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Anderson, não é exigido o dízimo das igrejas no Novo Testamento. A base para o sustento da Igreja é a oferta voluntária, segundo

a) a necessidade
b) a generosidade
c) a liberalidade


Essa oferta é denominda também de dádiva ou tributo, e o meio de realização é definido no Novo Testamento como coleta. A igreja vive um sacedócio com uma Nova Aliança, uma nova ordenação segundo a ordem de Melquisedeque. Abraão quando dá, antes do surgimento da LEI o dízimo a Melquisedeque, o faz como OFERTA VOLUNTÁRIA, e a décima parte é o que ESTIPULOU por sua fé. O dízimo pode ser dado, desde que baseado em dois princípios:

a) VOLUNTARIEDADE
b) PROPÓSITO

desde que gere ALEGRIA e seja dado com GENEROSIDADE
O papel das igrejas que exigem o dízimo é antibíblico, O que vemos na realidade é uma prática mercenária.
Sobre a fé e o dízimo:

As promessas do Senhor são eternas, porém o dízimo não existe para a igreja do Novo Testamento ela foi substituida por OFERTA. A promessa tem que ser relida como "trazei as ofertas a casa do Senhor" Se o ofertante propor que sua oferta será DIZIMAR, não deve ser impedido, cada um deve dar em conformidade a sua fé.
Os pastores e pregadores, assim como mestres tem que ensinar a igreja a ser generosa, não colocar um jugo de obrigatoriedade que não existe mais. O ensino sobre as promessas deve passar pelo crivo, há promessa, segundo um PRINCÌPIO:
Dar com abundancia, receber com abundancia, esse é o PRINCIPIO para qual o DIZIMO do
Velho Testamento APONTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A segunda questão é que se um grupo se COMPROMISSAR com algum tipo de sustento de alguma necessidade da Igreja, deve honrar seus compromissos, agindo com RESPONSABILIDADE, nada mais. Principio do COMPROMETIMENTO.

Não existe teologia bíblica que possa subsidiar de maneira convincente a obrigatoriedade do dízimo, você lerá páginas e páginas com extremadas explicações, afora a TRADIÇÂO evangelica que já cerrou as portas a discussão do assunto.

Teu papel como MESTRE...duro papel...é o de dizer a verdade... boa sorte! você vai precisar dela...

O parágrafo de cima é o resumo mais porreta sobre a questão. Dizimos segundo a fé, voluntários, ofertas solicitadas segundo a necessidade ou como dádivas, ofertas espontaneas e gente se compromissando conforme as obrigações assumidas pelo corpo;


Hebreus 7:1-4 recapitula a experiência de Abraão dando o dízimo a Melquisedeque.
No entanto o dízimo é apresentado como sendo LEI apenas a partir do verso 5, agora dentro do sistema levítico. Vejamos:
"E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, SEGUNDO A LEI, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão." (Hebreus 7:5)
Que lei do dízimo é essa citada em Hebreus 7:5? É a lei de Moisés, lei que obrigava o israelita a levar os dízimos para os levitas. Segundo esta lei, conforme explicado no verso 5, os levitas tinham o direito de tomar os dízimos do povo de Israel. Isso era lei! Lei completamente vinculada ao ministério sacerdotal dos levitas.
Os versos 6-10 do mesmo capítulo falam sobre o fato de Levi, através de Abraão, seu bisavô, ter pago o dízimo a Melquisedeque. Isso mostra a superioridade da ordem de Melquisedeque sobre a ordem levítica.
A LEI que já tinha sido citada no verso 5 é citada uma segunda vez no verso 11, novamente dentro de um contexto LEVÍTICO:
"De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a LEI), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?" - Hebreus 7:11


O verso 12 é o ponto de ruptura:
"Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei." (Hebreus 11:12) que tenho percebido é uma confusão entre o ato dos patriarcas e a lei levítica. O ato de dizimar no sacerdócio de Melquisedeque é bem diferente do ato de dizimar dentro do modelo levítico. Podemos até fazer uma tabela simples comparando os dois modelos:

O dízimo não é ensinado no Novo Testamento. A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3.19, 24, 25; 4.4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23.23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário. Em Mateus 23.23, Ele mandou que os judeus obedecessem aos escribas e fariseus, porque estes se assentavam na cadeira de Moisés. Por acaso Ele ordenou que os gentios por Ele curados comparecessem diante dos sacerdotes judeus?
Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2.42-47 e 4.32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2.46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2.44 e 4.33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje não se faz). Finalmente, (Atos 21.20-25) prova que os cristãos judeus ainda observavam fielmente toda a Lei de Moisés - até 30 anos depois - devendo aí ser incluído o dizimar, pois se não o fizessem, não poderiam ter permissão de entrar no Templo para adorar. Desse modo, todos os dízimos coletados pelos primeiros cristãos judeus eram para o sustento do Templo e não para sustentar a igreja

A base para provisão financeira do Novo testamento é a OFERTA:
Romanos 15:16
Que seja ministro de Jesus Cristo para os gentios, ministrando o evangelho de Deus, para que seja agradável a oferta dos gentios, santificada pelo Espírito Santo.
2 Coríntios 9:5
Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que primeiro fossem ter convosco, e preparassem de antemão a vossa bênção, já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção, e não como avareza.
1 Coríntios 16:3
E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém.
publicado por wellcorp às 13:07 | link do post
Anderson, não é exigido o dízimo das igrejas no Novo Testamento. A base para o sustento da Igreja é a oferta voluntária, segundo

a) a necessidade
b) a generosidade
c) a liberalidade


Essa oferta é denominda também de dádiva ou tributo, e o meio de realização é definido no Novo Testamento como coleta. A igreja vive um sacedócio com uma Nova Aliança, uma nova ordenação segundo a ordem de Melquisedeque. Abraão quando dá, antes do surgimento da LEI o dízimo a Melquisedeque, o faz como OFERTA VOLUNTÁRIA, e a décima parte é o que ESTIPULOU por sua fé. O dízimo pode ser dado, desde que baseado em dois princípios:

a) VOLUNTARIEDADE
b) PROPÓSITO

desde que gere ALEGRIA e seja dado com GENEROSIDADE
O papel das igrejas que exigem o dízimo é antibíblico, O que vemos na realidade é uma prática mercenária.
Sobre a fé e o dízimo:

As promessas do Senhor são eternas, porém o dízimo não existe para a igreja do Novo Testamento ela foi substituida por OFERTA. A promessa tem que ser relida como "trazei as ofertas a casa do Senhor" Se o ofertante propor que sua oferta será DIZIMAR, não deve ser impedido, cada um deve dar em conformidade a sua fé.
Os pastores e pregadores, assim como mestres tem que ensinar a igreja a ser generosa, não colocar um jugo de obrigatoriedade que não existe mais. O ensino sobre as promessas deve passar pelo crivo, há promessa, segundo um PRINCÌPIO:
Dar com abundancia, receber com abundancia, esse é o PRINCIPIO para qual o DIZIMO do
Velho Testamento APONTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A segunda questão é que se um grupo se COMPROMISSAR com algum tipo de sustento de alguma necessidade da Igreja, deve honrar seus compromissos, agindo com RESPONSABILIDADE, nada mais. Principio do COMPROMETIMENTO.

Não existe teologia bíblica que possa subsidiar de maneira convincente a obrigatoriedade do dízimo, você lerá páginas e páginas com extremadas explicações, afora a TRADIÇÂO evangelica que já cerrou as portas a discussão do assunto.

Teu papel como MESTRE...duro papel...é o de dizer a verdade... boa sorte! você vai precisar dela...

O parágrafo de cima é o resumo mais porreta sobre a questão. Dizimos segundo a fé, voluntários, ofertas solicitadas segundo a necessidade ou como dádivas, ofertas espontaneas e gente se compromissando conforme as obrigações assumidas pelo corpo;


Hebreus 7:1-4 recapitula a experiência de Abraão dando o dízimo a Melquisedeque.
No entanto o dízimo é apresentado como sendo LEI apenas a partir do verso 5, agora dentro do sistema levítico. Vejamos:
"E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, SEGUNDO A LEI, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão." (Hebreus 7:5)
Que lei do dízimo é essa citada em Hebreus 7:5? É a lei de Moisés, lei que obrigava o israelita a levar os dízimos para os levitas. Segundo esta lei, conforme explicado no verso 5, os levitas tinham o direito de tomar os dízimos do povo de Israel. Isso era lei! Lei completamente vinculada ao ministério sacerdotal dos levitas.
Os versos 6-10 do mesmo capítulo falam sobre o fato de Levi, através de Abraão, seu bisavô, ter pago o dízimo a Melquisedeque. Isso mostra a superioridade da ordem de Melquisedeque sobre a ordem levítica.
A LEI que já tinha sido citada no verso 5 é citada uma segunda vez no verso 11, novamente dentro de um contexto LEVÍTICO:
"De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a LEI), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?" - Hebreus 7:11


O verso 12 é o ponto de ruptura:
"Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei." (Hebreus 11:12) que tenho percebido é uma confusão entre o ato dos patriarcas e a lei levítica. O ato de dizimar no sacerdócio de Melquisedeque é bem diferente do ato de dizimar dentro do modelo levítico. Podemos até fazer uma tabela simples comparando os dois modelos:

O dízimo não é ensinado no Novo Testamento. A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3.19, 24, 25; 4.4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23.23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário. Em Mateus 23.23, Ele mandou que os judeus obedecessem aos escribas e fariseus, porque estes se assentavam na cadeira de Moisés. Por acaso Ele ordenou que os gentios por Ele curados comparecessem diante dos sacerdotes judeus?
Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2.42-47 e 4.32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2.46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2.44 e 4.33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje não se faz). Finalmente, (Atos 21.20-25) prova que os cristãos judeus ainda observavam fielmente toda a Lei de Moisés - até 30 anos depois - devendo aí ser incluído o dizimar, pois se não o fizessem, não poderiam ter permissão de entrar no Templo para adorar. Desse modo, todos os dízimos coletados pelos primeiros cristãos judeus eram para o sustento do Templo e não para sustentar a igreja

A base para provisão financeira do Novo testamento é a OFERTA:
Romanos 15:16
Que seja ministro de Jesus Cristo para os gentios, ministrando o evangelho de Deus, para que seja agradável a oferta dos gentios, santificada pelo Espírito Santo.
2 Coríntios 9:5
Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que primeiro fossem ter convosco, e preparassem de antemão a vossa bênção, já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção, e não como avareza.
1 Coríntios 16:3
E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém.
publicado por wellcorp às 13:07 | link do post
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.


Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar
panelas, porém, posteriormente, pintou pratos para poder pagar
promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para
Portugal para pedir permissão para permanecer praticando pinturas,
preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos
Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos,porém, pesaroso,
percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,
pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico,
pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando
provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando
pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos
perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo.Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir
prontamente para Portugal. Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...Preciso partir para Portugal porque pedem
para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes.

- Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai
Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente,
pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir
praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.

Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

- Pediste permissão para praticar pintura, porém,
praticando, pintas pior.

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Porque pintas porcarias?

- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando
pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo
para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco
prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima,
pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles
primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou
Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas.

Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permitam-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
publicado por wellcorp às 04:25 | link do post
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.


Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar
panelas, porém, posteriormente, pintou pratos para poder pagar
promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para
Portugal para pedir permissão para permanecer praticando pinturas,
preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos
Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos,porém, pesaroso,
percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,
pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico,
pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando
provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando
pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos
perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo.Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir
prontamente para Portugal. Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...Preciso partir para Portugal porque pedem
para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes.

- Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai
Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente,
pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir
praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.

Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

- Pediste permissão para praticar pintura, porém,
praticando, pintas pior.

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Porque pintas porcarias?

- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando
pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo
para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco
prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima,
pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles
primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou
Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas.

Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permitam-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
publicado por wellcorp às 04:25 | link do post
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