Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados
E será ungida dos cabelos até seus pés
E não sentirá mais medo
E seu coração se elevará como de um exército
Quando ouve a voz de seu general
E será ungida
Com o óleo da alegria
E  será sarada,
e ela servirá diante daquele
Que a amou primeiro
Seus olhos se abrirão para ver
E ela verá o rei
O messias
O Senhor de todos
O mais elevado,
O mais sublime
E  não invocará a outros
Porque o coração de Deus
será sua morada
Ela habitará com Cristo
E dele será habitada
E  chamará aos anjos
Pelos seus nomes
Ela renascerá em vida
Será recriada a unica
Porque Deus não abre mão
Da unica filha
unica em todos  os planos
unica em toda a essencia
Para que numa unica vez
Em sua vida transcedente
Recriado seja
Seu tremendo coração
E ela
que é amor em estado liquido
paixão bruta não destilada
afeto sem razão
sentimento envolto em carne
Será chamada filha
Não necessitará do cristal
Nem do topázio, da ametista ou do rubi
Porque seu coração será a rocha
E o Espírito criador
O que lhe energiza
E nela
brotará a vida
E do mesmo modo que é amada
Amada como o sonho,
querida como a luz
Sonhada como o dia
Abençoada.
Será



Welington
publicado por wellcorp às 17:26 | link do post
E será ungida dos cabelos até seus pés
E não sentirá mais medo
E seu coração se elevará como de um exército
Quando ouve a voz de seu general
E será ungida
Com o óleo da alegria
E  será sarada,
e ela servirá diante daquele
Que a amou primeiro
Seus olhos se abrirão para ver
E ela verá o rei
O messias
O Senhor de todos
O mais elevado,
O mais sublime
E  não invocará a outros
Porque o coração de Deus
será sua morada
Ela habitará com Cristo
E dele será habitada
E  chamará aos anjos
Pelos seus nomes
Ela renascerá em vida
Será recriada a unica
Porque Deus não abre mão
Da unica filha
unica em todos  os planos
unica em toda a essencia
Para que numa unica vez
Em sua vida transcedente
Recriado seja
Seu tremendo coração
E ela
que é amor em estado liquido
paixão bruta não destilada
afeto sem razão
sentimento envolto em carne
Será chamada filha
Não necessitará do cristal
Nem do topázio, da ametista ou do rubi
Porque seu coração será a rocha
E o Espírito criador
O que lhe energiza
E nela
brotará a vida
E do mesmo modo que é amada
Amada como o sonho,
querida como a luz
Sonhada como o dia
Abençoada.
Será



Welington
publicado por wellcorp às 17:26 | link do post

Chernobyl hoje: Uma história assustadora contada em retratos



Numa zona alienada na Ucrânia do norte, Kiev Oblast, perto de Belarus.  Sua população era cerca de 50.000 pessoas antes do acidente. 
Hoje, os únicos residentes são cervos e lobos.
Prypiat gaba-se de ser residencia  dos trabalhadores nucleares da central energética de Chernobyl. 
Mas algo aconteceu em 26 de abril de 1986…
Levou três dias para que todos os residentes permanentes de Chernobyl e da zona da alienação fossem retirados devido aos níveis de radioatividade inseguros. 
Populações da União Soviética foram forçadas a vir até Chernobyl  e trabalhar a fim de minimizar o perigo e ajudar a evacuar os residentes. Muitos destes trabalhadores morreram ou tiveram a doenças sérias devido a radiação.
O pai de um dos autores do post foi recrutado para esta operação, mas subornou oficiais locais corrompidos com algumas boas salsichas (que eram raras) um item valioso naquelas horas, por isso está muito bem, estando vivo hoje.
Deixemos a história ser contada por estes retratos mágicos tomados cerca de 20 anos após o acidente.



(Créditos de imagem: Pedro Moura Pinheiro através de: BoredPanda)
"A sinalização na estrada a Pripyat,  cidade onde os trabalhadores da central nuclear viveram."

A ponte da morte


(Créditos de imagem: Vivo (Ben) através de: BoredPanda)
"Logo após a explosão no reator de numero 4  as pessoas de Pripyat se reuniram na ponte apenas para ter uma boa visão do reator e para ver o que tinha acontecido.
Inicialmente, a todos foi dito que o nível de radiação era mínimo e que estavam seguros. “Poucos sabiam que a da radiação difundida até a ponte durante o evento era enorme.”
Viam chamas coloridas e um arco-íris que subia do núcleo nuclear de grafite ardente, cujas chamas eram mais elevadas do que a coluna de fumaça. Todo os que estavam sobre a ponte morreram. - foram expostos a níveis acima de 500 roentgens, o que é uma dose fatal.
P.S.: anotar que a foto acima está feita de 2 fotos diferentes (foto superior do reator e foto inferior da ponte em Pripyat unidas numa só)

Escolas


(Image credits:misterbisson via: BoredPanda)

“Uma escola secundária deserta próxima a Chernobyl, Illinsty, Ukraine. Dec 1995 0.96.07.01.19”

(Image credits:left: Vivo (Ben) and right: Anosmia via: BoredPanda)
Left: “uma das cinco escolas primárias de Pripyat,  cada uma lecionava para cerca de 1000 crianças. As escolas se mantiveram razoavelmente ptreservadas, considerando-se os problemas e que vinte anos se passaram.. Centenas de livro destruidos jazem pelo chão “


(Image credits:zbruch via: BoredPanda)
“Crianças jamais correrão aqui novamente"
(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
Ginásio de esportes

Jardim de infancia


(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
A esquerda: “Escadas da creche/jardim de infancia perto do centro de Pripyat.”; na direita: “Uma boneca quebrada no canto de um armario em um dos quartos da creche/jardim de infancia no centro de Pripyat.”

(Image credits:hanszinsli via: BoredPanda)
“Berços da creche/Jardim de infancia”.


(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
”Carrinho de brinquedo em um dos quartos da creche/jardim de infancia”. Repare no numero da placa do carrinho - 1984. Deve ter sido fabricado 2 anos antes do acidente.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
 Esta escrito " Coelho".Eu amo este estilo antigo sovietico de desenho.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Hey um bicho de pelucia”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)

Parque de diverções de Pripyat


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“ O parque de diverções de Pripyat  inaugurou em primeiro de março. O desatre de Chernobyl aconteceu em 26 de Abril.
 Ninguem nunca andou na roda gigante. Se mantem um dos lugares mais irradiados de Pripyat desde o desastre, sendo perigoso ainda hoje, 22 anos depois.”

(Image credits:hanszinsli via: BoredPanda)
“Carrinho bate-bate do parque de diverções do parque central de Pripyat, ia inaugurar em primeiro de maio nas celebrações de 1986, cinco dias depois do acidente.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Cabine de controle da roda gigante no parque de diversões... Eu não tenho certeza se o ursinho de pelucia foi colocado lá depois por alguem querendo tirar uma foto tocante, mas é interessante documentar também as tentativas de usar o acidente para atingir os objetivos da midia.

Hospital


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“ Corredor do Hospital ”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“Achado do lado de fora da sala de cirurgia no hospital.Esse hospital recebeu muitas das primeiras vitimas do Reator 4 para tratamento imediato depois da explosão. O hospital entretanto já tinha sido exposto a uma enorme quantidade de radiação.
Todos os resgatados que sofreram com a explosão inicial foram mortos por envenenamento por radiação.

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

Piscina de natação

Atletas olimpicos devem ter treinado neste lugar em 1970/80.A piscina é realmente enorme - nesse lugar muitos atletas olímpicos treinaram nas décadas de 70/80. A piscina é relamente funda.– Esta piscina era uma melhores da região.

(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

Outras construções


(Image credits:rusocer via: BoredPanda)
“Pripyat,  a cidade fantasma, abandonada após a catástrofe de  Chernobyl,  Uma floresta foi crescendo e a natureza tomou e invadiu locais ondes criações humanas colapsadas se assemelhavam a filmes  apocalipticos, tais como: "eu sou a lenda". Vista de um dos prédios mais altos da cidade, um hotel.

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
“Predio residencial contaminado”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)

O governo deixou-nos - "do que eu vi internamente,  presumiria que este era o edifício do governo local. Havia um evento político programado na época da explosão, há ainda muitos panfletos e bandeiras lá dentro."


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“Posters extremamente conservados de campanhas políticas da região.

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
We can see hammer and sickle on the roof.

(Image credits:Carpetblogger via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Left: “Sofá-xcama desmanatelado em apartamento”
Right: “Botões de chamada de elevador do prédio residencial do centro de Pripyat.”

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Painel elétrico de um prédio com apartamentos residenciais”

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Esquerda “Sofa próximo a uma janela aberta do prédio com apartamentos residenciais"
Direita: “Lustre quebrado da mesma contrução”

(Créditos de imagem: Pedro Moura Pinheiro através de: BoredPanda)
"Jornal usado como um revestimento protetor para colar o papel de parede num dos apartamentos no edifício residencial. em ao bairro central de Pripyat."
Título dos jornais: "Pravda" (verdade) - o jornal oficial da propaganda da União Soviética
Data dos jornais: "Quarta-feira, 2 de maio 1983"
Os artigos intitulam à esquerda:  "lutas e conflitos na África"
O outro título na parte inferior:  "proprietários terra"

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Traduções de cima para baixo:
"Armazen 1"
"Arco-íris"
"Feliz proporcionar o serviço de 11 a 20 (?)
Almoço de 14:00 as 15:00"
"Sábado do dia 9 a 17
Almoço de 13:00 as 14:00"

(Image credits:rusocer via: BoredPanda)
“400m a frente do reator (maximo permitido) marcando  “2.0 rt/m2 saindo da escala do dispositivo de leitura A radiação normal de uma área não contaminada é da ordem de: 0.010 rt/m2″

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
Dois outros reatores de num. 5 e 6, capazes de produzir 1 GW cada, estavam em construção na época do desastre..

Criaturas vivas


(Image credits:rusocer via: BoredPanda)

Esse desastre é mudou a vida de milhares de pessoas.

"Quando, pois, virdes a 'abominação da desolação' que foi predita pelo profeta Daniel, ´posta no lugar santo´ - o que lê entenda - então os que se acham na Judéia, fujam para os montes; o que se acha sobre o terraço, não desça para tomar coisa alguma de sua casa, e o que está no campo, não volte atrás para tomar o seu manto. Ai das mulheres grávidas e das que tiverem crianças de peito naqueles dias! Rogai para que não seja a vossa fuga no inverno, ou em dia de sábado; porque então será grande a ´tribulação', como nunca foi, desde o principio do mundo até agora 'nem jamais será.'" (Mt. 24, 15-21).

Esse é o sentido de haverem profetas. Para isso Jesus, maior de todos, razão de todos os outros profetizarem,   foi enviado. Para avisar dos tempos em que vivemos, alertar o homem sobre a mudança necessária para impedir que o sofrimento humano alcançasse tais dimensões.

Os técnicos encarregados de testes no reator não seguiram as normas de segurança.

O acidente aconteceu durante um teste de segurança onde verificavam se as turbinas do reator poderiam produzir suficiente energia para manter as bombas de refrigeração funcionando, em caso de uma perda de poder. Mas quando a paralisação de emergência falhou, o reator ficou descontrolado como uma chaleira gigante em ebulição. A violenta explosão pôde ser vista há quilômetros de distância.
A tampa hermética de 1.000 toneladas foi lançada pelos ares e as temperaturas de mais de 2.000°C derreteram as hastes de combustível do reator. A capa de grafite do reator se incendiou e, no inferno que decorreu, as partículas liberadas no ponto máximo da fissão radioativa foram sugadas pela atmosfera. Uma nuvem de material radioativo espalhou-se pela Europa chegando até a Escócia.
31 trabalhadores e bombeiros morreram na explosão ou logo depois. Estima-se que mais de 2.500 pessoas morreram nas proximidades desde 1986 e milhares tiveram problemas de saúde, devido aos altos níveis de radiação produzidos pelo acidente. Três milhões e meio de pessoas foram evacuadas da Ucrânia e mais de cinco milhões ainda vivem em áreas contaminadas.
Após a evacuação inicial, milhares de pessoas foram levadas de volta a Chernobyl. Elas lutaram, corajosamente, para limitar a contaminação nos meses após a explosão, muitas sem proteção adequada. O reator foi vedado em um enorme sarcófago de concreto.
O reator da Chernobyl era um modelo RBMK, considerado excessivamente inseguro no Ocidente. O reator RBMK utiliza grafite como moderador e água como refrigerante, num circuito simples (não há divisão primário/secundário).  
Os reatores RMBK utilizados em Chernobyl tinham, além do problema da insegurança inerente devido ao uso de grafite como moderador, um segundo problema que era a instabilidade em baixa potência. Ou seja, quando em baixa potência, os reatores tendiam a apagar.
Isso por si só não é problema (o máximo que pode acontecer é a usina parar), porém a instabilidade estimulou os operadores a remover algumas barras de absorção de nêutrons a mais, inclusive algumas que NUNCA ERAM REMOVIDAS na operação normal.
Os operadores reduziram a potência do reator para fazer um teste de segurança, o que é irônico, pois foi o que fez o reator explodir, conforme veremos.
Em seguida, foi simulada uma falha no sistema refrigeração do núcleo. Isso fez com que a água no interior do núcleo começasse a gerar bolhas de vapor. Com menos água no núcleo, diminuiu a absorção de nêutrons, e a reação nuclear começou a acelerar novamente.
O mecanismo de reinserção automática de barras absorvedoras tinha sido desligado por conta do teste; se isso não tivesse sido feito, o reator teria parado a si mesmo automaticamente e nenhum acidente teria acontecido.
Devido a quase total ausência de barras absorvedoras, a reação nuclear começou a aumentar muito rapidamente. O operador chegou a detectar o problema, e ordenou a reinserção das barras.
Infelizmente, por um outro infortúnio, as barras nesse reator são inseridas de cima para baixo, e não de baixo para cima como a maioria dos projetos exige hoje. Isso fez com que o pouco de água no estado líquido existente no reator fosse empurrada para fora pela pressão do vapor.
A velocidade de inserção das barras era muito lenta nesse modelo de reator; a água saiu e as barras demoraram muito para percorrer os 70 metros de altura do reator. A reação em cadeia continuou acelerando, e teve tempo de atingir 100 vezes a potência máxima recomendada. Isso fundiu o combustível, que entrou em contato com a água, ocasionando a explosão.



Essa cidade simboliza você amanhã, se continuar a rejeitar continuamente padrões de segurança determinados por Deus para a vida humana, tais como o amor ao próximo e a palavra de Cristo.
E conhecer o amanhã que nos foi dado. Para que o hoje não seja consumido, pelo que de antemão
foi visto um dia.
Pra que você,
Sim você
Sobrevivesse.
Para que Chernobil, não ocorra nunca mais. Nem em reatores tipo PWR.
Nem dentro dos corações.

Welington José Ferreira

publicado por wellcorp às 18:21 | link do post

Chernobyl hoje: Uma história assustadora contada em retratos



Numa zona alienada na Ucrânia do norte, Kiev Oblast, perto de Belarus.  Sua população era cerca de 50.000 pessoas antes do acidente. 
Hoje, os únicos residentes são cervos e lobos.
Prypiat gaba-se de ser residencia  dos trabalhadores nucleares da central energética de Chernobyl. 
Mas algo aconteceu em 26 de abril de 1986…
Levou três dias para que todos os residentes permanentes de Chernobyl e da zona da alienação fossem retirados devido aos níveis de radioatividade inseguros. 
Populações da União Soviética foram forçadas a vir até Chernobyl  e trabalhar a fim de minimizar o perigo e ajudar a evacuar os residentes. Muitos destes trabalhadores morreram ou tiveram a doenças sérias devido a radiação.
O pai de um dos autores do post foi recrutado para esta operação, mas subornou oficiais locais corrompidos com algumas boas salsichas (que eram raras) um item valioso naquelas horas, por isso está muito bem, estando vivo hoje.
Deixemos a história ser contada por estes retratos mágicos tomados cerca de 20 anos após o acidente.



(Créditos de imagem: Pedro Moura Pinheiro através de: BoredPanda)
"A sinalização na estrada a Pripyat,  cidade onde os trabalhadores da central nuclear viveram."

A ponte da morte


(Créditos de imagem: Vivo (Ben) através de: BoredPanda)
"Logo após a explosão no reator de numero 4  as pessoas de Pripyat se reuniram na ponte apenas para ter uma boa visão do reator e para ver o que tinha acontecido.
Inicialmente, a todos foi dito que o nível de radiação era mínimo e que estavam seguros. “Poucos sabiam que a da radiação difundida até a ponte durante o evento era enorme.”
Viam chamas coloridas e um arco-íris que subia do núcleo nuclear de grafite ardente, cujas chamas eram mais elevadas do que a coluna de fumaça. Todo os que estavam sobre a ponte morreram. - foram expostos a níveis acima de 500 roentgens, o que é uma dose fatal.
P.S.: anotar que a foto acima está feita de 2 fotos diferentes (foto superior do reator e foto inferior da ponte em Pripyat unidas numa só)

Escolas


(Image credits:misterbisson via: BoredPanda)

“Uma escola secundária deserta próxima a Chernobyl, Illinsty, Ukraine. Dec 1995 0.96.07.01.19”

(Image credits:left: Vivo (Ben) and right: Anosmia via: BoredPanda)
Left: “uma das cinco escolas primárias de Pripyat,  cada uma lecionava para cerca de 1000 crianças. As escolas se mantiveram razoavelmente ptreservadas, considerando-se os problemas e que vinte anos se passaram.. Centenas de livro destruidos jazem pelo chão “


(Image credits:zbruch via: BoredPanda)
“Crianças jamais correrão aqui novamente"
(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
Ginásio de esportes

Jardim de infancia


(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
A esquerda: “Escadas da creche/jardim de infancia perto do centro de Pripyat.”; na direita: “Uma boneca quebrada no canto de um armario em um dos quartos da creche/jardim de infancia no centro de Pripyat.”

(Image credits:hanszinsli via: BoredPanda)
“Berços da creche/Jardim de infancia”.


(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
”Carrinho de brinquedo em um dos quartos da creche/jardim de infancia”. Repare no numero da placa do carrinho - 1984. Deve ter sido fabricado 2 anos antes do acidente.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
 Esta escrito " Coelho".Eu amo este estilo antigo sovietico de desenho.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Hey um bicho de pelucia”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)

Parque de diverções de Pripyat


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“ O parque de diverções de Pripyat  inaugurou em primeiro de março. O desatre de Chernobyl aconteceu em 26 de Abril.
 Ninguem nunca andou na roda gigante. Se mantem um dos lugares mais irradiados de Pripyat desde o desastre, sendo perigoso ainda hoje, 22 anos depois.”

(Image credits:hanszinsli via: BoredPanda)
“Carrinho bate-bate do parque de diverções do parque central de Pripyat, ia inaugurar em primeiro de maio nas celebrações de 1986, cinco dias depois do acidente.

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Cabine de controle da roda gigante no parque de diversões... Eu não tenho certeza se o ursinho de pelucia foi colocado lá depois por alguem querendo tirar uma foto tocante, mas é interessante documentar também as tentativas de usar o acidente para atingir os objetivos da midia.

Hospital


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“ Corredor do Hospital ”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“Achado do lado de fora da sala de cirurgia no hospital.Esse hospital recebeu muitas das primeiras vitimas do Reator 4 para tratamento imediato depois da explosão. O hospital entretanto já tinha sido exposto a uma enorme quantidade de radiação.
Todos os resgatados que sofreram com a explosão inicial foram mortos por envenenamento por radiação.

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

(Image credits:abandonia via: BoredPanda)

Piscina de natação

Atletas olimpicos devem ter treinado neste lugar em 1970/80.A piscina é realmente enorme - nesse lugar muitos atletas olímpicos treinaram nas décadas de 70/80. A piscina é relamente funda.– Esta piscina era uma melhores da região.

(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

(Image credits:oinkylicious via: BoredPanda)

Outras construções


(Image credits:rusocer via: BoredPanda)
“Pripyat,  a cidade fantasma, abandonada após a catástrofe de  Chernobyl,  Uma floresta foi crescendo e a natureza tomou e invadiu locais ondes criações humanas colapsadas se assemelhavam a filmes  apocalipticos, tais como: "eu sou a lenda". Vista de um dos prédios mais altos da cidade, um hotel.

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
“Predio residencial contaminado”.

(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)

O governo deixou-nos - "do que eu vi internamente,  presumiria que este era o edifício do governo local. Havia um evento político programado na época da explosão, há ainda muitos panfletos e bandeiras lá dentro."


(Image credits:Vivo (Ben) via: BoredPanda)
“Posters extremamente conservados de campanhas políticas da região.

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
We can see hammer and sickle on the roof.

(Image credits:Carpetblogger via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Left: “Sofá-xcama desmanatelado em apartamento”
Right: “Botões de chamada de elevador do prédio residencial do centro de Pripyat.”

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
“Painel elétrico de um prédio com apartamentos residenciais”

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Esquerda “Sofa próximo a uma janela aberta do prédio com apartamentos residenciais"
Direita: “Lustre quebrado da mesma contrução”

(Créditos de imagem: Pedro Moura Pinheiro através de: BoredPanda)
"Jornal usado como um revestimento protetor para colar o papel de parede num dos apartamentos no edifício residencial. em ao bairro central de Pripyat."
Título dos jornais: "Pravda" (verdade) - o jornal oficial da propaganda da União Soviética
Data dos jornais: "Quarta-feira, 2 de maio 1983"
Os artigos intitulam à esquerda:  "lutas e conflitos na África"
O outro título na parte inferior:  "proprietários terra"

(Image credits:Pedro Moura Pinheiro via: BoredPanda)
Traduções de cima para baixo:
"Armazen 1"
"Arco-íris"
"Feliz proporcionar o serviço de 11 a 20 (?)
Almoço de 14:00 as 15:00"
"Sábado do dia 9 a 17
Almoço de 13:00 as 14:00"

(Image credits:rusocer via: BoredPanda)
“400m a frente do reator (maximo permitido) marcando  “2.0 rt/m2 saindo da escala do dispositivo de leitura A radiação normal de uma área não contaminada é da ordem de: 0.010 rt/m2″

(Image credits:Stuck in Customs via: BoredPanda)
Dois outros reatores de num. 5 e 6, capazes de produzir 1 GW cada, estavam em construção na época do desastre..

Criaturas vivas


(Image credits:rusocer via: BoredPanda)

Esse desastre é mudou a vida de milhares de pessoas.

"Quando, pois, virdes a 'abominação da desolação' que foi predita pelo profeta Daniel, ´posta no lugar santo´ - o que lê entenda - então os que se acham na Judéia, fujam para os montes; o que se acha sobre o terraço, não desça para tomar coisa alguma de sua casa, e o que está no campo, não volte atrás para tomar o seu manto. Ai das mulheres grávidas e das que tiverem crianças de peito naqueles dias! Rogai para que não seja a vossa fuga no inverno, ou em dia de sábado; porque então será grande a ´tribulação', como nunca foi, desde o principio do mundo até agora 'nem jamais será.'" (Mt. 24, 15-21).

Esse é o sentido de haverem profetas. Para isso Jesus, maior de todos, razão de todos os outros profetizarem,   foi enviado. Para avisar dos tempos em que vivemos, alertar o homem sobre a mudança necessária para impedir que o sofrimento humano alcançasse tais dimensões.

Os técnicos encarregados de testes no reator não seguiram as normas de segurança.

O acidente aconteceu durante um teste de segurança onde verificavam se as turbinas do reator poderiam produzir suficiente energia para manter as bombas de refrigeração funcionando, em caso de uma perda de poder. Mas quando a paralisação de emergência falhou, o reator ficou descontrolado como uma chaleira gigante em ebulição. A violenta explosão pôde ser vista há quilômetros de distância.
A tampa hermética de 1.000 toneladas foi lançada pelos ares e as temperaturas de mais de 2.000°C derreteram as hastes de combustível do reator. A capa de grafite do reator se incendiou e, no inferno que decorreu, as partículas liberadas no ponto máximo da fissão radioativa foram sugadas pela atmosfera. Uma nuvem de material radioativo espalhou-se pela Europa chegando até a Escócia.
31 trabalhadores e bombeiros morreram na explosão ou logo depois. Estima-se que mais de 2.500 pessoas morreram nas proximidades desde 1986 e milhares tiveram problemas de saúde, devido aos altos níveis de radiação produzidos pelo acidente. Três milhões e meio de pessoas foram evacuadas da Ucrânia e mais de cinco milhões ainda vivem em áreas contaminadas.
Após a evacuação inicial, milhares de pessoas foram levadas de volta a Chernobyl. Elas lutaram, corajosamente, para limitar a contaminação nos meses após a explosão, muitas sem proteção adequada. O reator foi vedado em um enorme sarcófago de concreto.
O reator da Chernobyl era um modelo RBMK, considerado excessivamente inseguro no Ocidente. O reator RBMK utiliza grafite como moderador e água como refrigerante, num circuito simples (não há divisão primário/secundário).  
Os reatores RMBK utilizados em Chernobyl tinham, além do problema da insegurança inerente devido ao uso de grafite como moderador, um segundo problema que era a instabilidade em baixa potência. Ou seja, quando em baixa potência, os reatores tendiam a apagar.
Isso por si só não é problema (o máximo que pode acontecer é a usina parar), porém a instabilidade estimulou os operadores a remover algumas barras de absorção de nêutrons a mais, inclusive algumas que NUNCA ERAM REMOVIDAS na operação normal.
Os operadores reduziram a potência do reator para fazer um teste de segurança, o que é irônico, pois foi o que fez o reator explodir, conforme veremos.
Em seguida, foi simulada uma falha no sistema refrigeração do núcleo. Isso fez com que a água no interior do núcleo começasse a gerar bolhas de vapor. Com menos água no núcleo, diminuiu a absorção de nêutrons, e a reação nuclear começou a acelerar novamente.
O mecanismo de reinserção automática de barras absorvedoras tinha sido desligado por conta do teste; se isso não tivesse sido feito, o reator teria parado a si mesmo automaticamente e nenhum acidente teria acontecido.
Devido a quase total ausência de barras absorvedoras, a reação nuclear começou a aumentar muito rapidamente. O operador chegou a detectar o problema, e ordenou a reinserção das barras.
Infelizmente, por um outro infortúnio, as barras nesse reator são inseridas de cima para baixo, e não de baixo para cima como a maioria dos projetos exige hoje. Isso fez com que o pouco de água no estado líquido existente no reator fosse empurrada para fora pela pressão do vapor.
A velocidade de inserção das barras era muito lenta nesse modelo de reator; a água saiu e as barras demoraram muito para percorrer os 70 metros de altura do reator. A reação em cadeia continuou acelerando, e teve tempo de atingir 100 vezes a potência máxima recomendada. Isso fundiu o combustível, que entrou em contato com a água, ocasionando a explosão.



Essa cidade simboliza você amanhã, se continuar a rejeitar continuamente padrões de segurança determinados por Deus para a vida humana, tais como o amor ao próximo e a palavra de Cristo.
E conhecer o amanhã que nos foi dado. Para que o hoje não seja consumido, pelo que de antemão
foi visto um dia.
Pra que você,
Sim você
Sobrevivesse.
Para que Chernobil, não ocorra nunca mais. Nem em reatores tipo PWR.
Nem dentro dos corações.

Welington José Ferreira

publicado por wellcorp às 18:21 | link do post
O de sempre,
aprendiz de profeta, aluno aplicado das Escrituras e violeiro por vocação divina inalienável.

Em algum momento entre três apelos.
Essência
envolta em acréscimos lingüísticos pessoais.
Assim diz o Espírito de Deus:
De que adianta chamares para o batismo tantos,
Se pela manhã tu edificas,
Mas ao entardecer tu destróis?
Você anseia em ver um povo que seja mudado pelo meu Espírito,
Proclamas que sejam tomados pelo meu Espírito,
Incentiva para que obedeçam ao chamado de meu coração,
E ao entardecer dirás que minha igreja
Se assemelha á fezes,
Pregarás sobre o vomito,
E dirás que é numa enfermaria
Onde se vê do que é feito o homem,
Imagem e semelhança minha.
Teu chamado á humildade
não está de acordo
Com meu chamado na minha Palavra.
E compararás com as obras da Igreja.
Dirás que todo homem é torto,
Tu pregas dois evangelhos.
Em nome do equilíbrio,
Você aconselha coisas
Que jamais quis que você aconselhasse.
Eu te chamei para seres gentil.
Eu te chamei para que a tua língua fosse a pena
De um destro escritor.
Eu aceito tuas lágrimas e a tua sinceridade
mas tens desanimado minha amada,
espancado minha igreja,
para depois tentares fazer
que ela tenha força de caminhar?
Tens falado sobre prostituição e sobre adultério
na frente de crianças.
Tratado de assuntos que não deveriam ser tratados,
em tais horas e tais lugares.
Por anos você tem pregado sobre injustiças cometidas, falsos crentes,
falsas igrejas, falsos ministérios.
Por anos tens misturado tristeza e alegria, indignação e lamento
com pregações sobre uma fé poderosa.
Numa mesma mensagem tu gritas indignado sobre a barbárie humana,
e na mesma mensagem tu convida minha filha, entristecida com tuas lamentações
Para dar os braços a mim e a voar.
Tu cantas alegremente e depois fala de coisas lamentáveis.
Tu grita para que a igreja tenha uma fé verdadeira.
Mas não antes que a chame pra se arrastar.
Eu te chamei e vocacionei com uma mensagem de alegria.
Eu te chamei para firmardes a fé da minha igreja.
Tu hoje a convidas para ser batizada com Espírito Santo.
Amanhã tu falarás mal dos dons.
Tu não fala sobre visões. Tu nunca as guardaste no coração.
Tu não lembras de revelações. Tu lembra das mentiras sobre revelações.
Tu não sabes sobe os sonhos dos teus adolescentes.
Tu não sabes sobre as visões que tenho dado aos jovens.
Eu falo em sonhos. Eu dou visões. E nenhuma delas fazem parte
dos exemplos de tuas pregações.
Pra que chamas as pessoas ao batismo com espírito se não incentivarás
ao meu povo a crer nas minhas revelações?
Quando tu e um grupo, ouvistes minha orientação e fizestes, tu e este grupo,
segundo minha revelação?
Eu tenho falado. Embora a carne tenha se manifestado, inclusive hoje pela manhã, com palavras que
não vieram de mim, tu sabes,
Eu quero falar.
E te falo agora.
Enche de fé o coração de minha amada.
Enche de esperança o coração dos pequeninos.
Toma cuidado com tuas brincadeiras.
Eu me alegro na tua alegria, que vem de mim,
mas te ordeno que te portes com pureza.
Que tua palavra, gestos e postura diante de mim
sejam sem nenhuma indignidade.
Não me importo em andares descalço
mas retiro de ti a unção,
no culto em que tu falares
inapropriadamente diante de mim.
Tu és um evangelista,
mas quando tiveres diante da minha igreja
te porta como um mestre
aumenta teu ensino
Pela doçura das tuas palavras.
Acresce mel, meu filho
A tua pregação.
Chama minha igreja
A autoridade e a unção,
Cuida para Consolar,Edificar, Proteger, Abençoar.
Olha para minha filha como eu a vejo.
Olha para os pendentes e para as jóias,
olha para os milagres diante dos teus olhos
Ama minha filha,
Como tua filha.
Ama meu povo,
E afaga como uma criança.

Não permita tua próxima pregação
destrua a semente de fé e certeza
Que ontem tua mão
debaixo de minha mão
Semeou.

14/09/2008 Welington José Ferreira, segundo o que já deveria ter dito. Com certo atraso.
publicado por wellcorp às 10:06 | link do post
O de sempre,
aprendiz de profeta, aluno aplicado das Escrituras e violeiro por vocação divina inalienável.

Em algum momento entre três apelos.
Essência
envolta em acréscimos lingüísticos pessoais.
Assim diz o Espírito de Deus:
De que adianta chamares para o batismo tantos,
Se pela manhã tu edificas,
Mas ao entardecer tu destróis?
Você anseia em ver um povo que seja mudado pelo meu Espírito,
Proclamas que sejam tomados pelo meu Espírito,
Incentiva para que obedeçam ao chamado de meu coração,
E ao entardecer dirás que minha igreja
Se assemelha á fezes,
Pregarás sobre o vomito,
E dirás que é numa enfermaria
Onde se vê do que é feito o homem,
Imagem e semelhança minha.
Teu chamado á humildade
não está de acordo
Com meu chamado na minha Palavra.
E compararás com as obras da Igreja.
Dirás que todo homem é torto,
Tu pregas dois evangelhos.
Em nome do equilíbrio,
Você aconselha coisas
Que jamais quis que você aconselhasse.
Eu te chamei para seres gentil.
Eu te chamei para que a tua língua fosse a pena
De um destro escritor.
Eu aceito tuas lágrimas e a tua sinceridade
mas tens desanimado minha amada,
espancado minha igreja,
para depois tentares fazer
que ela tenha força de caminhar?
Tens falado sobre prostituição e sobre adultério
na frente de crianças.
Tratado de assuntos que não deveriam ser tratados,
em tais horas e tais lugares.
Por anos você tem pregado sobre injustiças cometidas, falsos crentes,
falsas igrejas, falsos ministérios.
Por anos tens misturado tristeza e alegria, indignação e lamento
com pregações sobre uma fé poderosa.
Numa mesma mensagem tu gritas indignado sobre a barbárie humana,
e na mesma mensagem tu convida minha filha, entristecida com tuas lamentações
Para dar os braços a mim e a voar.
Tu cantas alegremente e depois fala de coisas lamentáveis.
Tu grita para que a igreja tenha uma fé verdadeira.
Mas não antes que a chame pra se arrastar.
Eu te chamei e vocacionei com uma mensagem de alegria.
Eu te chamei para firmardes a fé da minha igreja.
Tu hoje a convidas para ser batizada com Espírito Santo.
Amanhã tu falarás mal dos dons.
Tu não fala sobre visões. Tu nunca as guardaste no coração.
Tu não lembras de revelações. Tu lembra das mentiras sobre revelações.
Tu não sabes sobe os sonhos dos teus adolescentes.
Tu não sabes sobre as visões que tenho dado aos jovens.
Eu falo em sonhos. Eu dou visões. E nenhuma delas fazem parte
dos exemplos de tuas pregações.
Pra que chamas as pessoas ao batismo com espírito se não incentivarás
ao meu povo a crer nas minhas revelações?
Quando tu e um grupo, ouvistes minha orientação e fizestes, tu e este grupo,
segundo minha revelação?
Eu tenho falado. Embora a carne tenha se manifestado, inclusive hoje pela manhã, com palavras que
não vieram de mim, tu sabes,
Eu quero falar.
E te falo agora.
Enche de fé o coração de minha amada.
Enche de esperança o coração dos pequeninos.
Toma cuidado com tuas brincadeiras.
Eu me alegro na tua alegria, que vem de mim,
mas te ordeno que te portes com pureza.
Que tua palavra, gestos e postura diante de mim
sejam sem nenhuma indignidade.
Não me importo em andares descalço
mas retiro de ti a unção,
no culto em que tu falares
inapropriadamente diante de mim.
Tu és um evangelista,
mas quando tiveres diante da minha igreja
te porta como um mestre
aumenta teu ensino
Pela doçura das tuas palavras.
Acresce mel, meu filho
A tua pregação.
Chama minha igreja
A autoridade e a unção,
Cuida para Consolar,Edificar, Proteger, Abençoar.
Olha para minha filha como eu a vejo.
Olha para os pendentes e para as jóias,
olha para os milagres diante dos teus olhos
Ama minha filha,
Como tua filha.
Ama meu povo,
E afaga como uma criança.

Não permita tua próxima pregação
destrua a semente de fé e certeza
Que ontem tua mão
debaixo de minha mão
Semeou.

14/09/2008 Welington José Ferreira, segundo o que já deveria ter dito. Com certo atraso.
publicado por wellcorp às 10:06 | link do post

Gn 1:1: No princípio criou Deus os céus e a terra. Difícil era parar de brincar. Normalmente anjos sorriem demais. Talvez porque os céus invisíveis sejam um lugar de gozo e paz inefáveis. Ou pelo fato de que a alegria é extremamente embriagadora para quem pode voar. Fazíamos o impossível. Mas, o que será esse tal de impossível? Não existiam trevas na terra onde só existe luz. Chamamos de asas, essas que nos elevavam entre as cores da vastidão da nossa casa. Contava-nos o Senhor, em grandes rodas, quando conseguia a custo nos silenciar, pois se não voávamos, gritávamos... Impressionante é se alegrar diante de sua glória... Mas seus gestos meigos que resplandeciam a cada volta da poderosa mão nos faziam acalmar. Quando as dimensões foram criadas, cada rodopio no qual subíamos para depois repousar... eram como as grandiosas distancias entre as cidades nas quais habitariam os homens do mundo vindouro. Nas festas de cânticos nos gramados imensos, sempre entre os montes gêmeos (um dos únicos lugares onde todos nós... de uma feita... podíamos nos assentar...) cantávamos profecias. Que estava para chegar a expansão da vida sonhada, o outro lugar, lugar da terra e do jardim, onde mundos ficariam suspensos até o tempo determinado pela mão de Deus. Diferente das maravilhas que conhecíamos até então. Novamente sua mão tremenda... erguida e resplandecente, nos conduzia a nos aquietar. Sua voz....Mais que a vida... Ouvir o som de sua voz...

Viver nos era tremendo. Abrir os olhos e perceber e entender e sentir. Ser participante de sua imortalidade e permeado das torrentes do seu poder, como poder explicá-lo? Contudo ouvi-lo quando sua voz se elevava além das alturas das águas que estrondavam num turbilhão infindável, cuja origem era seu trono (nós o chamávamos assim, trono), isso... era... incomparável. Ainda não existia o mover do tempo e mesmo quando se iniciou, passava lentamente quando Ele começava a nos falar. E perguntávamos sobre as asas. O Único nos falava sobre as aves que povoariam os céus da terra que criaria. E dizia que teriam asas como as nossas... E nós ríamos... Ele nos falava dos desertos e dos camelos Das árvores, cujas imensas copas se elevariam às alturas da expansão azul Ele nos falava de águas, numa quantidade tão grande que nela habitariam seres gigantescos. E haveriam faixas prateadas que irromperiam sobre ás águas, que se moveriam em grande quantidade, barulhentas como montanhas que sofriam avalanches. Os homens chamariam as faixas prateadas de raios e o romper das faixas com as quais costumávamos brincar, de trovões.

– Fala-nos sobre os homens! E o Senhor nos contava. E seus olhos faiscavam. Ele seria pouco menor que nós, porém tão amados quanto. Até que o dia da transformação acontecesse. Então seriam feitos semelhantes a nós. E outra vez a confusão estava armada... Ascendendo como incenso o turbilhão, a cada tanger das cordas do coração divino, fazia as estruturas celestiais estremecerem. E nos alegrávamos porque um dos dias para o qual nascêramos era chegado... O Princípio de todas as coisas que seriam visíveis aos olhos do ainda incriado homem, no qual esperanças incompreensíveis seriam depositadas. Sete seriam as vezes que os céus se silenciaram por completo. Esta era a primeira vez. O Senhor pediu silencio. Ele se ergueu acima da sua morada. Com ele subiram os cinco querubins. Nós olhávamos. O Senhor disse:

– O que estais esperando? Vinde!

O silencio foi quebrado pelos bilhões que se erguiam até sua presença. Então pela primeira vez em silencio (que eu me lembre, assim em multidão, talvez a última) fomos com o Senhor até ao lugar determinado. Testemunhamos o nascimento de todas as coisas, quando ele chamou a si do nada, a tudo que existia. Perfeitas como sua face. Então... Não nos contivemos... De novo. Para não perder o costume... Nós, anjos, quando em algazarra, somos a coisa mais ruidosa que a criação possui. Gn:1:2: E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Logo depois do cataclisma Era a segunda vez que ficávamos em silencio desde o princípio.

Desta vez não nos aproximamos. Porque o tudo pode parecer tão pouco? Que há além da paz e da harmonia e que importa o poder ilimitado, se não há razão no que se cria? Porque escolher a dor em vez da vida, amargura ao amor, escuridão onde reina a luz? Conhecimento não é sabedoria. Sabedoria sem amor não enriquece seu possuidor. Deus possui sabedoria infinita. Possui conhecimento inimaginável. E bem sabe que o conhecimento não é a melhor ou a maior dádiva. Às vezes, somente um fardo. Somente um fardo. Silenciávamos pela perda de irmãos. De amigos. De seres de grandeza incomensurável. Já não haveria danças como as que aconteciam naqueles dias de outrora. A harmonia fora quebrada. Algumas coisas que já existiam antes dos dias de dor começavam a fazer certo sentido. Sempre perguntávamos o porque do véu na pequena tenda, na qual entravamos, onde havia aqueles pequenos querubins feitos de ouro... Porque havia véu, se víamos perfeitamente através de todas as cortinadas? E diferente das coisas que havia nos céus, aquelas eram feitas de que?

Que era aquele conjunto de coisas minúsculas, cuja estrutura contemplávamos...Os pequenos grãos... forças que caminhavam ordenadas e que sustentavam os pequenos grãos... um dia os homens chamariam essas coisas de átomos... Que de perto eram como o vazio e de longe como o ouro... As trevas se estenderam sobre os horizontes da expansão criada. Quando o cataclismo celeste terminou, nós nos perguntávamos porque Ele não a impediu de todo. Eram suas as cordas que amarram os tecidos da existência. São seus os poderes sustentadores de todas as coisas. O que aconteceu afrontou as cordas e despedaçou as colunas firmadas segundo sua sabedoria. Aquele no qual não habita trevas, agora em Espírito, caminhava sobre sua criação vitimada. O coração caminhava sobre a escuridão. Poderes foram abalados. Um ser criado decidiu contra a decisão. Uma criação permitiu-se amar as trevas mais do que a luz. O caos mais que a vida. Recusou o propósito de eternidade e recusou a vida como profissão. Que cria que o poder devia dominar. Que pensava que a força devia destruir. Que o eterno deveria cessar. Que Deus não era digno do poder incomensurável que nele habitava. Ele preferiu a si mesmo antes de todas as coisas.

Quem poderia medir o seu poder no dia em que enlouqueceu? Um universo inteiro jazia sobre uma destruição premeditada. Destruição contida por um poder ainda maior. Entretanto, se por um momento a semente de vida que Deus espalhou entre os seres celestiais, fosse retomada, se por um momento na sua vontade houvesse uma sombra, um não, um chega, um basta... Que seria do bastardo e de todos nós... Nós entendíamos que de algum modo, pesávamos no seu coração. Por isso nos calamos quando seu espírito pairou sobre a face do abismo. Nós podíamos ve-lo. Somente nós podíamos ver seu espírito. Não queimava sua presença em nossos corações? Sim. Mais forte do que tudo. Ele queimava. Ele queimava. Então o Senhor se aproximou, ele e quatro querubins. Seu espírito envolveu a todos os querubins e ao Senhor. E as faixas prateadas irromperam sobre a nossa multidão.

O Senhor parou sobre a face do abismo. Bem sabia o que iria fazer. Ergueu suas mãos para o alto. Incandesceram as mãos de Deus. Os Querubins incendiaram. Incandesciam os querubins. E os nossos corações queimaram. E a massa informe se movia... Os cordões antes partidos recriados foram todos... e o Senhor nos olhou. E sorriu. Ainda estava erguida sua mão, quando sua voz crispou todas as dimensões e foi ouvida até no seu santuário celestial: - Haja luz

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publicado por wellcorp às 15:22 | link do post

Gn 1:1: No princípio criou Deus os céus e a terra. Difícil era parar de brincar. Normalmente anjos sorriem demais. Talvez porque os céus invisíveis sejam um lugar de gozo e paz inefáveis. Ou pelo fato de que a alegria é extremamente embriagadora para quem pode voar. Fazíamos o impossível. Mas, o que será esse tal de impossível? Não existiam trevas na terra onde só existe luz. Chamamos de asas, essas que nos elevavam entre as cores da vastidão da nossa casa. Contava-nos o Senhor, em grandes rodas, quando conseguia a custo nos silenciar, pois se não voávamos, gritávamos... Impressionante é se alegrar diante de sua glória... Mas seus gestos meigos que resplandeciam a cada volta da poderosa mão nos faziam acalmar. Quando as dimensões foram criadas, cada rodopio no qual subíamos para depois repousar... eram como as grandiosas distancias entre as cidades nas quais habitariam os homens do mundo vindouro. Nas festas de cânticos nos gramados imensos, sempre entre os montes gêmeos (um dos únicos lugares onde todos nós... de uma feita... podíamos nos assentar...) cantávamos profecias. Que estava para chegar a expansão da vida sonhada, o outro lugar, lugar da terra e do jardim, onde mundos ficariam suspensos até o tempo determinado pela mão de Deus. Diferente das maravilhas que conhecíamos até então. Novamente sua mão tremenda... erguida e resplandecente, nos conduzia a nos aquietar. Sua voz....Mais que a vida... Ouvir o som de sua voz...

Viver nos era tremendo. Abrir os olhos e perceber e entender e sentir. Ser participante de sua imortalidade e permeado das torrentes do seu poder, como poder explicá-lo? Contudo ouvi-lo quando sua voz se elevava além das alturas das águas que estrondavam num turbilhão infindável, cuja origem era seu trono (nós o chamávamos assim, trono), isso... era... incomparável. Ainda não existia o mover do tempo e mesmo quando se iniciou, passava lentamente quando Ele começava a nos falar. E perguntávamos sobre as asas. O Único nos falava sobre as aves que povoariam os céus da terra que criaria. E dizia que teriam asas como as nossas... E nós ríamos... Ele nos falava dos desertos e dos camelos Das árvores, cujas imensas copas se elevariam às alturas da expansão azul Ele nos falava de águas, numa quantidade tão grande que nela habitariam seres gigantescos. E haveriam faixas prateadas que irromperiam sobre ás águas, que se moveriam em grande quantidade, barulhentas como montanhas que sofriam avalanches. Os homens chamariam as faixas prateadas de raios e o romper das faixas com as quais costumávamos brincar, de trovões.

– Fala-nos sobre os homens! E o Senhor nos contava. E seus olhos faiscavam. Ele seria pouco menor que nós, porém tão amados quanto. Até que o dia da transformação acontecesse. Então seriam feitos semelhantes a nós. E outra vez a confusão estava armada... Ascendendo como incenso o turbilhão, a cada tanger das cordas do coração divino, fazia as estruturas celestiais estremecerem. E nos alegrávamos porque um dos dias para o qual nascêramos era chegado... O Princípio de todas as coisas que seriam visíveis aos olhos do ainda incriado homem, no qual esperanças incompreensíveis seriam depositadas. Sete seriam as vezes que os céus se silenciaram por completo. Esta era a primeira vez. O Senhor pediu silencio. Ele se ergueu acima da sua morada. Com ele subiram os cinco querubins. Nós olhávamos. O Senhor disse:

– O que estais esperando? Vinde!

O silencio foi quebrado pelos bilhões que se erguiam até sua presença. Então pela primeira vez em silencio (que eu me lembre, assim em multidão, talvez a última) fomos com o Senhor até ao lugar determinado. Testemunhamos o nascimento de todas as coisas, quando ele chamou a si do nada, a tudo que existia. Perfeitas como sua face. Então... Não nos contivemos... De novo. Para não perder o costume... Nós, anjos, quando em algazarra, somos a coisa mais ruidosa que a criação possui. Gn:1:2: E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Logo depois do cataclisma Era a segunda vez que ficávamos em silencio desde o princípio.

Desta vez não nos aproximamos. Porque o tudo pode parecer tão pouco? Que há além da paz e da harmonia e que importa o poder ilimitado, se não há razão no que se cria? Porque escolher a dor em vez da vida, amargura ao amor, escuridão onde reina a luz? Conhecimento não é sabedoria. Sabedoria sem amor não enriquece seu possuidor. Deus possui sabedoria infinita. Possui conhecimento inimaginável. E bem sabe que o conhecimento não é a melhor ou a maior dádiva. Às vezes, somente um fardo. Somente um fardo. Silenciávamos pela perda de irmãos. De amigos. De seres de grandeza incomensurável. Já não haveria danças como as que aconteciam naqueles dias de outrora. A harmonia fora quebrada. Algumas coisas que já existiam antes dos dias de dor começavam a fazer certo sentido. Sempre perguntávamos o porque do véu na pequena tenda, na qual entravamos, onde havia aqueles pequenos querubins feitos de ouro... Porque havia véu, se víamos perfeitamente através de todas as cortinadas? E diferente das coisas que havia nos céus, aquelas eram feitas de que?

Que era aquele conjunto de coisas minúsculas, cuja estrutura contemplávamos...Os pequenos grãos... forças que caminhavam ordenadas e que sustentavam os pequenos grãos... um dia os homens chamariam essas coisas de átomos... Que de perto eram como o vazio e de longe como o ouro... As trevas se estenderam sobre os horizontes da expansão criada. Quando o cataclismo celeste terminou, nós nos perguntávamos porque Ele não a impediu de todo. Eram suas as cordas que amarram os tecidos da existência. São seus os poderes sustentadores de todas as coisas. O que aconteceu afrontou as cordas e despedaçou as colunas firmadas segundo sua sabedoria. Aquele no qual não habita trevas, agora em Espírito, caminhava sobre sua criação vitimada. O coração caminhava sobre a escuridão. Poderes foram abalados. Um ser criado decidiu contra a decisão. Uma criação permitiu-se amar as trevas mais do que a luz. O caos mais que a vida. Recusou o propósito de eternidade e recusou a vida como profissão. Que cria que o poder devia dominar. Que pensava que a força devia destruir. Que o eterno deveria cessar. Que Deus não era digno do poder incomensurável que nele habitava. Ele preferiu a si mesmo antes de todas as coisas.

Quem poderia medir o seu poder no dia em que enlouqueceu? Um universo inteiro jazia sobre uma destruição premeditada. Destruição contida por um poder ainda maior. Entretanto, se por um momento a semente de vida que Deus espalhou entre os seres celestiais, fosse retomada, se por um momento na sua vontade houvesse uma sombra, um não, um chega, um basta... Que seria do bastardo e de todos nós... Nós entendíamos que de algum modo, pesávamos no seu coração. Por isso nos calamos quando seu espírito pairou sobre a face do abismo. Nós podíamos ve-lo. Somente nós podíamos ver seu espírito. Não queimava sua presença em nossos corações? Sim. Mais forte do que tudo. Ele queimava. Ele queimava. Então o Senhor se aproximou, ele e quatro querubins. Seu espírito envolveu a todos os querubins e ao Senhor. E as faixas prateadas irromperam sobre a nossa multidão.

O Senhor parou sobre a face do abismo. Bem sabia o que iria fazer. Ergueu suas mãos para o alto. Incandesceram as mãos de Deus. Os Querubins incendiaram. Incandesciam os querubins. E os nossos corações queimaram. E a massa informe se movia... Os cordões antes partidos recriados foram todos... e o Senhor nos olhou. E sorriu. Ainda estava erguida sua mão, quando sua voz crispou todas as dimensões e foi ouvida até no seu santuário celestial: - Haja luz

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