vestir da escuridão
Mas quando acalmava os animos
Os céus através do qual enxergava
Brilhavam como duas estrelas
Era quando então
Ela sorria
E o azul de seus olhos
Transbordavam
O coração
publicado por wellcorp às 10:36 | link do post
A menina de olhos azuis
Tinha o céu nos olhos
E as nuvens habitavam
Os céus de sua imaginação
A menina de olhos azuis
tinha a cabeça nas nuvens
E tinha seus olhos de céu
Quase sempre contemplando
A imensidão que lhe era par
A menina de olhos azuis
Que tinha o céu no olhar
Tinha por certo a tempestade
Dentro de seu coração
E quendo perdia a calma
Trovejava como quando os céus
Se despiam de luz
Para se vestir da escuridão
Mas quando acalmava os animos
Os céus através do qual enxergava
Brilhavam como duas estrelas
Era quando então
Ela sorria
E o azul de seus olhos
Transbordavam
O coração
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publicado por wellcorp às 13:41 | link do post







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Eu já disse que você é demais, mas, não custa nadi...
Você é um ser lindo!
tudo precisa de fundamento:oque significa raiz ori...
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You pretty much said what i could not effectively ...
You pretty much said what i could not effectively ...
Maneiro!
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