Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Welington Corporation

Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados

Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados

Welington Corporation

21
Abr10

A sombra e a alma

wellcorp

Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























21
Abr10

A sombra e a alma

wellcorp

Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























20
Abr10

Ensinando a orar - Curso de fé básico para o espirita

wellcorp
Ele caiu umas sete vezes antes de conseguir se ajoelhar definitivamente.
E lá de longe se ouviam as lamúrias, as ofensas e a continua gritaria
Ele desceu os montes apedrejado, ele correu por vielas envergonhado.
E seu crime era entender como crime
Qualquer coisa que se assemelhasse ao destino.
Deixou de lado os escrupulos religiosos
E as leis da ciencia.
Foi tão traído por gente tão próxima,
Que não sabia mais qual era a direção
As pedras e os cortes não causavam tanto incomodo
Quanto a dor que habitava
As distancias em seu coração.
Ai ele parou. Cansado.
E se ajoelhou.
Depois da sétima vez.
Que caiu.

Então ergueu sua voz.
Tremula, mas corajosa.

E assim  falou:

Tudo que meu espírito contempla
Haverá de passar.
E tudo que minha alma imagina
Um dia, também
Haverá de passar.

Não a limite definido
Que permaneça eternamente.
As dimensões hoje separadas
Um dia se unirão.

Mas enquanto vivo,
Enquanto amo
Enquanto creio
Enquanto voz

Aquele que é a fonte
De todo espírito humano
Aquele que e o primeiro
E a razão de tudo o mais

Ouça.

Ouve tu,
Cujos caminhos são eternos
Que permanece mesmo após,
Tudo que há, tiver que passar.

Ouve tu,

Muda meu destino.
Minha sorte e meu caminho
Transforma corações
Derrama amor em gente
Que hoje vive em escuridão
Concede sentimento a quem
Não sabe sentir.
Opera milagrosamente
Subverte as leis da eternidade
Muda a equação da vida
Destrói a morte.
Destrói o caminho
Que leva a desgraça
E faz da desgraça
Uma mera lembrança

Trás pra perto de mim
Quem tanto amei
E segura com tua mão
As trevas, a sombra e a escuridão
Ressuscita os mortos

E destrói a morte
Pra sempre.
Que a lei que hoje diz
Pra todo homem morrer
Cesse

Ouve minha voz.
E subverte o tempo
O medo,
E tomar minha dor
Toda a dor
E transforma
Em alegria.


Então ele se levantou.
Sacudiu de si o pó.
Limpou o suor do rosto.
E correu.

Sorrindo...
20
Abr10

Ensinando a orar - Curso de fé básico para o espirita

wellcorp
Ele caiu umas sete vezes antes de conseguir se ajoelhar definitivamente.
E lá de longe se ouviam as lamúrias, as ofensas e a continua gritaria
Ele desceu os montes apedrejado, ele correu por vielas envergonhado.
E seu crime era entender como crime
Qualquer coisa que se assemelhasse ao destino.
Deixou de lado os escrupulos religiosos
E as leis da ciencia.
Foi tão traído por gente tão próxima,
Que não sabia mais qual era a direção
As pedras e os cortes não causavam tanto incomodo
Quanto a dor que habitava
As distancias em seu coração.
Ai ele parou. Cansado.
E se ajoelhou.
Depois da sétima vez.
Que caiu.

Então ergueu sua voz.
Tremula, mas corajosa.

E assim  falou:

Tudo que meu espírito contempla
Haverá de passar.
E tudo que minha alma imagina
Um dia, também
Haverá de passar.

Não a limite definido
Que permaneça eternamente.
As dimensões hoje separadas
Um dia se unirão.

Mas enquanto vivo,
Enquanto amo
Enquanto creio
Enquanto voz

Aquele que é a fonte
De todo espírito humano
Aquele que e o primeiro
E a razão de tudo o mais

Ouça.

Ouve tu,
Cujos caminhos são eternos
Que permanece mesmo após,
Tudo que há, tiver que passar.

Ouve tu,

Muda meu destino.
Minha sorte e meu caminho
Transforma corações
Derrama amor em gente
Que hoje vive em escuridão
Concede sentimento a quem
Não sabe sentir.
Opera milagrosamente
Subverte as leis da eternidade
Muda a equação da vida
Destrói a morte.
Destrói o caminho
Que leva a desgraça
E faz da desgraça
Uma mera lembrança

Trás pra perto de mim
Quem tanto amei
E segura com tua mão
As trevas, a sombra e a escuridão
Ressuscita os mortos

E destrói a morte
Pra sempre.
Que a lei que hoje diz
Pra todo homem morrer
Cesse

Ouve minha voz.
E subverte o tempo
O medo,
E tomar minha dor
Toda a dor
E transforma
Em alegria.


Então ele se levantou.
Sacudiu de si o pó.
Limpou o suor do rosto.
E correu.

Sorrindo...

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2012
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2011
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2010
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2009
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2008
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2007
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D