Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados


Não poderia deixar de celebrar a declaração da minha filha:

"Você é bom..." se referindo a meu conhecimento de informática...

É com muita humildade que recebo este elogio (não tão) consciente das minhas limitações.

Já havia escutado isso do Eduardo Gomes (amigo extremista)... referente a outra área de conhecimento...

Então parafraseando o Salmista... Uma vez foi dito...duas vezes eu ouvi...

No Livro de Salmos há um belo texto:

Uma vez foi dito, porém dua vezes eu escutei, que TODO PODER pertence a Deus.


Por anos eu pensei nessa declaração. E quem a disse, pra quem foi dito., de que modo foi dito. Milhares de vezes, milhares de homens, incluindo vários personagens bíblicos já disseram que todo poder pertence a Deus. Em alguns carros aqui no Rio de Janeiro, lemos nos adesivos que "Tudo é força mas só Deus é poder". Então, entendendo que essa declaração revelada ao coração de do salmista foi feita de modo solene, absurdamente mais grandiosa e anterior aos nossos adesivos automotivos, sei que essa declaração a que Davi se refere não foi manifesta por um Outdoor qualquer a beira das estradas. da vida Não foi, da primeira feita, à uma assembléia humana que tal declaração foi dirigida. E não foi com simples palavras, porém com uma contumaz demonstração de poder, com tamanha manifestação deste poder que tal assembléia perplexada concordou com toda a essencia de sua existencia. que essa declaração era merecedora de crédito. Numa certa odisséia bíblica eu me fiz a seguinte pergunta: Qual foi, dentre as obras do universo, no além ou no aquém, áquela em que Deus manifestou tamanho poder? Qual a maior manifestação divina de poder. A primeira resposta me alcança rápida qual um raio. O próprio universo manifestado do nada pela palavra de Deus é a resposta para o primeiro termo da frase: "Uma vez foi dito que todo o poder pertence a Deus". Se eu fosse um anjo, estaria ainda babando até a presente data, ainda, relembrando o fato. Se tivessem placas pra quantificar o ato de grandeza, qual áquelas dos juízes`em determindas modalidades olímpicas, em todas elas haveria (10).
A grande questão para mim é o ECO, é a segunda vez que DEFINITIVAMENTE, pra toda criatura que existiu, exite ou existirá é CONFIRMADO essa premissa. Eu creio que esse segundo momento já ocorreu. Eu creio que TODO MUNDO que habita as esferas celestiais, arcanjos, anjos, querubins, outras criaturas, seres e etc, já ouviu essa segunda parte da declaração. E ninguém, absolutamente ninguém dentre seres cujo poder desconhecemos, ousa imaginar algo diferente. E se me perguntarem quando tal fato ocorreu, eu vou responder que tem a ver com um tumulo vazio, e com uma jovem de nome Maria agarrada a um cara que ela jurava ser o jardineiro do cemitério, repetindo "Raboni....Raboni... e principalmente com o cara que NÃO ERA o tal jardineiro do cemitério, cemitério este que até aquele amanhecer tinha na sua contagem um morto a mais. Ficando como testemunha dois guardas romanos que se fossem imortais ainda estariam correndo até a presente data, assim como uma pedra solitária com a marcação de uma águia romana que teoricamente representava que só um governante romano tinha autorizaçào para remoção da tal rocha, por sinal removida sem essa tal autorização. E esse certo rancor, manifestado por espíritos de origem incerta, que ainda hoje, gritam:

" Afasta-te de nós, porque viestes nos destruir antes do tempo devido..." ou coisa que o valha toda vez que o nome do cara que não era o jardineiro e que era pra estar ainda enterrado, por essas questões biológicas da vida, é pronunciado por um coração cheio de fé nesta mesma ressurreição.
Esse tal de Jesus de Nazareth. Esse cabra chamado Cristo. Esse que Maria chamou de Raboni. E que TODOS um dia ainda irão chamar de Senhor.

Welington José Ferreira...


Mas, em todo caso, ... continua valendo a afirmativa da minha filha... ( he! he! he! he!!!)
publicado por wellcorp às 17:25 | link do post


Não poderia deixar de celebrar a declaração da minha filha:

"Você é bom..." se referindo a meu conhecimento de informática...

É com muita humildade que recebo este elogio (não tão) consciente das minhas limitações.

Já havia escutado isso do Eduardo Gomes (amigo extremista)... referente a outra área de conhecimento...

Então parafraseando o Salmista... Uma vez foi dito...duas vezes eu ouvi...

No Livro de Salmos há um belo texto:

Uma vez foi dito, porém dua vezes eu escutei, que TODO PODER pertence a Deus.


Por anos eu pensei nessa declaração. E quem a disse, pra quem foi dito., de que modo foi dito. Milhares de vezes, milhares de homens, incluindo vários personagens bíblicos já disseram que todo poder pertence a Deus. Em alguns carros aqui no Rio de Janeiro, lemos nos adesivos que "Tudo é força mas só Deus é poder". Então, entendendo que essa declaração revelada ao coração de do salmista foi feita de modo solene, absurdamente mais grandiosa e anterior aos nossos adesivos automotivos, sei que essa declaração a que Davi se refere não foi manifesta por um Outdoor qualquer a beira das estradas. da vida Não foi, da primeira feita, à uma assembléia humana que tal declaração foi dirigida. E não foi com simples palavras, porém com uma contumaz demonstração de poder, com tamanha manifestação deste poder que tal assembléia perplexada concordou com toda a essencia de sua existencia. que essa declaração era merecedora de crédito. Numa certa odisséia bíblica eu me fiz a seguinte pergunta: Qual foi, dentre as obras do universo, no além ou no aquém, áquela em que Deus manifestou tamanho poder? Qual a maior manifestação divina de poder. A primeira resposta me alcança rápida qual um raio. O próprio universo manifestado do nada pela palavra de Deus é a resposta para o primeiro termo da frase: "Uma vez foi dito que todo o poder pertence a Deus". Se eu fosse um anjo, estaria ainda babando até a presente data, ainda, relembrando o fato. Se tivessem placas pra quantificar o ato de grandeza, qual áquelas dos juízes`em determindas modalidades olímpicas, em todas elas haveria (10).
A grande questão para mim é o ECO, é a segunda vez que DEFINITIVAMENTE, pra toda criatura que existiu, exite ou existirá é CONFIRMADO essa premissa. Eu creio que esse segundo momento já ocorreu. Eu creio que TODO MUNDO que habita as esferas celestiais, arcanjos, anjos, querubins, outras criaturas, seres e etc, já ouviu essa segunda parte da declaração. E ninguém, absolutamente ninguém dentre seres cujo poder desconhecemos, ousa imaginar algo diferente. E se me perguntarem quando tal fato ocorreu, eu vou responder que tem a ver com um tumulo vazio, e com uma jovem de nome Maria agarrada a um cara que ela jurava ser o jardineiro do cemitério, repetindo "Raboni....Raboni... e principalmente com o cara que NÃO ERA o tal jardineiro do cemitério, cemitério este que até aquele amanhecer tinha na sua contagem um morto a mais. Ficando como testemunha dois guardas romanos que se fossem imortais ainda estariam correndo até a presente data, assim como uma pedra solitária com a marcação de uma águia romana que teoricamente representava que só um governante romano tinha autorizaçào para remoção da tal rocha, por sinal removida sem essa tal autorização. E esse certo rancor, manifestado por espíritos de origem incerta, que ainda hoje, gritam:

" Afasta-te de nós, porque viestes nos destruir antes do tempo devido..." ou coisa que o valha toda vez que o nome do cara que não era o jardineiro e que era pra estar ainda enterrado, por essas questões biológicas da vida, é pronunciado por um coração cheio de fé nesta mesma ressurreição.
Esse tal de Jesus de Nazareth. Esse cabra chamado Cristo. Esse que Maria chamou de Raboni. E que TODOS um dia ainda irão chamar de Senhor.

Welington José Ferreira...


Mas, em todo caso, ... continua valendo a afirmativa da minha filha... ( he! he! he! he!!!)
publicado por wellcorp às 17:25 | link do post



Eclesiastes 10:7

Vi os servos a cavalo, e os príncipes andando sobre a terra como servos.


Este texto é um dos que mais reverberam inside meu coração. Muitos receberam cargos e representações, posições de autoridade, de honra, de nobreza, sem possuírem a legitimidade. Muitos desonraram diversas vezes sua posição real, através de seus atos, SEJAM OS TAIS DE presunção; de imoralidade; de exibicionismo; SEJA PELO EXERCÍCIO DE sua insensibilidade ou de sua falta de humildade. Nas nossas igrejas vemos todos os dias essas cenas se repetirem. Homens que receberam autoridade, investidos de cargos ou de posições, mas que não possuíam as premissas que esperávamos deles. Portadores de cargos, mas sem a sabedoria necessária, gente com posição, mas sem a Autoridade do Espírito. Tais como supervisores de escolas bíblicas sem revelações de Deus, ou pregadores sem Poder, ou ministros sem unção, ou administradores sem amor. Gente querendo ser honradas, agraciadas de elogios, gente necessitando aplauso, reconhecimento, bandeiras tremulando. Gente agindo de modo vão, ridículo, contrário à natureza da nobreza que deveriam demonstrar. Servos a cavalo. Não possuem as insígnias, não são possuidoras VERDADEIRAMENTE daquilo no qual se assentam. Parecem príncipes, mas não são. Parecem ter o pastorado. Parecem ser profetas. Parecem ser adoradores. Parecem ser cantores ungidos. Parecem ser evangelistas. Mas não são. Tem o cargo. Mas, neles, é só um título. O cavalo não lhes pertence. Muitos caminharão sem reconhecimento em nossas denominações, homens e mulheres de Deus, que possuem as INSÍGNEAS reais, possuem ministérios verdadeiramente ungidos, deixando marcas espirituais na sua passagem. Mas não possuem os cargos. Não possuem os nomes. Chegam muitas vezes sem serem percebidos, mas deixam marcas nos corações de muitos. Suas orações operaram milagres. Suas pregações, suas palavras, eram cheias de um cheiro celestial. Quando entram num culto, mudam sua temperatura. Quando abraçam, o fazem cheios de amor verdadeiro. Não lhes fazem festas de aniversários. Poucos telefonam quando adoecem. Não lhes festejam, e quando se vão, não haverá festa de despedida. Só a lembrança nos corações de muitos que os ouviram, que riram com eles. Que aprenderam. Que foram consolados. Que foram abençoados.
Eles caminham sobre a terra, contudo não são reconhecidos como príncipes. São tidos como servos. Somente servos.

Que você que hoje anda a cavalo, reconheça os príncipes quando com eles se encontrar.

E que você viva e morra, não como um servo.
sim como um príncipe que hoje cavalga.

cavalgando como se fosse um servo,
que caminha a pé.
publicado por wellcorp às 05:38 | link do post



Eclesiastes 10:7

Vi os servos a cavalo, e os príncipes andando sobre a terra como servos.


Este texto é um dos que mais reverberam inside meu coração. Muitos receberam cargos e representações, posições de autoridade, de honra, de nobreza, sem possuírem a legitimidade. Muitos desonraram diversas vezes sua posição real, através de seus atos, SEJAM OS TAIS DE presunção; de imoralidade; de exibicionismo; SEJA PELO EXERCÍCIO DE sua insensibilidade ou de sua falta de humildade. Nas nossas igrejas vemos todos os dias essas cenas se repetirem. Homens que receberam autoridade, investidos de cargos ou de posições, mas que não possuíam as premissas que esperávamos deles. Portadores de cargos, mas sem a sabedoria necessária, gente com posição, mas sem a Autoridade do Espírito. Tais como supervisores de escolas bíblicas sem revelações de Deus, ou pregadores sem Poder, ou ministros sem unção, ou administradores sem amor. Gente querendo ser honradas, agraciadas de elogios, gente necessitando aplauso, reconhecimento, bandeiras tremulando. Gente agindo de modo vão, ridículo, contrário à natureza da nobreza que deveriam demonstrar. Servos a cavalo. Não possuem as insígnias, não são possuidoras VERDADEIRAMENTE daquilo no qual se assentam. Parecem príncipes, mas não são. Parecem ter o pastorado. Parecem ser profetas. Parecem ser adoradores. Parecem ser cantores ungidos. Parecem ser evangelistas. Mas não são. Tem o cargo. Mas, neles, é só um título. O cavalo não lhes pertence. Muitos caminharão sem reconhecimento em nossas denominações, homens e mulheres de Deus, que possuem as INSÍGNEAS reais, possuem ministérios verdadeiramente ungidos, deixando marcas espirituais na sua passagem. Mas não possuem os cargos. Não possuem os nomes. Chegam muitas vezes sem serem percebidos, mas deixam marcas nos corações de muitos. Suas orações operaram milagres. Suas pregações, suas palavras, eram cheias de um cheiro celestial. Quando entram num culto, mudam sua temperatura. Quando abraçam, o fazem cheios de amor verdadeiro. Não lhes fazem festas de aniversários. Poucos telefonam quando adoecem. Não lhes festejam, e quando se vão, não haverá festa de despedida. Só a lembrança nos corações de muitos que os ouviram, que riram com eles. Que aprenderam. Que foram consolados. Que foram abençoados.
Eles caminham sobre a terra, contudo não são reconhecidos como príncipes. São tidos como servos. Somente servos.

Que você que hoje anda a cavalo, reconheça os príncipes quando com eles se encontrar.

E que você viva e morra, não como um servo.
sim como um príncipe que hoje cavalga.

cavalgando como se fosse um servo,
que caminha a pé.
publicado por wellcorp às 05:38 | link do post





Veja o trecho de reportagem abaixo de Cristina Papaleo Fonte: Deutsche Welle Online, Bonn – Redação Brasileira 27 02 2006

Carinho para combater a pobreza emocional

Tocar e ser tocado são necessários para o bem-estar físico e emocional do ser humano. Quando somos crianças, nos comunicamos sobretudo através da linguagem corporal mas, quando adultos, a linguagem predomina.
Cada vez menos "falamos" através de expressões de carinho, por meio de gestos, das mãos. Na era da internet e para contrabalançar as conseqüências da sociedade virtual, florescem no Primeiro Mundo as "festas da ternura".
As cuddle parties ficaram famosas há alguns anos em Nova York, introduzidas por um professor de judô, Reid Mihalko. Logo o fenômeno se espalhou por várias cidades européias.



Nas "festas do abraço" se oferece o contato para os que têm "fome de pele". Os participantes começam conectando-se consigo mesmos, depois com o chão, e, em seguida, com aqueles ao seu redor. Explorando dedos, mãos, cabeças.

Nesta "terapia da ternura", alguns se massageiam, outros se acariciam, enquanto há os que simplesmente permanecem quietos. O "intercâmbio energético" acontece em local protegido, o que parece satisfazer a busca de muitos participantes.


Estranho? Eles se reunem pra se abraçar. Logicamente que o contato DEMASIADO gera em alguns desejos sexuais e APÓS a dita festa eles se encontram para namorar. Porém tais reuniões mostram EFETIVAMENTE a carência de afeto, não suprida nem por parte dos pais, nem dos amigos, associações, clubes, colegas, oficinas do trabalho e nem por ninguém.

O mundo e as pessoas carecem de carinho e cuidado. O afeto manifesto através do toque foi deturpado por visões psicológicas numa entidade sexual degenerada. Sigmund Freud, pai de determinada ideologia da psicanálise, resumiu todo tipo de contato físico a uma interminável busca do ser humano pela realização sexual. Até a necessidade dos bebês de serem tocados foi incluido como "ato sexual" em sua psicanálise pervertida. A revolução sexual da década de sessenta, assim como a contínua degradação dos padrões morais, acompanhada no paradoxo de uma moral religiosa que quase proíbe o afeto natural, não cooperaram em nada no que diz respeito a necessidade humana de afeto. São duas correntes ideológicas: O liberalismo de um lado e a negação completa do afeto em nome de conceitos religiosos - releitura dos epicureus e dos estóicos, agindo como dois lados arranhados de um mesmo disco (essa metáfora é o mais impressionantemente exemplo de acronismo de toda a história da literatura deste humilde blog). A sociedade por sua vez, manchada pelo capitalismo, aumento de violência, convulsões sociais, isolacionismo social aperfeiçoado pelos games, internet, condomínios fechados, segregação sociais diversas, segregações raciais, conflitos religiosos, caminha francamente para a perda completa de valores que aperfeiçoem esta necessidade. Não se ensina ou se leciona nas instituições academicas a necessidade de afeto. Não há a cadeira - Carinho - nas disciplinas obrigatórias que formarão os futuros pedagogos.

A Igreja de Cristo recebeu um compromisso de amar ao próximo, de mostrar afeto, de exercitar sua pureza e manifestar carinho como INSTITUIÇÃO. Uma congregação cujos membros não se abraçam, onde o distanciamento segue normas comportamentais culturais ou oriundas de ética religiosa estão vivendo á margem do que poderia estar vivendo. Como o tocar é essencial para o desenvolvimento humano, a perda do toque ocasiona esfriamento das relações. Um dos mandamentos legados pelo apóstolo Paulo:

Paulo faz questão de lembrar o modo como os irmãos em Cristo deviam saudar-se : “com ósculo santo” Romanos 16:16; II Coríntios 13:12; I Tessalonicenses 5:26

Saudação afetuosa de beijar no rosto. A igreja deve ser conhecida pelo amor e afeto derramado, por ensinar os pais a abraçarem e amarem seus filhos adolescentes, por ensinar os adolescentes a abraçarem aos anciãos, por ensinarem aos jovens a abraçarem uns aos outros. Uma igreja sem afeto é uma igreja cujas relações humans são oriundas de impessoalidade, ou de orientações ou pregações que enfatizammais a pecaminosidade do que a necessidade da pureza. A familia de Cristo deve aprender a ser afetuosa e carinhosa, mantendo padrões de conduta e vigilancia aos que são de fora.




A pureza é um dom, o afeto de irmãos, de parentesco, ou de querer se aproximar sem intenção sexual é fruto de operação continua do Espírito Santo, e do desejo de amar sem embaraços. As faixas etárias devem ser respeitadas, e quanto mais próximas forem as pessoas, quanto maior o nível de amizade, essa cortezia de sorrir, brincar, tocar-se de alguma maneira deve ser incentivado. Seja pelo aperto de mão do contato inicial, seja pelo beijo de despedida ou na chegada, seja através do aceno, manifestar de modo visível a alegria de estarem juntos.

Para que um dia os membros das igrejas não necessitem ir as grandes capitais do mundo em busca do Free Hugs (A "Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Gratís) é uma campanha iniciada em 2004 em Sidney, Austrália por Juan Mann e amplamente divulgada em 2006 através de um videoclip no You Tube. Envolve pessoas que oferecem abraços para estranhos em locais públicos. A campanha é um exemplo de um ato de bondade e humanitário executado por alguém cujo objetivo é apenas fazer as pessoas se sentirem melhores.)






publicado por wellcorp às 08:15 | link do post





Veja o trecho de reportagem abaixo de Cristina Papaleo Fonte: Deutsche Welle Online, Bonn – Redação Brasileira 27 02 2006

Carinho para combater a pobreza emocional

Tocar e ser tocado são necessários para o bem-estar físico e emocional do ser humano. Quando somos crianças, nos comunicamos sobretudo através da linguagem corporal mas, quando adultos, a linguagem predomina.
Cada vez menos "falamos" através de expressões de carinho, por meio de gestos, das mãos. Na era da internet e para contrabalançar as conseqüências da sociedade virtual, florescem no Primeiro Mundo as "festas da ternura".
As cuddle parties ficaram famosas há alguns anos em Nova York, introduzidas por um professor de judô, Reid Mihalko. Logo o fenômeno se espalhou por várias cidades européias.



Nas "festas do abraço" se oferece o contato para os que têm "fome de pele". Os participantes começam conectando-se consigo mesmos, depois com o chão, e, em seguida, com aqueles ao seu redor. Explorando dedos, mãos, cabeças.

Nesta "terapia da ternura", alguns se massageiam, outros se acariciam, enquanto há os que simplesmente permanecem quietos. O "intercâmbio energético" acontece em local protegido, o que parece satisfazer a busca de muitos participantes.


Estranho? Eles se reunem pra se abraçar. Logicamente que o contato DEMASIADO gera em alguns desejos sexuais e APÓS a dita festa eles se encontram para namorar. Porém tais reuniões mostram EFETIVAMENTE a carência de afeto, não suprida nem por parte dos pais, nem dos amigos, associações, clubes, colegas, oficinas do trabalho e nem por ninguém.

O mundo e as pessoas carecem de carinho e cuidado. O afeto manifesto através do toque foi deturpado por visões psicológicas numa entidade sexual degenerada. Sigmund Freud, pai de determinada ideologia da psicanálise, resumiu todo tipo de contato físico a uma interminável busca do ser humano pela realização sexual. Até a necessidade dos bebês de serem tocados foi incluido como "ato sexual" em sua psicanálise pervertida. A revolução sexual da década de sessenta, assim como a contínua degradação dos padrões morais, acompanhada no paradoxo de uma moral religiosa que quase proíbe o afeto natural, não cooperaram em nada no que diz respeito a necessidade humana de afeto. São duas correntes ideológicas: O liberalismo de um lado e a negação completa do afeto em nome de conceitos religiosos - releitura dos epicureus e dos estóicos, agindo como dois lados arranhados de um mesmo disco (essa metáfora é o mais impressionantemente exemplo de acronismo de toda a história da literatura deste humilde blog). A sociedade por sua vez, manchada pelo capitalismo, aumento de violência, convulsões sociais, isolacionismo social aperfeiçoado pelos games, internet, condomínios fechados, segregação sociais diversas, segregações raciais, conflitos religiosos, caminha francamente para a perda completa de valores que aperfeiçoem esta necessidade. Não se ensina ou se leciona nas instituições academicas a necessidade de afeto. Não há a cadeira - Carinho - nas disciplinas obrigatórias que formarão os futuros pedagogos.

A Igreja de Cristo recebeu um compromisso de amar ao próximo, de mostrar afeto, de exercitar sua pureza e manifestar carinho como INSTITUIÇÃO. Uma congregação cujos membros não se abraçam, onde o distanciamento segue normas comportamentais culturais ou oriundas de ética religiosa estão vivendo á margem do que poderia estar vivendo. Como o tocar é essencial para o desenvolvimento humano, a perda do toque ocasiona esfriamento das relações. Um dos mandamentos legados pelo apóstolo Paulo:

Paulo faz questão de lembrar o modo como os irmãos em Cristo deviam saudar-se : “com ósculo santo” Romanos 16:16; II Coríntios 13:12; I Tessalonicenses 5:26

Saudação afetuosa de beijar no rosto. A igreja deve ser conhecida pelo amor e afeto derramado, por ensinar os pais a abraçarem e amarem seus filhos adolescentes, por ensinar os adolescentes a abraçarem aos anciãos, por ensinarem aos jovens a abraçarem uns aos outros. Uma igreja sem afeto é uma igreja cujas relações humans são oriundas de impessoalidade, ou de orientações ou pregações que enfatizammais a pecaminosidade do que a necessidade da pureza. A familia de Cristo deve aprender a ser afetuosa e carinhosa, mantendo padrões de conduta e vigilancia aos que são de fora.




A pureza é um dom, o afeto de irmãos, de parentesco, ou de querer se aproximar sem intenção sexual é fruto de operação continua do Espírito Santo, e do desejo de amar sem embaraços. As faixas etárias devem ser respeitadas, e quanto mais próximas forem as pessoas, quanto maior o nível de amizade, essa cortezia de sorrir, brincar, tocar-se de alguma maneira deve ser incentivado. Seja pelo aperto de mão do contato inicial, seja pelo beijo de despedida ou na chegada, seja através do aceno, manifestar de modo visível a alegria de estarem juntos.

Para que um dia os membros das igrejas não necessitem ir as grandes capitais do mundo em busca do Free Hugs (A "Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Gratís) é uma campanha iniciada em 2004 em Sidney, Austrália por Juan Mann e amplamente divulgada em 2006 através de um videoclip no You Tube. Envolve pessoas que oferecem abraços para estranhos em locais públicos. A campanha é um exemplo de um ato de bondade e humanitário executado por alguém cujo objetivo é apenas fazer as pessoas se sentirem melhores.)






publicado por wellcorp às 08:15 | link do post

O que é fracassar no ministério? Já imaginou uma escolha errada, dessas que leva a nossa vida num caminho sem retorno? Um casamento malfadado, uma carreira mal escolhida. Conhecer alguém que talvez fosse melhor que não tivéssemos encontrado. A vida é extensa e complexa. É complicado viver. Não é difícil corromper os ideais de fé e de autoridade com que um dia nos comprometemos no início da carreira, aquele ajoelhar diante de Deus que foi o início de tudo. Aquela pregação que nos fez sonhar em realizar grandes coisas, que nos motivou a seguir em frente, a tomar um rumo e continuar nele. E se tivermos rejeitado parte desses ideais e inconscientemente, sufocados pelas grandes tribulações da vida, pelas decepções imensas e dolorosas, substituímos o sonho, por uma anuência assim como a dádiva por uma sombra? Você sonhou com rios de fogo e só viu fósforos. Você confiou em profecias que jamais vieram a se cumprir. Você deixou de lado a possibilidade em troca de um certo conforto espiritual. Eu gosto de brincar com o termo "possibilidade", assim, sozinho, sem adjetivos ou complementos que completem o raciocínio, simplesmente "possibilidade". Quando eu era pequeno me lembro de ter visto uma barata morta e me peguei olhando em direção a uma tomada da parede. Tal como num doutor Frankstein alucinado, meus olhos se acenderam. Tinha tido uma idéia. E se ela pudesse voltar a viver? Não foi preciso dizer que quase torrei a instalação elétrica lá de casa. Era ela. A possibilidade. Quando me falavam que era possível voltar no tempo, um colega meu de curso técnico falou que estava construindo um equipamento com emissões de ondas que poderia realizar o feito. Eu não sabia se ria ou se chorava. Mas, outra vez a bandida estava lá. Tanto que ela, a possibilidade, acenou para mim. E de novo meus olhos se acenderam. Foi assim quando a minha professora do ginásio, professora de francês sorriu para mim, por um motivo qualquer. Eu, franzino, de óculos e cheios de espinha, reinterpretando aquele sorriso a luz de remotas esperanças, vislumbrei de novo a bandida. A tal da possibilidade. Quando eu tirei zero na prova de máquinas elétricas, aquela matéria horripilante da dependência do curso de eletrotécnica, e soube que o professor daria uma última prova, anulando todas as outras, e quem tirasse acima de 6,0 estaria aprovado, eu que nunca tirei nota acima de 3,0 naquela disciplina senti de novo o toque suave da dita cuja. Essa meliante. Essa obstinada. Essa louca que aponta para lugares nunca vistos, para patamares jamais alcançados.

Aqui neste lugar, novamente após tantos anos, me deparo com esta velha conhecida.

A possibilidade disse quando eu ainda procurava um emprego, que um dia eu teria filhas.

A possibilidade disse para mim que eu ia passar naquela maldita prova de máquinas elétricas.

Porém, as vezes parece que ela brinca. Mente, engana, destrata. Ela fala de coisas absurdas. Coisas que parecem que nunca irão se realizar.

Mas, entendi que ela é imparcial. Ela é como uma lei, se algo pode ser imaginado pelo homem, ela - a possibilidade - virá ao encontro deste homem.

Outra vez a vejo, nítida, colossal, de semblante admirável, diante de mim. Vejo a Possibilidade de irmos além de certo véu e conhecermos de Deus, o Poder, a Unção e a Autoridade, do modo como homem algum jamais concebeu. Eu vejo a possibilidade de toda uma congregação ter os olhos abertos e de uma feita, perceber os anjos e os céus queimando sobre suas cabeças. Eu vejo uma Igreja, um reino, um povo que deixando de lado o medo se atira na aventura dos dons do Espírito Santo, e se deixa consumir pela fogo que queima do altar. Que se deleita em tremer e temer, que se admira e descansa em meio a coisas inacreditáveis.

Eu não creio num céu distante demais. Eu não creio que ele já não possa ser povoado ou visitado.

Ela de novo grita.

Ansiosa por rir e zombar da minha incredulidade.

A possibilidade.


publicado por wellcorp às 10:51 | link do post

O que é fracassar no ministério? Já imaginou uma escolha errada, dessas que leva a nossa vida num caminho sem retorno? Um casamento malfadado, uma carreira mal escolhida. Conhecer alguém que talvez fosse melhor que não tivéssemos encontrado. A vida é extensa e complexa. É complicado viver. Não é difícil corromper os ideais de fé e de autoridade com que um dia nos comprometemos no início da carreira, aquele ajoelhar diante de Deus que foi o início de tudo. Aquela pregação que nos fez sonhar em realizar grandes coisas, que nos motivou a seguir em frente, a tomar um rumo e continuar nele. E se tivermos rejeitado parte desses ideais e inconscientemente, sufocados pelas grandes tribulações da vida, pelas decepções imensas e dolorosas, substituímos o sonho, por uma anuência assim como a dádiva por uma sombra? Você sonhou com rios de fogo e só viu fósforos. Você confiou em profecias que jamais vieram a se cumprir. Você deixou de lado a possibilidade em troca de um certo conforto espiritual. Eu gosto de brincar com o termo "possibilidade", assim, sozinho, sem adjetivos ou complementos que completem o raciocínio, simplesmente "possibilidade". Quando eu era pequeno me lembro de ter visto uma barata morta e me peguei olhando em direção a uma tomada da parede. Tal como num doutor Frankstein alucinado, meus olhos se acenderam. Tinha tido uma idéia. E se ela pudesse voltar a viver? Não foi preciso dizer que quase torrei a instalação elétrica lá de casa. Era ela. A possibilidade. Quando me falavam que era possível voltar no tempo, um colega meu de curso técnico falou que estava construindo um equipamento com emissões de ondas que poderia realizar o feito. Eu não sabia se ria ou se chorava. Mas, outra vez a bandida estava lá. Tanto que ela, a possibilidade, acenou para mim. E de novo meus olhos se acenderam. Foi assim quando a minha professora do ginásio, professora de francês sorriu para mim, por um motivo qualquer. Eu, franzino, de óculos e cheios de espinha, reinterpretando aquele sorriso a luz de remotas esperanças, vislumbrei de novo a bandida. A tal da possibilidade. Quando eu tirei zero na prova de máquinas elétricas, aquela matéria horripilante da dependência do curso de eletrotécnica, e soube que o professor daria uma última prova, anulando todas as outras, e quem tirasse acima de 6,0 estaria aprovado, eu que nunca tirei nota acima de 3,0 naquela disciplina senti de novo o toque suave da dita cuja. Essa meliante. Essa obstinada. Essa louca que aponta para lugares nunca vistos, para patamares jamais alcançados.

Aqui neste lugar, novamente após tantos anos, me deparo com esta velha conhecida.

A possibilidade disse quando eu ainda procurava um emprego, que um dia eu teria filhas.

A possibilidade disse para mim que eu ia passar naquela maldita prova de máquinas elétricas.

Porém, as vezes parece que ela brinca. Mente, engana, destrata. Ela fala de coisas absurdas. Coisas que parecem que nunca irão se realizar.

Mas, entendi que ela é imparcial. Ela é como uma lei, se algo pode ser imaginado pelo homem, ela - a possibilidade - virá ao encontro deste homem.

Outra vez a vejo, nítida, colossal, de semblante admirável, diante de mim. Vejo a Possibilidade de irmos além de certo véu e conhecermos de Deus, o Poder, a Unção e a Autoridade, do modo como homem algum jamais concebeu. Eu vejo a possibilidade de toda uma congregação ter os olhos abertos e de uma feita, perceber os anjos e os céus queimando sobre suas cabeças. Eu vejo uma Igreja, um reino, um povo que deixando de lado o medo se atira na aventura dos dons do Espírito Santo, e se deixa consumir pela fogo que queima do altar. Que se deleita em tremer e temer, que se admira e descansa em meio a coisas inacreditáveis.

Eu não creio num céu distante demais. Eu não creio que ele já não possa ser povoado ou visitado.

Ela de novo grita.

Ansiosa por rir e zombar da minha incredulidade.

A possibilidade.


publicado por wellcorp às 10:51 | link do post
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tudo precisa de fundamento:oque significa raiz ori...
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