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Welington Corporation

Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados

Um Blog de poesia, imagens estudos das Escrituras, mensagens e textos engraçados

Welington Corporation

03
Ago10

Cabelo solto

wellcorp
Ele então a tomou e rodopiou
Ele a riu, a viu, quando a levantou
E ela extasiada no ar girou
Ele a levantou, e ela sorriu
Ela entào deixou
seu cabelo solto,
Para o enfeitar
Ele brincou e quando a abaixou
Ela deslizou e então parou
Suspirou, piscou
tornou bailar
Ela então se riu
dançou, só pra se mostrar
Ele a riu,  correu
pra se ajoelhar
Ela então tornou
com ele dançar
Ele a fitou
Ela o riu e então lhe respondeu

E fitando-o nos olhos
deixou-se perceber
que não haveria
anoitecer
em que não deixasse cair
seu cabelo solto,
Para o enfeitar

Welington
03
Ago10

Cabelo solto

wellcorp
Ele então a tomou e rodopiou
Ele a riu, a viu, quando a levantou
E ela extasiada no ar girou
Ele a levantou, e ela sorriu
Ela entào deixou
seu cabelo solto,
Para o enfeitar
Ele brincou e quando a abaixou
Ela deslizou e então parou
Suspirou, piscou
tornou bailar
Ela então se riu
dançou, só pra se mostrar
Ele a riu,  correu
pra se ajoelhar
Ela então tornou
com ele dançar
Ele a fitou
Ela o riu e então lhe respondeu

E fitando-o nos olhos
deixou-se perceber
que não haveria
anoitecer
em que não deixasse cair
seu cabelo solto,
Para o enfeitar

Welington
12
Jul10

Era uma vez uma menina que amava os livros

wellcorp

Doce leu sobre as coisas do tempo
Meiga aprendeu sobre as coisas da vida
Plena viajou entre as blumas das eras
Curiosa  mergulhou em mundos feitos palavras
E muito indignada,
nelas se enxergou, invocando sentimentos

A menina riu
E chorou
emocionou-se
Guardando sonhos e lendas
De tantas vidas descritas
A menina que amava os livros
Cresceu...
E se tornou tão madura,
Tão adulta,
E tão sábia,
Que jamais deixou de ser menina.






E assim também
pra não perder o costume
jamais deixou de amar
aos livros.





Welington José Ferreira
12
Jul10

Era uma vez uma menina que amava os livros

wellcorp

Doce leu sobre as coisas do tempo
Meiga aprendeu sobre as coisas da vida
Plena viajou entre as blumas das eras
Curiosa  mergulhou em mundos feitos palavras
E muito indignada,
nelas se enxergou, invocando sentimentos

A menina riu
E chorou
emocionou-se
Guardando sonhos e lendas
De tantas vidas descritas
A menina que amava os livros
Cresceu...
E se tornou tão madura,
Tão adulta,
E tão sábia,
Que jamais deixou de ser menina.






E assim também
pra não perder o costume
jamais deixou de amar
aos livros.





Welington José Ferreira
21
Abr10

A sombra e a alma

wellcorp

Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























21
Abr10

A sombra e a alma

wellcorp

Houve uma sombra, que decidiu assombrar a uma alma.
E a alma a enxotava. E lhe rugia.
Mas a sombra não desistia. Porque houve um tempo
Que a sombra não fora penumbra.
E nem sombra.
E ela se achegou a alma
E a amou
Mas a alma a desprezou.
Porque a alma que se imaginava viva
Tinha a sombra de pouco valor.
Até usou a sombra
E até deixou que ela
Se imaginasse amada.
Mas era só ilusão.
Porque a alma só amava a si própria.
Mas a sombra era impertinente.
E mesmo sentindo desprezada
Não desistia da alma
Pelo tanto que lhe amou.
Porque bem sabia a sombra
Que a alma era vazia
Que a alma era uma sombra.
E que ela sombra
Ainda que sombra
é que tinha alma.
A sombra usou todos seus recursos.
Então a alma num capricho
Se afastou da sombra tola
Que só enxergava a alma.
E a sombra ficou enferma
E a sombra quis esquecer.
mas a sua natureza teimosa
Era maior que a sua vontade.

E a sombra subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.

E a luz que desfaz toda sombra
A abraçou
E a sombra já não era mais sombra
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela alma que amava
Que a desprezou.


E a luz que tudo ilumina
A ouviu.


E a alma que andava em trevas
Viu uma grande luz.
E a alma que era uma sombra
Iluminada assim
Se desnudou
E viu que era uma sombra
Que se imaginava ser alma
E nada mais
E a sombra que se imaginava alma
Chorou
Sentindo saudade da sombra
Que um dia
Tanto lhe amou



E a alma subiu as alturas
E passou das estrelas
E sem medo dos anjos
Mergulhou na própria luz.


E a luz que compõe toda alma
A abraçou
E a alma já não era mais alma
Em meio a luz
Era só voz.
E diante da luz verdadeira
Rogou pela sombra que a amava
Que ela desprezou.



E a luz que tudo ilumina
A ouviu.
Também...


























26
Mar10

Mas na verdade era só um sonho

wellcorp


Ele a festejava

Nos recantos mais longíquos de seu coração


Ele a levou de mãos dadas

A um lugar de alegria
Onde lhe deu uma grinalda de flores
Um vestido


E um colar com um pequeno coração
Dourado


E ele a tomou nos braços
E a girou
E ela ria
Envolta em afeto
E cheia de plena certeza
Porque maiores que os presentes
Daquele que a amava
Era a certeza
De ser querida

Mas na verdade  era só um sonho

E ele acordou só.

E ela sem se dar conta
Não recebeu presentes
Que deveriam ser seus

E ele deitou sua cabeça e tornou a dormir
Ela em outro lugar
Sentiu a falta de um coração dourado
Que devia estar em seu pescoço
E suspirou bem fundo
Olhando ao redor de si
Sem nada avistar...
26
Mar10

Mas na verdade era só um sonho

wellcorp


Ele a festejava

Nos recantos mais longíquos de seu coração


Ele a levou de mãos dadas

A um lugar de alegria
Onde lhe deu uma grinalda de flores
Um vestido


E um colar com um pequeno coração
Dourado


E ele a tomou nos braços
E a girou
E ela ria
Envolta em afeto
E cheia de plena certeza
Porque maiores que os presentes
Daquele que a amava
Era a certeza
De ser querida

Mas na verdade  era só um sonho

E ele acordou só.

E ela sem se dar conta
Não recebeu presentes
Que deveriam ser seus

E ele deitou sua cabeça e tornou a dormir
Ela em outro lugar
Sentiu a falta de um coração dourado
Que devia estar em seu pescoço
E suspirou bem fundo
Olhando ao redor de si
Sem nada avistar...
04
Mar10

O coração que se eleva

wellcorp

As vezes o coração deverá subir a alturas imensas
Acima das nuvens
Até as regiões celestiais
Acima do medo, da ira e da dor
Da fraqueza, do pecado, da culpa
Da ausencia de perspectiva
Da impossibilidade do amanhã
Porque nas alturas
Tal coração
Bate mais forte


Welington
04
Mar10

O coração que se eleva

wellcorp

As vezes o coração deverá subir a alturas imensas
Acima das nuvens
Até as regiões celestiais
Acima do medo, da ira e da dor
Da fraqueza, do pecado, da culpa
Da ausencia de perspectiva
Da impossibilidade do amanhã
Porque nas alturas
Tal coração
Bate mais forte


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